Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012

A QUEDA DE ÌCARO

Desde sempre o Homem sonhou voar, estando essa firme vontade bem expressa na histórica lenda de ICARO que vale a pena recordar:

Dédalo era o melhor e mais conhecido dos artesãos e inventores da antiguidade. Quem desejasse algo engenhoso vinha primeiro à sua oficina em Atenas. Dédalo tinha um sobrinho, Talos, filho de sua irmã,Policasta. Ele aceitou Talos como aprendiz , e o garoto, apesar de ter só doze anos, logo mostrou sinais de ser mais esperto do que seu mestre! Foi Talos que inventou o primeiro serrote, a roda do oleiro e imaginou o primeiro par de compassos. A reputação de Talos espalhou - se e as pessoas começaram a trazer os seus problemas mais complicados para o garoto, e não para o mestre. Consumido de ciúmes, Dédalo atraiu o garoto até o topo do templo de Atenas e  empurrou - o para a morte. A mãe de Talos, Policasta, suicidou-se de tristeza, e Dédalo, juntamente com seu filho, Ícaro – um garoto vaidoso sem nada da esperteza de Talos – foram banidos da cidade de Atenas. Dédalo e Ícaro  refugiaram - se na ilha de Creta, onde Dédalo colocou a sua habilidade e esperteza a serviço do rei Minos. Mas ele perdeu os favores do rei, quando Teseu matou o minotauro e conseguiu escapar do Labirinto, que supostamente era à prova de fuga, e que Dédalo havia construído para abrigar o monstro. Furioso, o rei Minos jogou Dédalo e seu filho na prisão. Enquanto Ícaro passava os dias  cuidando de si, vaidoso, Dédalo estudava profundamente, planeando como escapar de Creta. Era longe demais para nadar até à próxima ilha, e impossível conseguir um bote devido à vigilância da armada do rei Minos. Finalmente, Dédalo concebeu um plano audacioso. Ele construiu dois pares de asas, tecendo as penas e juntando-as com cera. Quando as asas estavam prontas, levou Ícaro para um canto. "Coloque isso e siga - me", disse, "mas cuidado para não voar perto demais do sol, ou perto demais do mar. Mantenha um curso médio. Com essas asas escaparemos daqui." Os dois levantaram voo a partir de um rochedo alto e seguiram para o horizonte. Por muitos quilómetros o jovem Ícaro seguiu o seu pai mas, sentindo-se jovem e despreocupado, e desfrutando de vento, começou a subir para o céu, livre como um pássaro.
Quando Dédalo olhou ao redor procurando-o,  não conseguiu vê - lo . "Ícaro! Ícaro!", chamou o pai ansioso. Mas não veio resposta. No mar, lá em baixo, um punhado de penas flutuava nas ondas, e algumas pequenas ondulações marcavam o ponto onde Ícaro caíra, pois o rapaz tinha voado perto demais do sol, e a cera que unia as asas derreteu-se como manteiga.

Em boa verdade o Homem voou mais longe do que naquele tempo Ícaro poderia imaginar !

publicado por luzdequeijas às 16:26
link | comentar | favorito

A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A Revolução Industrial significou o início do processo de acumulação rápida de bens de capital, com consequente aumento da mecanização. Isso deve - se ao facto de o capitalismo (economia de mercado) se ter apresentado como sistema económico vigente.

 

O exemplo de Portugal mostra-nos uma forma, um pouco diferente, de dependência financeira e diplomática, ainda que conservando a independência política. Portugal é um estado independente, soberano, mas na realidade há mais de 200 anos, desde a Guerra de Sucessão de Espanha (1701-1714) que estava sob o protectorado da Inglaterra. A Inglaterra defendeu-o e defendeu as possessões coloniais portuguesas para reforçar as suas próprias posições na luta contra os seus adversários, a Espanha e a França. A Inglaterra obteve em troca vantagens comerciais, melhores condições para a exportação de mercadorias e, sobretudo, para a exportação de capitais para Portugal e suas colónias: podendo ainda utilizar os portos e ilhas de Portugal.

 

publicado por luzdequeijas às 16:18
link | comentar | favorito

O NÓNIO E AS MOTIVAÇÕES

O nónio foi o invento que tornou Pedro Nunes mais conhecido. Trata-se de um sistema de conjugação de escalas que permite obter medidas mais precisas que qualquer das escalas individuais. Com esse sistema, Pedro Nunes avança uma solução para uma questão urgente na época, o problema da medida rigorosa dos ângulos de altura dos astros. O nónio será mais tarde aplicado a outros instrumentos de medida.

Com ele, atinge-se o apogeu do Império e o início do seu declínio. Um Império que ocupou Portugal com três grandes objectivos :

Os historiadores imparciais, sem visões especulativas, resumem numa trilogia e na seguinte ordem de valor os três grandes motivos dos descobrimentos portugueses: Deus, o Rei e o Ouro.

       Deus – o motivo religioso: a expansão da Fé entre os gentios, a continuação da Cruzada contra os mouros.

       Rei – o motivo político: o desejo de expansão de Portugal.

       Ouro – o motivo económico: a conquista de novos mercados, o rico comércio das especiarias e a descoberta de jazidas de ouro.

Sem a menor dúvida que a trilogia de enorme dimensão  foi conseguida por país pobre e pequeno, mas que ao conseguir a tal feito se guindou à admiração do mundo inteiro.

Relativamente ao “Ouro”, foi muito mais do que isso aquilo que conseguimos. Conseguimos dominar as grandes rotas mundiais das especiarias e no século XVIII, as ambições coloniais de Portugal centraram-se no Brasil e nalguns entrepostos em África e na Ásia. O Brasil, a princípio abandonado, rapidamente se tornou - com o declínio comercial no Oriente, à mercê de novas potências europeias (Inglaterra e Holanda) e após a derrota da Armada Invencível espanhola -, a "jóia" do Império Português até ao século XIX. Pau-brasil, açúcar, ouro, diamantes, cacau e tabaco alimentaram os cofres do erário nacional durante três séculos.

Com a declaração de independência do Brasil, Portugal acentuava a sua expansão territorial para o interior de África para se manter a par com as outras potências europeias. No século XVIII, as ambições coloniais de Portugal centraram-se no Brasil e nalguns entrepostos em África e na Ásia. Com a declaração de independência do Brasil, Portugal acentuava a sua expansão territorial para o interior de África para se manter a par com as outras potências europeias.

publicado por luzdequeijas às 16:10
link | comentar | favorito

UM PAÍS PEQUENO

Eram tarefas de grande monta para um país da dimensão de Portugal. Emparedado entre o Mar e a enorme Espanha. Tal sonho aprisionava todas as nossas capacidades e deslumbramentos.

E as conquistas passaram rapidamente de sonhos a realidades.

 

O Norte de África, A ilha da Madeira, Os Açores, A exploração de África,  A ligação do Atlântico ao Índico, O Tratado de Tordesilhas, A colonização do Império Português, Descoberta lusa: do nó e da medida marítima,  O Reino de Preste João, Caminho marítimo para a Índia, As feitorias, A Descoberta do Brasil, Segunda Expedição à Índia, A Terra de Santa Cruz, Cabo Bojador, O Adamastor, O Vasco da Gama, O Pedro Alvares Cabral, etc. e mais os nossos contributos para o desenvolvimento das ciências e da tecnologia como o nónio.

publicado por luzdequeijas às 16:05
link | comentar | favorito

EQUIPAMENTO PARA OS DESCOBRIMENTOS

Até ao século XV, os Portugueses praticavam uma navegação de cabotagem utilizando, para o efeito, a barca e o barinel, embarcações pequenas e frágeis que possuíam apenas um mastro com vela quadrangular fixa. Estes barcos não conseguiam dar resposta à dificuldades que surgiam no avanço para Sul, como os baixios, os ventos fortes e as correntes marítimas desfavoráveis. Estão associadas aos primórdios dos Descobrimentos, a viagens à Ilha da Madeira, Açores, Canárias, e à exploração do litoral africano até pelo menos às alturas de Arguim na actual Mauritânia.

Mas o navio que marcou a primeira fase dos Descobrimentos portugueses, a fase atlântica e africana foi a caravela. Era de navegação fácil e melhor capacidade de bordejar, dado ter um aparelho latino. No entanto a sua capacidade limitada de carga e a necessidade de uma grande tripulação eram os seus principais inconvenientes, que, no entanto, nunca obstaram ao seu sucesso. Este deve-se em boa parte à evolução técnica registada no século XV e graças às múltiplas viagens de exploração da costa atlântica africana, substituindo definitivamente as barcas e os barinéis naquelas actividades de navegação.

Para a navegação astronómica os portugueses, como outros europeus, recorreram a instrumentos de navegação árabes, como o astrolábio e o quadrante (um quarto de astrolábio munido de um fio de prumo), que aligeiraram e simplificaram. Inventaram ainda outros, como a balestilha, ou "bengala de Jacob" (para obter no mar a altura do sol e de outros astros), que não utiliza a graduação de um arco de circunferência mas um segmento deslizante ao longo de uma haste, com o olho do observador em linha recta com o astro observado. Mas os resultados variavam conforme o dia do ano, o que obrigava a correcções, feitas de acordo com a inclinação do Sol em cada um desses dias. Por isso os Portugueses fizeram tabelas de inclinação do Sol no século XV, impressas em Veneza depois de 1483. Eram preciosos instrumentos de navegação em alto-mar, tendo conhecido uma notável difusão, como outras tabelas que continham correcções necessárias ao cálculo da latitude através da Estrela Polar.

 

publicado por luzdequeijas às 16:02
link | comentar | favorito

A MOTIVAÇÃO PARA OS DESCOBRIMENTOS

As motivações para a empresas de descoberta foram principalmente, embora não unicamente, de carácter económico: procurar acesso directo a fontes de fornecimento de trigo, de ouro ou de escravos e, mais tarde, das especiarias orientais.

Para além da necessidade de alcançar as fontes de bens escassos ou caros na Europa, havia a intenção política de atacar ou debilitar pela retaguarda o grande poderio islâmico, adversário da Cristandade (neste desiderato se confundindo a estratégia militar e diplomática e o espírito de evangelização herdado das Cruzadas).

 

publicado por luzdequeijas às 12:52
link | comentar | favorito

EMPREGO

A relação de emprego, ou o vínculo empregatício, é um fato jurídico que se configura quando alguém (empregado ou empregada) presta serviço a uma outra pessoa, física ou jurídica (empregador ou empregadora), de forma subordinada, pessoal, não-eventual e onerosa.

Ter um emprego, não só constitui o principal recurso com que conta a maioria das pessoas para suprir as suas necessidades materiais, como também lhes permite plena integração social. Por isso, a maior parte dos países reconhece o direito ao trabalho como um dos direitos fundamentais dos cidadãos. Emprego é a função e a condição das pessoas que trabalham, em carácter temporário ou permanente, em qualquer tipo de actividade económica, remunerada ou não. Por desemprego entende-se a condição ou situação das pessoas incluídas na faixa das "idades activas" (em geral entre 18 e 65 anos), que estejam, por determinado prazo, sem realizar trabalho em qualquer tipo de actividade económica, remunerada ou não. As possibilidades de emprego que os sistemas económicos podem oferecer em certo período, relacionam-se com a capacidade de produção da economia, com as políticas de utilização dessa capacidade e com a tecnologia empregada na produção. Os economistas clássicos entendiam que o estado de pleno emprego dos factores de produção (entre eles o trabalho) era normal, estando a economia sempre em equilíbrio. John Stuart Mill dizia: "Se pudermos duplicar as forças produtoras de um país, duplicaremos a oferta de bens em todos os mercados, mas ao mesmo tempo duplicaremos o poder aquisitivo para esses bens." Dentro dessa linha de ideias, o aparecimento de desempregados em certas épocas era explicado como a resultante de um desajustamento temporário. O ajustamento (ocupação da força de trabalho desempregada) ocorreria quando os trabalhadores decidissem aceitar voluntariamente os salários mais baixos oferecidos pelos empresários.

WIKIPÉDIA 

publicado por luzdequeijas às 12:46
link | comentar | favorito

ADAM SMITH

O liberalismo de Adam Smith

As novidades da Revolução Industrial trouxeram muitas dúvidas. O pensador escocês Adam Smith procurou responder racionalmente às perguntas da época. O seu livro A Riqueza das Nações (1776) é considerada uma das obras fundadoras da ciência económica. Os argumentos de Smith foram surpreendentes. Ele dizia que o egoísmo é útil para a sociedade. Seu raciocínio era este: quando uma pessoa busca o melhor para si, toda a sociedade é beneficiada. Exemplo: quando uma cozinheira prepara uma deliciosa carne assada, você saberia explicar quais os motivos dela? Será porque ama o seu patrão e quer vê-lo feliz ou porque está pensando, em primeiro lugar, nela mesma ou no pagamento que receberá no final do mês? De qualquer maneira, se a cozinheira pensa no salário dela, seu individualismo será benéfico para ela e para seu patrão. E por que motivo um açougueiro vende uma carne muito boa para uma pessoa que nunca viu antes? Porque deseja que ela se alimente bem ou porque está olhando para o lucro que terá com a venda? Ora, graças ao individualismo dele o freguês pode comprar a carne. Do mesmo jeito, os trabalhadores pensam neles mesmos. Trabalham bem para poder garantir seu salário e emprego. Portanto, é correcto afirmar que os capitalistas só pensam nos seus lucros. Mas, para lucrar têm que vender produtos bons e baratos. O que, no fim, é óptimo para os consumidores. Então, já que o individualismo é bom para toda a sociedade, o ideal seria que as pessoas pudessem atender livremente aos seus interesses individuais. E, para Adam Smith, quem é que atrapalhava os indivíduos, quem é impedia a livre iniciativa? O Estado dizia ele. Para o autor escocês, "o Estado deveria intervir o mínimo possível sobre a economia". Se as forças do mercado agissem livremente, a economia poderia crescer com vigor. Desse modo, cada empresário faria o que bem entendesse com seu capital, sem ter de obedecer a nenhum regulamento criado pelo governo. Os investimentos e o comércio seriam totalmente liberados. Sem a intervenção do Estado, o mercado funcionaria automaticamente, como se houvesse uma "mão invisível" ajeitando tudo. Ou seja, o vale-tudo capitalista promoveria o progresso de forma harmoniosa.

publicado por luzdequeijas às 12:40
link | comentar | favorito

A FORMAÇÃO DA BURGUESIA

Inicialmente os burgueses eram os habitantes dos burgos (pequenas cidades protegidas por muros), estes eram pessoas que trabalhavam com dinheiro, não bem vistas por integrantes da nobreza, que até então eram os principais detentores do poder. Os cidadãos que ficavam fora das muralhas (classe minoritária) eram denominados de "extraburgos".

Desprezados pelos nobres, estes burgueses eram herdeiros da classe medieval dos vassalos e, por falta de alternativas, dedicavam-se ao comércio que, alguns séculos mais tarde, serviria de base para o surgimento do capitalismo.

Com a aparição da doutrina marxista, a partir do século XIX, a burguesia passou a ser identificada como a classe dominante do modo de produção capitalista e, como tal, lhe foram atribuídos os méritos do progresso tecnológico, mas foi também responsabilizada pelos males da sociedade contemporânea. Os marxistas cunharam também o conceito de "pequena burguesia", que foi como chamaram o setor das camadas médias da sociedade atual, regido por valores e aspirações da burguesia.

As igrejas do Período Medieval, além de dar o conhecimento religioso aos cristãos, tomaram conta do ensinamento nas escolas, que ficavam no fundo dos mosteiros, mas a burguesia proibiu a igreja de continuar a dar aulas, quem tomara conta do ensino eram os burgueses que, além do conhecimento religioso, ensinavam o que era preciso para ser um burguês, ou seja, ensinavam o comércio e o conhecimento dos números.

 

Wikipédia

publicado por luzdequeijas às 12:33
link | comentar | favorito

RENASCIMENTO DO SÉCULO XII

O Renascimento do século XII consistiu num conjunto de transformações culturais, políticas, sociais, e económicas ocorridas nos povos da Europa ocidental. Nessa época ocorreram eventos de grande repercussão: a renovação da vida urbana, após um longo período de vida rural, girando em torno dos castelos e mosteiros; o movimento das Cruzadas, a restauração do comércio, a emergência de um novo grupo social (os burgueses) e, sobretudo, o renascimento cultural com um forte matiz científico-filosófico, que preparou o caminho para o renascimento italiano, eminentemente literário e artístico.

 

publicado por luzdequeijas às 12:28
link | comentar | favorito

O METRO SAI CARO !

