Quarta-feira, 31 de Julho de 2013

FILOSOFIAS ?


 

"O homem que trabalha somente pelo que recebe, não merece ser pago pelo que faz.” - Abraham Lincoln


Quando um pássaro está vivo, ele come formigas. Quando o pássaro morre, as formigas o comem. Tempo e Circunstâncias podem mudar em qualquer minuto. Não desvalorize ou machuque algo em sua vida. Você pode ser poderoso hoje; mas lembre-se: O tempo é mais poderoso que você! Uma árvore faz um milhão de fósforos. Mas apenas um fósforo é necessário para queimar milhões de árvores. Então seja e faça o bem."


"Honestidade não é qualidade. É obrigação”jl

 

 

publicado por luzdequeijas às 19:22
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AINDA FERNANDO PESSOA

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

(Fernando Pessoa)

publicado por luzdequeijas às 19:13
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ENQUANTO HOUVER AMIZADE

 

               Albert Einstein, 1947


Pode ser que um dia deixemos de nos falar... 

Mas, enquanto houver amizade, 
Faremos as pazes de novo. 

Pode ser que um dia o tempo passe... 
Mas, se a amizade permanecer, 
Um de outro se há-de lembrar. 

Pode ser que um dia nos afastemos... 
Mas, se formos amigos de verdade, 
A amizade nos reaproximará. 

Pode ser que um dia não mais existamos... 
Mas, se ainda sobrar amizade, 
Nasceremos de novo, um para o outro. 

Pode ser que um dia tudo acabe... 
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, 
Cada vez de forma diferente. 
Sendo único e inesquecível cada momento 
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre. 

Há duas formas para viver a sua vida: 
Uma é acreditar que não existe milagre. 
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Albert Einstein

publicado por luzdequeijas às 17:25
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A CADA PANCADA TUA

Maria Bethânia : O sino da minha aldeia

Música: Roberto Mendes
Letra: Fernando Pessoa
In: "Imitação da Vida", 1997
Victor Almeida
(Espectáculos de S Paulo de Dezembro de 1996 e Janeiro de 1997)


Ó sino da minha aldeia
Dolente na tarde calma
Cada tua badalada
Soa dentro de minh'alma
e é tão lento o teu soar
Tão como triste da vida
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida

Por mais que me tanjas perto
Quando passo sempre errante
És para mim como um sonho
Soas-me na alma distante
A cada pancada tua
Vibrante no céu aberto
Sinto mais longe o passado
Sinto a saudade mais perto
publicado por luzdequeijas às 17:12
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UM ESPANTO

200 a 1300 - No oriente, a fabricação de relógios astronómicos/astrológicos mecanizados desenvolveu-se de 200 a 1300. Clepsidras chinesas do século III acionavam vários mecanismos que ilustravam fenómenos astronómicos. Uma das torres-relógio mais elaboradas foi construída por Su Sung e seus colaboradores em 1088. Em 1090 Su Sung publicou um tratado sobre relógios de torre movidos a água. O mecanismo utilizado por Su Sung incorporava um escape movido a água inventado ao redor de 725. A torre-relógio de Su Sung, com mais de 9 metros de altura, possuía uma esfera armilar de bronze para observações, um globo celestial com rotação automática e cinco painéis frontais com portas que permitiam ver manequins que tocavam sinos ou gongos que seguravam tabuletas que indicavam a hora ou outros momentos especiais do dia.

publicado por luzdequeijas às 17:02
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VIA LONGITUDINAL NORTE

