Quinta-feira, 31 de Julho de 2014

GRANDES MALVADOS

 

Por onde andamos nós?

 

É claro que esse movimento da sofística, não se dirige ao povo em geral,  mas a uma elite, àqueles bons oradores que poderiam, nas assembleias públicas, fazer uso da palavra livre e proferir discursos convincentes e oportunos.Com o brilhantismo da participação no debate público, os sofistas deslumbraram os jovens do seu tempo, e desenvolveram o espírito crítico e a facilidade de expressão.

        - A sofística tinha objetivos práticos: preparar os jovens para a disputa política e jurídica;

      - Preocupavam-se mais com a forma do que com o conteúdo do discurso;

      - Os mestres da oratória e da eloquência faziam da retórica uma técnica de dar beleza e encanto ao discurso, para melhor conseguirem convencer;

      - Transformando o discurso numa arte de sedução, a sofística transformou-se num instrumento de manipulação;

A moral, portanto, - como norma universal de conduta - é concebida pelos sofistas não como lei racional do agir humano, isto é, como a lei que potencia profundamente a natureza humana, mas como um empecilho que incomoda o homem.

Dizem, ainda, os sofistas:

Não é verdade que a submissão à lei faça os homens felizes, pois grandes malvados, mediante graves crimes, têm frequentemente conseguido grande êxito no mundo e, aliás, a experiência ensina que para triunfar no mundo, não é mister justiça e retidão, mas prudência e habilidade.

Então a realização da humanidade perfeita, segundo o ideal dos sofistas, não está na ação ética e ascética, no domínio de si mesmo, na justiça para com os outros, mas no engrandecimento ilimitado da própria personalidade, no prazer e no domínio violento dos homens. Esse domínio violento é necessário para possuir e gozar os bens terrenos, visto estes bens serem limitados e ambicionados por outros homens. É esta, aliás, a única forma de vida social possível num mundo em que estão em jogo unicamente forças brutas, materiais. Seria, portanto, um prejuízo a igualdade moral entre os fortes e os fracos, pois a verdadeira justiça conforme a natureza material, exige que o forte, o poderoso, oprima o fraco em seu proveito.

Então, o direito natural é o direito do mais poderoso, pois numa sociedade em que estão em jogo apenas forças brutas, a força e a violência podem ser o único elemento organizador, o único sistema jurídico admissível.

 

publicado por luzdequeijas às 15:23
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Quarta-feira, 30 de Julho de 2014

ASSIM NÃO VAMOS LÁ ....

 

Educação/Saúde                                                                           

Per capita                                                                                                                                                                               

2005 – 879,9 

2006 – 868,2 

2007 – 860,6 

2008 – 883,4 

2009 – 923,7  

2005 – 693,5

2006 - 686,2

2007 - 681,7

2008 – 691,8

2009 – 800,1

 

 

Nos anos da governação socialista, o aumento da dívida pública foi o seguinte:


2005- 11,1 mil milhões de euros
2006- 6,8 mil milhões de euros
2007- 4,2 mil milhões de euros
2008- 5,7 mil milhões de euros
2009- 14,3 mil milhões de euros
2010- 14 mil milhões de euros.

Os números são curiosos e vale a pena referi-los a partir do que saiu publicado no diário italiano ‘La Republica’: Na Alemanha, o per capita dos impostos aponta para 6.919 euros por ano e a despesa social dá 9.171 por cidadão. Na Itália paga-se mais um pouco – 7.350 euros percapita – e o Estado distribui muito menos, só 8.023 por cabeça em gastos sociais. A França, referida como magnânima em subsídios, cobra em média 7.438 euros de impostos e gasta em despesas sociais 10.776 percapita.

O estudo dá para avaliar os governos. Um estado deve ter como prioridade a procura das melhores condições de vida para os cidadãos. O crescimento económico exige políticas eficazes dos recursos e um bom governo na redistribuição da riqueza. É evidente que se tem de produzir riqueza para se poder apoiar de forma solidária os mais desfavorecidos. E, para isso, o essencial é criar boas condições de investimento e assegurar a harmonia social. Não se pode passar o tempo a apertar com os empresários e a ‘esfolar’ os trabalhadores, por conta de um futuro que fica mais complicado todos os dias.

 

publicado por luzdequeijas às 19:51
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CAÇA AOS PORCOS SELVAGENS

 

Encontrando um lugar adequado na floresta e lançando algum milho no chão. Os Porcos vêm todos os dias comer o milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias coloca-se uma cerca. Mas só de um lado do lugar onde eles se acostumam a vir.

Quando eles se acostumam à cerca, eles voltam para comer o milho e coloca-se, do outro lado, uma nova cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam para comer. Continua-se assim até colocar os quatro lados da cerca em volta deles. Com uma porta no último lado.

Os porcos, que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas, continuam a vir. Então, fecha-se a porta e captura-se o grupo inteiro. E, assim, em pouco tempo, os porcos perdem a sua liberdade. Eles ficam correndo e dando voltas dentro das cercas, mas logo voltam a comer o milho fácil e gratuito. E ficam tão acostumados a ele, que esquecem como caçar na floresta por si próprios. E, por isso, aceitam a servidão.

Dá para pensar que podemos chegar, um dia, à situação destes “porcos selvagens”. Quando começamos a ver, sempre e sempre, novas leis de acordo com aqueles que nos dão o milho! Tudo a custo da perda contínua da liberdade (expressão, económica, cultural, social etc.)

 

Não tarda começaremos a comer, migalha a migalha    

             

How to Make Traps for Live Hogsthumbnail

publicado por luzdequeijas às 19:26
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O CONCEITO DE SERVIÇO PÚBLICO

 

Existem vários autores que procuraram dar uma definição do conceito de "Serviço Público". De forma geral, entende-se Serviço Público como aquele que a Administração Pública presta à comunidade porque reconhece-se como essencial para a sobrevivência do grupo social e do próprio Estado. Dentre os principais autores que exploram a natureza de Serviço Público destacam-se os conceitos:

Em Portugal são serviços públicos essenciais os seguintes:6

  • Serviço de fornecimento de água;
  • Serviço de fornecimento de energia elétrica;
  • Serviço de fornecimento de gás natural e gases de petróleo liquefeitos canalizados;
  • Serviço de comunicações eletrónicas;
  • Serviços postais;
  • Serviço de recolha e tratamento de águas residuais;
  • Serviços de gestão de resíduos sólidos urbanos.
publicado por luzdequeijas às 16:09
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SINFONIA NEOLIBERAL

 

NEM TANTO AO MAR NEM TANTO À TERRA …

 

No mundo da modernidade e da eficiência, um presidente de empresa recebeu um convite para uma audição da Sinfonia Inacabada de Schubert.

Como tinha compromisso anteriormente assumido, transferiu o convite para o segundo homem no “board”, pedindo-lhe um relatório da missão.

      No dia seguinte recebeu um “paper”:

“ 1) Durante períodos consideráveis, quatro músicos que tocavam oboé nada tinham para fazer. Eles podiam ser eliminados, donde: os custos seriam distribuídos e haveria mais lucro. 2) Quarenta violinos tocam notas idênticas. Um desperdício. Essa parte poderia ser drasticamente reduzida. 3) Notou-se esforço desnecessário na execução de bemóis e sustenidos. Se o autor os tivesse suprimido, arredondando o valor de cada um deles pela nota mais simples (o si bemol seria apenas si e o dó sustenido seria ré), obter-se-ia considerável economia de meios e uma execução mais rápida e fluente. 4) Não detetei nenhuma finalidade prática na repetição pelos metais dos mesmos temas já executados pelas cordas. Se essas passagens redundantes fossem eliminadas, o concerto poderia obter os mesmos resultados com a economia aproximada de 20 minutos, donde o autor, o vienense Franz Schubert, poderia ter completado a sua sinfonia “inacabada”.  

O relatório foi apresentado na reunião semanal da diretoria sendo considerado no excelente. Na semana seguinte, o presidente do board foi surpreendido com a aceitação do seu pedido de demissão – demissão que ele não pedira. Um novo génio do neoliberalismo ocuparia o seu lugar, justamente o segundo homem da empresa, autor do relatório sobre a peça de Schubert. No exercício seguinte, a empresa demitiu 3170 empregados, fechou 18 filiais espalhadas por 12 estados, numa licitação pública do Ministério do Ambiente, foi considerada a mais indicada para enlatar o ar da Suiça a ser vendido no Cubatão.

 

publicado por luzdequeijas às 15:12
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A FIGURA DE JOÃO SEMANA

 

Entre as várias figuras rústicas que conquistaram o coração do povo, temos eternizado em “As Pupilas do Senhor Reitor”, e pela sensibilidade de Júlio Diniz, a figura do velho médico conhecido por João Semana. De aspeto aparentemente endurecido e rural, o país amou um velho bondoso e abnegado, sempre atento nos serviços médicos que prestava ao próximo!

