Domingo, 29 de Dezembro de 2013

“MEGA SORRISO PAI”

À maioria das pessoas,  abriram-se-lhes novas e rasgadas perspetivas como consumidores, neste último século!

Apesar da sua notória impreparação para lidar com a tentação de consumir e seus riscos, até do lado social e cultural, para os quais era preciso uma nova e desinibida atitude na postura do dia-a-dia.

Aconteceu que certas famílias políticas teimaram em incentivar a população para esta prática, sem cuidarem de esclarecer a mesma dos perigos daí resultantes. A mesma população sentia-se abastada, feliz e claro, correspondia ao apelo dos bravos socialistas para consumirem mais e mais. Os mentores de tal consumismo com a despesa pública, faziam o mesmo. Em boa verdade não estavam a consumir com riqueza do próprio país, mas sim, com riqueza criada no estranmgeiro, criando-se com isso uma dívida brutal!

Bom, deu no que deu, e em 2011 os pais desta perigosa política venderam-nos à Tróica, assinando o respetivo "memorandum"! Representou isto, muitos anos de austeridade e sacrifícios, para pagamento da fabulosa Dívida Pública contraída. O país ficou sem um tostão para espalhar estímulos na nossa economia!

Acontece que tal família política não gosta de se sentir afastada do poder, representando isso enorme perda de privilégios para quem, na sua maioria, vive exclusivamente do partido!

Então, gisaram e puseram em prática uma forma estranha de fazer oposição! Não querendo, ou não sabendo, encontrar soluções alternativas às do governo legalmente eleito, pelo voto popular. Aproveitam, deste modo,  tudo para poderem pedir a saída deste governo. Os jornais até parece que já nasceram na oposição e acolhem uma realidade que lhes trás mais venda, logo, mais receitas, publicando loas como esta:

"O governo está a ir para além da Tróica"!

Refiro-me a todos, mas em particular a um diário de larga expansão. Nele acolhem vários porta-vozes da tal família que vive em desespero!

Diz Maria de Belém:

“Os EUA enfrentaram a crise com uma política de estímulos e a UE com a austeridade”.

Maria de Belérm cita ainda o Papa e uma sua Exortação Apostólica (Evangelii Gaudium), esquecendo que o Papa Francisco apregoa, por todo o lado, uma IGREJA pobre à semelhança de Cristo!

Esquece esta ex-ministra de Guterres a forma como o seu líder Guterres abandonou o lugar de primeiro-ministro que o povo lhe confiou, dizendo-se: 

Exercia o cargo de primeiro-ministro quando se demitiu, após as eleições autárquicas de Dezembro de 2001, em que o PS sofreu uma derrota significativa. No ato inesperado da demissão declara demitir-se para evitar que o país caia num «pântano democrático», devido à falta de apoio ao governo que os resultados eleitorais indicavam."

Hoje, como Alto Comissário para os Refugiados das Nações Unidas, é dos homens mais bem pagos do mundo, embora esteja a ser altamente criticado pelos conservadores ingleses:

“ Nós não aceitamos críticas de um burocrata”.  

Em boa verdade a melhor forma de combater a austeridade é não criar dívida. Tudo o resto é uma forma estranha e desleal de servir o país que somos.

Raquel Borguinhas

publicado por luzdequeijas às 17:18
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Segunda-feira, 23 de Dezembro de 2013

A CONVERGÊNCIA QUE TARDA

A reforma do funcionário público estava inflacionada. O corte é justo

Henrique Raposo
15:18 Quarta feira, 16 de outubro de 2013

Uma pessoa normal a trabalhar num emprego normal reformava-se no regime geral da segurança social com cerca de 80% do seu último salário. Existia porém um nicho à parte. Uma minoria de portugueses, os funcionários públicos, calculava a sua pensão com base em 100% do seu último salário. A reforma do funcionário público na CGA era assim 20% mais generosa do que a reforma do comum dos mortais. O cenário começou a mudar em 2005, mas a injustiça permanece nos valores inflacionados das pensões dos funcionários públicos que se reformaram até 2005. É esta injustiça que está a ser reparada pelo Orçamento do Estado 2014. A reparação de uma injustiça é sempre um acto retroactivo.