SEXTA-FEIRA, 9 DE MAIO DE 2008

A VLN, o Remendo nas Calças

Umas calças por levarem um remendo não deixam de ser velhas. Tudo isto a propósito da Via Longitudinal Norte, há mais de 10 anos anunciada e sistematicamente adiada, ou quase.
Em boa verdade anda ali pelos lados da Outurela naquilo que foi designado pelo 1.º sublanço e mesmo assim por iniciativa da CMO. O 2.º sublanço era para chegar a Queijas em 2004 !
O monstro que a partir do ano 2000 se tornou desmedidamente grande, ao abrigo de um consumismo incentivado como panaceia do crescimento económico, provocou no poder central uma magreza assustadora na sua capacidade de realização de obras estruturantes!
Parece lógico que as prioridades de execução do poder central se articulem em paralelo com as do poder local. Na verdade elas, quando falham, afectam sempre vários projectos em curso não só de um, mas de vários concelhos!
Neste caso a não execução da VLN afectou principalmente os concelhos de Oeiras, Cascais e Sintra. No caso de Oeiras afectou durante vários anos, em especial, a boa funcionalidade do principal polo do desenvolvimento estratégico de Oeiras.
Falamos do Taguspark, ou seja uma visão muito acertada da CMO no plano tecnológico, que só agora foi descoberta pelo poder central e ainda de uma forma incipiente! A falta destas infra-estruturas (VLN), nesta zona, situada junto a Lisboa e na confluência de vários eixos fundamentais no acesso a Lisboa (rodoviários, A5, IC19 e CREL, e ferroviários, linha de Cascais e de Sintra), obrigava a que os utentes, visitantes e convidados do Taguspark percorressem 4 ou 5 quilómetros, por vezes, em mais de uma hora.
Felizmente que, de novo a CMO, conseguiu fazer a pressão necessária para que muitos anos depois da inauguração da jóia de Oeiras aparecesse um acesso fácil entre a A5 e o Taguspark.
Ganhámos um espaço de acessibilidade que permitiu às grandes empresas deslocarem-se para lá, rapidamente.
Lamentavelmente muitas sequelas continuaram, originadas pela ausência da VLN.
A realização desta via teria ainda permitido um melhor aproveitamento do aeródromo de Tires e o descongestionamento da A5 e IC19.
Mais do que necessário, acho indispensável essa infra-estrutura.
A grande força de desenvolvimento destes concelhos foi a A5 ter chegado a Cascais. Agora, de novo, estamos carentes de um outro impulso. Trata-se de uma via que permitirá fazer a ligação entre Cascais e Oeiras pelo interior dos dois concelhos e desenvolver esse mesmo interior.      
Temos que afastar as pessoas de se deslocarem no transporte individual. A dívida externa (importação de carros, combustível,
acessórios, etc.) e perdas de tempo, impõem tal decisão.
Junto ao mar temos uma linha de comboio, mas é preciso que as freguesias de Porto Salvo, Barcarena, Queijas e Carnaxide, sejam servidas pelo mesmo meio de transporte ou por um menos poluente, mais rentável e mais cómodo. Este pode ser um metro e superfície que se faça em paralelo com a via longitudinal norte, que anda há 10 anos para ser feita.
Muitas urbanizações no concelho de Oeiras e noutros, fizeram-se a contar com as acessibilidades disponibilizadas por esta via e hoje, na sua falta, temos um trânsito caótico, nomeadamente ao princípio e final dos dias.
Dentro das povoações é uma balbúrdia como seja, por exemplo, o caso da vila de Queijas.
O congestionamento do IC19 leva ao atravessamento do tráfego entre esta via e a A5, ora num sentido ora noutro. A obrigatoriedade de pagamento de portagens na CREL, fez com que muitos condutores a ignorassem e em Queijas invadissem esta vila para, através da Estrada Militar, atingirem o IC19 ou a A5 sem pagarem.
Estes serão os constrangimentos externos no caótico trânsito dentro desta vila aos quais serão de somar outros internos.
Queijas e Porto Salvo há mais de quarenta anos foram escolhidas como localidades a albergar um projecto de auto-construção, destinado a pessoas de baixos recursos financeiros. Esta medida eleitoral populista, dos anos 60, foi de curta duração e contemplou pouco mais de cem famílias.
Por um valor à volta de 20 contos essas famílias adquiriam um lote de 200 m2 e teriam de construir uma casa simples com projecto fornecido pela câmara. Depois do acto eleitoral acabou!
Todavia a estreiteza de conceito urbanístico, ruas e passeios de largura muito reduzida, foi tornado extensivo a largas áreas de terreno,  mas tais lotes foram já vendidos a preços especulativos.
Com o decorrer dos anos vieram outros projectos sociais como cooperativas atiradas para o lado nascente de Queijas e sem outras acessibilidades que não fossem as estreitas ruas de Queijas.
Já nos tempos em que se falava da Via Longitudinal Norte outras urbanizações foram aprovadas  (encosta de Linda-a-Pastora) no pressuposto das acessibilidades desta infra-estrutura que serviria de circular á parte nascente de Queijas com duas rotundas, uma próximo da Senhora da Rocha e outra mais a norte.
Com o passar dos anos e o esquecimento da realização desta obra (VLN), muitas centenas de moradores são obrigados diariamente a atravessarem, para entrarem e saírem de Queijas, as suas ruas sem condições de circulação rodoviária.
O problema do Taguspark levou um remendo, construção da Variante da EN249-3 (Porto Salvo a Taguspark), mas as acessibilidades funcionais de Queijas e outras localidades dos três concelhos ficaram feridas de morte.” Ad Eternum”! 
publicado por luzdequeijas às 12:19
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Terça-feira, 30 de Julho de 2013

DIREITO A INCONFORMISMO

SÁBADO, 26 DE JUNHO DE 2010

INCONFORMISMO EM QUEIJAS

Inconformismo

 

                              

                                    

 

Inconformismo é hoje a palavra eleita. Porque ser inconformista é acima de tudo ser um homem de bem. É nunca estar conformado com o mal dos outros. É querer para o próximo uma sociedade melhor, sem privilégios de grupos. É um homem que assina por baixo, tudo o que escreve e diz.

