
24 Setembro 2009 - 09h00
A última coisa que um Chefe de Estado poderia fazer era formalmente e/ou materialmente imiscuir-se numa campanha eleitoral para outros órgãos de soberania. E o Presidente é profundamente institucional. Também não me parece que tenha de justificar na praça pública as razões do recrutamento ou afastamento dos seus colaboradores. Falará quando o entender como institucionalmente adequado. E tem demonstrado que o sabe fazer no tempo certo.
É ilegítimo o uso da figura presidencial por quem quer que seja, para mais num contexto eleitoral.
E se alguém pretende aproveitar o episódio vai dar-se mal nas urnas. Os Portugueses percebem bem quem gosta e utiliza uma boa intriga e penalizam quem o faz, mesmo vitimizando-se. As falsas vítimas percebem-se à distância.
Vamos é discutir o País e deixar-nos de questões que neste momento não são centrais e leituras que de tão rebuscadas se afastam da verdade.
Em nome de uma declaração de interesses, deixo bem claro que sou militante social-democrata, o que nunca me impediu a crítica livre, nem a divergência em obediência à minha própria consciência. Prezo a liberdade como o Valor.
Olhemos para a sociedade portuguesa, profundamente castigada e metastizada pelo Partido Socialista e no dever que é afastar o actual Primeiro-Ministro da governação, para que reconheça o peso da sua arrogância, a ausência de uma política sólida e o deficit democrático em que nos colocou a todos. A funcionalização da sociedade empobrece-a.
Ao Primeiro-Ministro não deveria ser dada mais uma possibilidade para governar. Mas para atingir esse desiderato, só existe uma alternativa: o PSD, sem prejuízo da necessidade, da afirmação e do papel que os demais partidos desempenham no sistema democrático. Mas nenhum dos demais partidos tem possibilidade de competir eleitoralmente com sucesso com o PS, senão o PSD.
Para todos aqueles que não se revêem na actual governação, só existe como voto realmente útil para afastar o Engº Sócrates, o no Partido Social-Democrata. Mas para governar melhor, sem confusões, suspeitas e compadrios. Todos são escrutinados e responsabilizados nas urnas, mais tarde ou mais cedo.
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