O problema não está no valor médio das pensões. A média da CGA é superior (1200 euros vs. 400 e uns trocos no regime geral) porque tem uma quantidade superior de licenciados. O problema está na pornográfica disparidade na fórmula de cálculo - 20% mais fofa, 20% mais carinhosa, 20% mais injusta o resto da população, que neste momento até financia parte da CGA com os seus impostos. A injustiça salta à vista. Sim, injustiça. Antes de ser insustentável financeiramente, esta situação era injusta do ponto de vista moral. Por que razão a CGA era mais generosa do que o regime geral? Por que razão 600 mil pensionistas da CGA eram cidadãos objectivamente superiores aos 2 milhões de pensionistas do regime geral? Nada pode justificar esta iniquidade, esta falta de "equidade". 

As associações de reformados e demais sindicatos vão reiniciar o banzé choradístico do costume. Mas, mais uma vez, o banzé devia pertencer a outros.  Os trabalhadores dos sectores privados é que deviam estar indignados. Os dois milhões de pensionistas do regime geral é que deviam estar de cabelos em pé. Por que razão sustentámos durante décadas um privilégio injustificado de uma minoria da população? Uma minoria que, ainda por cima, tem vantagens noutras áreas da vidinha (saúde: ADSE; emprego: protecção constitucional). Porquê? A convergência imposta por este governo só peca por tardia.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/a-reforma-do-funcionario-publico-estava-inflacionada-o-corte-e-justo=f836085#ixzz2oJddvOsP

publicado por luzdequeijas às 16:22
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O PIOR CEGO

O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER .....

SEXTA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2011

A MORTE LENTA DE UM REGIME

SEGUNDA-FEIRA, 30 DE MARÇO DE 2009

 

 

1. [...] A primeira morte é económica. O modelo socialista/social-democrata/democrata-cristão, centrado na caridade do Estado e na subalternização do indivíduo, está falido, e brinda-nos com recessões de quatro em quatro anos. Basta ler "O Dever da Verdade" (Dom Quixote), de Medina Carreira e Ricardo Costa, para percebermos que o nosso Estado é, na verdade, a nossa forca. Através das prestações sociais e das despesas com pessoal, o Estado consome aquilo que a sociedade produz. Estas despesas, alimentadas pela teatralidade dos 'direitos adquiridos', estão a afundar Portugal. Eu sei que esta verdade é um sapo ideológico que a maioria dos portugueses recusa engolir. Mas, mais cedo ou mais tarde, o país vai perceber que os 'direitos adquiridos' constituem um terço dos pregos do caixão da III República [...]

da crónica "O regime que morreu três vezes".

 

2. As pessoas não gostam de Medina Carreira. Mas, na verdade, as pessoas não gostam é da realidade. Ele só aponta para a realidade. Ele só aponta para factos que ninguém quer ver. E é fascinante ver o "denial" das pessoas perante os factos.

AJP Taylor dizia que as pessoas, quando criticavam Bismarck, o realista, estavam, na verdade, a criticar a realidade. 

 

por Henrique Raposo às 18:25

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OS PRINCÍPIOS VÃO MUDANDO

POR VEZES, PARA MUITO PIOR!

 

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa: 
- A senhora deveria trazer as suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigos do ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.
A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - a nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.
A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até ao comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência de cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas dos bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido dos seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como ?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a relva, era utilizado um cortador de relva que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
 Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas apanhavam o autocarro ou o elétrico e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

publicado por luzdequeijas às 14:11
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Domingo, 22 de Dezembro de 2013

CÓDIGOS DE HONRA

LACUNAS DA CONSTITUIÇÃO

O ENVELHECIMENTO ACTIVO, chegará acompanhado, e em breve!

É desta grande vontade nascida de uma opinião pública, antecipadamente esclarecida e criada num maior respeito pela imparcialidade e verdade, escrupulosas, que deve nascer e nasce mesmo, um “PODER” indestrutível.

 O poder da razão, da verdade e do serviço à sociedade.

 De mãos dadas com este Poder, terão de andar códigos de honra aceites por toda a gente, tais como, total transparência e entrega.A “FAMÍLIA” deverá estar sempre consagrada como a instituição mais sagrada da sociedade. Qualquer “sociedade civil” não pode prescindir de um Conselho Nacional da Família”, eleito de forma inquestionável. Assim, todas as famílias participarão de forma indirecta, das tomadas de decisão políticas, porque todas essas decisões com carácter genérico, serão submetidas a tal Conselho Nacional.