Ao contrário, há os outros. Aqueles que só querem privilégios para si e para os amigos. Aqueles que se escondem para planear aquilo que diz respeito a todos os portugueses. Aqueles que nunca assinam, mas enviam, de forma mesquinha, mensagens anónimas. 

Vamos então falar do povo, cujo sofrimento causa inconformismo às pessoas de bem. Para tal, falaremos dos interesses da população de Queijas, especialmente, daquela que veio para esta terra expulsa da cidade grande. Que encontrou lotes minúsculos, para casas minúsculas. Ruas onde mal cabiam dois carros, porque era suposto nunca virem a ter carro próprio. São todos aqueles homens de bem que , depois de uma dura vida de trabalho, hoje, estão sentados no banco dos jardins, sem flores, de Queijas. São estes que nos causam inconformismo, porque os outros que vieram depois, são conterrâneos, mas não precisam tanto de nós !

 São, também aqueles que andam nos transportes públicos. Transportes esses que mal cabem nas nossas ruas. Aqueles que para se deslocarem a Lisboa, suportam uma caminhada do terceiro mundo ! Pagam caro a pouca comodidade e pontualidade, das muitas camionetas que trazem e levam centenas de habitantes desta vila por dia. Caminonetas que, há longos anos não têm onde parar, para " fazer horário". Onde os motoristas ao estacionarem as camionetas, não têm onde fazer as necessidades mais básicas ! Têm de as fazer contra os muros das vivendas. Falam alto e desabridamente com os colegas, não deixando os moradores descansarem. São, também,  vitimas do mesmo desleixo e falta de respeito, como os nossos moradores. Há um sanitário, que ninguém utiliza, junto ao mercado. Os técnicos da CMO quando decidem, não escutam a vontade e o saber da população!

 As muitas carreiras com início e termino em Queijas, estacionam no início da R. Mouzinho da Silveira. Mesmo a seguir à curva! Rua com dois sentidos ! O espaço da rua, na largura, também, mal dá para outro carro passar! Esta é uma rua de acesso aos bairros das Ilhas e  Cheuni.

A ninguém ocorreu que se aquele trajecto de hoje, se fizesse ao contrário, poderia ter sido encontrada uma solução barata. Quando se diz ao contrário, diz-se seguindo até à R. Angra do Heroismo/ R. dos Açores e descendo a Mouzinho da Silveira que, no seu final, teria uma faixa larga, à direita, para estacionar. Teria, se não a tivessem ocupado para estacionamento de carros. Queijas precisa de parques de estacionamento subterrâneos. Para já.

Nesse local, ainda há um pequeno lote de terreno cheio de ervas altas, ( o habitual) que poderia ser aproveitado em pequenas instalações do serviço terminal. Não precisaríamos de mais. Não ambicionamos um caro  "Terminal". Precisamos que saibam que existimos!

Mas choca e causa um certo inconformismo, ler as notícias do jornal de hoje e comparar :

" A Carris vai investir cerca de cem mil euros numa campanha multi-sensorial, que se traduz por autocarros com cheiro a manjerico, limão e brisa do mar, música ambiente e uma textura resistente em todos os assentos ! O objectivo é ganhar clientes e tornar as viagens mais agradáveis aos utentes."

Na semana da mobilidade humana, quando leio isto, e penso nas pessoas da freguesia com dificuldades motoras, fico cheio de inconformismo, para não dizer revolta. Se isto é saudável ou doentio, pouco me importa, basta-me sentir que é injusto !

 

publicado por luzdequeijas às 18:59
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QUEIJAS PAROU NO TEMPO !

SEGUNDA-FEIRA, 12 DE MAIO DE 2008

Tenham Pena desta Terra

 

Queijas está com graves problemas no que se refere a acessibilidades. O surto de desenvolvimento urbanístico iniciado no mandato autárquico 1998/2001 previa que em 2004 o troço da Via Longitudinal Norte entre Alfragide e Queijas estivesse concluído. Assim, neste momento, Queijas e Linda- a - Pastora teriam mais e melhores acessos, funcionando a VLN, inclusive, como uma circular à freguesia, descongestionando os graves problemas hoje existentes na R. João XXI, via central desta vila.
 