Domingo, 30 de Setembro de 2012
 
A GREVE NO METRO::::PREJUIZO DESTA EMPRESA PÚBLICA 390 MILHÕES
Salários dos funcionários do Metro de Lisboa

Secretária de Administração €3.753,59

Mestre Serralheiro €2.969,30

Maquinista de manobras €2.785,17

Maquinista €2.587,25

Fiscal €2.020,66

Motorista €1.939,09

Agente trafego €1.642,41

Desenhador €1.547,09

Auxiliar €1.476,86

Os maquinistas ainda recebem um subsidio que varia entre 317 e 475,50 euros para abrir e fechar as portas.

Os maquinistas fazem 3 horas por dia de condução.

Os funcionários do metro, à semelhança com o que acontece com os funcionários da Carris e da Transtejo, quando se reformam têm uma pensão que é igual à do último salário recebido no activo;

Quando estão de baixa têm direito a médico ao domicílio e recebem 100% do salário;

Os Maquinistas têm direito a um subsídio por cada quilómetro percorrido, mais 68 euros se não faltar mais de 5 horas e se não faltarem no mês todo mais um prémio de 223 euros;

Os empregados e reformados viajam gratuitamente, assim como os cônjuges, os pais, filhos, enteados e irmãos que os trabalhadores tenham;

Como resultado desta roubalheira, só no ano passado, o prejuízo desta empresa pública foi de 390 milhões de euros...

publicado por blogdaportugalidade às 11:19
 

 
 
publicado por luzdequeijas às 11:49
link | comentar | favorito
Domingo, 14 de Outubro de 2012

PRETO NO BRANCO

http://www.youtube.com/watch_popup?v=tJj0H5C-uhc 

 

Clique acima

Cálculos revistos por imposição Eurostat

Revisões nas contas públicas fazem dívida crescer 9,3 pontos do PIB

05.04.2011 - 16:18 Por Raquel Almeida Correia

  • <p>Metro de Lisboa foi uma das empresas incluídas no défice</p>

Metro de Lisboa foi uma das empresas incluídas no défice

 (Foto: Pedro Cunha)

Inclusão de três empresas públicas, reestruturação do BPN e garantias dadas ao BPP penalizaram défice e dívida pública em 2010.

 

publicado por luzdequeijas às 18:13
link | comentar | favorito

TRANSPARÊNCIA ACIMA DE TUDO

HOJE

 

Jorge Sampaio: «Austeridade está a rebentar com o país»

Jorge Sampaio diz que a austeridade «está a rebentar com o país» e que pode rebentar também com a democracia. «Já toda a gente percebeu que a austeridade rebenta com o país, com os portugueses e a sua esperança, com os direitos e até com a própria democracia», disse, em entrevista à SIC Notícias.

 

Diário Digital

publicado por luzdequeijas às 14:28
link | comentar | favorito

A NOSSA CASSANDRA SABIA DISTO

A RAZÃO DE SER DA AUSTERIDADE

Antes da “Austeridade” já o País estava destruído! Estamos a tentar colocar as contas públicas no máximo com um défice dentro dos 3%, como prometemos fazer no dia em que entrámos para a União Europeia! Esquecemo-nos dos compromissos, só nunca nos esquecemos de receber e gastar (mal) as ajudas financeiras. O que assusta, é como vamos pagar a dívida pública, que é 120% do PIB, é só fazer as contas!

Mais, a despesa das PPP dos últimos dez anos, que se vão vencendo por muitos mais anos!

“As derrapagens dos vários défices anuais, já custaram 77 mil milhões de euros!”

Nos últimos dez anos, o Estado português gastou mais 77 mil milhões de euros do que devia e a dívida disparou.

Os défices orçamentais acumulados pelo Estado desde 2006 até este ano já totalizam 52,5 mil milhões de euros, segundo dados da Deloitte, o que perfaz uma média do desvio das contas públicas de quase 5% do PIB anual neste período. Apesar de diversas medidas extraordinárias para mascarar o défice real junto da Comissão Europeia ou da troika, nos últimos anos, a realidade é que a “fartura” do buraco nas contas do Estado é a principal razão para a subida da dívida pública portuguesa, que está hoje a atingir o limite do sustentável e irá ultrapassar os 120 % do PIB já em 2013.

Cada vez que o Estado regista um défice (gastou maios do que recebeu) este tem de ser financiado com o recurso à dívida. A tendência do desvio nas contas do Estado tem acelerado nos últimos anos. Entre 2001 e 2005, os sucessivos défices resultaram numa dívida acumulada de 24,5 mil milhões de euros, refere a Deloitte. Na última década, os diversos executivos gastaram mais de 77 mil milhões de euros do que deviam. Um valor que é responsável por quase metade da dívida atual do país (180 mil milhões de euros). O Governo já anunciou que vai centrar-se no corte de despesa em 2014, uma redução que será feita sobretudo nas prestações com pessoal, duas componentes que representam mais de metade da despesa do Estado."

L. G. - SOL       

  

 

publicado por luzdequeijas às 14:12
link | comentar | favorito
Sábado, 13 de Outubro de 2012

IDADE DA REFORMA

“ Idosos trabalham depois da reforma” “ Portugal tem a maior percentagem da União Europeia de pessoas com idade igual ou superior a 65 anos que continuam a trabalhar, segundo o Eurostat. A nível europeu, cerca de sete por cento dos homens com idade entre 65 e 74 anos e três por cento das mulheres trabalham. Apesar de existir uma grande variação entre os Estados-membros, Portugal bate todos os recordes: mais de 30 por cento dos homens e 18 das mulheres nesta faixa etária trabalham, a percentagem, de longe, mais elevada na EU. A agricultura é o sector mais importante, para os que têm idade igual ou superior a 65 anos, empregando 68 por cento dos homens e 72 por cento das mulheres.” Correio da Manhã 14 Setembro 2002

publicado por luzdequeijas às 20:21
link | comentar | favorito
Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012

LEIS HÁ SEMPRE

Direito consuetudinário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Sistemas legais do mundo:
  Jurisdição mista (direito romano-germânico e comum)
  Direito consuetudinário

 

Direito consuetudinário é o direito que surge dos costumes de uma certa sociedade, não passando por um processo formal de criação de leis, onde um poder legislativo cria leis, emendas constitucionais, medidas provisórias etc. No direito consuetudinário, as leis não precisam necessariamente estar num papel ou serem sancionadas ou promulgadas. Os costumes transformam-se nas leis.

É importante a distinção entre uso e costume, uma vez que, para se falar num costume, é preciso observar se há prática reiterada e constante (relativamente a alguma matéria), tendo de estar associada a convicção de obrigatoriedade. O costume é então constituído pelo elemento material, o uso, e pelo psicológico, a convicção de que o comportamento adotado é, de fato, obrigatório.

publicado por luzdequeijas às 19:27
link | comentar | favorito

USUCAPIÃO

Como português, com impostos em dia e direitos iguais aos dos restantes cidadãos, começo a sentir-me algo incomodado com a arrogância de uns certos jovens e outros nem tanto, sentados na nossa Casa da DEMOCRACIA. Os nossos amigos falam grosso e muito alto, chegam a tornar-se ofensivos, não admitem que haja quem pense diferente deles! Coisa estranha, gostaria de saber de onde vem tanto saber e quais são os sacrifícios que eles já fizeram por este PORTUGAL? A mim, que me têm tirado tudo o que tinha adquirido numa vida de trabalho, ninguém me concede tais direitos, ou seja, o direito de falar alto, grosso e de forma pouco educada! Sabemos que no mundo do trabalho, quase todos têm direitos e deveres, exceptuando os sindicalistas! Eles são donos,não têm deveres! A rua é deles como nos tempos dos SUV.

Também, não entendo qual o motivo dessa arrogância se o povo pouco ou nada votou neles e, tais senhores, na sua grande maioria, estão sempre no poder. Agora, até temos de os ouvir nas televisões.

Por quê? Não chega ouvi-los, aos berros, na Casa da Democracia? Alguns destes senhores exibem uma sapiência que incomoda, lá isso incomoda. Ainda por cima, dentro das nossas casas!

Incomoda, por que já andam nisto há demasiado tempo.Se eles soubessem aquilo que julgam saber, não teriam ficado calados na Assembleia da República e teriam resolvido (mesmo de forma, algo revolucionária) os graves problemas que este povo tem de pagar com "língua de palmo"! Teriam avisado o povo das consequência das almejadas PPP. Teriam vindo para a rua em tempo oportuno!

Nada fizeram, enquanto uns outros tantos senhores, foram destruindo o nosso país! Destruindo-o e entregando-o, por fim, à "troika". Evitando a fome em PORTUGAL! 

Agora, que ele está destruído é que querem mandar, falar grosso e fazer ameaças! Isso não, isso nós não aguentamos, mas mesmo assim, remeto democraticamente, em anexo, parte das normas brasileiras sobre o USUCAPIÃO que deve ter sido importado por PORTUGAL nos tempos do Pedro Alvares Cabral. Talvez por ele (USUCAPIÃO), tais deputados e sindicalistas, percebam que não há excepções no  mundo democrático para ninguém, e que quando fizerem greves terão de pensar, muito bem, nos milhares de idosos, deficientes, crianças e gente a quem eles não chamam de trabalhadores, mas que o são, todos obrigados a sofrer por culpa deles. Da sua ausência revolucionária em tempo oportuno.

Como penso que se estão a basear no USUCAPIÃO (andam há tanto tempo nisto!) remeto tal cópia para que façam uso desse direito. Talvez o Direito Consuetudinário também sirva.Invoquem os tempos conturbados do "gonçalvismo" como direito conquistado.  

Depois disso, bem merecem uma partidinha de Golfo! Por conta da Casa da Democracia.

 

ANEXO:

 

Usucapião ordinária

 

A usucapião ordinária depende de justo título e de boa-fé. Ela é caracterizada pela posse que, cumulativamente, ocorra:

  • De maneira mansa e pacífica;
  • Ininterruptamente (continuamente);
  • Sem oposição do proprietário; e
  • Por prazo igual ou superior a dez anos.

Podendo este prazo ser minimizado quando ocorrer algumas das situações abaixo comprovadas

O prazo será reduzido de dez para cinco anos quando, comprovadamente, o possuidor houver adquirido o imóvel onerosamente, com registo posteriormente cancelado, económico e social.

  • O possuidor houver estabelecido, no imóvel, a sua moradia habitual.

Base legal: art. 1.242 do Código Civil Brasileiro.

publicado por luzdequeijas às 18:38
link | comentar | favorito

TEMOS NOVOS DONOS

Ferraz da Costa diz que direito à greve deve ter limites

Por Jornal i, publicado em 10 Out 2012 - 17:22 | Actualizado há 2 dias 2 segundos

Ferraz da Costa, presidente do Fórum para a Competitividade, defendeu na TSF que as greves devem ser regulamentadas e que o direito à greve deve ter limites. “Tudo tem limitações, os interesses dos outros, o respeito pela liberdade dos outros. Já chegava que não fosse tão fácil abusar desse direito”, disse.
publicado por luzdequeijas às 18:17
link | comentar | favorito

NÃO HÁ DIREITOS SEM DEVERES

Quais são as limitações ao direito de greve?

 www.jurisway.org.br.

 

 

A greve é um direito e como todo direito, comporta limitações.

Para se ter a idéia do limite imposto ao trabalhador em exercer seu direito de greve deve-se ter em mente os limites existentes ao gozo dos direitos conferidos a todos os cidadãos.

Ou seja, a greve é um direito conferido ao trabalhador, mas não é um direito absoluto, devendo observar e obedecer os outros direitos previstos no ordenamento jurídico, como os direitos e garantias fundamentais conferidos a todas as pessoas.

Como exemplo dos direitos a serem respeitados deve-se ter em mente que nosso ordenamento jurídico assegura às pessoas o direito a liberdade, a propriedade, a segurança, a liberdade de pensamento e opinião, direito a vida privada, à locomoção, o respeito às convicções políticas e filosóficas e ainda o respeito à imagem das pessoas.

Especificamente, deve-se citar como exemplo de violações ao direito de greve, a realização de piquetes violentos ou a destruição dos bens da empresa.

Deve-se ressaltar que as limitações não desvirtuam o direito à greve, mas tão somente protegem a sociedade contra eventuais abusos e prejuízos que poderiam advir do movimento.

Na realidade, uma das mais importantes limitações impostas ao movimento grevista é a possibilidade de responsabilização dos infratores pelos abusos cometidos.

Assim qualquer conduta que viole qualquer destes direitos será ilegal e configurará abuso do direito de greve, podendo o infrator ser responsabilizado nas esferas trabalhistas, civis e até criminais.

Também é vedada a paralisação total das atividades, quando este ato importar em prejuízo irreparável para as empresas, ou seja, quando a paralisação importar em deterioração irreversível de bens, maquinas e equipamentos do empregador ou puder afetar a manutenção das atividades do mesmo.

Como exemplo desta vedação legal deve-se citar as empresas do setor de aço, no qual a paralisação das atividades de seus empregados poderá ensejar na deterioração irreversível de seus altos-fornos.

ssim, para estas empresas também constitui requisitos de validade do movimento grevista a elaboração de uma escala mínima como o objetivo de evitar tais prejuízos ao empregador.

Também como exemplo de limitação, deve-se citar a obrigação de retorno imediato após a conciliação ou a setença normativa.

Dispõe o artigo 14 da Lei 7783/89 que os empregados deverão encerrar imediatamente o movimento grevista quando da celebração do acordo ou convenção coletiva de trabalho ou após a decisão da judicial acerca da questão.

publicado por luzdequeijas às 18:06
link | comentar | favorito
Quinta-feira, 11 de Outubro de 2012

FALTA MAIS E MELHOR DEMOCRACIA

 

“ É necessária vontade de agir, de maneira a cultivar a democracia, fazer progredir o desenvolvimento e expandir as liberdades humanas, em todo o mundo – eis a conclusão do Relatório do Desenvolvimento Humano 2002, encomendado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Depois de analisar a evolução do índice de desenvolvimento dos 173 países considerados, o relatório denuncia os males dos regimes não democráticos e defende uma maior participação cívica. Portugal ocupa o 28º lugar do ranking (estava em 27º em 1999), liderado pela Noruega.           

(...) Excesso de poder das forças armadas, da polícia e dos serviços secretos, falta de confiança nos partidos políticos foram alguns dos males detectados, na base do actual estado do mundo.

As soluções passam por uma maior participação civil, acompanhada por políticas de educação eficientes, e pela criação de instituições justas e responsáveis, que protejam os direitos humanos e as liberdades básicas “.            

Visão 25 Julho 2002

publicado por luzdequeijas às 19:15
link | comentar | favorito

SABER TUDO ÀCERCA DE NADA

 

“Formaremos milhares de jovens que saberão «tudo àcerca de nada», mas incapazes de usar o português básico”. “ De outro modo seremos cada vez mais um país de licenciados, o que é bom para as estatísticas mas de pouco ou nada serve. Formaremos legiões de especialistas em inúmeras coisas, provavelmente muitas sem interesse prático para as nossas necessidades. Milhares de jovens que saberão tudo acerca de nada, mas as mais das vezes incapazes de usar o português básico ou de calcular, sem recorrer a uma máquina, uma operação aritmética simples, da tabuada elementar. Coisas que os seus pais já sabiam na 4ª classe.”       

 

                                                 Expresso 17 Agosto 2002

 

publicado por luzdequeijas às 19:04
link | comentar | favorito

SONDAGEM AO POVO

“OS PARTIDOS políticos e a Assembleia da República são as instituições em que os portugueses menos confiam, ainda menos do que nas seguradoras, revela um estudo sobre a imagem dos serviços públicos encomendado pelo Ministério da Reforma do Estado.

Dados que o Ministério de Alberto Martins interpreta como “ preocupante do ponto de vista da qualidade da democracia”. E novos “ motivos de preocupação com a saúde do sistema político “ são encontrados quando se avalia o nível de identificação com os partidos: “ Para 53,7 % dos inquiridos não há nenhum partido político do qual cada um se sinta próximo “. Nesta sondagem realizada pelo Centro de Sondagens da Católica ainda se conclui que as Forças Armadas, a comunicação social e a banca são, em contra partida, as instituições que mais merecem a confiança dos inquiridos “ .                      

 

Expresso 05 Outubro 2001

publicado por luzdequeijas às 18:51
link | comentar | favorito

UM PAÍS DE OPERETA

“ Um país de opereta”

 

“ Sem se perceber bem a origem do mal, o país afunda-se, a pouco e pouco, num atoleiro. Os sinais são inúmeros e vêm de toda a parte: do universo do futebol, do mundo da política, da relação dos portugueses com a televisão.A mediocridade banalizou-se, tornou-se normal. O mau gosto alastra. A honra das pessoas perdeu valor. (...) Devo dizer, com toda a sinceridade, que não vejo maneira de mudar este estado de coisas.Não sinto que haja energia suficiente para inverter a situação. Há uma espécie de anomia, de conformismo, que puxa o país para baixo.

