De mansinho (e sem grande eco, note-se), deram-nos a conhecer a introdução de um novo imposto, eufemisticamente chamado de «mecanismo de garantia de potência» e que se traduz em mais uma taxazinha que reverte em em favor das empresas eléctricas.
Disseram-me que existe um partido da oposição que se afirma visceralmente contra qualquer aumento de impostos, ameaçando isto e aquilo. O melhor é esperar para ver …
Entretanto, e porque o negócio da energia subsidiada vai dando bodos a toda uma clientela (e que a parolice e compadrio tenta vender como «Portugal estando na frente…» ….»), pode o leitor confirmar na sua factura de electricidade, a qual julgo não será muito diferente da que de seguida se apresenta, e em que os impostos e rendimentos retirados aos particulares em favor das negociatas «verdes» ditos «custos de interesse económico geral que resultam de medidas de política energética», somam já mais de 50% do valor pago.
Os objectivos de propaganda, que são fórmulas de favorecimento de clientelas e compadrios, tem custos. Elevados. Mas pagos, como sempre, pelos mesmos. Até quando?