Como nos últimos quatro anos ( 2002-2005) e no actual, mandato a CMO nada fez nesta freguesia , salvo um pouco do que já estava em andamento, hoje sofremos a nível de trânsito uma situação caótica, agravada pelosmonstruosos engarrafamentos do IC19 e pelo recurso sistemático ao atravessamento de e para a A5 .
 
Como se tudo isto fosse pouco, a R. João XXI está continuamente obstruída com carregamentos e descarregamentos de apoio ao comércio local !
 
Na rotunda do mercado de Queijas os carros de todo o tipo, estacionam como se estivessem num parque para o efeito.
Só lamento que os órgãos autárquicos pagos para defender as populações, nada digam ou façam para proclamar publicamente a sua repulsa por este autêntico atentado ao respeito que toda a gente deve merecer.
 
Não esquecer que neste caso ( 2002 – 2005 ) tivemos na nossa junta de freguesia durante quatro anos, não um, mas os dois maiores partidos nacionais ( PS – PSD ) e agora temos na JUNTA o Presidente da Câmara (ISALTINO, OEIRAS MAIS À FRENTE).
Só é de estranhar que ainda haja gente que quer desconhecer a real importância que os movimentos de Cidadãos ( verdadeiramente independentes) Independentes, não este, podem desempenhar na moralização dos partidos políticos na sua actuação face ao poder local . Acabarão por perceber um dia!
publicado por luzdequeijas às 18:50
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TRABALHO PERTO DOS TRABALHADORES

A ECONOMIA DO CONHECIMENTO

Vai para 10 anos que a revista Nature Biotechnology anunciou que o nosso país tinha "aberto as suas fronteiras" à Economia do Conhecimento.

Esperei com ansiedade que algumas das empresas do projecto (start-ups) pusessem na rota do sucesso internacional, alguns produtos nacionais. Até esperei que algumas se instalassem em Queijas!

Com muito optimismo, falava-se de parques de ciência e tecnologia (C&T), e medidas para a promoção de Investigação e Desenvolvimento (I&D) no tecido industrial português.

Confesso que até hoje desconheço qualquer caso de sucesso. Não digo que não haja...A biotecnologia é uma área deveras complexa e lenta no seu desenvolvimento e retorno.

Depois de tanto esperar vi com tristeza, fazerem-se autoestradas aos montes, sem tráfego a justificar. E agora, cá estamos nós a pagar semelhantes PPP. Quanto a retorno, nada!

A nível nacional estamos falados.

Porém, ao nível do concelho de Oeiras, o caso parece ser de uma aposta forte na inovação. Só ela nos pode guindar na conquista de novos mercados e na obtenção de acentuadas mais valias no mundo globalizado.

Para os mais atentos, Oeiras colocou-se à frente do pelotão e enriqueceu-se com parques

tecnológicos, com boas infra-estruturas, institutos de investigação biológica de alto nível e concentração de doutorados, etc. Os anos passaram e estas promessas não foram mais que isso! Queijas nada.

Em finais de Fevereiro deste ano e durante três dias, coordenadores dos mais de setenta laboratórios do LAO (Laboratórios Associados de Oeiras) apresentaram os seus projectos e analisaram novas oportunidades para fazer crescer esta poderosa associação de institutos de investigação.

Vale de facto a pena apostar na investigação, que é uma das prioridades estruturantes da economia nacional e regional do país. Também da economia do conhecimento.

Nesse sentido, a Câmara Municipal de Oeiras vai construir, em 2007, a primeira residência exclusiva para cientistas, num investimento de 2,5 milhões de euros.

Esta aposta na Economia do Conhecimento encerra em si um largo alcance que irá permitir atrair para o concelho as actividades que geram maior riqueza. Em Queijas nada acontece!

Apesar do optimismo, todo o cuidado é pouco e ás vezes, com passos pequenos e concretos chega-se mais longe, ou seja, será aconselhável não deixar a ciência muito afastada da economia real.

O ânimo faz-se de alguns casos concretizados.Em Queijas nada.

Todavia, o concelho não pode substituir-se a projectos de dimensão nacional ou mundial, mas tão somente estar aberto a cooperarar com eles.Em Queijas nada.