"Ainda há 'médicos João Semana'. Mas há muito poucos! Então, a exercer no interior do país junto de populações carenciadas, tal como a personagem João Semana, só com muita sorte se achará algum. Estes, são outros tempos, tempos de frias corporações limitadas nas fronteiras dos interesses pessoais e só isso! Daqueles tempos, depois da obra "As pupilas do senhor reitor", os homens beneméritos da Medicina, a exercer no interior desabitado do país e junto de populações carenciadas, sem horário, sem férias, sem carro e baixo salário, deles talvez só tenha sobrevivido a figura querida da população, criada pelo escritor!

Nos tempos que correm, nos quais é forçoso fazer cruzeiros, ninguém aceitaria viver em terras de pobreza e dedicação ao próximo. Horários rigorosamente cumpridos, bons salários e boas férias, quem se lembrará, ou se disporá, a fazer sacrifícios inerentes a uma profissão que já foi de sacerdócio? Sim, hoje, é muito mais fácil atirar as culpas de todas as carências, para cima do Governo ou do Estado patrão? Estado patrão, que não deveria sê-lo, pois, muitas pequenas unidades privadas espalhadas pelo país fariam, certamente, muito melhor do que fazem os grandes hospitais a viverem do orçamento do Estado e a curarem um “braço partido” ou uma “unha encravada”! Hospitais grandes, provavelmente, só para os casos muito complicados, mas rigorosamente bem geridos. Quanto a lamúrias de médicos, lamentando a falta de recursos, humanos ou materiais, e ignorando a possível má gestão destas unidades, e a difícil situação do país, mais parecem iníquos ataques políticos, perdidos nas lamúrias duma comunicação social impreparada!

publicado por luzdequeijas às 14:12
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Terça-feira, 29 de Julho de 2014

A ÁGUIA E A GALINHA

 

Assistimos aos esforços fantásticos dos monopolizadores do ter, do saber e do poder para nos reduzir a simples galinhas. Para nos manter somente nos limites estritos do galinheiro e do terreiro. Para nos subordinar aos seus interesses. Eles são os principais responsáveis pelas ameaças da devastação e destruição que pesam sobre a Terra e a Humanidade. Para continuarem a usufruir dos privilégios usurpados, extraídos dos que sustentam o sistema, se fazem surdos ao clamor desesperado de milhões e milhões de sofredores de todo o mundo e surdos ao grito lancinante da Terra. Atrevem-se a sufocar a nossa águia que nos impulsiona a gritar, a protestar, a resistir e a buscar caminhos de libertação.

Eis aí o grande desafio: salvaguardar a águia, a sua sagrada significação para o destino humano, de fazer-nos voar rumo ao espaço aberto. Não aceitamos permanecer somente na dimensão-galinha obedientes aos mandos dos que nos querem submeter e controlar. Repelimos veementemente o pretensa realismo histórico daqueles que apenas reproduzem o paradigma da dominação, causador de tantos sofrimentos e lágrimas à maioria da humanidade, hoje empobrecida, alienada e excluída. Porque simplesmente prolonga e agrava a crise atual, ao invés de enfrentá-la com alternativas mais esperançosas para os humanos e para a Terra. ( … )

Leonardo Boff, Teólogo e Filósofo, reconhecido internacionalmente na sua luta pelos excluídos do mundo e pela espiritualização ecológica do planeta. Um dos pais da teoria da libertação.   

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2014

CULTURA OCIDENTAL

Covadonga, é uma vila no noroeste de Espanha, perto da montanha dos Picos de Europa, e que representa o ponto mais a norte da ocupação dos mouros. Foi daqui que se iniciou a reconquista dos cristãos ibéricos que venceram uma batalha contra os Mouros, cerca dos anos 718 e 725. Esta foi a primeira vitória do Cristianismo ibérico sobre os mouros ocupantes, que ganhou um significativo simbolismo. Actualmente é um santuário.

A reconquista aos Mouros iniciada em Covadonga foi a origem da reconquista dos territórios ocupados pelos Mouros e que hoje são Portugal . A Independência de Portugal e da civilização Ocidental.

 

A reconquista total haveria de se consumar com a expulsão dos muçulmanos progressivamente empurradas para sul, até à tomada de Granada pelos Reis Católicos.

Muitos séculos se passaram, os quais permitiram a consolidação na península ibérica e em toda a Europa de uma cultura a que mundialmente se chama de Ocidental, com raízes profundas no cristianismo.

Hoje, e depois de um enorme e insistente fervor ateísta assistimos, impotentes, a uma transformação subtil e perigosa levada a efeito por algumas correntes radicais a favor de uma desconstrução da nossa cultura europeia e ocidental ! Com isso, todas as sociedades ocidentais estão a entrar em perda de harmonia estrutural, logo de solidez. 
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TRANSFORMAÇÃO SUBTIL E PERIGOSA

Depois de um enorme e insistente fervor ateísta assistimos agora, também impotentes, a uma transformação subtil e perigosa de algumas correntes radicais a favor de uma desconstrução da nossa cultura europeia e ocidental! Com isso, todas as sociedades ocidentais estão a entrar em perda de harmonia estrutural, logo de solidez. E por isso elas, na sua atuação, estão a comprometer o presente e o futuro desta nossa milenar civilização.


Tais correntes radicais são certamente o expoente máximo de um bem-estar social a que chegou esta nossa cultura e que é hoje tomado por elas como escasso e também considerado como um dado adquirido num mundo repleto de incertezas no futuro.


Os sistemas de ensino entraram, em Portugal, numa desencantada e vazia fonte de aprendizagem não dando aos alunos uma perspetival real da cultura que nos trouxe até aqui, perdendo-se ultimamente em preocupações “abrilistas”, sobre figuras de um passado recente, bem pequenas e irrisórias quando comparadas com uma larga visão de um mundo, de um país e de uma civilização de milhares de anos.


Nunca tais racionalistas radicais poderão entender a grandeza de gente muito anterior ou posterior a Cristo que, muito para lá da barriga e do conforto, se preocupou essencialmente em desvendar os segredos da natureza, do Homem e do universo, procurando descobrir o seu lado espiritual e superior.


Nunca eles poderão entender ou querer entender, se o universo funciona como um grande pensamento divino. Tais seres limitam-se a pensar que eles próprios são o universo!

publicado por luzdequeijas às 13:50
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2014

A EDUCAÇÃO QUE TEMOS!

 
8:19 Segunda, 14 de Janeiro de 2013

Cerca de 70 por cento das escolas na Holanda são privadas. Ou seja, o sistema público de educação da Holanda é baseado em colégios privados com contratos de associação com o Estado. Em vez de gastar dinheiro na construção de escolas estatais, o Estado financia directamente os alunos e as famílias através do pagamento das propinas nos tais colégios; o colégio recebe x por cada aluno público. Em Portugal, estes colégios representam apenas 4% da rede escolar. Sim, é verdade que os 70% da Holanda são um desvio, mas uma curta investigação diz-nos que este modelo é comum na Bélgica (50%), Espanha (25%), França (20%), Malta (24%), Reino Unido (16%).

Estamos a falar de escolas privadas que fazem um grande serviço público. Não é por acaso que acontece o seguinte: quando ameaçam fechar estes colégios aqui em Portugal, as cidades, as vilas, as terras, os pais, os alunos, no fundo, as comunidades levantam-se em peso. Porquê? Porque são melhores do que as escolas estatais, muito melhores. Com o mesmo tipo de aluno, estes colégios conseguem resultados superiores. Mais: conseguem esses resultados com menos dinheiro. Para o contribuinte, é menos dispendioso suportar a propina do "João" no colégio privado do que suportar o "João" na escola estatal do outro lado da rua.

Vamos agora supor que o primeiro-ministro tinha a coragem e a inteligência para propor uma mudança estrutural no ensino. Vamos supor que o primeiro-ministro dizia o seguinte: "portugueses, o nosso ensino tem de mudar, não tem bons resultados e é demasiado caro. Julgo que existe um modelo superior e, ainda por cima, menos dispendioso. Seguindo muitos países europeus, iremos apostar nos contratos de associação com colégios privados. E as escolas estatais desta ou daquela região vão ser concessionadas às administrações dos colégios privados. Porque não deixa de ser curioso:

 

 com o mesmo tipo de crianças, com as mesmas origens geográficas e sociais, um colégio com contrato de associação consegue resultados muito superiores à escola estatal do outro lado da rua. 

 

Temos de aproveitar isso, temos dar às nossas crianças todas as oportunidades. Por isso, dezenas de experiências-piloto vão arrancar este ano, dezenas de escolas estatais passarão a ser geridas por colégios privados. Se os resultados melhorarem, essa mudança será oficializada em todo o país". Ora, no final deste discurso, já a impressa estaria cheia com a habitual salada de inconstitucionalidades e neoliberalidades. Estaríamos a melhorar o rendimento escolar das nossas crianças (com base em dados insofismáveis) e estaríamos a poupar dinheiro do erário público (com base em dados insofismáveis), mas tudo isto seria inconstitucional antes do almoço e fascista depois dum copinho de vinho.



