É A MUNDIALIZAÇÃO E OS TEMPOS QUE AÍ VÊM ! COM SÓCRATES E A SUA FIXAÇÃO PELOS BANCOS E PELAS GRANDES EMPRESAS ( PT; GALP; etc.) DO ESTADO; A NOSSA ECONOMIA MORRERÁ DENTRO EM POUCO. ISTO, NÃO É SER "PROFETA DA DESGRAÇA", ISTO É DIZER A VERDADE AO POVO, AQUILO QUE SÓCRATES NÃO QUER FAZER, OU NÃO PODE! VAI ENTRETENDO, FALANDO DE MITOS, E QUANDO OS IDOSOS ESTIVEREM SEM REFORMAS, O DESEMPREGO FOR MONSTRUOSO E SEM SUBSÍDIO, E O PAÍS ESTIVER PERDIDAMENTE MERGULHADO EM DÍVIDAS, ELES, POLÍTICOS DO PS, EMIGRAM COM OS BOLSOS CHEIOS! O FAMOSO PORREIRO PÁ, IRÁ DIZER, ENTÃO, QUE A CULPA FOI DE BRUXELAS ....
"Em período de férias, descansamos do trabalho de um ano. Felizmente temos direito a isso, e capacidade de o exercer. Outros povos não podem dizer o mesmo. Até há poucos anos, o próspero Japão não oferecia um mês de férias aos seus trabalhadores.
A China, no mesmo ano em que atingiu o segundo lugar do ranking mundial da produção de bens e serviços, mantém uma política restritiva de regalias sociais. A afamada "mundialização" mostra uma enorme discrepância entre um Ocidente que, sendo rico, distributivo e valorizando o conteúdo social da política, está em estagnação económica e um Oriente, que vê crescer as suas economias, mas sem contrapartidas adequadas na área social.
Essa mesma mundialização permitiu ao Oriente crescer, à custa da abertura das fronteiras do Ocidente e à ignorância a que se quis remeter o "seu problema social". Preferimos comprar barato t-shirts descurando quem e como as produz. Preferimos vender ao Oriente as máquinas para produzir essas t-shirts. Ao apenas valorizar o custo dos bens importados, não temos em consideração o sistema social que os enquadra, o Ocidente acelerou o crescimento económico do Oriente, mas deixou instalar a progressiva destruição do seu tecido produtivo centrado na média tecnologia. O Ocidente esperava que a China, a Índia e outros países ficassem pelas t-shirts. Puro engano! Aviões, carros, computadores, electrónica e, em breve, a produção do Ocidente será ultrapassada pela daqueles países, levando ao crescente desemprego nas empresas que não terão possibilidades de concorrerem com os gigantes asiáticos.
Nessa altura, os sistemas sociais Ocidentais não terão capacidade de sobrevivência nos termos em que hoje estão arquitectados. É óbvio que não será apenas aquela a razão explicativa desse fenómeno, mas ignorá-lo não parece atitude lúcida. O Oriente viu crescer a sua economia e pouco faz pelos sistemas sociais. Em suma, uma "mundialização" justa não teria permitido esta evolução em que aquele cresce enquanto o Ocidente estagna. O ideal e correcto seria que o crescimento de uns acompanhasse o de outros, e, para tal, a evolução dos sistemas sociais deveria ser também considerada.
A "mundialização" conduziu não a um sistema de comércio justo, mas apenas de comércio livre e esse, em muitos casos, tem sido injusto. Regular a "mundialização" é decisivo, sob pena de alguns dos seus efeitos potenciarem futuras rejeições e um movimento que não pode parar. Não é obra de um Estado, mas de todos eles. Não é trabalho de um homem, mas de todos, mesmo quando se está de férias."
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