Só um investimento público continuado na investigação científica, ladeado por iniciativas que

atraiam indústria e capital estrangeiro, poderão permitir à biotecnologia feita em Portugal sair, finalmente, do estado latente no qual de há muito se encontra.Em Queijas nada.

Para tal é importante gerar um clima de confiança, para que os grandes investidores da

biotecnologia mundial se sintam motivados a trabalhar em Portugal.

Para além disso podemos lembrar-lhes que entre todos os países da União Europeia somos um dos poucos que tem uma vocação e uma história mais viradas para o mar.

O nosso País esteve virado para o Atlântico e de costas para a Europa. Depois deu uma volta completa e definiu a integração europeia como uma prioridade estratégica. Agora chegou o momento de abraçar, em simultâneo, as duas vocações. O mar e a Comunidade Europeia. Capacidade não nos falta.

Portugal é universalista por vocação histórica.
Tem uma língua internacional (a terceira mais falada no Ocidente e a sexta a nível mundial).

Pelo mar demos novos mundos ao mundo.

No caso português, há portanto três elementos que podem potenciar essa capacidade: a língua, o mar e a sua vocação universalista.

No momento em que escasseiam as matérias primas, até água doce, o mar é um recurso que confere poder,a quem se especializar na sua exploração multifuncional – e Portugal tem a maior zona económica exclusiva da UE e a quinta maior do mundo; Portugal parece, assim, destinado para esta gigantesca tarefa de aproximar o Homem das enormes riquezas do mar, se para tal a Comunidade Europeia nele confiar e o apoiar no caminho da biotecnologia e, se assim for, ninguém mais que Oeiras merecerá ser o berço de tal empreendimento à escala europeia.

Aqui por Queijas, felizes já nos satisfaríamos se acolhêssemos uma ou duas “ Start – ups”.....

que nos retirassem o rótulo de dormitório e dessem emprego local. Afinal, até ficámos sem a Junta de freguesia!  
publicado por luzdequeijas às 18:39
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OS TRANSPORTES NO CONCELHO DE OEIRAS

 

Se nas economias tradicionais nacionais, regionais ou locais, os transportes assumem influência decisiva no seu êxito, no plano da globalização, tudo isso se agiganta! Também assim é no que diz respeito a mercadorias, passageiros ocasionais, turistas, estudantes e trabalhadores no trajeto para e do local de trabalho! Avaliar a eficiência dos transportes relativamente a uma freguesia, concelho. distrito ou país e ainda as suas ligações internacionais é obra que requer muita isenção e conhecimentos. Ponderar a comodidade em terra e no transporte, o tempo gasto, a pontualidade, a frequência, a segurança etc., e mais a rede de ligações disponíveis, é complexo e pode levar a erros de cálculo.

No que concerne a Oeiras não poderemos estar assim tão seguros da sua valia. Quanto à linha de Cascais (tão velhinha!) presta um bom serviço a quem não se afastar da marginal. Sobre o SATU tem potencialidades técnicas impressionantes mas, de momento é iniquo. Talvez, se nos pudéssemos servir da estação (Carris) de Linda-a-Velha para oferecer a partir daí um transporte acessível para e de Lisboa, nomeadamente a trabalhadores, com uma rede de SATU aligar as freguesias do interior à central de Linda-a-Velha, pudesse ser um êxito.

O transporte rodoviário existente é pouco eficiente; trajetos longos, falta de terminais e frequências alargadas! O custo começa a tornar-se caro e prevê-se um agravamento por falta de custos em rede!

Dentro do concelho é difícil, por exemplo ir de Queijas à CMO – Oeiras e voltar!

Para lá dos transportes públicos oferecidos, é visível um enorme número de pessoas que utilizam o seu carro diariamente! A crise parece ter vindo para ficar. Em muitas cidades europeias e mundiais já são cobradas taxas à sua entrada, para desmotivar o uso dete tipo de transporte individual! Os carros estão demasiado caros, a sua manutenção, portagens, seguros e combustível também irão encarecer. Para a Brisa e fabricantes de carros pode ser um bom negócio, mas para o país tudo isto reside numa grande perda de riqueza a caminho de outros países. A crise que nos aflige veio para ficar! Não são de esperar dias melhores.