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/a-holanda-tem-uma-educacao-inconstitucional-quica-fascista=f779277#ixzz38QViEQ5F

publicado por luzdequeijas às 23:13
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COGITO, ERGO SUM

 

Wiquipédia

Cogito, ergo sum significa "penso, logo existo"; ou ainda Dubito, ergo cogito, ergo sum: "Eu duvido, logo penso, logo existo", (em latim, quando não funciona como verbo de ligação, o verbo sum - ser/estar - pode ser traduzido como 'haver', ou 'existir', com um sentido aproximado da sua ocorrência na construção "Era uma vez uma princesa...", equivalente aproximada de "Existiu, certa vez, uma princesa..."). A citação é uma conclusão do filósofo e matemático francês Descartes alcançada após duvidar da sua própria existência, mas comprovada ao ver que pode pensar e, desta forma, conquanto sujeito, ou seja, conquanto ser pensante, existe indubitavelmente.

Descartes pretendia fundamentar o conhecimento humano em bases sólidas e seguras (em comparação com as fundamentações do conhecimento medieval, cujas bases não eram claras e distintas). Para tanto, questionou e colocou em dúvida todo o conhecimento aceito como correto e verdadeiro (utilizando-se assim do ceticismo como método, sem, no entanto, assumir uma posição cética). Ao pôr em dúvida todo o conhecimento que, então, julgava ter, concluiu que apenas poderia ter certeza que duvidava. Se duvidava, necessariamente então também pensava, e se pensava necessariamente existia (sinteticamente: se duvido, penso; se penso, logo existo). Por meio de um complexo raciocínio baseado em premissas e conclusões logicamente necessárias, Descartes então concluiu que podia ter certeza de que existia porque pensava.

A frase "Cogito, ergo sum" aparece na tradução latina do trabalho escrito por Descartes, Discours de la Méthode(1637), escrito originariamente em francês e traduzido para latim anos mais tarde. O trecho original era "Puisque je doute, je pense; puisque je pense, j'existe" e, em outro momento, "je pense, donc je suis". Apesar de Descartes ter usado o vocábulo "logo" (donc), e portanto um raciocínio semelhante ao silogismo aristotélico a ideia de Descartes era anunciar a verdade primeira "eu existo" de onde surge todo o desejo pelo conhecimento

publicado por luzdequeijas às 16:58
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Quarta-feira, 23 de Julho de 2014

OS DESESTABILIZADORES DE SERVIÇO

 

OS TURISTAS fogem como o diabo da cruz dos destinos onde haja o mínimo indício de agitação política ou social – para não falar de guerras, greves e crises declaradas. Qualquer agente de viagens tem a consciência desta tão direta relação causa-efeito entre turismo e paz.

Portugal tem necessidade, como de pão para a boca, de conseguir algum (ou muito) crescimento de modo a ir colmatando o numeroso contingente de pessoal desempregado. Ora, atrair investidores estrangeiros, por força da crise que nos esmaga e também da constante agitação social (fomentada) que alguns profissionais na matéria vão desencadeando, não está fácil de conseguir. O turismo, ainda assim, e apesar do seu caráter sazonal, será aquilo que está mais à nossa mão.

Mas o clima de agitação social está aí nas ruas. Infelizmente está por todo o lado, mesmo dentro das nossas casas, pela mão de sindicalistas encartados na dita agitação e até na comunicação social. Esta, não descobre nada de positivo nos seus noticiários que se faça neste país! São sempre notícias deprimentes a massacrarem os desgraçados idosos, retidos em casa por força da pesada contribuição paga pela austeridade, portanto de bolsos vazios, e também a  generalidade dos portugueses quando chegam a casa. Aqui, outra vertente se ergue, as corporações da função pública! Sindicalistas, enfermeiros, médicos, empresas públicas, professores etc. Esta gente nem sequer pensa, nos altos privilégios que os bafejam. Emprego seguro, bons vencimentos, boa assistência social etc. Tudo em troca de ridículas contribuições que pagam e que o seu patrão não cativa antes, vai ao bolso dos portugueses, através do Orçamento do Estado! Também não pensam no exército de desempregados, nem nos quase 30% de descontos que a atividade privada paga (entre trabalhadores e patrões) para manter um SNS, ao qual também eles recorrem!

Não seria muito mais saudável que todos os empregados e patrões (do Estado e do privado) pagassem o mesmo? Era bonito ter tal igualdade exarada na nossa Constituição. Entretanto, lá vamos ouvindo notícias do género: fulano morreu por falta de uma simples ferramenta, no hospital tal! Isto num país em profunda crise, e no qual ninguém pode tocar nas "conquistas" da função pública. É obra!     

publicado por luzdequeijas às 21:40
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AS NINFAS

 

As ninfas, segundo a mitologia grega, eram deusas subalternas dos rios, fontes, bosques, florestas, prados e montanhas, personificavam as forças vivas da natureza. Possuíam extraordinária beleza, alvura e delicadeza, e eram amigas dos brinquedos e das pândegas. Distinguiam-se as Oceânides e as Nereidas (ninfas do mar); as Náiades (ninfas das fontes e rios); as Oréades (ninfas dos bosques e grutas); as Dríadas e Hamadríadas (que habitam as cascas dos carvalhos). Criaram Baco e outros deuses. São representadas como lindas moças, coroadas de pérolas, tendo nas mãos fitas e flores ou uma concha, ou ainda uma urna, por onde correm as águas de uma fonte.

Foto - água, Nymph., longo, saudável, Hair., bonito, menina sorridente, em, violeta. Fotosearch - Busca de Imagens Fotográficas, Impressões, e Fotos Clipart

Já na mitologia romana, confundem-se com as Graças. Tal como são conhecidas. Embora pouco relevantes na mitologia greco-romana, a partir do Renascimento as Graças se tornaram símbolo da idílica harmonia do mundo clássico, e do nome latino para as Cárites ou cariátides gregas, eram as deusas da fertilidade, do encantamento, da beleza e da amizade. É provável que o seu culto se tenha iniciado na Beócia, ali consideradas deusas da vegetação. O nome de cada uma delas varia nas diferentes lendas.

publicado por luzdequeijas às 10:42
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ADSE VS SNS

ADSE - 2009 Foi ano de recordes

Mas não é só este ano que as opções políticas terão reflexo nas contas da ADSE. O plano de actividades ilustra bem o impacto que a abertura da ADSE aos funcionários com contrato de trabalho teve no orçamento de 2009. Desde logo, este alargamento fez com que mais 83 mil pessoas (34 mil titulares no activo, 18 mil aposentados e 31 mil familiares) tivessem aderido ao sistema, que no final do ano passado contava com mais de um milhão e 300 mil beneficiários.

Consequentemente, os gastos com os benefícios de saúde também cresceram e atingiram quase mil milhões de euros (986 milhões de euros). Trata-se do montante mais elevado da última década e que representa um aumento de 30 milhões de euros face ao ano anterior.
E para onde foi este dinheiro? Cerca de 47 por cento do total destinou-se a pagar pelos serviços prestados pelo SNS, uma despesa que este ano sairá da alçada da ADSE; 23 por cento serviu para pagar às clínicas e prestadores de serviços que têm convenção com a ADSE, e 19 por cento foi gasto na comparticipação de medicamentos. O regime livre, modalidade que permite aos funcionários dirigirem-se a qualquer médico e depois receberem uma comparticipação, levou quase 12 por cento das verbas.
Na prática, cada funcionário custou à ADSE quase 800 euros. Menos do que em 2008, é certo, mas isso deveu-se ao aumento do número de beneficiários, que fez com que o bolo tivesse que ser dividido por mais bocas.

Criada em 1963, a ADSE assegura a comparticipação das despesas de saúde dos funcionários públicos. Os seus beneficiários têm de descontar 1,5 por cento do salário mensal, caso estejam no activo, ou 1,3 por cento da pensão.

publicado por luzdequeijas às 10:20
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Terça-feira, 22 de Julho de 2014

AGÊNCIAS NOTICIOSAS

 

Abordagem simples do percurso histórico percorrido pelas agências noticiosas, de âmbito nacional, em Portugal. O interesse em realizar um trabalho desta natureza surge, principalmente, quando constatámos haver na generalidade um enorme desconhecimento desta realidade portuguesa.