Perderam-se as referências. Já não se identifica a mediocridade, o mau e o bom gosto misturam-se, confunde-se a esperteza com a falta de carácter, a ambição com o oportunismo. Portugal afunda-se num charco. A salvação já não é colectiva: é individual.”               

 

Expresso 21 Set. 2002    

 

publicado por luzdequeijas às 18:48
link | comentar | favorito

O SECRETISMO

 

 

“O mais difícil para mim é saber que há tantas coisas que eu não sei.”

 Um menino de Moçambique

 

publicado por luzdequeijas às 18:02
link | comentar | favorito

UM PODER INORGÂNICO

MUITO ATUAL

 

Imunidades e privilégios por detrás dos direitos “

 

Eis, pois, que se enraíza um poder inorgânico mas real, cujo ímpar estatuto constitucional o brinda com imunidades e impunidades que inexistem em relação aos restantes poderes institucionais do Estado.

É que um Governo incapaz pode ser demitido; um ministro que não paga sisa pode ser demitido pelo chefe do Governo; um parlamento bloqueado pode ser dissolvido pelo Presidente da República; e um juiz venal pode ser sancionado pelo Conselho Superior da Magistratura.

Todavia, na comunicação Social Pública, em nome de um pluralismo e de uma independência constitucionais que nunca existiram, foram instituídos procedimentos legais bizantinos que bloqueiam a demissão das administrações incompetentes que arruinaram a RTP e que impedem a demissão de directores de programas apostados em faraónicos projectos pessoais de poder.

 

À sombra dos direitos constitucionais imunitários da “ liberdade de imprensa “, de “ intervenção de jornalistas na orientação editorial “ e no seu direito de elegerem “ conselhos de redacção “ nasceram não as liberdades individuais do jornalista mas sim privilégios feudais para sinecuras do sector que, com a complacência de proprietários e o medo dos administradores, tomaram virtualmente de assalto o “ fabrico de notícias “, em favor de um “ jornalismo de causas “.

 

Por mero acaso, esse “ establishment “ que promove e despromove jornalistas põe e dispõe dos colunistas de opinião, e ascende a um estatuto público quase senatorial que é de esquerda e, desde há dez anos a esta parte, achou “ chic “ recrutar jovens esperanças da extrema-esquerda.

 

Sob o signo da liberdade de expressão, a casta dominante do «quarto poder» criou uma faculdade espantosa de fazer e desfazer governos, erguer e pulverizar personalidades, agendar e sepultar causas e, quem sabe, em face do debate europeu, conservar ou desmantelar o próprio País.

Sendo espúrio discutir qualquer forma de controlo jurídico deste fenómeno, haverá que o tratar firme, mas subtilmente, como um problema político.

 

publicado por luzdequeijas às 17:52
link | comentar | favorito

CHAVÕES E SIMPATIAS IDEOLÓGICAS

"Paulo Portas pôs o dedo na ferida ao assinalar que a esquerda tem na comunicação social um peso desmesuradamente maior do que aquele que obteve nas eleições, sendo paradoxal que o diário “ mais à direita do sistema “ acabe por ser o centro-esquerdista “Diário de Notícias“.

Dir-se-á, em face da independência constitucionalmente garantida dos médios em face do poder político que esta situação seria perfeitamente banal em democracia.

Só que essa suposta banalidade não é imune a críticas, já que as consequências políticas que acarretam para o equilíbrio partidário são tudo menos irrelevantes, sobretudo num Estado em que a representação é monopólio dos partidos.

Num país com um dos níveis educacionais e culturais mais medíocres da Europa Comunitária, onde os ideais colectivos inexistem, não é indiferente que a comunicação social de massas, com especial destaque para a televisão, modele a opinião média e os valores políticos e socais das pessoas.

Esse condicionamento seria em abstracto admissível se não propiciasse desequilíbrios políticos que prometem prolongar-se. Senão vejamos:

 

- Não será indução forçada da opinião dos cidadãos a exposição dos membros do Governo ao “pelourinho” quotidiano dos barómetros de escolha do“ melhor” e do “pior”, centrados em perguntas feitas sem critério, na rua ou ao espectador?

 

- Não representará uma pré-compreensão inaceitável normalizar no léxico conjuntural dos jornalistas, os “ chavões” de que o Governo é “ impreparado “  “ mentiroso “, “ trapalhão “ e responsável pelo “ pessimismo colectivo “, como se estivéssemos perante palavras sacras , porque criadas por um punhado de pitonisas de serviço ?

 

- Não constituirá, finalmente, um insulto à consciência (e inteligência) maioritária a constelação da imprensa, por metástases de jornalistas e comentadores afectos ao Bloco de Esquerda, que aí introduz toda a sua fancaria ideológica, travestida de “ temas valóricos “, obtendo por essa via uma quota de poder 20 vezes maior do que os ridículos 2,5 por cento que obteve em eleições?"

 

publicado por luzdequeijas às 17:41
link | comentar | favorito

OS CEM DIAS DO GOVERNO E OS MÉDIOS

“ O «estado de graça» governativo foi morto à nascença por uma «fatwa» dos fazedores de opinião; o Primeiro-Ministro foi reduzido ao estatuto de um fantasma; Ferreira Leite foi transformada na «bruxa malvada do Oeste»; Morais Sarmento transmutado no «Calvin» do Executivo“. “O abismo entre o sentido de voto eleitoral e o dos vatícinios dos fazedores de “opinião“ pública instalados na comunicação social nunca foi tão profundo como no momento presente. "

publicado por luzdequeijas às 17:36
link | comentar | favorito

ÓRGÃOS DE INFORMAÇÃO

“ OS ORGÃOS DE INFORMAÇÃO NUMA DEMOCRACIA “

 

Em qualquer sociedade os órgãos de informação são de uma enorme importância no aperfeiçoamento e controlo do sistema político.

Também na postura dos cidadãos perante os seus direitos e os seus deveres, logo na sua cidadania, o seu desempenho é primordial.

Mas estarão as coisas a correr de feição no nosso país, em termos informativos?

Servirão os nossos órgãos informativos, entre outras, também finalidades formativas e informativas no âmbito das suas competências?

Não estarão eles subordinados a interesses que os desviam do seu objectivo mais altruísta?

Entregues à iniciativa privada cumpriram eles os seus objectivos mais sublimes? Entregues ao Estado não serão manipulados pelo governo empossado?

As respostas não são nada fáceis, bem sei!

Aqui fica uma opinião muito sábia 

“ Encontramos jornalistas muito domesticados “

“ Que apenas servem os interesses do grupo para o qual trabalham “

              

Notícias Magazine 21 Julho 2002                   

(Entrevista com José António Saraiva)

 Expresso 10 Agosto 2002

publicado por luzdequeijas às 17:23
link | comentar | favorito

O CHAVÃO

 

NEOLIBERAL transformou-se num insulto ideológico. Quem insulta fica satisfeito, quem é insultado não percebe o que lhe chamaram.

“ HÁ UMA FORMA PREFERENCIAL de atacar o processo de reformas que o Governo procura levar a cabo. Por um lado, usa - se o chavão «neoliberal». Serve para diminuir a dimensão social das reformas e para apoucar o adversário político. Por outro lado, invoca-se a globalização. A globalização é apresentada como a culpada do sentido reformista que está a ser seguido e as reformas são más porque o Governo «aderiu» à globalização. Neste âmbito usa- se ainda o subargumento de que os sacrifícios que estão a ser pedidos apenas se justificam por causa das exigências da União Europeia, relativamente ao nosso défice. É o efeito global à escala regional. Vamos por partes. O chavão neoliberal quer dizer tudo e não quer dizer nada. É usado a torto e a direito, quase sempre quando quem o usa não sabe o que dizer sobre a medida concreta que está a criticar. Na cultura política actual há uma lei: quem não sabe como atacar um adversário político chama-lhe neoliberal (...) A questão merece algum cuidado porque o chavão tem repercussões no imaginário colectivo. Soa a insensibilidade social, redesperta medos de desprotecção numa sociedade muito concorrencial, simboliza um mundo árido, de pequenas grandes conquistas e oportunidades, é certo, mas sem ideal.

O melhor combate a este chavão é, em primeiro lugar, forçar quem o utiliza a explicá-lo. Sempre que alguém chama neoliberal a alguém, deve ser obrigado a explicar o que quer dizer. É certo que meterá os pés pelas mãos, ou, na melhor das hipóteses, dará uma explicação redonda, ela própria um chorrilho de chavões.

Em segundo lugar, o combate ao chavão deve ser feito no terreno específico de cada reforma. A abstracção e a generalidade são as ambientes propícias para o chavão. A discussão do racional de cada reforma é a asfixia do chavão.       

A lógica predadora da globalização é a outra dimensão do ataque. No fundo, diz-se, a globalização é um produto do tal neoliberalismo, não fosse o neoliberalismo não haveria globalização, ou haveria uma outra globalização, boa e não má. Este ponto é muito sensível, uma vez que a globalização tem vindo a agudizar o ritmo e a tensão concorrenciais no mundo e os seus efeitos na vida das pessoas e nas relações entre povos não podem deixar de merecer um enfoque privilegiadamente social e humanista. O problema, no entanto, é outro: as reformas em curso em Portugal não são, no essencial, provocadas pela globalização, mas sim pelos mais sãos princípios de convivência em sociedade (evitar o desperdício público, respeitar os cidadãos que pagam impostos, criar um ambiente favorável à produtividade de todos e não apenas dos mais esforçados ou combativos, exigir qualidade nos sistemas sociais, exigir dos nossos jovens, respeitar o direito de propriedade no caso do arrendamento,etc.). Portugal está a fazer um caminho em que se atrasou demasiado. Portugal tem um problema consigo mesmo que está a resolver.

Por outro lado, é certo que o ambiente exigente em que estamos inseridos, ao querer partilhar o destino e as regras do jogo com as nações mais avançadas do mundo, sublinha a necessidade de reformas. Só que seria uma insensatez, estando o mundo como está e não esperando a Europa por nós, não nos adaptarmos à lógica das coisas.

Faz sentido, lutar por uma globalização mais humana, claro que faz, mas não faz, de todo sentido esconder a cabeça debaixo da areia e não fazer as mudanças que nos permitem enfrentar a circunstância – global, concorrencial – tal qual ela é. Não há aqui qualquer fatalismo, apenas bom senso. Lutar por um mundo melhor, certamente; agarrarmo-nos fora de tempo a um mundo irreal que não existe, de modo nenhum.

 

                                                                  Expresso 10 Agosto 2002

publicado por luzdequeijas às 17:09
link | comentar | favorito

SUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL

No início de Março de 2006 o Senhor Presidente da República alertou o País para algumas preocupações suas , apontando  cinco desafios cruciais para abrir caminho ao progresso de Portugal.

Eram elas, as seguintes :

1 – “Criação de condições para um crescimento mais forte da economia portuguesa.”

2 – “Qualificação dos recursos humanos.”

3 – “Criação de condições para o reforço da credibilidade e eficiência do sistema de justiça".

4 – “Sustentabilidade do sistema de segurança social. “

5 – “Credibilização do sistema político. “

Concordo com os 5 pontos referidos mas não com a ordem ( na minha opinião a “Credibilização” estaria em 1.º lugar) e, infelizmente, ficam de fora muitos outros !

Direi mesmo que, no todo nacional, os variadíssimos aspectos que pudéssemos ou quiséssemos apontar estão todos interligados.

Diz também o Senhor Presidente da República que “a estabilidade política, não é um valor em si mesmo, nem se pode confundir com imobilismo". Totalmente de acordo, pois a maioria das vezes, ela em muito contribui para dar cobertura ao “lodaçal político”.

Também discordo de algumas tentativas de gente importante para a criação de um clima de optimismo e confiança no País através de intervenções públicas de “Homens de Estado” sorridentes e bem falantes a falarem aos portugueses. Nada mais errado, a “Alma do Povo” mais cedo ou mais tarde, percebe a falta de transparência dessas posturas artificiais.

O caminho só pode ser, do meu ponto de vista, o “ida ao fundo do poço”, melhor dizendo, uma análise profunda dos erros cometidos na condução do País nas últimas décadas,  sem dó nem piedade, não para arranjar bodes expiatórios, mas para que de vez erradiquemos as causas pérfidas dos nossos erros colectivos e do nosso atraso crónico.

Sobre os 5 pontos referenciados, da minha condição de cidadão igual à grande maioria dos portugueses que sou, gostaria de opinar sobre todos eles, todavia, por falta de espaço e naturalmente de paciência dos leitores, irei debruçar-me, hoje, pela “Sustentabilidade do Sistema de Segurança Social”.

Passarei por cima de causas mais antigas pelo seu conteúdo de humanitarismo, para me centrar nos últimos anos da década dos anos oitenta do último século.

Farei como nos dizia São Tomás de Aquino; “Façam as perguntas certas e os segredos do universo serão revelados nas respostas “ e as perguntas que deixo abaixo e julgo certas, gostaria de ver analisadas num debate nacional por gente entendida :

Quais os motivos que levaram os políticos responsáveis, de 1988 até aos dias de hoje” a promoverem uma saída maciça de muitas e muitas centenas de milhares de trabalhadores do sector público e privado, qualificados e não qualificados, com cinquenta anos e menos ( pré-reformas), directamente para os bancos do jardim ? Será possível quantificar os prejuízos morais e materiais de tal decisão ?

Tudo isto numa altura em que na Europa e no Mundo, os responsáveis políticos já pensavam em adiar a idade de reforma para mais de 65 anos, falando-se até nos setenta, de forma a evitar que trabalhadores experientes e muito saudáveis deixassem de contribuir para a segurança social e, bem pelo contrario, passassem a viver dela.

Numa idade em que a própria lei protege tais trabalhadores nos casos de saídas forçadas de uma empresa, gente dedicada e competente viu serem-lhes retirados os últimos sonhos da vida .

Fizeram-no para reduzir o desemprego? Para aumentar a qualificação dos trabalhadores quando o nosso sistema educativo estava e está completamente desajustado da procura do mundo laboral ?

Para arranjar colocação para os alunos do “ Ensino Superior” entretanto criado e que depressa se tornou num escandaloso negócio altamente lucrativo mas de qualidade mais que sofrível, com raras excepções?

Para facilitar a vida (baixos custos salariais) aos empresários que ficaram com as empresas privatizadas totalmente falidas depois das nacionalizações do PREC?

Quem souber que informe os portugueses de tais motivos, para que a credibilização e a autoconfiança comece a voltar a este “Povo” tão desanimado e desmotivado que anda. De palavras e discursos estamos fartos! Vamos a isso.

publicado por luzdequeijas às 16:31
link | comentar | favorito

A VERDADE É DURA DE ROER

MAS POR FAVOR NÃO CONTINUEM A ENGANAR OS PORTUGUESES

 

No actual Sistema Político os governos não enxergam para além das eleições seguintes (para ganharem essas eleições) e só de soslaio olham para as próximas gerações. Por exemplo, o desequilíbrio demográfico é assunto de somenos, que não dá azo a mediáticas conferências às horas dos telejornais. O interior e a coesão social é para esquecer! A comunicação-social limita-se, diariamente, ao jogo das "tricas"!

Ora, o Modelo Económico actual está esgotado, e tem por base três grandes pilares:

1 - Excessiva presença do Estado na economia;

2 - Investimento público, como "motor" da Economia;

3 - Construção e atribuição de direitos e regalias sociais, de forma generalizada, sem qualquer análise e sem preocupação de sustentabilidade económico-financeira.

A Saúde, Educação, Segurança Social,etc., ou seja, o Estado Social que temos, obriga-nos a esquecer e repudiar a propaganda da esquerda e da sua pretensa paixão por este Estado Social. Está tudo em queda livre, melhor dizendo sem sustentabilidade, depois da volumosa dívida que essa esquerda criou ao país com o seu investimento público (PPP) e a excessiva presença do Estado na vida económica nacional. Tudo acrescido do envio para reformas e pré-reformas de milhares de portugueses desempregados e sem idade para conseguir emprego ou reformar-se, na economia privada e nos servidores do Estado.

Em plena campanha (2009), lá continua a esquerda apregoando o Estado Social numa altura em que já se verifica a inversão da pirâmide etária da população, com evidentes consequências para a sustentabilidade da própria Segurança Social nacional em toda a sua vastidão.