É tempo de começarmos a pensar em mudar de filosofia de vida ou seja, em lugar de milhares de trabalhadores diariamente a caminho de Lisboa, poderiam começar ser as empresas a abandonar Lisboa a caminho da sua cintura. Em Oeiras, isso sim, já há mais de uma dezena de Parques Empresariais! E ainda podem ser construídos muitos outros. Trabalho perto da residência dos trabalhadores, redundaria em largas vantagens para eles e muita riqueza para o país.  

publicado por luzdequeijas às 18:15
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OFERTA DE TRANSPORTES EM OEIRAS

TRANSPORTES EM OEIRAS (Informação Oficializada)


O concelho de Oeiras dispõe de uma ampla oferta de operadores de transporte a vários níveis. É servido por duas linhas ferroviárias, a de Sintra e a de Cascais, ambas da responsabilidade da CP – Comboios de Portugal. Do lado da linha de Sintra, o concelho é servido por uma estação ferroviária: Massamá/Barcarena, enquanto do lado da linha de Cascais, contam-se seis estações: Oeiras, Santo Amaro, Paço de Arcos, Caxias, Cruz Quebrada e Algés. Em ambas as linhas,

a frequência de comboios em hora de ponta nos dias úteis é inferior a 10 minutos.


O concelho de Oeiras encontra-se igualmente bem servido no que respeita a autocarros, tendo três operadores a atuar no seu interior: VIMECA, SCOTTURB e CARRIS. Na totalidade existem mais de

50 carreiras urbanas a servir os cidadãos de Oeiras.
No que respeita a serviço de Táxis, o concelho tem mais de 140 à disposição, distribuídos por 24 praças de táxi.
Para além dos meios mais convencionais, Oeiras conta ainda com o SATU, o seu inovador sistema de transporte, cujo grande objetivo é ligar as linhas ferroviárias de Cascais e Sintra, passando nalguns

dos principais polos empresariais do concelho. Atualmente o SATU dispõe de duas carruagens que efetuam a ligação entre a estação da CP de Paço de Arcos e a zona do Oeiras Parque e Parque dos Poetas.

publicado por luzdequeijas às 12:05
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SATU DE OEIRAS

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/02/17/satu-de-oeiras-da-prejuizo-de-milhoes-de-euros


SIC NOTÍCIAS

 

O concelho de Oeiras é considerado um dos melhores do país para viver, trabalhar ou estudar e a Câmara, presidida por Isaltino Morais, orgulha-se de ser uma das que menos despesa dá ao Estado. Mas também há um lado negro. Uma das empresas municipais de Oeiras aparece no top das que apresentam piores resultados económicos. A empresa que gere um transporte público, o SATU, resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal e a construtora Teixeira Duarte, e apesar de Isaltino afirmar que a despesa está do lado do parceiro privado, a autarquia não se livra das críticas.


publicado por luzdequeijas às 11:56
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A TRAGÉDIA DA GIBALTA

  1. A Tragédia da Gibalta foi um acidente ferroviário ocorrido em 31 de Março de 1952, na Linha de Cascais, em Portugal, do qual resultaram 10 mortos e 38 feridos ...

    Uma composição descarrilou após um desmoronamento de terras, provocado por condições atmosféricas adversas e pelo mau estado de conservação dos terrenos. Na altura do acidente, era habitual ocorrer a infiltração de águas da chuva nos terrenos que suportavam o Farol da Gibalta, fazendo com que se abrissem fendas; este fenómeno intensificava-se ainda mais nas épocas de maior precipitação, pois os canais de escoamento ficavam inundados. No entanto, apesar deste fenómeno acontecer com frequência, os acidentes eram raros.2 Ao fundo das ravinas, junto ao oceano, encontrava-se uma via férrea, parte da Linha do Estoril, que era utilizada frequentemente por composições da Sociedade Estoril.

publicado por luzdequeijas às 11:39
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A LINHA DE CASCAIS

 


estação de Cascais

1889 - Inauguração do "Ramal" de Cascais 

  
Abertura à exploração pública do troço entre Pedrouços e Cascais – início da exploração do Ramal de Cascais.

Iniciado a partir de Pedrouços aguardando pelas obras da 1ª secção do porto de Lisboa, deveria alcançar a estação de Santa Apolónia e aí fazer a ligação com as Linhas do Norte e Leste, projecto que acabou por nunca ser concretizado.

publicado por luzdequeijas às 11:34
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Segunda-feira, 29 de Julho de 2013

OS TRANSPORTES NA ERA DA GLOBALIZAÇÃO

 

Se nas economias tradicionais nacionais, regionais ou locais, os transportes assumem influência decisiva no seu êxito, no plano da globalização, tudo isso se agiganta!