Sendo órgãos de comunicação social que trabalham para outros órgãos de comunicação social, a sua atividade de “grossista de informação” desenvolve-se normalmente, nos bastidores da atividade mediática, e só indiretamente se reflete no serviço informativo quando ocorrências notáveis carecem de rápida transformação em notícia. Cremos que para muitos as suas origens, a sua atividade e o seu percurso até aos dias de hoje, as agências de informação constituem entidades quase abstratas, das quais temos apenas um conhecimento muito superficial. É, em nossa opinião, um desconhecimento imerecido e prejudicial para a compreensão do funcionamento de toda a atividade jornalística, pois não evidencia a realidade, de as agências noticiosas desempenharem um papel fulcral na recolha, filtragem e difusão noticiosa. As agências de informação constituem-se em importantes decisores primários das ocorrências que poderão ascender a notícia e das que permanecerão ignoradas – e são,consequentemente, poderosos definidores da agenda jornalística. Em Portugal, a atividade das agências noticiosas de âmbito nacional começa em 1944, em pleno Estado Novo. Desde essa altura e até à atualidade, existiram cinco agências distintas, e um longo e acidentado caminho foi percorrido. A abordagem da história destes media não tem lugar nos manuais sobre a história da comunicação social portuguesa e permanece desconhecida da maioria do público, atrevemo-nos a dizer, da própria classe jornalística e até dos estudantes de comunicação social.

De uma forma superficial e limitada, abordámos sucintamente a origem das agências noticiosas, no século XIX, e a introdução do seu “serviço de agência” nos jornais portugueses por cada uma das agências de informação nacionais: Lusitânia, Agência de Notícias e Informação, Agência Noticiosa Portuguesa, Notícias de Portugal e Agência LUSA.

publicado por luzdequeijas às 14:00
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Segunda-feira, 21 de Julho de 2014

FISCALIZAÇÃO PREVENTIVA OU SUCESSIVA?


O constitucionalista Jorge Miranda espera que o Tribunal Constitucional decida "ainda em janeiro" relativamente ao OE2013, preferindo que a fiscalização tivesse sido preventiva e uma intervenção do Presidente da República "a montante", com "uma magistratura de influência nos bastidores".

Jorge Miranda falava no debate do Clube dos Pensadores, que sexta-feira à noite decorreu em Vila Nova de Gaia, e respondia assim a uma pergunta sobre a atuação do Presidente da República, Cavaco Silva, que suscitou junto do Tribunal Constitucional a fiscalização sucessiva do Orçamento do Estado para 2013 (OE2013).

"Acho que a intervenção dele [Presidente da República] deveria ter sido a montante, deveria ter sido aquando da apresentação da proposta de Orçamento na Assembleia [da República] procurando um consenso entre as forças políticas - particularmente do Partido Socialista e dos partidos do Governo - para se chegar a uma solução que evitasse estes problemas", considerou, defendendo que "devia ter havido uma magistratura de influência nos bastidores, obrigando os partidos a negociar e a conversar".

Jorge Miranda reiterou que preferiria "naturalmente" a "fiscalização preventiva e não a sucessiva", considerando que "agora o que é importante é que o Tribunal Constitucional se pronuncie o mais rapidamente possível".

"Na fiscalização preventiva há um prazo de 25 dias que, aliás, o Presidente da República pode encurtar. Na fiscalização sucessiva não há prazo, embora o próprio Tribunal Constitucional possa ele, atendendo à gravidade da matéria, dar prioridade a este tipo de questões. Eu espero que assim aconteça, que o Tribunal Constitucional decida ainda em janeiro", enfatizou.

O constitucionalista esclareceu ainda que "não é o orçamento que é submetido ao tribunal, são apenas algumas das normas do orçamento" e que "mesmo que algumas dessas normas sejam declaradas inconstitucionais, o orçamento no seu conjunto continua a vigorar".

publicado por luzdequeijas às 21:28
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O QUE FAZ O JORNALISTA:

As funções que competem ao jornalista, vão muito além da básica informação. Esta é, sim, a fonte do jornalista. À priori, o que confere status social a um jornalista é o facto de ele utilizar os mídias de massa (jornais, revistas, TV, rádio) no seu ofício e assim ter visibilidade.

Basicamente, ele colhe informações na fonte e transmite-as ao público. O que não é tão simples quanto parece. Para cumprir a sua missão, este profissional precisa, muitas vezes, improvisar, exercitar o seu espírito crítico, situar a informação dentro de um contexto social e interpretá-la. Antes, o repórter fazia a seu trabalho e passava-o ao revisor e às outras funções na redação do jornal.

Agora, o jornalista tem que dominar todo o processo, como seja a prática de coletar, redigir, editar e publicar. Dado que não há tempo a perder num mundo de notícias em tempo real.

Por isso, as ações do jornalista precisam ser pautadas pela ética e pelo discernimento.

Neste aspeto, as coisas começaram a modificar-se bastante para o jornalista clássico. As fronteiras entre as funções dentro de um jornal, estão a ficar bastante ténues. 

Ele deve entender e ter uma visão bem ampla da sociedade, e daí a formação superior exigida ao Jornalista, com conteúdos generalistas, e disciplinas como História, Antropologia e Filosofia etc. Além disso, ele deve munir-se de vastos conhecimentos específicos da carreira, que hoje requerem constante atualização, especialmente no campo da internet e restante informatização.

 

publicado por luzdequeijas às 16:23
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JORNALISMO ONLINE

 

Que jornalismo praticar neste novo meio de comunicação que ameaça suplantar todos os outros? Em primeiro lugar, como atrás foi dito, pode-se fazer através dos media tradicionais, que, não podendo ignorar o crescimento exponencial do novo fenómeno, se sentiram obrigados a criar os seus próprios websites para responder ao desafio da internet.

Só que um website não pode ser a mera transmissão do conteúdo de um órgão de informação clássico (sites  como o Newseum.org, que reúne primeiras páginas de jornais de todo o mundo, atualizadas dia-a-dia, ou o português Tvtuga.pt”, que contém links – ligações instantâneas, por via eletrónicas, a outros sites à semelhança das notas de um livro – para dezenas de canais de televisão nacionais e estrangeiras, são exemplos, entre muitos outros, da forma voraz como a internet se apropriou do conteúdo tradicional dos media clássicos). A internet é muito mais do que isso, pois constitui uma forma específica de comunicação (tal como qualquer um dos outros media), com recursos, técnicas e uma linguagem próprios. O que quer dizer que os media tradicionais, ao alojarem-se na rede, terão não só de adaptar os seus conteúdos ao novo meio como de criar conteúdos específicos, de acordo com uma forma de comunicação que é completamente distinta.     

publicado por luzdequeijas às 13:01
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Domingo, 20 de Julho de 2014

ALDEIA GLOBAL

 

Não admira que, com estas caraterísticas, a comunicação digital esteja a tomar conta dos circuitos informáticos em todo o lado de uma forma avassaladora. Os suportes digitais desdobram-se hoje nos mediam mais diversos, não só nos órgãos tradicionais (imprensa, rádio e TV), são hoje produtos com base na nova tecnologia como o digital permitiu o surgimento de toda uma série de novas formas de comunicação – telemóveis, ecrans de plasma (incluindo nos espaços públicos), câmaras digitais, DVD, iPods, consolas de jogos, etc.

Mas foi a internet que se tornou na plataforma preferencial em que assenta a comunicação digital. É um fenómeno recente, que começou a alastrar há pouco mais de uma década, mas que se tornou incontornável, ameaçando, de forma por ventura irreversível, todos os media tradicionais, os quais, para prolongarem a sua sobrevivência, se viram obrigados a ocupar também um lugar no ciberespaço.

A internet é acessível instantaneamente em qualquer parte do globo, e a partir dela pode-se também estabelecer uma ligação para qualquer outra parte, desde o vizinho do prédio até um correspondente nos antípodas. É a concretização de efeito de <aldeia global>, que nos inícios dos anos 60 do século passado (antes de qualquer ideia sobre a internet) o tórico canadiano da comunicação Marshall McLuhan previu que os media iriam introduzir na nossa sociedade.

Hhtp//pt.Wiquipédia.org         

publicado por luzdequeijas às 19:07
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CONSELHOS AVISADOS

FRASE

Há que encarar de frente o facto de que os problemas com que nos confrontamos serem de duração prolongada

Jorge Sampaio - Ex Presidente da República

CM; 20 Julho 2014

publicado por luzdequeijas às 18:19
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PORTUGAL EM 2009

No curto prazo o crescimento dependerá:

1   - De uma conjuntura externa favorável, que propicie mais exportações.

2   – De medidas políticas estruturais e avulsas, embora com efeitos muitos estreitos.

3   – Da ocorrência de investimentos volumosos, públicos e/ou privados, necessariamente financiados no exterior: Uma de duas: ou há sorte, vinda de fora, ou hipotecar-nos-emos. E todos os governos estão “amarrados” a tais circunstâncias: têm, portanto, de ser sérios, assumir e explicitar este intransponível condicionamento. Afinal, o que fazem é, exatamente, o contrário. Não ingenuamente: os principais partidos querem, no imediato, manter boas sondagens, preparar e ganhar eleições. Para tanto, criam e sustentam ilusões sobre a sua capacidade para impulsionar crescimento, gerar emprego e melhorar o nível de vida. É apenas um embuste!

4   – Hoje, Julho de 2014, depois de em 2011 e, por não haver dinheiro para pagar dívidas e salários, muitos têm medo de dizer e escrever que Portugal bateu no fundo, na bancarrota, eis que chegou, a muito custo, a Troika com a sua austeridade.