Seguem-se-lhe os “IDOSOS” e as “CRIANÇAS”.

A sociedade obriga-se a acompanhar os idosos (mais de 65 anos), até ao fim da sua vida, garantindo-lhe toda a dignidade. Ninguém é obrigado a reformar-se, salvo se disso fizer petição. Se o não fizer, poderá optar por várias prestações de serviço público local, à sua escolha. Ao seu dispor, haverá um elenco de tarefas de reputado interesse social. Estar ocupado faz parte da sua dignidade de vida. Também o Conselho Nacional de Idosos se pronunciará sobre todas as decisões genéricas tomadas politicamente neste domínio.O banco do jardim como objetivo diário, não favorece um envelhecimento condigno e humano.

Às crianças será garantida, toda a protecção e cuidados educativos. Os legítimos interesses das crianças, serão defendidos por um “Conselho Nacional de Pais”, que devem dar pareceres sobre as tomadas de decisões genéricas e políticas que forem tomadas no país.

Ninguém será descriminado por pertencer a franjas da sociedade com hábitos intrínsecos, mas fora dos procedimentos comuns. Contudo, quaisquer medidas ditas”fracturantes” têm de ser tomadas sem agressão às maiorias. A constituição garante absoluto respeito por todo o ser “individual”, mas tem de privilegiar o interesse colectivo.

publicado por luzdequeijas às 13:16
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Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013

PRINCÍPIO DA CONFIANÇA

 SEXTA-FEIRA, 20 DE DEZEMBRO DE 2013

 O princípio da confiança funda-se na premissa de que todos devem esperar que as outras pessoas sejam responsáveis e atuem de acordo com as normas da sociedade, visando evitar danos a terceiros. Mas no MUNDO ATUAL há, aos montes, danos imprevisíveis e ninguém tem a garantia de nada! A competitividade é arrasadora. Sem dinheiro não há legítimas espectativas que resistam.

 

Então como e quando aplicar o Princípio da Confiança, com justiça? Para ser justo tem de o ser num dado momento e em largo período de tempo!

 

Em 91-92-93 foram “atirados para o banco do jardim centenas de milhares de trabalhadores! Com cinquenta, ou pouco mais, anos de idade.

 

Num processo longo e cheio de traições a estes pré-reformados à força! Perderam novas oportunidades de promoção e todas as suas legítimas espectativas! Para quê? Para empregar os “licenciados” das novas Universidades Privadas e, assim, viabilizá-las.

 

Também, não será quebra de confiança que os que estão hoje a trabalhar nunca venham a ter uma pensão de reforma como os que já a têm? Não será injusto defender esta aparente prova de confiança? Só para que estes reformados possam manter os seus privilégios intocáveis? E não será injusto que, quem se reforma hoje, tenha mais do que quem se reforma amanhã nas mesmas circunstâncias ?

 

Justo seria cada um descontar para si próprio e receber em função disso.

 

E não que os seus descontos (mais os da sua entidade empregadora) servissem para dar uma reforma àqueles que nunca foram contribuintes para tal. Já que os nossos brilhantes ex-governantes escolheram outro modelo (assente certamente na ideia de que Portugal teria, naturalmente, uns 40 milhões de habitantes por esta altura), em que quem trabalha paga as pensões de quem está reformado, então, recalculem-se todos os anos as pensões a pagar de acordo com a riqueza existente disponível no nosso país, ou seja, umas vezes para mais e outras para menos. Isto é enfrentar a realidade e não abuso de confiança. Ou os “Funcionários Públicos” têm tratamento diferente dos outros trabalhadores. Regalias já eles têm demais:  Férias, horários, não despedimentos, cuidados de saúde e ritmos de trabalho sem sujeição à produção etc. O país e a nossa economia não suportam mais despesa pública! CHEGA SENHORES JUÍZES. A haver qualquer princípio na nossa Constituição, então, que ele seja igual para todos os portugueses. O PRINCÍPIO DA CONFIANÇA não se pode transformar em “DISCRIMINAÇÃO”, ou seja, sempre a favor dos mesmos. 