Uma economia global só se tornou possível com o progressivo desenvolvimento dos transportes de pessoas e mercadorias – o que nos permite hoje, em algumas horas, viajar de um lado ao outro do planeta com custos cada vez mais reduzidos. Sem, objetivamente se menosprezar a verdadeira revolução que, no século XX os progressos da eletrónica, da informática, e da cibernética operam nos meios de Informação e comunicação à distância.

Importante relevo, assumem ainda, hoje em dia, o telefone móvel, as comunicações por cabo ou satélite e principalmente os computadores e a internet permitem, em espaços de minutos/segundos, contatos áudio e vídeo entre pessoas em qualquer ponto do mundo. Estes novos meios de informação/comunicação, estabelecidos à escala mundial, forneceram-nos igualmente a noção de um novo espaço, um espaço virtual, que já não se mede pelas usuais dimensões do espaço físico, e onde em muito pouco tempo qualquer um pode consultar informação, aceder à sua conta bancária, realizar reuniões online, gerir os seus negócios, conversar com amigos ou família, procurar distração …. Sem sequer sair da cadeira da sua secretária ou do conforto de sua casa e do seu computador pessoal.

publicado por luzdequeijas às 21:10
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A GLOBALIZAÇÃO DO PLANETA

 

A globalização do planeta, com “pezinhos de lã”,  a pouco e pouco, está a transformar o mundo numa “aldeia global”, na qual a variedade de culturas e costumes em breve será transformada e apelidada por todos de uma monótona e enfadonha pasmaceira.

Tudo isto terá começado a ganhar estatuto e forma no início da idade Moderna, com o surgimento de uma economia à escala mundial, evoluindo de uma forma histórica mas cumulativa e, tudo indica, irreversível. Porém, tal ocorrência tornou-se mais palpável e afirmativa na segunda metade do século XX, precisamente depois dos anos 80, quando, por imposição do neoliberalismo, a Humanidade ganhou consciência da mundialização da economia.

As economias deste ou daquele país já não se referem, como antes, à indústria feita naquele país pelos seus nacionais, passou a significar a indústria dominada pelo capital de determinado país em várias partes do mundo, envolvendo técnicos e operários também de várias nacionalidades. Assim, uma crise na sua sede financeira, atinge toda essa empresa bem como as pessoas e economias a ela ligadas.

 

publicado por luzdequeijas às 14:35
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Domingo, 28 de Julho de 2013

TAPAR O SOL COM A PENEIRA

A imprensa de hoje, faz eco de uma notícia algo estranha: "Os funcionários das secretas vão ter regras mais apertadas  de controlo,  que os obrigarão a sujeitarem-se até ao teste do polígrafo. O controlo estender-se-á aos três anos seguintes a abandonarem funções. Estas são algumas das novidades dos diplomas entegues ontem no Parlamento pelo PSD e CDS."

Esta deixa qualquer um de "boca aberta"| Fica subentendido que os "espiões" pecarão por mentir e cabe agora perguntar: quem mais mente, os tais funcionários das secretas ou os políticos de todos os partidos? Que mentiras poderão meter Portugal na "bancarrota" mais rapidamente? E sendo assim, quem mais pode prejudicar o povo e o país com a fobia da mentira? A maioria das pessoas terão menos dificuldades em responder a esta pergunta do que em acertar no Euromilhões"!!

publicado por luzdequeijas às 15:30
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Sábado, 27 de Julho de 2013

A GRANDE MUDANÇA

 

" Está próxima a Grande Mudança"

 

A conferência "Empresas e Emprego Sustentável no Século XXI" mostrou que o mundo está à beira de uma enorme transformação

 

"Esta é uma história que começou há um milhão de anos e vai acabar em meados deste século. É a história da Grande Transformação da cultura humana". Foi com estas palavras que Mário Raich, presidente da empresa inglesa Learnità, professor convidado da HEC de Paris, da ESADE Business School Barcelona, começou a sua intervenção na conferência "2020 Que Futuro? - Empresas e Emprego Sustentável no Século XXI", organizada pelo Expresso, ESADE e Select Vedior, que decorreu esta semana no Porto. A próxima conferência sobre o mesmo tema vai realizar-se no dia 19, no Hotel Meridian, em Lisboa.

"É um estranho período na história da Humanidade", disse Raich. "Por um lado, podemos estar orgulhosos do que conquistámos em todos os campos da vida (...). Mas, por outro, vemos cada vez mais sinais de problemas sérios (...). A mudança climática é só uma delas. Mas a mais preocupante é o crescimento da população mundial".