Sem considerarmos a quebra da natalidade, o Governo dá mais uma facada nos auxílios às famílias. Desta vez, a facada é no coração dos apoios sociais, no abono de família, algo que se reputa de essencial. Fazendo ouvidos moucos às verdades de Medina Carreira, está-se nas tintas para a insustentabilidade das contas públicas portuguesas. E o peso crescente das despesas sociais no Orçamento de Estado não é sustentável numa economia que, ela esquerda, pôs estagnada e em recessão. A conclusão desta análise é que os portugueses, serão obrigados a rever as suas expectativas em relação ao futuro e às prestações sociais, salários, reformas ou outras pretensas benesses (?), que irão receber do Estado.

É perante esta realidade económica e social, que a dita esquerda, atirou para as costas da "futura geração" uma dívida monstruosa, sem se preocupar com a certeza de ela não vir a ter o actual e famoso Estado Social, que eles tanto apregoam, para ganharem as eleições e os respectivos votos, continuando, depois, a gastar à “tripa forra”. A isto chama-se desonestidade política e social.

publicado por luzdequeijas às 12:21
link | comentar | favorito

RESPOSTA AO SENHOR PROFESSOR

SOBRE JUSTIÇA INTER-GERACIONAL

O problema levantado no seu artigo é real, mas está visto de forma muito distorcida! É verdade que deixar monstruosas dívidas e défices de vária ordem, para gente que ainda não nasceu pagar, é criminoso. Porém, quanto às reformas, o caso muda de figura e deve ser visto na linha do tempo que passou, do presente e do futuro.

Quanto às reformas, creio que quem descontou (empregados e patrões), durante trinta e mais anos, para a reforma, garantiu a sua (na actividade privada). Toda esta gente, também, deu aos seus filhos uma educação mais valiosa que aquela que recebeu. Não esquecer que, a maioria, começava a trabalhar criança e entregava tudo em casa. Depois, quando chegada a reforma, normalmente têm de cuidar dos netos (muito bom) e dos próprios pais e sogros, estes, ainda quase ausentes dos benefícios da reforma. Esta mesma gente, por erros de política e da economia, na sua grande maioria, foram corridos dos seus empregos para pré-reformas (aos 55 anos), de modo a garantirem empregos aos mais novos. Perdendo, assim, muitos sonhos e dez anos de proventos económicos, ficando no banco do jardim prematuramente. Ainda depois, com a velhice a fazer danos graves na saúde e na sua autonomia, têm de garantir independência em lares e medicamentos, sem sobrecarregar os mais novos. Não é verdade senhor professor? Experimente ir aos hospitais no verão e no Natal e veja os "velhos" lá depositados! Outros morrem sózinhos em casa! Muitos! As poupanças dos "velhos", são ainda, um bom "abono de família". para aqueles que cá ficam!

O seu caso não deve ter nada que ver com esta realidade descrita que atinge a grande maioria das pessoas, mas sim com as atitudes de certos políticos sem estatura para o serem, e aí tem toda a razão..

  

publicado por luzdequeijas às 12:12
link | comentar | favorito

JUSTIÇA INTER-GERACIONAL

(.... ) EM CONTRASTE com a justiça social fala-se muito pouco da justiça inter-geracional. A sociedade que não acautela o futuro dos seus filhos, no entanto, é tão injusta e desumana como aquela que não protege os seus membros mais pobres e desfavorecidos. Em resultado da nossa irresponsabilidade colectiva, vamos deixar aos nossos filhos e netos um país menos competitivo, com menos oportunidades de emprego e de desenvolvimento profissional para os jovens, que confisca as gerações mais novas de modo a manter artificialmente o nível de vida das gerações mais velhas, seja através do sistema de segurança social, seja através dos défices crónicos do Estado que deixam aos jovens uma enorme factura para pagar. (...... )

Professor da UCP - José filipe Correia Guedes

publicado por luzdequeijas às 12:06
link | comentar | favorito
Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012

O PANTANAL

A CASA DA DEMOCRACIA

 

Confesso que comecei por não ligar grande importância à história dos “deputados fantasma”: comida requentada, práticas antigas e de há muito sepultadas, julgava eu. Depois, ouvi o Dr. Luís Filipe Menezes a explicar-se e, por uma vez, senti-me solidário com ele. Julguei estarmos perante mais uma daquelas medidas de justiça seletiva e politicamente orientada., de cuja fama a atual direção da Procuradoria-Geral da República jamais se livrará. Mas, entretanto, foi-se destapando aos poucos a tampa da panela sobre as questão de fundo deste caso e lá de dentro começou um inconfundível cheiro a devassidão de costumes, que conjugado com vários outros fatores, deve fazer soar uma campainha de alarme na cabeça de todos os que entendem aquilo que pode estar em causa.

E o que está em causa aqui é a sobrevivência, com um mínimo de respeitabilidade pública, da instituição fundamental de qualquer regime democrático, que é o seu parlamento.

Paulatinamente, ano após ano e tanto em questões essenciais como nas acessórias, os deputados da nação têm-se entregue, com uma irresponsável inconsciência, à tarefa de destruir o prestígio e a credibilidade do órgão de que fazem parte.

Foi a recusa da instituição de círculos uninominais, que responsabilizassem os deputados perante o seu eleitorado direto; foi a recusa da redução do número de deputados, manifestamente exagerada em termos de utilidade; é a redução crescente dos períodos de trabalho ao serviço da Assembleia; é a diminuição progressiva do trabalho efetivamente realizado e que é específico de um parlamento, que é a feitura das leis; é a tradicional renúncia do partido maioritário à função fiscalizadora sobre os atos do governo que emana dessa maioria; é o inacreditável sistema de suspensões de mandato, que transforma o cargo numa espécie de apeadeiro de passagem para os que estão no interregno dos altos e melhores lugares a que aspiram, e que suprime efetivamente qualquer relação entre o voto do eleitor e o deputado episodicamente em funções; é a total e indecorosa instrumentalização partidária das comissões de inquérito parlamentares, onde a verdade que cada deputado defende já vem votada de cima pela direção do respectivo partido, etc.

Miguel de Sousa Tavares    

 

 

publicado por luzdequeijas às 23:33
link | comentar | favorito

A CORREÇÃO DO DÉFICE

A nível internacional assistimos ao despontar dos países emergentes, baseados em longas jornadas de trabalho diário e mão-de-obra barata. Como se isso não chegasse, o mundo concedeu à China condições ímpares  no mercado mundial. Em Portugal todos vimos e assistimos à actividade comercial chinesa. Fronteiras abertas, concorrência desleal para com o comércio nacional e venda única de produtos "made in China", com retorno dos proventos à sua origem, sem valor acrescentado para os países hospitaleiros! Nem em mão de obra, sequer!

É aqui que cabe perguntar, porque não se aprofunda a União Europeia no sentido de dispensar idêntico tratamento aos países em grandes dificuldades? Portugal e Grécia! Sabe-se que a falência destes pode arrastar a falência da própria União Europeia e o fim do sonho Europa Unida!

O reequilíbrio da UE e dos países em dificuldades, passa por importar menos e exportar mais e, tombem, por as suas populações sentirem na própria pele os erros cometidos por aqueles que elegeram. Passa, por consumirmos mais produtos nacionais! Nunca passará por soluções unicamente financeiras!

Ainda assim, temos estado a falar dentro de uma visão meramente de "curto prazo". Pois, pensando em médio-longo prazo as soluções terão forçosamente de ser outras. Não esquecer que o crescimento arrasta em si grandes investimentos e também consumo de bens em risco de exaustão e cara (petróleo, água, matéria-prima, etc.).

Será ajuizado, apontar "baterias" para termos que viver com crescimento e défice, tipo "zero". E, começarmos a pensar em ajustar comportamentos sociais para uma nova economia sustentável. Também para novos conceitos de emprego, mais moldáveis a estas novas realidades, que em breve surgirão no domínio do trabalho. O aumento das atividades laborais a nível local, trará em si, mais competitividade, menos dispêndio em transportes e, certamente, menos horas de trabalho/empregado, para, desse modo, aumentar o número de empregados e resolver o desemprego. Tudo isto, daria lugar a algum trabalho diário gratuito a favor da economia social e da cidadania. Esses, parecem ser os novos tempos que se avizinham. A cidadania assumirá, um pequeno serviço diário gratuito, ou remunerado com isenções fiscais. 

É imperioso valorizar um novo modelo de sociedade, menos egoísta e muito mais humano. Cuidar com amor e verdade dos nossos idosos, crianças, deficientes e marginais! Também dos desempregados, expolidos do seu direito ao trabalho contemplado na Constituição Política da República. Também dos nossos rios e ambiente no seu todo. É fundamental que ao morrermos, tenhamos orgulho do país que deixamos aos nossos seguidores. É um dever de cidadão ser digno daqueles que se apresentam diminuidos dos seus direitos por força das leis do universo.




publicado por luzdequeijas às 18:59
link | comentar | favorito

TRAÇOS DE ARISTÓFANES

Os gregos também, sabem dominar o espírito pelo espírito, sabem disciplinar a torrente inspirada, com uma segurança, um bom gosto quase sempre presentes. O equilíbrio da composição, a simplicidade dos meios que emprega, o tato com que refreia a tempo a imaginação que se excedia, o fundo de bom senso, de calma, de ironia intelétual, que aparece por detrás das suas maiores audácias, permitem apontá-lo, descontando as caraterísticas particulares do género a que se dedicou, como um representante do classicismo ao mesmo tempo criador e crítico.

É este um equilíbrio que se apercebe em toda a sua atividade espiritual; interessado pela política, como todo o homem superior, é ao mesmo tempo conservador e revolucionário; deseja que se não derrubem as instituições que deram a Atenas a sua grandeza, exige que se proteja o lavrador e que a educação seja severa e perfeita; mas, ao mesmo tempo, ataca os demagogos que nada têm de verdadeiramente revolucionários, está pelos povos contra os seus governantes, sabe mostrar as molas ocultas, sobretudo as financeiras; os seus ataques não vão contra a democracia, que os permite, como não vão contra a democracia os ataques de Sócrates e Platão; vão contra os que se dizem democratas e governam como tiranos, satisfazendo as paixões e os interesses desprezíveis, contra os incompetentes e os falhados que se lançam na política como em recurso fácil.

 

Cadernos Culturais

publicado por luzdequeijas às 18:06
link | comentar | favorito

AGRICULTURA BIOLÓGICA

O que é a agricultura biológica?

 Simplificando, a agricultura biológica é um sistema agrícola que procura fornecer-lhe a si, consumidor, alimentos frescos, saborosos e autênticos e ao mesmo tempo respeitar os ciclos de vida naturais.

Para alcançar isto, a agricultura biológica baseia-se numa série de objectivos e princípios, assim como em práticas comuns desenvolvidas para minimizar o impacto humano sobre o ambiente e assegurar que o sistema agrícola funciona da forma mais natural possível.

As práticas tipicamente usadas em agricultura biológica incluem:

  • Rotação de culturas, como um pré-requisito para o uso eficiente dos recursos locais
  • Limites muito restritos ao uso de pesticidas e fertilizantes sintéticos, de antibióticos, aditivos alimentares e auxiliares tecnológicos, e outro tipo de produtos
  • Proibição absoluta do uso de organismos geneticamente modificados
  • Aproveitamento dos recursos locais, tais como o uso do estrume animal como fertilizante ou alimentar os animais com produtos da própria exploração
  • Escolha de espécies vegetais e animais resistentes a doenças e adaptadas às condições locais
  • Criação de animais em liberdade e ao ar livre, fornecendo-lhes alimentos produzidos segundo o modo de produção biológico
  • Utilização de práticas de produção animal apropriadas a cada espécie
publicado por luzdequeijas às 17:52
link | comentar | favorito

DESCONHECIDOS E ANÓNIMOS

São estes milhões de portugueses, desconhecidos e anónimos, que detêm a opinião geral do País ! São eles que parecem estar sozinhos, mas são de longe a maioria.

São estes milhões de cidadãos anónimos que pagam as portagens daqueles que não as querem pagar! São estes milhões de portugueses que pagam as propinas universitárias daqueles que não as querem pagar . Pagam mesmo sem terem filhos, ou tendo-os, cedo começaram a trabalhar !

São estes milhões de gente boa, que não têm a defesa das corporações, das elites, das teias, dos lóbis, dos partidos e dos aparelhos, mas que são o Portugal autêntico. Não aqueles que em vez de estudarem ou trabalharem, andam todo o ano em manifestações de rua (sempre enganados), gastando o nosso dinheiro e privando o povo daquilo que é seu por que é ele que tudo paga. Não aqueles que despudoradamente fazem buzinões, manipulados por partidos ou interesses. Não aqueles que passam toda a sua vida em sindicatos, ou aqueles que nos aparecem nas televisões, sistematicamente, a exigirem ser ouvidos, quando o povo já não os pode sequer ouvir. 

Em Portugal o Estado é, de uma forma geral, uma máquina pesada, desprestigiada, burocrática, ineficiente, um mau exemplo de atitudes e culturas erradas e asfixiantes da sociedade civil.Os exemplos que nos chegam hoje, desse Estado, e do governo que o controla, são verdadeiramente tristes! As manipulações são diárias e exibidas por quem menos o poderia fazer! Altas figuras dos governos, querem convencer os portugueses de que houve menos chumbos, neste ou outro ano, porque a qualidade do ensino melhorou. O povo não acredita, como também não acredita em todas as outras manipulações que são feitas, mesmo quando já não foi possível manipular os indicadores exibidos! Nessa altura manipula-se a dialética e a informação sae das bancas envenenada! O efeito é sempre o mesmo.
publicado por luzdequeijas às 12:24
link | comentar | favorito

OS PEQUENOS PELOTÕES

Antes que o silêncio da nossa sociedade civil se torne ensurdecedor, mudemos a tempo. De resto, é esta a voz da nação que representa a imensa multidão que paga os esbanjamentos daqueles que nunca são julgados pela sua desonestidade e incompetência. Dos que manipulam vergonhosamente a informação dada ao povo. Todas as instituições civis: as famílias, a vizinhança, as igrejas e as associações voluntárias em geral, desde que não estejam “contaminadas“ pelo “sistema“, são pequenos pelotões nos quais a população participa e confia. E de onde podem emanar os “alertas” tão necessários para que os poderes instituídos não se desviem do sentir, que é sabedoria, do povo que os elegeu.

Por último e para que a sociedade civil atinja altos níveis de confiança, temos que nela acreditar. Como? Ouvindo-a sempre, sem cansaço, e desenvolvendo no país, cada vez mais, mecanismos de captação da opinião geral dessa população. Um político tem de ter esse dom. Isto nada tem a ver com a famigerada governação por sondagens. Essas são para manipular. As amostras estão inquinadas. O seu fim é mentir e enganar o povo!

Porque, conhecer o sentir que vem da população deve servir principalmente como modelo de aferição face às tomadas de decisão justas e não populares. Este é um caminho que se faz andando. Com trabalho e honradez.

Precisamos de "Homens de Estado" que saibam olhar para a vasta multidão de portugueses e sem medo lhes afirmar: Se ninguém precisa de ti, eu venho procurar-te. Se não serves para nada , eu não te posso dispensar. São os desconhecidos, pouco importa!
publicado por luzdequeijas às 12:17
link | comentar | favorito

OS FAMOSOS APARELHOS

Olhos postos em cima dos malfadados aparelhos partidários. Corrijam-se os mecanismo que servem a economia de mercado, eliminando o tráfico de influências e a corrupção existente e publicamente anunciada. Assuma-se como grande prioridade a transparência a todos os níveis da vida nacional.

Por último , mas mais importante, eleja-se a “Sociedade Civil ” como primado de toda a actividade nacional. Hoje, em dia, o que temos é o primado da economia e da política, havendo um curto-circuito, total, à sociedade civil.

E, antes que se façam apelos à população, leiam-se e saibam-se entender os sinais que vêem dessa mesma “Sociedade Civil.

Nenhum homem , mesmo que empossado em alto cargo, ou governo, tem conhecimentos que possam ser mais lúcidos e sábios do que aqueles que emanam de toda uma “Sociedade Civil”. Mesmo com muitos e bons assessores. Não podemos esquecer que tais assessores, serão sempre homens, directa ou indirectamente, ligados ao “Sistema “, pelo menos a uma parte dele. Com todo o respeito pelas instituições e pelos homens eleitos, contudo, a figura maior da nação é, tão somente, a “Sociedade Civil”. Tudo o resto são emanações dela. Os empossados passam e ela, sociedade civil, permanece.