A situação do País era tão má, que nenhum dos pontos considerados salvadores aconteceu! Hoje, são os reformados que pagam a crise, passando muito mal! O partido responsável pela tragédia, finge nada ser com ele e, se pudesse, voltaria de imediato para o “poder”, mesmo sem saber como salvar este pobre País! Valha-nos DEUS!      

publicado por luzdequeijas às 17:56
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Sábado, 19 de Julho de 2014

ÁGUA PERDIDA NO TRANSPORTE

Assim, a sábia gestão de um qualquer sistema de abastecimento de água, implica o seu conhecimento e o conhecimento das suas principais deficiências, de modo que se possa atuar sobre as perdas, com os consequentes ganhos de eficiência. Ganhos estes que se traduzirão também em ganhos económicos, ambientais e sociais.

 

Sendo o produto em causa a água, que é necessário captar, tratar e transportar até aos locais de consumo, torna-se evidente a relevância de que se revestem os aspetos hidráulicos, objeto da presente comunicação, na concretização deste objetivo.

 

O objetivo de qualquer entidade gestora de sistemas de abastecimento de água é pôr à disposição do maior número possível de cidadãos da sua área de jurisdição, a água de que eles necessitam:

a) Em quantidade suficiente;

b) À pressão adequada;

c) Com a qualidade satisfatória;

d) Sem interrupções;

e) Em condições de eficiência tão elevada quanto possível em termos do uso dos recursos naturais, humanos, tecnológicos e financeiros.

 

A quantidade de água perdida é um indicador importante da eficiência de uma entidade gestora, tanto em termos absolutos num dado momento, como em termos de tendência ao longo dos anos. Volumes anuais altos e com tendência para aumentar são um indicador de ineficaz planeamento e construção, bem como de deficiente manutenção e operação do sistema (Hirner W., et al, 1995).

 

A quantidade de água disponível nos locais de consumo é não só função da disponibilidade de água na origem em termos de quantidade e qualidade, mas também da capacidade de captação, de tratamento e de transporte, dependentes do funcionamento hidráulico do sistema.

 

A garantia de pressão nos locais de consumo é a vertente mais óbvia da questão, uma vez que depende exclusivamente da situação de equilíbrio hidráulico do sistema em cada instante.

 

publicado por luzdequeijas às 19:13
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LIBERDADE DE EXPRESSÃO

 

Algumas figuras históricas destacaram-se pelo seu contributo, a título individual, a favor da consagração do direito à liberdade de expressão, de informação e de imprensa:

John Milton – poeta e homem de letras inglês, que em 1644, numa petição que dirigiu ao Parlamento inglês e depois publicou com o título Areopagitica (palavra grega com a mesma raiz de aerópago), reclamou o direito de imprimir livremente, sem autorização nem censura prévia por parte das autoridades, direito que não existia na altura. E Porquê? Ele diria:

<Acima de todas as liberdades, dêem-me o direito de conhecer, de me exprimir, de discutir livremente segundo a minha consciência>. É uma questão de raiz, filosófica, pouco colocada na altura: o direito de todo o cidadão ter acesso ao conhecimento, ao saber, o direito a discutir sem constrangimentos, segundo as suas ideias, de acordo com a sua consciência – algo que não estava consagrado. Tal exigência como atrás vimos, só acabou por ser atendida em 1694, meio século depois – mesmo assim, uma atitude precoce em termos históricos, para a qual o muito contribuiu a ação de Milton.

http//pt.wiquipedia.com/wki/     

publicado por luzdequeijas às 15:47
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Quinta-feira, 17 de Julho de 2014

“O SISTEMA“

Será certamente oportuno começar pela análise do significado de uma palavra que já anda de boca em boca e, apesar disso, muito poucas pessoas, seguramente, conseguem definir mesmo com pouca exatidão.

A palavra é nem mais nem menos que ”SISTEMA”. Sendo nos tempos atuais utilizada para o futebol, para a política, na cultura e de uma forma geral em todos os aspetos, mas sempre com um sentido envolto em secretismo e processos pouco claros. É assim como a palavra destino, com o seu fatalismo fora do alcance dos homens (a maioria). Em todo o trabalho que será apresentado, iremos transcrever casos típicos sobre a já frequente utilização da citada palavra.

Quando uma qualquer pessoa ouve ou lê uma referência a esta palavra, tudo se passa como se existissem realmente dois mundos, um do comum dos mortais e outro dos excecionalmente dotados ou melhor, dos escondidos. Vamos pois admitir que é isto, num ato de grande benevolência.

Basta agarrar em qualquer jornal, ouvir noticiários ou escutar conversas de café, para deparar com casos onde se diz...” foi o “SISTEMA”, é como se quisessem dizer foi a vontade de Deus, todo-poderoso.

publicado por luzdequeijas às 20:15
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Quarta-feira, 16 de Julho de 2014

REFORMAR? PORQUÊ E PARA QUÊ?

 

Talvez nem sempre, nem nunca! Mesmo assim, mais vale a inação que do que qualquer ação condenada ao fracasso! De algum modo, um pensamento reformista, objetivando exclusivamente liberdade, igualdade ou fraternidade poderá dar-nos perversamente o seu contrário, ou seja servidão, desigualdade e violência!

Certas mudanças para um conservador, têm sempre um custo demasiado elevado, quando o preço dessas mudanças põe em risco ganhos preciosos já conquistados! Uma mudança será fútil, ou até perversa, sempre que destrua aquilo que de bom já existia. Porém, será bom não esquecer que a mudança é inevitável nas sociedades compostas por seres vivos, desde que tais mudanças se façam no respeito pela lei, maneiras, costumes e tradições desse povo. A tradição deve ser o ponto de partida de qualquer ação reformista que respeite os princípios da conservação, transmissão e melhoria.

“Um estado onde não haja alguma mudança, é também um estado incapaz de se conservar.”

É importante conservar condições no todo do país, para evitar que grupos de indivíduos em situações privilegiadas, atuem radicalmente porque nada têm a perder e tudo têm a ganhar. Nos seus arranjos políticos os homens não têm o direito de pôr o bem-estar da presente geração totalmente fora de questão. Talvez a única razão moral que temos nas nossas mãos, seja cuidar do nosso próprio tempo. As verdadeiras reformas são feitas “com sangue frio” e não com precipitação e estado de inflamação típicos da mentalidade revolucionária e destrutiva. É fundamental que uma reforma presente deixe também espaço para novas e melhores reformas futuras.     

publicado por luzdequeijas às 20:05
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Segunda-feira, 14 de Julho de 2014

REVOLUÇÃO DOS CRAVOS

 

O levantamento militar do dia 25 de Abril de 1974derrubou, num só dia, o regime político que vigorava em Portugal desde 1926, sem grande resistência das forças leais ao governo, que cederam perante o movimento popular que rapidamente apoiou os militares. Este levantamento é conhecido por 25 de Abril ou Revolução dos Cravos. O levantamento foi conduzido pelos oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução devolveu a liberdade ao povo português (denominando-se "Dia da Liberdade" o feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução).

Precedentes

- A Guerra do Ultramar, foi um dos precedentes, senão o maior desta revolução.

 

- A cobiça pelos mercados de Angola e Moçambique e das suas ricas matérias primas, por parte das grandes potências terá sido um precedente das duas coisas; da guerra e da revolução.

publicado por luzdequeijas às 23:16
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OS TESTES DO TEMPO NÃO MENTEM

 

Fomos a última geração a ser incentivada para se:

“ Produzir e Poupar”.

As seguintes foram incentivadas para recorrerem ao crédito, até Portugal atingir o endividamento que é hoje, dos mais elevados e escandalosos do mundo! Alguns acreditaram depois da revolução dos cravos, que o consumismo trazia a abastança ao país. Mesmo sem o País produzir!

Tivemos uma alimentação deficiente e ainda ouvimos falar de “uma sardinha para três”. Não tivemos médicos, nem professores, nem tudo aquilo em que agora se esbanja, para apresentar indicadores de gente rica.

Os professores, os médicos, os juízes etc., que havia, não pensavam nos interesses de classe. Pensavam no serviço público que muito os honrava.

Saímos de casa dos pais cedo, muito cedo, às vezes para muito longe e muitas outras vezes, para nunca mais voltar. Roíam as saudades, mas era preciso poupar para enviar “dinheiro” que assegurasse algum sustento aos país já velhinhos e ajudasse a equilibrar as finanças da mãe pátria, já que ela não nos tinha podido ajudar.

Sempre com Portugal no coração, mesmo sem dinheiro para vir de férias, íamos mandando para cá o pouco que sobrava, ou fazíamos nós sobrar apertando o cinto. Soubemos mais tarde que era esse pouco de cada um e o muito porque éramos muitos, que ia permitindo ao nosso país manter uns senhores doutores a ganhar bem e a dizer que a culpa do estado do país era nosso, porque não tínhamos estudos! Não há melhor universidade que a vida! Os maiores empresários portugueses e do mundo não tinham cursado, mas Deus deu-lhes o dom de saberem reproduzir riqueza! Durante muitos anos fomos mantendo um país, que comia muito mais do que aquilo que produzia e, assim, desequilibrava, anos a fio, a sua balança de pagamentos e as contas do Estado.