 

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EXTINÇÃO DAS CAIXAS DE PREVIDÊNCIA

SERÁ VERDADE?

A INSUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL
A Segurança Social nasceu da Fusão de praticamente todas as Caixas de Previdência existentes, feita pelos Governos, depois do 25 de Abril de 1974.
As Contribuições que entravam nessas Caixas eram das Empresas Privadas (23,75%) e dos seus Empregados (11%).

O Estado nunca lá pôs 1 centavo.
Nacionalizando aquilo que aos Privados pertencia, o Estado apropriou-se do que não era seu.
Com o muito, mas mesmo muito dinheiro que lá existia, o Estado passou a ser "mãos largas"!

Começou por atribuir Pensões a todos os Não Contributivos 
Ao longo do tempo foi distribuindo Subsídios para tudo e para todos.
Como se tal não bastasse, o Governo  (1995/99) criou ainda outro subsídio (Rendimento Mínimo Garantido) em 1997, hoje chamado RSI.
E tudo isto, apenas e só, à custa dos Fundos existentes nas ex-Caixas de Previdência dos Privados.
Os Governos não criaram Rubricas específicas nos Orçamentos de Estado, para contemplar estas necessidades.
Optaram isso sim, pelo "assalto" àqueles Fundos.
Cabe aqui recordar que os Governos do Prof. 
Salazar, também a esses Fundos várias vezes recorreram.
Só que de outra forma: pedia emprestado e sempre pagaram. 
Em 1996/97 o  Governo  nomeou uma Comissão, com vários especialistas, entre os quais os Profs. Correia de Campos e Boaventura de Sousa Santos, que em 1998, publicam o "Livro Branco da Segurança Social".
Uma das conclusões, que para este efeito importa salientar, diz respeito ao Montante que o Estado já devia à Segurança Social, ex-Caixas de Previdência, dos Privados, pelos "saques" que foi fazendo desde 1975.
Pois, esse montante apurado até 31 de Dezembro de 1996 era já de 7.300 Milhões de Contos, na moeda de hoje, cerca de 36.500 Milhões 
?.
De 1996 até hoje, os Governos continuaram a "sacar" e a dar benesses, a quem nunca para lá tinha contribuído, e tudo à custa dos Privados.
Faltará criar agora outra Comissão para elaborar o "Livro NEGRO da Segurança Social", para, de entre outras rubricas, se apurar também o montante actualizado, depois dos "saques" que continuaram de 1997 até hoje.

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Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2013

SER GRANDE

 

Está longe, muito longe mesmo, de um ser forte, alto e espadaúdo! Como disse Pessoa, SER GRANDE é ser como a LUA:

Assim, em cada lago a lua toda 
          Brilha, porque alta vive”.

Ainda com a ajuda de Pessoa, bem poderíamos dizer: Sê grande, sê inteiro”. Assim, melhor poderemos definir aquele que tem merecido o aplauso do mundo todo! É de MANDELA que falamos, pois ele foi um homem "inteiro", toda a sua vida, detendo ou não o poder.  Na história de Portugal ensinava-se que Angola bem como todas as outras províncias ultramarinas constituíam parte integrante do grande império português que nos fora legado pelos nossos corajosos e gloriosos antepassados que deram novos mundos ao mundo através dos descobrimentos e eram senhores de aquém e além-mar.

No momento em que se começou a entoar a “Grândola Vila Morena”, já este além-mar, que falava português, estava repleto de russos, cubanos e demais gente do ex-bloco soviético! 

 

MANDELA recusou vinganças menores, a coberto da cor da pele. Nisto e em tudo o resto foi um “Homem Inteiro”.


Ninguém nos poderá impedir ou censurar, que nos venha hoje à mente a tragédia da nossa descolonização. 

Faltou a Portugal, nesta data histórica, um homem “Inteiro” como Mandela, que obrigasse “brancos e negros” a permanecerem na mesma ESCOLA E NA MESMA CARTEIRA. Teria sido importante para o mundo, que tal continuidade tivesse sido defendida!

A bem do cristianismo que espalhámos e da extinção de todo e qualquer racismo.

Reavivar assim a memória coletiva é serviço prestado a Portugal. E também à História.

Tods os Homens deveriam "viver alto" como a lua e serem "Inteiros" como Mandela.

publicado por luzdequeijas às 17:34
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