É ela a nação Portuguesa . Para que ela, nação, « fale e diga o que pensa », é preciso incentivá-la a isso, e dar-lhe voz. Não intoxicá-la com informação manipulada! Informação que lhe reduz o maior bem que ela tem: a seriedade e o conhecimento da vida real. Não a empurrem para a vida virtual. Ela acabará por descobrir, e nesse dia vai ser complicado. Esse dia pode chegar, quando começarem a escassear os actuais bens esseciais. Energia barata, água e produtos alimentares ! Nesse momento acaba-se a " Autoridade de Estado".

 
publicado por luzdequeijas às 12:12
link | comentar | favorito

DEMOCRACIA LIBERAL

Chega-se, assim, à conclusão de que uma democracia liberal, representativa,  precisa de três elementos fundamentais: “um sistema político constitucional , uma economia de mercado e uma sociedade civil.” Será lógico concluir que tanto o sistema político constitucional como a economia de mercado existem em função da “Sociedade Civil”. Existem para a servir, porque ela é o dado concreto e moral. Existem, por delegação dela ! Isso não acontece em Portugal! O voto está manipulado de todas as formas.

No caso de Portugal, há de facto uma sociedade civil, mas que sofre de enorme debilidade e desmotivação, provocadas por uma grande falta de transparência do “Sistema Político Constitucional e da Economia de Mercado.”

Logo, antes que se façam apelos à população, sejam de que tipo for, corrijam-se os partidos políticos no seu funcionamento interno e nas suas influências externas, pois elas são determinantes no pernicioso funcionamento e mau desempenho do sistema político constitucional. A economia existe, não de uma forma de concorrência livre, mas, totalmente manipulada! 
publicado por luzdequeijas às 12:05
link | comentar | favorito

PRIVILEGIAR O CAPITAL SOCIAL

A saúde moral do nosso país, de qualquer país, está dependente de muitas coisas, essas sim, básicas para a obtenção de uma economia próspera, resultante de altos níveis de confiança entre a população. A tais altos níveis de confiança chama-se capital social. Sem capital social não poderá haver sociedade civil, e sem sociedade civil não poderá existir democracia bem sucedida. Diz-se que há democracia (representativa) em Portugal, mas não é verdade. O que há é uma apropriação do poder pelos partidos ( também manipulados). Do poder que é pertença do povo. O resto é mentira. Falácia!


 

publicado por luzdequeijas às 12:01
link | comentar | favorito
Terça-feira, 9 de Outubro de 2012

USAR DA PALAVRA

Philippe Breton (1998), entre outros tem-se empenhado na

defesa de propostas do restabelecimento do ensino da

argumentação e da arte de discutir, pensar e falar

em público.

 

Defende que saber argumentar é uma necessidade, até

para colmatar uma das grandes fontes de desigualdades

culturais. O não uso da palavra,a iliteracia argumentativa,

culminará, em sua opinião,na própria exclusão doindivíduo.

Este autor associa a competência para usarda palavra

pública à cidadania, ao mesmo tempo que estabelece

que umasociedade democrática tem de oferecer a todos

os seus membros o direito e a competência para

usar da palavra.

 

 

publicado por luzdequeijas às 23:10
link | comentar | favorito

EVOLUÇÃO SOCIAL E TECNOLÓGICA

A evolução social do homem confunde-se com as tecnologias desenvolvidas e empregadas em cada época. Diferentes épocas da história da humanidade são historicamente reconhecidas, pelo avanço tecnológico correspondente. As idades da pedra, do ferro e do ouro, por exemplo, correspondem ao momento histórico-social em que foram criadas “novas tecnologias” para o aproveitamento desses recursos da natureza de forma a garantir melhor qualidade de vida. O avanço científico da humanidade amplia o conhecimento sobre esses recursos e cria permanentemente “novas tecnologias”, cada vez mais sofisticadas. (Kenski, 2003, p. 20)

Até chegar ao computador o homem sempre, desde os primórdios, procurou meios de substituir a rotina dos seus trabalhos por um instrumento que pudesse fazer isso por ele. Das armadilhas para a captura dos animais até aos mais sofisticados computadores da actualidade o homem sempre se apoiou no automatismo.

Os artistas plásticos, apaixonando-se pelas suas estátuas, procuravam dar-lhes movimentos, e mesmo vida. A história da Antiguidade está recheada de aspirações, imaginações, fantasias, muitas vezes transformadas em mitologia. 

Os “relógios d’água” (os clepsidras), depois os relógios mecânicos, foram os primeiros dispositivos inventados pelo homem para dominar o “tempo” e o “movimento”, base fundamental para o automatismo das épocas remotas. Daí muitas concepções surgiram como, por exemplo, a da “realimentação” (feedback) e, mais tarde, a da programação dos movimentos. Ao passar dos séculos, os homens, por muitas formas, tentaram criar e imaginar até seres artificiais. Não só o passado recente, mas também a antiguidade, estão povoados de seres artificiais, mostra do historiador francês Breton (1998), inspiração para a criação dos seres artificiais que hoje, poderão ser,  os computadores. 

O reconhecido avanço da Revolução Industrial durante o século XIX, assim como a grande complexidade da organização social, apresentou um novo problema: o tratamento de grandes massas de informação. 

Muitas vezes, passavam-se séculos sem que nada fosse inovado, ao contrario de hoje, em que se leva em média 18 meses para que se invente uma máquina mais rápida e evoluída que a anterior.

publicado por luzdequeijas às 22:59
link | comentar | favorito

PLANO MARSHALL

O Plano Marshall foi parte integrante da "Doutrina Truman", anunciada em março de 1947 pelo presidente dos Estados Unidos, Harry Truman. Tratou-se de um projeto de recuperação económica dos países envolvidos na Segunda Guerra Mundial. Anunciado também no ano de 1947, em 5 de junho, em Harvard, este plano deve o seu nome ao seu criador, o General George Catlett Marshall, secretário-de-estado do governo Truman.

Por ele, os Estados Unidos decidem abandonar a colaboração com a URSS e investir maciçamente na Europa ocidental, a fim barrar a expansão comunista e assegurar a sua própria hegemonia política na região. Washington fornece matérias-primas, produtos e capital, na forma de créditos e doações. Em contrapartida, o mercado europeu evita impor qualquer restrição à atividade das empresas norte-americanas. A distribuição dos fundos é realizada por meio da Organização Europeia de Cooperação Económica (OECE), fundada em Paris, em 1948. Entre 1948 e 1952, o Plano Marshall fornece US$ 14 bilhões para a reconstrução europeia.
publicado por luzdequeijas às 22:48
link | comentar | favorito

A GRANDE DEPRESSÃO

O que foi a Grande Depressão?

Foi a mais grave crise económica mundial do século 20. Tudo começou por causa de um grande desequilíbrio na economia dos Estados Unidos. Durante a década de 1920, houve um rápido crescimento do mercado de ações no país, com os americanos investindo loucamente nas bolsas de valores, acreditando que elas se manteriam sempre em alta. Cidadãos comuns vendiam as próprias casas para comprar ações, atrás de um lucro fácil e, teoricamente, seguro. No entanto, em meados de 1929, a economia do país começou a dar sinais de que as coisas não iam tão bem assim. Os Estados Unidos entraram em recessão (queda no crescimento económico) e muitas empresas haviam-se endividado além da conta durante o período de euforia. Em outubro de 1929, diante desses sinais negativos, os preços das ações desabaram, provocando a quebra da Bolsa de Valores de Nova York.

O colapso na economia americana logo se espalhou pelo mundo, pois os Estados Unidos haviam-se tornado o principal financiador dos países da Europa após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), conflito que enfraqueceu o continente. A crise também atingiu o Brasil, fazendo as vendas de café para o exterior,  o principal produto de exportação do Brasil na época. "A quase falência da cafeicultura aumentou as tensões políticas, quando uma junta militar depôs o presidente Washington Luís e empossou Getúlio Vargas, líder da Revolução de 30", diz o economista José Menezes Gomes, professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

A Europa também sentiu os efeitos políticos da crise, pois a democracia e as idéias liberais ficaram desacreditadas, estimulando o surgimento do nazismo alemão e do fascismo italiano. A crise mundial, nascida nos Estados Unidos, começou a ser superada lá mesmo. Em 1933, o presidente Franklin Roosevelt lançou um programa chamado New Deal ("novo acordo", em inglês), realizando grandes projetos de obras públicas para promover a recuperação económica. Mas a Grande Depressão só seria definitivamente encerrada anos depois, durante a Segunda Guerra (1939-1945).

publicado por luzdequeijas às 22:38
link | comentar | favorito

CONCLUSÃO

A evolução interior dos Estados europeus durante o período entre-guerras foi em grande parte responsável pela eclosão da Segunda Guerra Mundial em 1939.

O antagonismo entre o comunismo e o fascismo existia dentro da maioria dos Estados europeus, principalmente nos que haviam sido mais abalados pela Primeira Grande Guerra. A grande depressão económica de 1929 – 1930 agravou ainda mais os problemas políticos nacionais e internacionais. Numerosos países de todo o mundo adoptaram regimes totalitários de governo, a exemplo do que já acontecera na Itália.

Os litígios externos aumentaram, pelo próprio carácter militarista e nacionalista desses regimes, nitidamente expansionistas.

A Liga das Nações falhou na sua tentativa de conciliação por falta de meios, limitando-se a sensações superficiais contra os países que iniciavam as agressões, como foi o caso da Itália, Alemanha e Japão. A partir de 1935, a iniciativa agressora dos países totalitários cresceu. As democracias vencedoras da 1ª Grande Guerra, na expectativa de evitar outro conflito mundial, colocaram-se numa atitude defensiva e pacifista (apaziguamento), sem perceber que encorajavam ainda mais os agressores. Quando tentaram reagir, deram origem à Segunda Guerra Mundial.

De 1939 a 1942 deu-se a ofensiva do Eixo. Operações militares fulminantes deram a vantagem inicial à Alemanha, que se apossou da Polónia e Escandinávia. Em maio – junho de 1940, a ofensiva maciça contra a França terminou com a assinatura de um armistício, entre o governo francês e a Alemanha e Itália.

A tentativa alemã de dominar a Inglaterra falhou. Então investiu contra a Rússia. Ao mesmo tempo, os japoneses, que já estavam empenhados numa guerra contra a China, atacavam os EUA. Dessa forma, a guerra tornou-se total. A entrada dos norte – americanos na guerra fez pender a sorte da luta a favor dos aliados. Em 1943, a resistência do Eixo começou a ser quebrada, para completar em 1945 com a invasão da Alemanha pelos atómicos.

A destruição provocada pela 2ª Guerra Mundial foi impressionante, porque foi efectuada por máquinas modernas. Apesar da vitória, os Aliados estavam divididos. O mundo foi repartido em zonas de influência pelos vencedores, passando dois blocos: o soviético e o ocidental

 

publicado por luzdequeijas às 22:33
link | comentar | favorito

MURAIS E OUTRAS COISAS MAIS

http://www.youtube.com/watch?v=icaBGEzlIcI clique ao lado

 

>E dos murais? Será que há algum arquivo onde os tenham? Havia murais pintados em Setúbal e no Barreiro que eram obras extraordinárias.

Venezinio Salles - 

 

>Viva la izquierda!

Viva la igualdad!

Vamos todos hacia el amino del socialismo!

Saludos desde Uruguay (pais de hace 5 años en el gobierno en camino al socialismo)

Rico Montenegro-

 

>Alguém pode-me dizer alguma coisa de bom que adveio do 25 abril? Sff, é que não consigo ver nada!

Gabriel Tomás -

 

”É BOM RECORDAR MAS O TEMPO APAGA TUDO E NÓS NÃO SOMOS DE CÁ!

 

“25 de Abril, sempre.”   

 

Há 34 anos foi o menino de caracóis loiros, cuja figura reguila se esticava para colocar o cravo numa espingarda de Abril. A fotografia tornou-se o símbolo da revolução, mas o miúdo de roupa esfarrapada, descalço, fotografado por Sérgio Guimarães saiu de Portugal mal atingiu a maioridade. Foi estudar em Londres e apaixonou-se por uma inglesa. Trabalha lá e espera o primeiro filho, que nasce no início de Maio.

 

Que pensa do 25 de Abril ?

 

Nunca pensei nisso, mas se o 25 de Abril representa democracia, liberdade e a consciencialização das pessoas sobre deveres, como o de votarem, a frase é válida.

 

Mas já tinha ouvido falar do 25 de Abril?

 

Já, mas nunca tinha pensado sobre ele. Há milhentas maneiras de interpretá-lo: se significa nacionalizar todas as indústrias, tirar os bens às pessoas: não muito obrigado. O 25 de Abril, de certa forma, também tem duas faces.

 

  

publicado por luzdequeijas às 18:51
link | comentar | favorito

O RESPEITO É MUITO BONITO

( .. )Só que o tempo não é de fugas, não é de pedir o que não temos: o tempo é de trabalhar com aquilo que temos.

Será preciso melhorar a orgânica do Governo; será necessário reorganizar o funcionamento desta ou daquela área; será útil redistribuir um ou outro dossiê; mas não caiamos na ratoeira de mudar tudo, de começarmos a trocar de ministros como quem troca de camisa, de voltarmos ao ponto zero.

Neste momento da vida do país, o Governo tem de fechar os olhos a sondagens, a opiniões de analistas políticos e mesmo a manifestações.

O Governo não pode governar por pressão da rua ou de comentadores televisivos ou outros.

O Governo tem de fazer aquilo que, em sua consciência, contribuirá para tornar Portugal um país viável.

( ... ) 

publicado por luzdequeijas às 17:46
link | comentar | favorito

O PAÍS É UM TODO

Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010
 

A GRANDE MENTIRA, ENTRE OUTRAS, SERÁ A PROPAGANDEADA REFORMA DA FUNÇÃO PÚBLICA FEITA PELO GOVERNO E A FÓRMULA QUE UTILIZA!

 

Sejamos claros e muito simples, naquilo que dizemos e fazemos: Qualquer reforma da FP só estará feita, quando a despesa com pessoal baixar significativamente. Sem isso, haverá sempre um país atrofiado, sem competitividade e com clamorosos endividamentos, internos e externos.

A corrida às reformas no Estado, não revela sinais visíveis de abrandamento: em 2009, aposentaram-se 23192 pessoas, número que é praticamente igual ao registado no ano passado. Em 2008, a pensão média na CGA era de 1200 euros. No final de Outubro passado, a CGA pagava pensões de aposentação, velhice, sobrevivência e outros abonos a um total de 562 708 pessoas (?). O número de beneficiários da CGA com pensões acima de quatro mil euros por mês tem aumentado nos últimos anos: entre 1997 e o final de 2008, a CGA atribuiu reformas milionárias a 4054 funcionários do Estado ! Entre 2004 e 2009, reformaram-se 132 200 funcionários ! Por dia, a despesa com as reformas dos funcionários públicos ascende a 18,7 milhões de euros!!!!

Lê-se, com espanto, a decisão do Governo de admitir 5000 estagiários licenciados, no Estado.

Com o mesmo espanto se ouve anunciar a entrada de mais 2000 enfermeiros, também no Estado.

A falácia do Governo, é descarada, quando no início do seu mandato afirmou, que a redução do número de funcionários públicos, seria feita na proporção de 1 a entrar, por cada dois a saírem para a reforma!

Facilmente se depreende que isto não dá redução nenhuma (só por morte), entra 1 saem 2, resulta que ficam 3 à mesa do Estado. Paga o contribuinte. A função do Governo é gerir o país no seu todo e não somente a Função Pública.

Ora os défices excessivos do Estado e o gigantesco endividamento público obrigarão a futuras intervenções externas. Se tal não acontecer por força do Pacto de Estabilidade e Crescimento, serão os nossos credores internacionais a forçar uma rigorosa disciplina das Finanças Públicas. Foi assim no passado, desgraçadamente continuará a ser assim no futuro. Perante a real situação financeira do País, a nossa élite política faz lembrar a orquestra do "Titanic", que continuou a tocar serenamente, enquanto o navio se afundava. 



publicado por luzdequeijas às 13:24
link | comentar | favorito

SAEM TRÊS ENTRA UM

Sindicatos contra regra de uma entrada por três saídas

 

JORNAL DE NOTÍCIAS

 

Publicado em 2010-03-16

 
Os sindicatos da Função Pública estão preocupados com os efeitos que a regra de apenas uma admissão por cada três saídas (que passará a ser observada prioritariamente pelos serviços) vai ter na qualidade dos serviços públicos e na sobrecarga de trabalho que terá para os que ficarem.

"A Função Pública vai transformar-se numa reserva de índios", afirmou, ao JN, a coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, para sublinhar que a redução de funcionários com contrato sem termo está a ser compensada com um cada vez maior recurso a pessoal precário.