Foi com muita amargura que tomámos conhecimento do Relatório Elucidativo sobre 2001

Apresentação do Governador Vítor Constâncio do Boletim Económico - Março de 2002, em 30 de Abril de 2002.

A publicação deste Boletim Económico constitui uma oportunidade para realizar uma primeira apreciação do comportamento da economia portuguesa no ano passado usando os dados por enquanto disponíveis. Um primeiro balanço da evolução da economia permite-me identificar três grupos de problemas que defrontamos neste momento:

 

1) Uma desaceleração da atividade económica, que partilhamos com o resto da Europa, mas que tem factores internos próprios;

 

2) Uma difícil situação orçamental que requer uma redução significativa do défice em pouco tempo;

 

3) Um défice estrutural de competitividade a que temos que fazer face com novas soluções que alterem o lado da oferta da economia, por forma a vencer os desafios que nos coloca o alargamento da União Europeia. 

 

publicado por luzdequeijas às 23:09
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PRINCÍPIOS E TRADIÇÕES

 

Os princípios morais como a honestidade, a bondade, o respeito, a virtude, etc., determinam o sentido moral de cada indivíduo. São valores universais que regem a conduta humana e todas as relações saudáveis e harmoniosas.

Ética e moral são temas relacionados, embora diferentes, porque a moral se fundamenta na obediência a normas, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos e a ética, busca fundamentar o modo de viver pelo pensamento humano.

A tradição é a transmissão de costumes, comportamentos, memórias, rumores, crenças, lendas, para as pessoas de uma comunidade. Sendo que os elementos transmitidos passam a fazer parte da sua cultura. Para que algo se estabeleça como tradição, é necessário bastante tempo, para que o hábito seja criado.

A ética, a moral e as tradições são valores a conservar como garantia para quem reconhece que a mudança é inevitável numa sociedade composta de seres vivos. As mudanças devem, ainda, ter em conta as maneiras, os costumes e as leis de um povo. Mas, acima de tudo as reformas devem respeitar as tradições envolvidas nas reformas pretendidas. As tradições devem ser também a base de toda a ação política que deve respeitar o princípio sagrado da conservação e da melhoria. A verdadeira cartilha do reformador terá de passar sempre por este princípio que assegura a evolução estável de uma sociedade Ao invés da fidelidade a normas constitucionais, as mais das vezes, tão longe da realidade dos tempos difíceis.  

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Domingo, 13 de Julho de 2014

A PERFEIÇÃO HUMANA

 

O humano é tão perfeito que nem a imperfeição tolerável lhe escapa. A imperfeição é a causa necessária da variedade nos indivíduos da mesma espécie. O perfeito é sempre idêntico e não admite diferenças por excesso ou por defeito.

Tomando a Bíblia por fonte segura, vejamos o seguinte:

A cada dia que passa o mundo mostra-se mais exigente, como consequência as pessoas também exigem mais de si mesmas. As empresas buscam profissionais mais qualificados, homens e mulheres enchem as salas de cirurgia e as academias, os atores e modelos não podem fugir de padrões pré – estabelecidos e assim segue a humanidade, perdida nos seus próprios ideais. Mas como estes conceitos se aplicam à vida espiritual? Tem-se buscado a melhoria? A perfeição? É possível alcançar a perfeição, espiritualmente falando? Temos exemplos de homens perfeitos na bíblia? Mergulhemos nesta dimensão do espírito e procuremos personagens que se tenham destacado na bíblia como exemplos para aqueles que viveram depois deles! 

Vejamos o caso de Davi, um jovem pastor de ovelhas ruivo que chegou a ser rei de Israel, teria Davi atributos para que fosse considerado um homem perfeito? Não poderia ele ter feito muito mais ou talvez de forma mais perfeita? Não haverá em todos os casos de perfeição, uma dimensão quase infinita?

É absurdo afirmar tudo isto, mas não é absurdo procurar a perfeição! Parafraseando Burke termina-se: "Uma sociedade incapaz de conservar é uma sociedade incapaz de se reformar".

publicado por luzdequeijas às 17:09
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GUERRA FRIA

 

A Guerra Fria foi uma disputa entre os Estados Unidos e a União Soviética, um país capitalista e outro socialista, que teve fim no ano de 1989.

Foi caracterizada pela disputa entre Estados Unidos e URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), principalmente a Rússia, após a Segunda Guerra Mundial, onde ambos os países tentavam mostrar a superioridade dos seus respetivos sistemas económicos.

No entanto, esta caracterização pode ser considerada válida, mas com uma série de restrições, apenas num período imediato após-segunda Guerra, até à década de 1950 e logo depois nos anos de 1960 o bloco socialista decidiu dividir-se entre as décadas de 1970 e 1980, onde a China comunista se aliou aos Estados Unidos numa disputa contra a União Soviética.

Por este motivo, o mundo acabou sendo “dividido” em dois blocos: O capitalista, dominado pelos norte-americanos, e o socialista, comandado pelos soviéticos. Sendo assim, este período também ficou marcado pela corrida armamentista que durante 40 anos deixou o mundo diante da ameaça de uma guerra nuclear.

 

 

publicado por luzdequeijas às 11:35
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Sábado, 12 de Julho de 2014

OS TESTES DO TEMPO

Em todo e qualquer país, em todas as sociedades civis e no mundo inteiro desde que há mundo, há um fio condutor que vai assegurando o seu progresso e a existência da humanidade. Este fio é o resultado daquilo que o Tempo foi deixando ficar, para a orientação do Homem através dos tempos. Apagá-lo, será um crime de “lesa humanidade”!

Nos tempos mais recentes, a humanidade deslumbrou-se com um consumismo desenfreado. E, parece dividida entre duas visões, aparentemente opostas: conservadorismo e progressivismo.

Ao primeiro colaram um rótulo de imobilista e ao segundo de revolucionário esquerdista e amigo dos pobres. Na realidade, tudo acaba por ser, quase, ao contrário! Como alguém terá afirmado: “ existe agora uma “cultura de submissão”, e o sistema político “não cria cidadãos, cria súbditos”. Ora, para que o dito “fio condutor” se fortaleça a bem da humanidade, o mundo precisa da participação de todos os cidadãos investidos como tal. Nunca de súbditos pacatos e obedientes! Incapazes de discernir sobre o caminho certo!

Assim, são visíveis os casos de revoluções que, em lugar de progresso, trouxeram ao Homem e ao mundo, um verdadeiro caos. De forma discreta, a evolução na continuidade, tem assegurado muito melhores resultados, fazendo do conservadorismo algo, conscientemente, progressista!

O nosso fio condutor, obedece a regras inscritas, talvez no universo. Ele pode aguentar esforços de distensão rápida ou mesmo de estagnação e regressão, mas nunca de rutura completa.

Quem tiver o dever, ou a incumbência, de tomar decisões, e não respeitar estas realidades inseridas no célebre fio condutor do mundo e da humanidade, ou até rir delas, poderá provocar nele ruturas de grande dimensão e, muitas vezes, desvios perigosos do rumo certificado pelo já referido “Teste do Tempo”. Aquilo que foi, ou foram, os grandes avanços mundiais e da própria dignidade da sua humanidade, acabará por desaparecer por efeito da entropia ou seja, do lixo avolumado pelo Homem na Terra. Serão estes os casos das grandes civilizações desaparecidas para sempre, ou ainda, o caso de revoluções prometidas ao mundo em nome do seu bem-comum, que redundaram em atrasos maléficos para toda a humanidade! Serão ainda o caso das Grandes Guerras Mundiais, terrivelmente devastadoras.

Burke, atribuiu aos mortos uma funéria ascendência sobre os vivos. A sua intenção terá sido a de alargar os horizontes limitados dos estadistas presentes, alertando-os para a sua circunstancial pequenez humana. “Escutar os mortos, ou pensar nos que estão para nascer, começará por lembrar aos vivos a sua natureza transitória num mundo que não lhes pertence, exceto por empréstimo. Eles, mortos, mais não fazem que nos acordar para a nossa própria condição mortal.”

As tradições da sociedade humana não servem somente para nos educar. Para um conservador, elas têm, principalmente, um papel capaz de oferecer a um estadista normas valiosas para a condução da sua comunidade política. É assim, que o conservadorismo, sem falsas promessas, vai garantindo a evolução e a estabilidade, de que o mundo tanto carece.

 

publicado por luzdequeijas às 16:41
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2014

DOIS BLOCOS

                                  

A evolução interior dos Estados europeus durante o período entre-guerras foi em grande parte responsável pela eclosão da Segunda Guerra Mundial em 1939.

