A primeira década dos anos 2000 foi para Portugal tempo perdido no que se refere ao financiamento das PME! Com o mundo em crise, por cá a opção foi betão e mais betão financiado pelas catastróficas PPP a serem pagas nos próximos 20 ou 30 anos! Portanto, sem capital disponível e uma grande dívida para pagar nos próximos 30 anos, foi este o legado deixado. Agora, os responsáveis por esta situação clamam por mais crescimento, como se o crescimento económico se fizesse por “obra e graça do Espirito Santo”. Sem investidores ou dinheiro próprio não há crescimento.
Dada a crise internacional, melhorar o acesso das PME às fontes de financiamento, especialmente no que diz respeito à entrada inicial e à injeção constante de fundos, é indispensável para que estas empresas possam explorar o seu potencial de crescimento, emprego e inovação. Ora, há inúmeras PME da União Europeia (UE) que se confrontam com um défice de fundos próprios. Este, é ainda mais, o caso de Portugal.
É essencial garantir às pequenas e médias empresas (PME) melhor acesso aos capitais próprios e aos financiamentos através de empréstimos, permitindo-lhes assim explorar plenamente o seu potencial. Para a União Europeia (UE) e os Estados-Membros, o objetivo é criar condições que permitam, até 2013, triplicar os investimentos em capital na fase de arranque. A UE terá de incentivar o financiamento bancário tradicional da inovação. Organizar-se-á uma reflexão conjunta dos bancos e das PME, a fim de melhorar as perspetivas em matéria de relações bancárias a longo prazo, promover os microcréditos (empréstimos inferiores a 25 000 euros) e os financiamentos «mezzanine» (que combinam empréstimos e fundos próprios), assim como avaliar o interesse de sistemas de redução de impostos para jovens empresas inovadoras.
Tudo isto foi preconizado em 2007 pela UE, cabendo-nos em 2013 perguntar aos responsáveis do partido que estava no Governo de então, qual foi o balanço desta medida relativamente às nossas PME e quantas terão sido estimuladas a iniciar uma atividade económica de que Portugal precisa como pão para a boca? É pura demagogia falar de crescimento sem se assumir as graves responsabilidades de quem fez de Portugal o campeão europeu de mais autoestradas por km2!
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