Não é tanto a relação da regra (duas, três ou quatro saídas para uma entrada) que preocupa os responsáveis sindicais, mas os efeitos que uma regra desta natureza tem nos serviços. Porque a realidade acaba por ir além, segundo precisa o responsável da Fesap, Nobre dos Santos, uma vez que há serviços - a Segurança Social em Lisboa é apenas um exemplo que aponta - onde já saíram mais de seis funcionários e nenhum foi substituído.

"Estas regras significam apenas que o Governo não está a gerir a Administração Pública, mas apenas o orçamento", precisa, por seu turno o presidente do STE, Bettencourt Picanço, alertando para a degradação do serviço prestado ao público e na sobrecarga para os funcionários que ficam. O STE fez as contas ao efeito que as medidas já conhecidas do PEC terão para os pensionistas e concluiu que alguns vão pagar por ano entre mais 542 a 645 euros. Tudo porque a dedução específica dos pensionistas que agora é de seis mil euros, vai reduzir-se para convergir com a que é atribuída aos trabalhadores por conta de outrem e que este ano está nos 4104 euros. Esta mudança afecta as pensões acima dos 22 500 euros por ano.

publicado por luzdequeijas às 12:58
link | comentar | favorito

2009 - ANO DE ELEIÇÕES

Admissões

Estado abre uma onda de concursos para acabar com recibos verdes

Cristina Oliveira Silva  
05/06/09 00:05


O Estado teve de abrir 170 concursos para acabar com as necessidades de pessoal e para resolver o problema dos falsos recibos verdes.

Este ano já foram abertos cerca de 170 concursos no Estado para recrutamento de trabalhadores. Esta onda concursal procura não só suprimir as necessidades de pessoal em alguns serviços, como também resolver o problema da precariedade. Prova disso é que uma parte destes concursos resultou da intervenção directa da Inspecção-Geral de Finanças, tal como previa a lei do Orçamento do Estado para este ano. "É uma escalada concursal que já não se via nos últimos três anos", avançou ao Diário Económico o secretário de Estado da Administração Pública.

"Muitos serviços e organismos da Administração Central do Estado, mas também das Autarquias e Regiões, aguardavam a publicação da nova regulamentação sobre procedimentos concursais para recrutamento de trabalhadores nas administrações, o que veio a acontecer no início deste ano", justificou Gonçalo Castilho dos Santos. As quase duas centenas de concursos de admissão - muitos dos quais ainda a decorrer - tiveram de cumprir vários requisitos, designadamente a autorização de natureza orçamental, bem como o respeito pela regra de uma entrada por cada duas saídas, continua o governante.

 

 

 

publicado por luzdequeijas às 12:44
link | comentar | favorito
Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012

TRIÂNGULO FATAL

 

( .. )“HÁ um triângulo fatal na política portuguesa. Os partidos estão num dos vértices, noutro estão as empresas e no terceiro ficam os negócios. Partidos, empresas, negócios. Os partidos necessitam do dinheiro das empresas para sobreviverem. As empresas precisam dos partidos para fazerem negócios. Os negócios beneficiam em simultâneo partidos e empresas. Nenhum dos lados existe sem os restantes, numa relação por vezes desigual, como na geometria, mas indissociável. Este ensinamento simples, que se aprende nos primeiros anos da escola, constitui também o bê-á-bá- da vida política. De tão elementar que é, passa por vezes ao rol dos conhecimentos vulgares, logo esquecidos. Mas há sempre um momento em que é necessário avivar a memória para certas verdades inquestionáveis, elementares, simples como a sucessão dos dias. A proposta de abolição das portagens na Auto-Estrada do Oeste é um desses momentos......( .. )

 

CARAS & CASOS - Luís Marques

publicado por luzdequeijas às 23:08
link | comentar | favorito

GESTÃO PRIVADA

A moderna conceção socialista da Gestao Privada dos Servicos Publicos

 

Os Governos do Eng. Antonio Guterres dão a ideia de grande sedução pelo capital e, por isso, estão a entregar ao Grande Capital, negócios de grande rentabilidade futura, numa conjuntura em que Portugal irá receber de Bruxelas (III QCA) um volume de investimento para os próximos 7 anos muito superior ao que dispôs para o periodo 1986-1999, ou seja durante os primeiros 14 anos de integração na EU, no minimo, é muito estranho!

 

A Zona, 12 Julho 2000

 

publicado por luzdequeijas às 22:54
link | comentar | favorito

ECONOMIAS DE MERCADO

“ A esquerda deveria assumir, sem complexos, uma verdade simples: ainda está por inventar uma democracia viável sem economia de mercado (já a inversa é falsa: há economias de mercado sem democracia).”

 

Semanário 23/08/02

 

publicado por luzdequeijas às 22:51
link | comentar | favorito

AS VÍTIMAS INOCENTES

Os danos colaterais

 

O menino que disse que «nem uma montanha aguentaria» o que sofreu, já foi operado e está bem, isto é, tanto quanto pode estar bem uma criança de 12 anos, que perdeu os braços e tem quase metade do corpo queimado. Ali Abbas, o menino de enormes olhos castanhos e lábios cerrados, tornou-se o símbolo das vítimas inocentes desta guerra, uma ilustração dramática e viva dos temidos «danos colaterais» de todas as guerras. No início do conflito, uma bomba certeira caiu sobre a sua casa, em Bagdad, matou-lhe pai, mãe, irmãos, primos. Internada no Hospital Al-Kindi, os médicos deram-lhe pouco tempo de vida, por falta de tratamento adequado. Adotado pela comunicação social, a campanha fez efeito. Organizações não governamentais e de caridade de todo o mundo propuseram-se ajudá-lo, até que o Governo do Kuwait, se ofereceu para o receber e tratar. Transportado para um Hospital da cidade do Kuwait, foi ali operado na passada quarta-feira na unidade dos queimados e «está a recuperar». Mas vai demorar anos a recuperar das feridas de que padece e de outras que se lhe gravaram na alma. «A minha casa era uma pobre barraca, porque nos bombardearam?».

publicado por luzdequeijas às 19:24
link | comentar | favorito

MINISTROS DA PROPAGANDA

A “figura” da guerra em boneco

 

Empresa de brinquedos norte-americana comercializou duas versões do ex-ministro da Informação. Fica para a história da Guerra do Iraque como a figura mais emblemática do regime de Saddam Hussein. Um homem que, apesar das evidências e do ruído dos tanques a entrar em Bagdad, sempre negou a vitória do «inimigo». Rosto do regime de Saddam durante a guerra, o ex-ministro iraquiano da informação está agora «disponível» em boneco. Uma das versões repete as frases mais famosas proferidas por Mohammed Saeed al-Sahaf.

Figura de culto da guerra no Iraque – que até deu origem a um site intitulado “Nós amamos o ministro da informação iraquiano” – Mohammed Saeed al-Sahaf está agora desaparecido, mas o sucesso que fez durante o último mês levou uma empresa de brinquedos norte-americana a criar bonecos em homenagem àquele que é já conhecido como (Ali, o cómico). A versão mais barata custa $24.95 e a versão mais cara chega aos $35.95, mas em compensação recita as frases mais emblemáticas proferidas por Mohammed Saeed al-Sahaf. Eis alguns exemplos:  

- “Não há infiéis americanos em Bagdad. Nunca!”

- “Acreditamos que todos irão morrer”.

- “Não, não estou assustado e nenhum de vocês deve estar”.

- “Demos-lhe uma lição amarga”.

- Eles nem sequer estão a duzentos quilómetros de Bagdad”.

Frases que soavam ridículas quando as evidências mostravam as forças iraquianas claramente derrotadas pela coligação e um regime que acabou por desmoronar-se. No entanto, o ministro agora desaparecido tornou-se a figura mais mediática de toda a guerra.

publicado por luzdequeijas às 19:18
link | comentar | favorito

BANCARROTA

"Ao contrário do que se possa pensar, a bancarrota de um país não é uma coisa lá muito rara. Em média, a cada ano que passa, há um país que entra em falência, ou seja, fica sem dinheiro para pagar as dívidas. Em pouco mais de 200 anos registaram-se 290 crises bancárias e 70 bancarrotas. Dizemos-lhe o que aconteceu nos países por onde o Fundo Monetário Internacional (FMI) já passou.
A vizinha Espanha é uma habitué nestas andanças. Em 200 anos faliu 14 vezes, sete das quais no século XIX, mas estreou-se há muito mais tempo: a primeira vez que decretou falência foi em 1557.
Na altura, como agora, a dívida da Espanha era elevada, os juros demasiado elevados para suportar e D. Filipe II mandou confiscar todas as mercadorias valiosas que chegassem aos portos. A família real também teve de «apertar o cinto»: ficou sem o mestre limpador de dentes e o especialista em álgebra e o jantar foi reduzido de dez para seis pratos.
Reincidente é também a França, que em menos de cem anos foi quatro vezes à bancarrota.
A Alemanha também nem sempre foi a «menina <bonita> da Europa. Faliu a seguir às duas guerras mundiais. Nos anos 20 um café chegou a custar quase 70 euros e o preço duplicava em poucos minutos."

 

Agência Financeira

publicado por luzdequeijas às 18:59
link | comentar | favorito

PORTUGAL E AS FALÊNCIAS

Portugal já faliu várias vezes e conhece bem o FMI

"Portugal também já faliu por sete vezes. Em 1891, a crise foi desencadeada com a falência de dois bancos importantes (o Banco do Povo e o Banco Lusitano). D. Carlos nomeou na altura José Dias Ferreira, bisavô de Manuela Ferreira Leite, para liderar o Governo. Também na altura a função pública sofreu na pele o aperto do cinto: os salários caíram 20%. Portugal ficou 10 anos sem conseguir financiamento externo e um dos primeiros cortes foi nas obras públicas (na altura na construção das vias férreas).

Em 1976 a falência voltou a estar iminente. Mário Soares, na altura à frente dos destinos do país, pediu dinheiro emprestado à Alemanha. Em vez de uma transferência bancária, recebeu um avião a meio da noite.

Na década de 80, viu-se forçado a negociar um empréstimo com o FMI. Mais uma vez liderado por Mário Soares e Mota Pinto, e com Ernâni Lopes como ministro das Finanças, os portugueses tiveram de enfrentar uma forte desvalorização do escudo, o disparo da inflação para quase 30%, o aumento dos impostos e o crescimento do desemprego."

 

Agência Financeira

publicado por luzdequeijas às 18:55
link | comentar | favorito

VISÃO NOTURNA

Visão noturna é trunfo para ganhar a batalha.

 

Enquanto os outros dormem muitos alvos poderão ser atingidos e desmascarados.

 

"Sentidos aguçados fazem a diferença numa guerra. Por saber disso, o comando das Forças Armadas americanas não economizam em gastos de treino nem do desenvolvimento de tecnologia para, por exemplo “dominar à noite” e ver tudo, mesmo na mais completa escuridão. É compreensível o facto de, a 15 mil pés de altura, ainda que há luz do dia, um piloto não distinga um comboio de refugiados de uma coluna de soldados. Ou um carro de passeio de um tanque. Mas erros como o que ocorreu na semana passada poderão ser evitados no futuro com o emprego de visores de raios infravermelhos, que permitirão aos soldados “ver” o calor. Como parte do seu treino, pilotos de F – 16 saltam de «bungee jumping» do alto de um edifício com o desafio de tentar observar o que acontece durante a queda. O exército americano começou a desenvolver produtos para dar às suas tropas a vantagem de ver melhor do que o inimigo, logo depois da Guerra do Golfo. Recentemente, os oficiais dos EUA fizeram uma demonstração desses produtos, principalmente câmaras e sensores eletrónicos de calor. A nova geração de óculos de visão noturna e de câmaras desenvolvidas com tecnologia Flir (Forward-Loking Infrared) será de 20% a 50 % mais precisa e poderosa do que os dispositivos de primeira geração que são enviados atualmente às tropas dos EUA no mundo inteiro, segundo funcionários do Pentágono.

publicado por luzdequeijas às 18:34
link | comentar | favorito

O FOGO AMIGO

TODOS CONHECEMOS ALGUÉM QUE ESTÁ A SER ATACADO PELO FOGO AMIGO, ENQUANTO, TEM POR TODO O LADO FOGO DO INIMIGO E UM PAÍS "EM CACOS" QUE LHE DEIXARAM NAS MÃOS ! QUE DEVE ELE FAZER, RECUAR OU AVANÇAR? BOM, de qualquer modo nunca deve largar o "colete".

 

"Um repórter estava no norte do Iraque, a acompanhar um esquadrão de forças especiais americanas e tropas curdas quando por engano dois F – 15 americanos os atacaram. Foi uma cena infernal. O tradutor do grupo morreu. Ficou sem as duas pernas. Todos os veículos (oito ou dez) ardiam. Há corpos a arder à minha volta, há corpos espalhados por todo o lado, há bocados de corpos no chão. O médico de serviço foi atingido, mas, explicou depois: Nada de grava, «o colete salvou-me a vida». Mas na altura gritou aos militares em desespero: «Digam-lhes para se irem embora. Não os deixem mandar mais bombas!  Outro incidente ocorreu quando uma comitiva da embaixada russa no Iraque se preparava para abandonar Bagdad e foi apanhada por fogo cruzado. Desta vez, sem baixas mortais."

publicado por luzdequeijas às 18:20
link | comentar | favorito

NINGUÉM AVANÇA A SOLUÇÃO

“Mesmo com os grandes cortes nas despesas com o pessoal (redução de salários e subsídios). "Há uma dificuldade enormíssima em ir ao fundo, ao detalhe, ao pormenor. O Governo centra-se nos grandes números, pois é muito mais fácil aumentar IVA, IRS, etc. Sempre foi assim, mas não pode continuar a ser. Tem de se poupar nos detalhes, um milhão aqui, outro ali", insiste Cantiga Esteves, que avança uma explicação para a inação governamental: "Tudo isto mexe com muitos interesses instalados, que vão do pequeno ao médio e ao grande. Há uma resistência fortíssima à mudança e ninguém quer sair da sua zona de conforto." A presença da troika em Portugal, considera o economista, não dá garantias de que se altere este estado de coisas.”


VISÃO

publicado por luzdequeijas às 18:11
link | comentar | favorito

ALTERNATIVAS À AUSTERIDADE

OS CAMINHOS ALTERNATIVOS À AUSTERIDADE

A crise não veio com manual de instruções. Em França, combate-se o desemprego, pondo travões aos despedimentos; em Portugal facilitam-se. Muitos países baixaram os impostos; outros, como o nosso, aumentaram a carga fiscal. Mas nem somos nós o exemplo acabado das más práticas nem nenhum Estado tem a estratégia perfeita.

 

 

Visão. pt

publicado por luzdequeijas às 17:43
link | comentar | favorito

HÁ QUEM AFIRME QUE:

"As leis são como as mulheres, são para serem violadas"

Ler mais: http://visao.sapo.pt#ixzz28j6LUQzr

publicado por luzdequeijas às 17:40
link | comentar | favorito
Domingo, 7 de Outubro de 2012

UMA OPINIÃO

À ESCALA MUNDIAL

 

Dezembro 21, 2007

 

A globalização e a justiça social

O processo de globalização em curso era previsível com a revolução das comunicações e tornou-se inevitável com a pressão e a urgência de multiplicação do capital financeiro.
Ainda é cedo para avaliar a alteração radical que, da política aos costumes e da religião à economia, está a mudar a face do Planeta.

Hoje há já algumas certezas quanto ao futuro colectivo que nos espera e poucas em relação à sua natureza. Há a certeza de que a globalização aumentou a riqueza mundial e pôs em perigo os privilégios dos países mais desenvolvidos. O Brasil, a China e a Índia são os exemplos mais óbvios da rápida progressão económica perante o medo e a incerteza que assusta os trabalhadores da Europa, Japão e EUA.

O inevitável princípio dos vasos comunicantes tende a nivelar a cultura, a ciência e a técnica, democratizando o conhecimento, enquanto ressurgem os sentimentos tribais, se exacerbam os nacionalismos e se multiplicam as respostas suicidas e terroristas das civilizações falhadas.

As religiões fecham-se nos dogmas e explodem em manifestações de proselitismo, as sociedades tribais radicalizam as tradições, os regimes ditatoriais reforçam o controlo policial e, por todo o lado, emergem poderes à margem do escrutínio democrático e das decisões colectivas.

Talvez a falta de água e de energia, a poluição do ar e do ambiente e a degradação das condições de vida tornem a humanidade mais solidária mas os exemplos que afloram ameaçam transformar o mundo numa arena onde os vencedores se preparam para impor novas e mais sofisticadas formas de escravatura.