O antagonismo entre o comunismo e o fascismo existia dentro da maioria dos Estados europeus, principalmente nos que haviam sido mais abalados pela Primeira Grande Guerra. A grande depressão económica de 1929 – 1930 agravou ainda mais os problemas políticos nacionais e internacionais. Numerosos países de todo o mundo adoptaram regimes totalitários de governo, a exemplo do que já acontecera na Itália.

Os litígios externos aumentaram, pelo próprio carácter militarista e nacionalista desses regimes, nitidamente expansionistas.

A Liga das Nações falhou na sua tentativa de conciliação por falta de meios, limitando-se a sensações superficiais contra os países que iniciavam as agressões, como foi o caso da Itália, Alemanha e Japão. A partir de 1935, a iniciativa agressora dos países totalitários cresceu. As democracias vencedoras da 1ª Grande Guerra, na expectativa de evitar outro conflito mundial, colocaram-se numa atitude defensiva e pacifista (apaziguamento), sem perceber que encorajavam ainda mais os agressores. Quando tentaram reagir, deram origem à Segunda Guerra Mundial.

De 1939 a 1942 deu-se a ofensiva do Eixo. Operações militares fulminantes deram a vantagem inicial à Alemanha, que se apossou da Polónia e Escandinávia. Em maio – junho de 1940, a ofensiva maciça contra a França terminou com a assinatura de um armistício, entre o governo francês e a Alemanha e Itália.

A tentativa alemã de dominar a Inglaterra falhou. Então investiu contra a Rússia. Ao mesmo tempo, os japoneses, que já estavam empenhados numa guerra contra a China, atacavam os EUA. Dessa forma, a guerra tornou-se total. A entrada dos norte – americanos na guerra fez pender a sorte da luta a favor dos aliados. Em 1943, a resistência do Eixo começou a ser quebrada, para completar em 1945 com a invasão da Alemanha pelos atómicos.

A destruição provocada pela 2ª Guerra Mundial foi impressionante, porque foi efectuada por máquinas modernas. Apesar da vitória, os Aliados estavam divididos. O mundo foi repartido em zonas de influência pelos vencedores, passando dois blocos: o soviético e o ocidental

publicado por luzdequeijas às 19:15
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RESUMO HISTÓRICO DA INFORMÁTICA

 

Vamos agora apresentar um breve relato da história da informática. Breve porque se fossemos contar a sua história com riqueza de detalhes seria necessário escrevermos um livro e não um capítulo propriamente dito.  Para este fim veja-se uma rápida trajectória, abordando o surgimento do primeiro computador, os antecedentes deste fato, e todo o percurso desde a antiguidade até aos dias actuais. 

É de referenciar que a construção destas fascinantes máquinas está directamente ligada com a matemática, ou melhor, com a matemática dos matemáticos.

É difícil passar por esta trajectória sem esbarrar com nomes de matemáticos e desta forma, acredito que a história da matemática nos faz aprender muito a respeito da matemática, assim, a história dos computadores também o faz. Grandes feitos matemáticos aconteceram por força desta mesma história, isto é, da matemática sendo construída, desenvolvida, aprimorada e tomando força na pesquisa de projectos para a criação dos computadores.

Na Segunda Guerra Mundial a Matemática com fins militares teve o seu apogeu. Basta lembrar dois grandes matemáticos, Sir James Lightill, creditado como tendo desenvolvido a Pesquisa Operacional para as forças armadas da Inglaterra, e John Von Neumann, apontado como o criador dos computadores electrónicos dos Estados Unidos.

Esta classe de sistemas continuou a evoluir, até aos dias de hoje, incorporando avanços tecnológicos, principalmente da área de Inteligência Artificial (IA), que possibilitaram uma sofisticação grande nos sistemas computacionais derivados, actualmente chamados Tutores Inteligentes (TI).

Atente-se, agora, brevemente, nos principais fatos desta evolução. O homem não pára. Cada vez mais automatizando as coisas em benefício dele mesmo chega às calculadoras. Milhares de anos se passaram do ábaco até este início e outros passarão até à construção mais elevada da automatização: o computador. Chamado por muitos como extensão da inteligência humana. As calculadoras, da mais simples até às mais sofisticadas (entre elas as gráficas) trouxeram inovações à educação matemática. Cálculos com demora de uma eternidade para serem concluídos, já não são demorados, graças ao advento destes instrumentos.

 

De referir uma experiência obtida num grupo de alunos, ao estudarem as relações entre os coeficientes a, b e c de uma equação quadrática. “Estas experiências só foram possíveis devido às características das calculadoras gráficas e do software Fun, que têm flexibilidade suficiente para que problemas abertos sejam abordados, através de um enfoque não analítico” 

As novas formas de vida que a revolução burguesa trouxe e o desenvolvimento do capitalismo estimularam consideravelmente a vida económica das nações. As relações comerciais tornaram-se complexas e apareceram novas necessidades de dispor de instrumentos cómodos e rápidos, capazes de realizar os já complicados cálculos da época. 

Foi neste contexto que, no século XVII, surgiu a primeira calculadora mecânica conhecida na actualidade e atribuída ao filósofo e matemático Blaise Pascal. Na realidade era só para ajudar o seu pai, que era encarregado de controle fiscal na Normandia. Tal como no ábaco, no qual a operação básica é contar pedrinhas ou contas, numa calculadora mecânica contam-se os dentes de uma engrenagem. A possibilidade de construir tais máquinas viu-se favorecida pela existência de mestre relojoeiros, verdadeiros artífices do fabrico de mecanismos para medição exacta do tempo. Apesar de todos os méritos da construção desta máquina serem atribuídos a Pascal A máquina aritmética, concebida por Blaise Pascal , em 1642, faria automaticamente as operações de somar e subtrair, economizando o tempo e a inteligência do operador. A qualidade do mecanismo era tão medíocre, que virtualmente ninguém o adoptou. 

Em 1673, Gottfried Wilhelm Leibniz propôs uma máquina que, além das operações de somar e subtrair da máquina de Pascal, também dividia e multiplicava, porém não chegou a funcionar com suficiente fiabilidade. 

Baseado no modelo de Leibniz, Charles-Xavier Thomas de Colmar construiu em 1820 uma máquina que funcionava correctamente, chamada aritmómetro. Era prática, portátil e de fácil utilização, sendo a primeira máquina comercializada a fazer sucesso com mais de 1500 exemplares vendidos.  

publicado por luzdequeijas às 19:01
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A ERA DOS COMPUTADORES

E o homem chegou lá. Tanto fez que conseguiu. O maior invento de automatizar e processar informações acabara de nascer. Um novo actor entra em cena. Um actor que nasceu para ser protagonista e brilhar em muitos e muitos filmes. Então...The Oscar goes to...o computador.

Dizer qual foi o primeiro computador não é uma tarefa fácil. Nas leituras que fiz é unânime os seus autores afirmarem que foi o ENIAC. Para Breton (1991) o ENIAC foi a última grande máquina de calcular anterior à invenção do computador. Ao mesmo tempo, contradiz - se ao citar os nomes dos cinco primeiros computadores, incluindo ainda além destes o ENIAC e o SSEC. Alguns especialistas, alguns ligados à própria IBM, consideram o SSEC, como sendo o primeiro computador da história.

Sabe-se, entretanto, que o primeiro computador a funcionar no mundo, em junho de 1948, foi o Manchester Mark I, de origem inglesa.

Qual foi então o primeiro computador? Fico com o ENIAC, afinal é a voz da maioria. Vamos conhecer, então, a trajectória desses possíveis candidatos ao cargo do primeiro computador do mundo. Antes, porém, se torna necessário focalizar o contexto para o surgimento deste invento.

O governo dos Estados Unidos, pressionado pela necessidade de solucionar questões postas pela Segunda Guerra Mundial – entre elas a de conseguir um armamento melhor e mais eficaz - , entregou uma série de projectos a cientistas das mais prestigiosas universidades do país, entre eles os professores Eckert e Mauchly. Entre tais projectos figurava o cálculo das trajectórias dos projécteis das baterias antiaéreas, assim como a elaboração de tábuas de tiros.

Foi neste contexto então, na Segunda Guerra Mundial, que os primeiros computadores iriam surgir, com fins exclusivamente militares. Triste ironia do destino, uma máquina que surgiu como anti-cultura, é hoje a maior aliada da cultura.

Deve ser enfatizado que, embora o acesso à informática na escola possa contribuir para promover a cidadania, ela não surgiu como resposta a este tipo de problema. Não cabe aqui neste resumo uma discussão sobre a história da informática , mas, sim, assinalar que ela se torna uma fenómeno cultural da segunda metade do século XX depois de percorrer o mundo da ciência, da guerra e dos negócios empresariais e se espraiar por praticamente todas as nossas actividades, directa ou indirectamente

publicado por luzdequeijas às 17:42
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EVOLUÇÃO DOS COMPUTADORES

 

Primeira Geração

O início da construção do ENIAC, em 1942, marca o aparecimento da primeira geração de equipamentos e a utilização de válvulas electrónicas. As suas principais características: eram grandes (gigantescos até), manutenção muito complicada, exigiam ambiente refrigerado, muito lentos, faziam apenas uma tarefa de cada vez, exigiam técnicos altamente treinados para os operar, os dispositivos de entrada e saída eram primitivos, a sua programação era feita em linguagem de máquina.