É o regresso à barbárie que nos ameaça se a lucidez e a inteligência forem exoneradas das decisões políticas. E não é preciso ser grande profeta para adivinhar que têm mais a perder os que acumularem mais capital do que os que nada têm a perder. E não é líquido que novas e velhas utopias, algumas com desastrosas provas, não ressuscitem.

Os que quiserem o mundo só para si arriscam-se a inviabilizá-lo para todos.

 

posted by Carlos Esperança     

publicado por luzdequeijas às 18:04
link | comentar | favorito

NOVOS TEMPOS

PEDEM GENTE MAIS PREPARADA E SOLTA DE COMPORTAMENTOS ARCAICOS E EXCURSÕES À CAPITAL.

 

Quais são então as desgraças que o Professor Medina Carreira anunciou à República de Portugal? Se tivéssemos ouvido a nossa Cassandra, atempadamente, muitas amarguras teríamos evitado ao povo e  aos trabalhadores que alguns dizem defender!

 

Em primeiro lugar, a da insustentabilidade das contas públicas portuguesas. O peso crescente das despesas sociais no Orçamento de Estado não é sustentável numa economia estagnada. A análise da sustentabilidade das contas públicas é feita a partir de uma análise dos dados. A conclusão dessa análise é que os portugueses, como muitos outros europeus, serão obrigados a rever as suas expectativas em relação às prestações, salários, reformas ou outras, que irão receber do Estado.
Em segundo lugar, que a Europa é um espaço económico que tem apresentado algumas dificuldades de ajustamento face às novas exigências impostas pelo acelerado processo de globalização. A concorrência internacional e as dificuldades que daí têm resultado, têm exposto as debilidades da economia europeia, em geral, e com particular acuidade as fragilidades da economia portuguesa. O sistema de ensino, da justiça e a organização política não têm dotado Portugal dos instrumentos necessários para competir no novo contexto internacional, daí resultando a estagnação económica em que vivemos desde 2000.
Em terceiro lugar, no actual contexto, o Estado perdeu os seus principais instrumentos de política económica. Aqui Medina Carreira, embora chame a atenção para a necessidade de encontrar formas alternativas de ‘dar a volta’, parece revelar alguma nostalgia em relação ao Estado Providência.

 

 

Depois da casa arrombada, aparecem alguns "iluminados" a tornarem tudo ainda mais difícil. No momento que seria o certo para evitar tantas PPP, estiveram calados e contentes por que alguns trabalhadores tinham trabalho. A tempestade viria depois, e agora, aí estão as consequências e os supostos defensores dos trabalhadores só lançam gasolina em cima dos destroços! Diz o nosso povo: "Não vá o sapateiro além da chinela". ....



 

 

publicado por luzdequeijas às 14:16
link | comentar | favorito
Sábado, 6 de Outubro de 2012

SINDICALISMO VS GLOBALIZAÇÃO

 

A globalização tem trazido novos desafios ao mundo sindical, mas também aos governos eleitos. A flexibilização das leis trabalhistas e a fragmenta­ção e fragilização do movimento sindical estão entre tais mudanças. Nesse sentido o movimento operário precisa de novas perspetivas para se situar no seu novo papel enquanto ator social.

A história do movimento sindical no mundo demonstrou que sozinhos, os tra­balhadores não conseguem conquistar direitos. Atualmente já é possível afirmar que nem mesmo unidos serão capazes de se proteger dos enormes riscos do atual mundo financeiro.

Estão a ocorrer grandes mudanças na competitividade internacional e no mundo do trabalho. As transformações são cada vez mais rápidas e provocam profundas alterações na economia e na sociedade. Será que os sindicatos estão a responder adequadamente aos novos desafios? Será que os sindicatos se preocupam e são agentes ativos para o crescimento, a competitividade e o emprego?

Será que os sindicatos podem estar a fazer parcerias com partidos políticos como acontecia no início do último século?

Os sindicatos afirmaram-se na luta pela liberdade e pelo direito do voto democrático. O 1.º de Maio é comemorado em todo o mundo e encontra-se ligado à luta pelas oito horas diárias de trabalho estabelecidas em Portugal em 1917. Com o 25 de abril, o PCP surge como o partido organizado no terreno e tira partido desta situação tornando-se a tendência organizada no seio do movimento sindical. Mas será que os trabalhadores querem viver num regime comunista? Percebe-se que não.

O operariado fabril tem diminuído acentuadamente e dá lugar agora aos serviços com igualdade de sexos, aumentando a polivalência de funções, a iniciativa individual, o trabalho autónomo e proliferam as pequenas e médias empresas. O mundo mudou muito, vão longe os tempos e os métodos da revolução industrial. Ora se os sindicatos são respeitados nas suas funções e desempenhos, como podem eles interferir no desempenho dos governos eleitos pelos mesmos trabalhadores que elegem e pagam os sindicatos. Fazendo agitação de rua, greves contínuas e provocações arruaceiras, que incluem insultos ao primeiro-ministro como seja chamar-lhe “ladrão” e outras indignidades? Como reagiria um líder sindical se alguém lhe chamasse tal coisa? Os tempos mudaram e perante a complexidade que tal mudança adquiriu, seria bom que os sindicatos defendessem os trabalhadores mas respeitassem os governos eleitos, sem os tentarem derrubar, meramente por discordâncias ideológicas. Como está a acontecer, perdem os trabalhadores e perde acima de todo o país. Os trabalhadores saem lesados desta situação abusiva! A restante população também.

Esta não é, nem pode ser, uma atribuição das centrais sindicais e nos últimos tempos, principalmente uma delas, tem usado e abusado dos direitos conquistados democraticamente.        

publicado por luzdequeijas às 16:49
link | comentar | ver comentários (1) | favorito
Sexta-feira, 5 de Outubro de 2012

CONTEXTO HISTÓRICO DE EQUIDADE

Na Grécia

Equidade significa o uso da imparcialidade para reconhecer o direito de cada um, usando a equivalência para se tornarem iguais, e vem do latim “equitas”. A equidade adapta a regra para um determinado caso específico, a fim de deixá-la mais justa.

A Grécia pode ser considerada o berço da equidade. O contexto das cidades-estado gregas, sobretudo Atenas, levou ao desenvolvimento da filosofia, que foi a fonte da equidade grega.Na Grécia, a equidade era chamada de epieikeia, e manifestava a idéia de adaptação do direito ao caso. Ela não pretendia dissolver o direito escrito, mas apenas torná-lo mais democrático.

Dentre os filósofos gregos, destacam-se Platão que foi o primeiro a preocupar-se com a equidade, e Aristóteles. Ele separou equidade de justiça, e colocou a primeira num patamar superior a da justiça normativa. Porém Aristóteles definiu a epieikeia como pouco prática devido a corrupção no judiciário e, por isso, não recomendou o seu uso irrestrito por parte dos juízes.

publicado por luzdequeijas às 23:39
link | comentar | favorito

DEMOCRACIA E SECRETISMO

 

 

“No fundo, a liberdade é uma coisa simples, seja qual for a sua forma exterior. É a fé comum no homem, a boa vontade comum, a tolerância e caridade comuns, a decência comum, nada mais, nada menos. (.)

É ao cumprir essa declaração que a missão dos órgãos de informação atinge o nível mais elevado de funcionamento. A sua implicação mais clara é que se pode confiar a verdade aos homens e que eles não precisam de ouvir mentiras de homens que são moralmente inferiores. E a principal responsabilidade dos órgãos de informação é tornar aparente a diferença entre os dois.“

 

                                       Dr. OSWALD LE WINTER

publicado por luzdequeijas às 23:25
link | comentar | favorito

“ OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÃO NUMA DEMOCRACIA “

 

Em qualquer sociedade os órgãos de informação são de uma enorme importância no aperfeiçoamento e controlo do sistema político.

Também na postura dos cidadãos perante os seus direitos e os seus deveres, logo na sua cidadania, o seu desempenho é primordial.

Mas estarão as coisas a correr de feição no nosso país, em termos informativos?

Servirão os nossos órgãos informativos, entre outras, também finalidades formativas e informativas no âmbito das suas competências?

Não estarão eles subordinados a interesses que os desviam do seu objectivo mais altruísta?

Entregues à iniciativa privada cumpriram eles os seus objectivos mais sublimes?

As respostas não são nada fáceis, bem sei!

 

“ Encontramos jornalistas muito domesticados “

 

“ Que apenas servem os interesses do grupo para o qual trabalham “

              

Notícias Magazine 21 Julho 2002                   

(Entrevista com José António Saraiva)

publicado por luzdequeijas às 23:22
link | comentar | favorito

“ NO PÂNTANO”

“O PÂNTANO político – o «marais», como lhe chamam os franceses há dois séculos – é um terreno propício à gestação de monstros. A História está cheia de exemplos. O «marais» é o centro grisalho e medíocre onde as opções políticas fundamentais tendem a esbater-se e a diluir-se, tornando-se mais ténues e obscuras, menos contrastadas e visíveis.

A tentação irresistível de agradar aos eleitores flutuantes e marginais, cujos votos poderão ser decisivos para alcançar o poder, acaba por enfraquecer os partidos políticos dominantes. O pêndulo eleitoral passa a oscilar entre o centro-direita e o centro-esquerda – já não entre a direita e a esquerda. Instala-se o rotativismo político a uma velocidade de cruzeiro, a gestão do poder transforma-se numa alternância sem alternativas, a vontade do eleitorado vai-se dissipando no «nevoeiro» do centrismo, aumenta a apatia política e generaliza-se o conformismo.

A combinação entre a fraqueza e a força dos partidos que dominam o sistema e o centrismo insípido, incolor e inodoro que caracteriza o poder, restringe progressivamente a influência dos cidadãos na vida política. Quando a crise espreita e aumentam as incertezas em relação ao futuro, o conformismo generalizado acaba por se transformar em contestação, repúdio e revolta. O voto de protesto torna-se inevitável e é canalizado para os extremos do espectro político. É o tempo dos demagogos, dos agitadores populistas, dos «homens providenciais» que ameaçam restabelecer a ordem e reabilitar a pátria com a força do ”braço direito”

 

 .                                                                   Expresso  27  Abril  02

publicado por luzdequeijas às 22:39
link | comentar | favorito

A SOCIEDADE DA ABUNDÂNCIA!

O Consumismo

A revolução Técnico – Científica que o século XX viu crescer no desenvolvimento da Revolução Industrial, criou capacidades inimaginadas nas sociedades pré-industriais. No início do século XX, antes das catástrofes que cilindraram o século, já nos principais países industrializados se viviam os problemas que emergiam das novas capacidades de produção e de consumo. Em certos países instalava-se assim, desde os anos 60, a denominada sociedade da abundância. Contudo, não pode subsistir produção em massa sem consumo em massa, sociedade da abundância sem sociedade de consumo. A revolução Técnico - Científica tornou irreversível este processo.

No âmbito dos comportamentos individuais, o consumo transforma-se, porém, em consumismo, menos significativamente no consumo de produtos de primeira necessidade. Vivemos um novo século em que novos desafios, conquistas e preocupações nos são colocadas como consumidores. Até onde pode e deve ir o progresso? Não perderá nunca o Homem o controlo sobre a sua capacidade de descobrir e ir mais além? É nesta atmosfera que novas realidades vão surgindo, colocando novas interrogações na sociedade de consumo, como é o exemplo presente dos alimentos trangénicos .



publicado por luzdequeijas às 14:54
link | comentar | favorito

QUE SOCIEDADE QUEREMOS?

 

Ou teremos de procurar ….

A maioria dos trabalhadores do sexo masculino, bem como a maioria dos trabalhadores do sexo feminino trabalham entre 40-49 horas semanais. Em lugar de uma sonhada “Sociedade de Lazer” a vida está ficando cada vez mais cheia de trabalho. Mais de um século após a obtenção da semana de 40 horas, a maioria dos trabalhadores estão trabalhando mais de 40 horas semanais, enquanto muitos outros trabalhadores estão no subemprego, por estarem a tempo parcial em empregos precários de baixos salários, ou estão desempregados e lutando pela sobrevivência com algum magro subsídio ou nem isso. O desemprego atinge valores arrepiantes e desumanos!

Estranhamente, muitos políticos da dita esquerda aparecem a clamar por mais crescimento da economia. Tudo leva a crer que nem imaginam o que estão a dizer! Se a via para a crise fosse essa e todos os países assim pensassem, aquilo que teríamos seria o “consumismo desenfreado” que nos conduziu a uma escandalosa “crise nacional” em cima da “crise internacional”. A matéria-prima aumentaria de preço pela escassez inevitável, e o crescimento exigiria grande investimento para países na situação de “bancarrota” como o nosso. Investimento externo com os sindicatos sempre na rua, nem pensar!

Os financiamentos que se conseguisem, seriam obtidos a juros altíssimos que destruiriam toda e qualquer competitividade necessária ao crescimento.!

O que aconteceu com a sociedade de lazer? Aconteceu o capitalismo e uma inegável qualidade de vida para os  trabalhadores. Mas os problemas do capitalismo, demonstram que as suas crises são uma parte integrante deste sistema, e voltaram de forma agudizada.

Parece não haver, desta vez, solução para o desemprego sem que ela passe por uma diminuição das horas de trabalho e de nível (?)  de vida. Também pelo reforço da vida local (redução acentuada nos transportes), do mercado de arrendamento conducente a uma melhor distribuição da oferta e procura no mercado de trabalho. Ainda, pelo aproveitamento dos recursos informáticos tendo em vista o trabalho em casa. Vinculação de todos na economia social local e nos problemas das suas circunscrições residênciais.

Por último, nem capitalismo nem socialismo e muito menos um Estado patrão, absorvente e esbanjador, mas sim, liberdade de atuação e iniciativa, bem como um permanente recurso aos apelos de uma Sociedade Civil livre, organizada e motivada.

publicado por luzdequeijas às 14:41
link | comentar | favorito
Quinta-feira, 4 de Outubro de 2012

PARAFUSO DE ARQUIMEDES

Wikipédia 

 

O Parafuso de Archimedes é capaz de bombear com eficiência: água, lama, esgoto, e até partículas  sólidas como grãos.

 

 

 

Parafuso de Arquimedes ou bomba de parafuso é uma máquina utilizada para transferir líquidos entre dois pontos com elevações diferentes. A sua invenção é atribuída a Arquimedes.

publicado por luzdequeijas às 13:02
link | comentar | favorito

OS MOINHOS NA HISTÓRIA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

Um moinho é uma instalação destinada à fragmentação ou pulverização de materiais em bruto, especificadamente grãos de trigo ou de outros cereais, por meio de mós. Há dois grandes grupos de moinhos tradicionais, que se classificam pela fonte da energia utilizada para fazer mover a mó:

  • Moinhos de vento são todos aqueles moinhos que utilizam o vento como fonte de energia, a chamada "energia eólica".
  • Moinhos de água são os moinhos que fazem uso da água corrente (energia hidráulica). Apareceu no século II d. C. com os gregos e os romanos, que depois o espalharam pela Europa.

Ficheiro:Campo de Criptana Molinos de Viento 2.jpg

 Moinhos de vento, Campo de Criptana na Mancha (Espanha)

 

Além desses, também existem ou existiram moinhos movidos a tração animal (atafonas) ou a eletricidade.

A tecnologia dos moinhos foi, por vezes, adaptada para fins bem diferentes dos originais. Na Holanda, por exemplo, o célebre moinho de vento foi, na maioria dos casos, utilizado para acionar bombas hidráulicas movidas a energia eólica, construídas para drenar a água das chuvas para o mar. Atualmente a drenagem, na Holanda, é efetuada por motores elétricos que acionam bombas tipo parafuso de Arquimedes.

publicado por luzdequeijas às 12:53
link | comentar | favorito
Quarta-feira, 3 de Outubro de 2012

ANTIGO E BELO

Extinta a Ordem dos Templários, o seu domínio passou para os Freires de Cristo, sendo sucessivamente doado a várias ordens até ao século XIX quando foi comprada por diversos particulares. esta Quinta foi uma das mais notáveis propriedades do País.

publicado por luzdequeijas às 18:06
link | comentar | favorito

A TEMPESTADE DE AREIA

Que varreu o Iraque atrasou o avanço das tropas americano-britânicas no sexto dia da Guerra do Iraque. Mesmo assim, cerca de quatro mil marines dos Estados Unidos conseguiram atravessar o rio Eufrates, junto a Nassiriah. A areia dificultou o uso de meios aéreos, levando ao desaparecimento de dois helicópteros de combate americanos no sul de Bagdad: um apache e um Black Hawk. A visibilidade reduzida impediu a 101.ª Divisão Aerotransportada americana de cumprir a sua missão. Só os gigantes B-52 não se atemorizaram com os ventos de 60 quilómetros, continuando a despejar as suas bombas sobre a Guarda Republicana que defende os caminhos para Bagdad. O estado do tempo deverá manter-se durante mais um dia.

publicado por luzdequeijas às 15:54
link | comentar | favorito

COINCIDÊNCIAS!

Pilotos americanos treinaram nos céus de Bagdad

Há várias décadas que os pilotos colocados nos porta-aviões americanos, treinam nos céus de Bagdad. Esta é a conclusão a que se chega, depois de uma pesquisa rápida na Internet. Coincidência, ou não, muito perto da Base Aérea Pensacola, no estado da Florida, situa-se uma pequena localidade com o mesmo nome da capital iraquiana, que há muito tempo vê passar caças-bombardeiros armados. Na base são formados muitos dos pilotos dos aviões F-14 Tomcat e FA-18 Homet, colocados nos porta-aviões e que têm participado na maioria dos ataques contra a capital iraquiana. A pequena cidade de Bagdad (Florida) tem cerca de 1 500 habitantes e situa-se na área metropolitana de Pensacola, no município de Santa Rosa. Esta localidade deve o seu nome a uma mina de cobre baptizada com o nome da cidade das “Mil e Uma Noites”. Não é possível saber se nesta zona se encontram bases importantes das forças armadas, mas a paisagem pouco difere do Iraque. 

publicado por luzdequeijas às 15:51
link | comentar | favorito

O PAÍS PRECISA

DE BONS EMPRESÁRIOS

 

O país precisa de bons empresários, daqueles que querem arriscar, que têm espírito de iniciativa e não se resignem com a situação. Neste período de crise o motor da economia portuguesa terão de ser os empresários. Para tal, não basta os altos dignitários do país exibirem casos de sucesso, será fundamental uma vaga de fundo. No contexto de todo o território e numa envolvente criteriosamente estudada. Um empresário não pode viver isolado e tem a cada momento de sentir-se estimulado e apoiado. Este apoio caberá ao Governo, sem moeda de troca. Para esse fim deverá saber-se estender órgãos de apoio que cheguem das cidades às mais remotas aldeias do isolado interior. Investigar o presente e o passado sem esquecer que uma “erva daninha” pode vir a constituir um bom negócio. Portugal não tem matéria-prima nem dinheiro para a comprar. Caberá aqui um papel fundamental à investigação e às universidades. Tal levantamento dos recursos naturais, deverá ser efectuado pelas câmaras municipais no âmbito distrital.

Esquecer de vez quais as habilitações literárias dos possíveis empresários. Se elas fossem condição básica, Portugal teria o problema resolvido através de milhares de licenciados desempregados. A condição só pode ser o velho “toque de Midas”, ou seja, ter aptidão para fazer ouro daquilo em que tocam. Não enjeitar uma necessária revolução nas “Novas Oportunidades”. Em lugar de fazer delas um instrumento de falsa correcção de estatísticas, virá-las para um desempenho de mão-de-obra especializada e de apoio aos novos e antigos empresários. Esquecer ainda, de forma definitiva, as actuais pretensões das “Direcções Comerciais de Luxo” a infiltrarem a política na sociedade e na economia! Esquecer sobretudo as famigeradas “empresas do regime” e a protecção aos “grupos”. A situação é demasiado grave para que alguém possa actuar, a qualquer nível, sem uma completa transparência.

publicado por luzdequeijas às 15:27
link | comentar | favorito

COMO FAZER APARECER

BONS EMPRESÁRIOS?

 

Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali

montaram negócios florescentes! Por todo o mundo não é caso raro.

 

Não haverá uma receita mágica para fazer aparecer muitos e bons empresários. Quando muito, poder-se-á delimitar uma zona estratégica, temporal e condicionante para que tal objectivo se possa ir desenvolvendo através de uma selecção natural e evolutiva. Apertando a malha da rede, à medida que se for subindo na pirâmide. Aquilo que todos sabemos é que sem bons empresários não haverá nunca uma economia sã e próspera. E também sabemos que sem empresários e uma economia produtiva e competitiva não haverá futuro para Portugal. Nem para um mínimo de “Estado Social”. O futuro visiona-se negro, mesmo sem quaisquer tipos de pessimismos. O tempo torna-se curto, e a Grécia está aí!

publicado por luzdequeijas às 15:23
link | comentar | favorito

TRANCOSO


A CAPELA de SÃO MARCOS
Está situada no planalto com o mesmo nome e evoca duas batalhas que ali se travaram, uma contra os mouros no tempo de Dom Afonso Henriques e outra contra os castelhanos em 1385. Não se sabe a data da sua fundação, mas já existia antes de 1385. O seu estilo primitivo devia ser romano ou romano-gótico. Foi reconstruída em 1784 e em 1887.

publicado por luzdequeijas às 15:11
link | comentar | favorito

PORTAL DA SÉ DA GUARDA

“São vários os elementos de interesse e sem paralelo no nosso país que a Sé da Guarda possui. Na fachada principal, por exemplo, o portal manuelino encontra-se ladeado por duas torres octogonais maciças e em forma de quilha na parte inferior. No interior, de três naves, transepto saliente e cabeceira tripartida, existe um desnível de terreno do portal principal para a capela-mor, o que obrigou a que o espaço dos tramos das naves não seja idêntico e regular, facto que atesta a qualidade do projeto arquitetónico seguido. Na capela-mor conserva-se o imponente retábulo escultórico maneirista, da autoria de João de Ruão, e que corresponde a uma hierarquia do espaço celeste.
Durante as invasões francesas, a catedral da Guarda sofreu muitas danificações no seu recheio e na sua arte, especialmente nas talhas e ornamentações interiores, no coro e no órgão. É, no entanto, um dos mais belos monumentos do País e o "ex-libris" da Guarda.”

 

Porta Principal - Sé da Guarda - Estilo Manuelino

 

 

Morada: Praça Luís de Camões

publicado por luzdequeijas às 12:40
link | comentar | favorito
Terça-feira, 2 de Outubro de 2012

"O MOLEIRO DE SANS-SOUCI"

 
Renato Pacca
 

 

Origem da expressão "Ainda existem juízes em Berlim"

 

Minha querida Gabrielle volta amanhã de Berlim. Pensando nela e na incontida vontade de tornar a abraçá-la, resolvi explicar um pouco mais a tão repetida quanto incompreendida expressão “ainda existem juízes em Berlim?”.

Trata-se de um episódio que teria ocorrido no século XVIII, imortalizado pelos versos do escritor francês François Andriex (1759-1833) no conto "O Moleiro de Sans-Souci". Vamos a ele:

Frederico II, “o Grande”, rei da Prússia, um dos maiores exemplos de “déspota esclarecido”, exímio estrategista militar e ao mesmo tempo amante das artes, amigo de Voltaire, resolveu construir um palácio de verão em Potsdam, próximo a Berlim. O rei escolheu a encosta de uma colina, onde já se elevava um moinho de vento, o Moinho de Sans-Souci, e resolveu chamar seu, o palácio do mesmo modo (Sans-Souci significa “sem preocupação”).

Alguns anos após, porém, o rei resolveu expandir o seu castelo e, um dia, incomodado pelo moinho que o impedia de ampliar uma ala, decidiu comprá-lo, ao que o moleiro recusou, argumentando que não poderia vender a sua casa, onde o seu pai havia falecido e os seus filhos haveriam de nascer. O rei insistiu, dizendo que, se quisesse, poderia simplesmente tomar-lhe a propriedade. Nesse momento o moleiro teria dito a célebre frase: “Como se não houvesse juízes em Berlim!”

Pasmo com a ousadia e certamente ingénua resposta, que indicaria a disposição do moleiro em litigar com o próprio rei na justiça, Frederico II decidiu alterar os seus planos, deixando o sujeito (e o seu moinho) em paz.

François Andriex concluiu o conto com uma certa dose de melancolia, ao mencionar que o respeito real acabou prejudicando a própria província. Ao que parece, o escritor lamentou o recuo do rei diante de um insignificante moleiro.

Entretanto, o episódio, imortalizado em versos, passou para a história como um símbolo da independência possível e desejável da Justiça. Para o moleiro, a Justiça certamente seria cega para as diferenças sociais e não o distinguiria do rei, mesmo numa monarquia. A sua corajosa resposta e o recuo respeitoso do rei passaram a ser lembrados para demonstrar situações em que o Judiciário deve limitar o poder absoluto dos governantes. Até hoje o moinho existe e sempre que um juiz corajoso se posiciona com independência e justiça, ouvimos a expressão 'ainda existem juízes...'

publicado por luzdequeijas às 12:52
link | comentar | favorito

PASTOR E O MOINHO

C:\Users\User\Desktop\8.jpg

 

O moinho velho é avistado de todas as proximidades e o marco geodésico instalado no seu interior significa que é o ponto mais alto da freguesia ! Não será caso único, mas aquele moinho tão arruinado, há dezenas de anos que se conserva assim.  Esta vila e antigo lugarejo, era terra de culturas de sequeiro e cultivo cerealífero. Terra de agricultores da própria terra. O solo era seco e de baixa profundidade, no qual abundavam pedras negras sem conta, à vista, e grandes pedregulhos também negros a pouca profundidade.
Nos anos de industrialização do concelho, Queijas foi abrigo de um projecto de auto-construção e com ele tudo começou a ser diferente. Os terrenos de semeadura começaram a ser vendidos para construção.
Árvores só existiam meia dúzia numa velha quinta, rodeadas por um alto muro. O resto era descampado a perder de vista, com excepção de espaçadas áreas silvestres que incluíam um conjunto de sistemas arbustivos , de formação próxima do carrascal e estevas, com elevado interesse ecológico, muito mato e revestimento herbáceo. Este era um ecossistema apropriado para uma fauna diversificada, mas muito preferida dos caçadores. Coelhos bravos, codornizes e perdizes sem conta, eram vistos a esconderem-se nas muitas e cerradas moitas, mesmo à luz do dia.
publicado por luzdequeijas às 12:48
link | comentar | favorito

OS VALORES E A FAMÍLIA

 

 As instituições publicas têm sido em Portugal “monstros sagrados”. Esmagam a Sociedade civil, através do pagamento de impostos, que ela não pode pagar !

Tal sugador, nada tem a ver com ela. Existe e cresce, não para servir a sociedade civil, mas para servir os inúmeros interesses e aligeirar as estatísticas. 

Por lá passam todo o tipo de interesses. Também a corrupção e os vícios do sistema político. Também a falta de transparência que é nacional. Também os privilégios dos defensores do “Estado Patrão”.

 

Tudo isto não é pessimismo, é ir ao fundo do poço e sem essa viagem, as coisas não se alteram.

 

Foi o povo mais desprotegido, que se habituou a resistir e a desconfiar de um Estado professoral e intrometido, que manteve sentimentos correspondentes ao que hoje a esquerda chama, com horror, de “neoliberalismo”.

 

Desde sempre foi este poder estatal o causador do endividamento crónico do Estado, da inflação e das ameaças de bancarrota. Não o povo.

 

Só em 2006 a nossa divida pública cresceu cerca de 7 mil milhões de euros!

publicado por luzdequeijas às 12:40
link | comentar | favorito
Segunda-feira, 1 de Outubro de 2012

O DESERTO

 

 

 

Deus tem propósitos para a vida de cada um de nós, ELE usa vários meios para se revelar e mostrar a sua vontade. Deus leva os escolhidos a realizar os seus propósitos e a obter maturidade espiritual para experimentar o cumprimento das promessas que ELE fez.

Esse meio que ELE usa é o deserto, lugar de sofrimento, falta água, calor durante o dia e muito frio à noite, lugar de sofrimento.

Abraão e José foram homens de Deus chamados para realizar os seus propósitos, todos eles passaram por crises, solidão, angustias, sem saberem muitas vezes o porquê de tantos sofrimentos e desafios para alcançarem a promessa , eles nos têm deixado exemplos de paciência e fé. 

Nas nossas vidas também não é diferente, Deus fala-nos de algo bom, maravilhoso, faz-nos promessas, mas de repente, situações adversas nos acometem, parecendo caminhar em direção contrária ao que Deus disse.  

Porque desafia a nossa fé em Deus e dá-nos a certeza que teremos a vitória, mas não desanime, não se entregue, tudo isso faz parte de um treino para nops fazer uma pessoa mais humana, buscar mais a Deus, moldar-te ao jeito que Ele quer , pois o Deus que envia também cuida. ELE está contigo. ( .. ) 

 

 

 

publicado por luzdequeijas às 19:50
link | comentar | favorito

“ CONTRA O BLOCO CENTRAL “

 

(.) “Deve dizer-se que, há quase vinte anos, o bloco central evitou a bancarrota, mas também serviu para criar o tal pântano de interesses e compadrios em todos os níveis do Estado, de que ainda hoje há sinais muito evidentes. Alimentou um espírito de partilha de poderes e de benesses a dois, como se os socialistas e os sociais-democratas fossem os donos do país. E quanto à eficácia governativa, se exceptuarmos as negociações com o FMI e os passos dados no caminho da integração europeia, ela foi praticamente nula. Basta lembrar que uma das justificações para a formação do bloco central foi a urgência das famosas reformas estruturais e ele chegou ao fim sem que os dois partidos tenham chegado a entender-se sobre uma única, apesar de se consumirem em negociações intermináveis.

Não é por ter a apoiá-lo em S. Bento um exército de deputados laranja e cor-de-rosa, representando 80 ou 85 % dos votos, que um governo tem mais coragem, mais vontade política e mais competência para enfrentar os problemas existentes e avançar com as reformas necessárias. Tudo depende de quem o dirige e da equipe que consiga formar.                                              

 

Fernando Madrinha- Expresso 19 Janeiro 2002

publicado por luzdequeijas às 19:41
link | comentar | favorito

.Fevereiro 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
16
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28


.posts recentes

. O CONCEITO DE SERVIÇO PÚB...

. MUDAR SÓ POR MUDAR.

. CENTRO DE DIA DE QUEIJAS

. ALMOÇO MUITO INDIGESTO

. FUMO BRANCO E NEGRO

. ENDIVIDAMENTO PÚBLICO E P...

. A POLÍTICA COR-DE -ROSA

. OS QUATRO IMPÉRIOS

. O ASSOCIATIVISMO

. DOUTOR DA MULA RUÇA

. A CLASSE MAIS CASTIGADA

. AS VITIMAS DA CIGARRA

. O NOSSO ENTARDECER

. A SACRALIDADE DA PESSOA H...

. SABER TUDO ACERCA DE NADA

. A NOSSA FORCA

. A MORTE ECONÓMICA

. GERAÇÃO DE OURO

. OS TEMPOS ESTÃO A MUDAR

. SEDES DE RENOVAÇÂO “

. 200 000

. DO PÂNTANO A SÓCRATES

. O ESTADO PATRÃO

. A MENTIRA

. O SILÊNCIO DOS BONS

. ARMAR AO PINGARELHO

. ENSINO À DISTÂNCIA

. A CIÊNCIA DO BEIJO

. A VERDADE PODE SER DOLORO...

. COSTA V.S MERKEL

. PROTEGER O FUTURO

. RIQUEZA LINCUÍSTICA

. A MÃO NO SACO

. DOUTRINA SOCIAL CRISTÃ

. GRANDE SOFRIMENTO

. IMAGINEM

. LIBERDADE COM SEGURANÇA

. COSTA CANDIDATO

. DEBATES PARTIDÁRIOS NA TV

. NA PÁTRIA DO ÓDIO

. PORTUGAL, UM PAÍS DO ABSU...

. NÓS, NÃO “PODEMOS”

. CIVILIZAÇÃO Pré-histórica...

. AS REGRAS DA VIDA REAL

. UMA SAUDÁVEL "LOUCURA"

. UMA SOCIEDADE SEM "EXTRAV...

. O MUNDO DOS ANIMAIS

. A CRISE NO OCIDENTE

. O POVOADO PRÉ-HISTÓRICO D...

. AS INTRIGAS NO BURGO (Vil...

.arquivos

. Fevereiro 2018

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

.favorito

. COSTA V.S MERKEL

. MANHOSICES COM POLVO, POT...

. " Tragédia Indescritível"

. Sejamos Gratos

. OS NOSSOS IDOSOS

. CRISTO NO SOFRIMENTO

. NOTA PRÉVIA DE UM LIVRO Q...

. SEMPRE A PIOR

. MEDINDO RIQUEZAS

. A LÁGRIMA FÁCIL

.mais sobre mim

.pesquisar

 
blogs SAPO

.subscrever feeds

Em destaque no SAPO Blogs
pub