O IBM 650, marca o fim da primeira geração, que chegou à incrível marca de vendas de 1.000 unidades.

Segunda Geração

A segunda geração de computadores utilizava transístores e outros dispositivos semicondutores sólidos ligados a painéis de circuitos nos computadores. Os circuitos transistorizados eram menores e mais confiáveis, geravam pouco calor, eram mais baratos e exigiam menos energia eléctrica que as válvulas electrónicas.

Terceira Geração

Se o salto da válvula para o transístor foi significativo para a evolução da informática, o do transístor para o circuito integrado foi vital, pois só após esta nova tecnologia é que realmente a informática se popularizou e desenvolveu da forma que conhecemos hoje.

Com o advento dos circuitos integrados, surgiu a terceira geração (1965), que é marcada pelo lançamento sensacionalista que a IBM fez de sua linha 360, a qual apresentava pela primeira vez vários modelos para que o comprador pudesse escolher segundo as suas necessidades, e não de acordo com a vontade da indústria.

O CI (circuito integrado) permitiu que as máquinas fossem tão reduzidas em termos de peso e tamanho que isto não mais significava barreiras para a sua utilização. O seu consumo de energia eléctrica passou então a ser insignificante.

Foi graças a estas inovações, por exemplo, que hoje temos os computadores portáteis e de bolso.

Quarta Geração

Se até aqui a fronteira entre uma geração e outra é muito nítida e bem definida, agora já não o é mais. Senão vejamos: enquanto nas anteriores as mudanças eram físicas, com mudanças na arquitectura electrónica dos computadores, agora é uma questão de evolução de um mesmo componente: o chip.

Quinta Geração 

Estamos nos primórdios desta nova geração e as coisas estão evoluindo de tal forma que fica difícil definirmos a época que estamos vivendo. Com o nascimento da quinta geração o homem preocupou - se ao mesmo tempo em simplificar e miniaturizar o computador e também em obter recursos ilimitados com o mesmo. Os computadores de quinta geração tem como características principais: componentes com altíssima escala de integração e velocidade de processamento, inteligência artificial, etc.



 

 

 

 

 

 

publicado por luzdequeijas às 17:32
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OS COMPUTADORES DE HOJE

 

Actualmente, os micro-computadores são a categoria mais importante de sistemas de computadores para utilizadores finais. O poder de computação dos micro-computadores agora excede o dos computadores centrais das gerações anteriores, e isto a uma fracção do custo destes computadores. Dessa forma, tornam-se poderosas estações de trabalho interligadas para os utilizadores finais.

Os micro-computadores são apresentados numa multiplicidade de tamanhos e formas para uma série de propósitos. Os PCs, por exemplo, são encontrados em modelos de porte manual, notebook, lap-top, de mesa, etc. A maioria dos computadores são desktops projectados para caber numa mesa de escritório, ou notebooks para aqueles que desejam um PC pequeno e portátil para as suas actividades de trabalho e de estudo, ou simplesmente, para fins lúdicos.

Conforme foram acontecendo as descobertas, os matemáticos, pesquisadores e outros foram contribuindo para a evolução metodológica da matemática. Matérias muitas vezes repudiadas pelos alunos, devido à sua complexidade, hoje podem ser vistas de uma outra maneira, através dos inúmeros softwars propícios para tal objectivo. Com o acesso aos computadores cada vez mais facilitado, as pessoas estão descobrindo que a matemática requer apenas um pouco de raciocínio e concentração e que pode, também, ser aprendida de maneira lúdica, isto é, através de jogos electrónicos .

Para Valente (1993) os computadores, através das influências americana e francesa começaram  timidamente, a fazer parte das nossas escolas, no começo da década de 1980. Hoje, graças aos benefícios que eles podem proporcionar nesta área, é difícil encontrar uma escola onde ele não esteja, embora, muitas vezes só de “para enfeitar”.

 

Espero, entretanto, que esta máquina não venha a ser uma inimiga do seu criador, que ela não termine os seus dias com o mesmo objectivo para a qual foi criada, ou seja, a Guerra. Penso neste invento como um promissor de coisas positivas nas nossas vidas, principalmente na educação, mas torna-se necessário buscar medidas sociais que possam prevenir as consequências negativas. Trata-se de discutir e alertar o homem que tudo depende de como ele utiliza tais conhecimentos como ser social, pois uma mesma descoberta pode abrir caminho para melhorar a sua condição de vida, como para eliminá-la .

Não penso que os criadores dos grandes sistemas de informática busquem o “poder”. Eles exercem a sua actividade criadora, quase lúdica, de concepção de sistemas inéditos, com paixão. E estamos todos, de certa maneira, “prisioneiros” destes sistemas de comunicação concebidos por uma ciência que ninguém poderia prever que redefiniria de modo tão radical a nossa relação com o mundo

publicado por luzdequeijas às 17:30
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Terça-feira, 1 de Julho de 2014

LUSCO-FUSCO

Os crepúsculos são os instantes em que o céu próximo ao horizonte , no poente ou nascente , toma uma cor gradiente, entre o azul do dia e o escuro da noite. Normalmente acontecem no instante em que o Sol , "ao nascer" ou "se pôr", também chamado de lusco-fusco, se encontra logo abaixo da linha do horizonte marítimo, sendo que em alguns casos, como em regiões montanhosas, podem ocorrer antes do pôr-do-sol ou depois do nascer do astro, nesse momento é que os navegadores conferem a sua posição estimada, comparando a abertura esperada em graus com a observada do horizonte ao astro.

 

Claude Monet - Crepúsculo em Veneza

publicado por luzdequeijas às 14:24
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AS VIUVAS

 

Com gesto de mão, ela me tirou da poltrona onde eu estava assentado e me chamou para junto da janela da frente da casa. Os ramos e a folhagem de uma trepadeira cobriam o espaço aberto da janela, fazendo dela um lugar ideal para quem quer observar sem ser visto. E ela apontou para três modestas casas, do outro lado da rua.

“São as casas das viúvas”, explicou ela. Não fazia muito tempo, a morte passara por lá, levando os três maridos. Agora elas estavam sós, as três velhinhas, nas casas vazias. Os vizinhos se compadeciam, e imaginavam que elas deviam se sentir como aquelas mulheres sicilianas que, mortos os maridos, se cobrem com sinistras roupas negras, pelos restos dos seus dias, para que todo o mundo saiba que a sua vida acabou. Se continuavam a viver era porque a religião não lhes permitia pôr fim à própria vida. Mas bem gostariam que a morte chegasse logo …

Eu ficava aqui na janela, olhando para as casas fechadas, imaginando aquelas pobres criaturas lá dentro, sozinhas, tendo apenas a tristeza e a saudade como companhia…. Foi então que comecei a notar sinais de que coisas estranhas estavam acontecendo naquelas três casas e naquelas três velhinhas. Aconteceu depois de passado aquele período em que, por medo do morto, todo o mundo se sente na obrigação de fazer cara de tristeza e de só falar nos últimos momentos do falecido. Aconteceu depois que a vida foi voltando ao seu normal e a conversa ficou leve de novo … De repente – até parece que foi coisa de magia, pois aconteceu ao mesmo tempo -, as três velhinhas, que todo o mundo imaginava mortas, começaram a florescer. E ficaram bonitas como nunca tinham sido quando os seus maridos eram vivos!

Uma delas que só usava birote, cortou e pintou o cabelo e até mesmo começou a usar um batonzinho. Com certeza voltou a conversar com um velho namorado, esquecido, abandonado, pendurado, calado – o espelho, que, com a morte do marido, reaprendeu a falar: “Não é mais preciso que você seja feia”. Ele já se foi. Você está livre para voltar a ser bonita como sempre foi” …

A segunda sempre varria a calçada de chinelo, meia soquete e roupão. Começou a aparecer na rua com uns vestidos de cores vivas que nunca usara antes. De onde os tinha tirado? De algum baú onde teriam permanecido trancados com bolas de naftalina, à espera do grande dia? Ou teriam existido só no baú dos sonhos proibidos, que a presença do marido não deixava realizar, e que agora voavam livres como borboletas que se libertam dos seus casulos?      

A terceira de voz grave e sem sorrisos, falava por monossílabos, e poucos eram os que se lembravam de ter visto um sorriso na sua boca. Pois, para surpresa de toda a vizinhança, ela começou a cantar … Cantou velhas canções de amor – de outros tempos em que ela se sentia como namorada …

A ressurreição das velhinhas me fez sorrir de alegria. Mas logo me dei conta do trágico da vida humana: foi preciso que a morte fizesse oi seu trabalho para que a vida brotasse de novo.

Talvez seja pior para os outros existires do que morreres …

( … )  Rubem Alves

publicado por luzdequeijas às 12:33
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