Para perceber o que vai acontecer é necessário recuar à Idade da Pedra, que terminou quando o homem descobriu o fogo. Aí começou a Antiga Cultura, que durou um milhão de anos. Depois, há dez mil anos, nasceu a Cultura Dominante, caracterizada pela luta pelo poder e pela propriedade. Uma geração depois emergiu a Cultura Virtual, o último ciclo da Grande Transformação, que durará cem anos e será dominada pelo desenvolvimento do mundo virtual. " A idade virtual terá enormes consequências na economia e nos negócios. O maior risco é que venha a reproduzir as questões e problemas que hoje temos nesses mundos virtuais", sublinhou.

Para evitar esses perigos, "os políticos e os líderes empresariais necessitam de mudar os fundamentos da civilização moderna". Isso inclui: 1)  a sociedade deve abandonar o paradigma da dominação e mover-se para o paradigma da colaboração: 2) a economia necessita de ir para lá do paradigma do crescimento e estabelecer uma nova ordem económica baseada na transformação: 3) necessitamos abandonar o paradigma da disponibilidade infinita da energia e recursos e definir o paradigma da interferência mínima no ambiente: 4) necessitamos de um novo quadro social e económico de criação de valor, baseado nos valores humanos universais.  

" O ponto de mudança da Grande Transformação está perto. Há tremendas oportunidades ou um enorme desastre. As nossas acções - ou os nossos fracassos em agir - decidirão o futuro da vida na Terra", concluiu.

Simon Dolan, professor do ESADE, foi outro dos oradores, sendo as intervenções comentadas por Joaquim Azevedo, presidente da Universidade Católica (porto), Ana Cristina Mesquita, da EFACEC, e Rui Fiolhais, gestor do Programa Operacional Potencial Humano (POPH).

N.S. 05-05-2009

 

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TRÊS VEZES ÉTICA

ACIMA DE TUDO NA POLÍTICA

A crise política actual, sem fim e sem precedentes, sugere algumas reflexões sobre o problema da ética na política. Nenhuma profissão é mais nobre do que a política porque quem a exerce assume responsabilidades só compatíveis com grandes qualidades morais e de competência. A actividade política só se justifica se o político tiver espírito elevado e as suas acções, além de buscarem a conquista do poder, forem dirigidas para o bem público. Um bem público que poderá variar de acordo com a ideologia ou os valores de cada político, mas do qual sempre se espera que busque com prudência e coragem, o interesse geral dos cidadãos e do seu país.

A ética, na sua responsabilidade e ação, deve nortear qualquer político, pois ela levará em consideração as consequências das decisões que o político adoptar. A imoralidade quanto aos meios é aquela que resulta de os meios utilizados serem definitivamente condenáveis. A imoralidade quanto aos fins é aquela que se materializa quando falta ao político a noção de bem-público; ainda que o seu discurso possa afirmar valores, ele realmente busca apenas o seu poder ou o seu enriquecimento, ou ambos. Neste caso configura-se o político oportunista, que não tem outro critério senão quanto aos meios para o seu próprio interesse. Há certos casos, em que a imoralidade é apenas em relação aos meios, outros, apenas quanto aos fins, mas geralmente é sempre uma imoralidade tanto nos meios como nos fins, o político sempre usa de quaisquer meios para atingir os seus fins pessoais. Neste caso, temos a imoralidade absoluta, o oportunismo radical.

Quando pensamos nos principais responsáveis por uma crise moral, o que vemos é que poucos foram imorais apenas em relação aos meios, utilizando meios condenáveis como a corrupção e o suborno, mas mantendo-se fiéis aos seus valores e objetivos. A maioria porém, é constituída por políticos que traíram todos os seus compromissos e passaram a adoptar políticas económicas que, até ao dia anterior, criticavam veementemente. Não agiram de acordo com a ética da responsabilidade ou mesmo com a ética de Maquiavel, mas de acordo apenas com o seu interesse, ao se envolverem com os poderosos ou com os que pensam serem os poderosos, aqui e no exterior. O seu único objectivo era, e continua a ser, a sua permanência no poder. Alguns desses políticos acabarão por perder o poder em episódios dos mais lamentáveis da nossa história mas continuarão a fazer campanha como se não fossem os responsáveis por nada. Mentindo sempre que isso der jeito. Esse tipo de política, porém, tem vida curta nas democracias autênticas e evoluídas. Todavia para o povo traduzem-se, em geral, em muitos anos de penosos sacrifícios para ele próprio! Como neste momento está a acontecer ao povo português!

 

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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013

NA HORA DA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATOS

Um líder partidário pediu autenticidade e contas certas aos candidatos autárquicos do seu partido, até porque os tempos não estão para campanhas à antiga, com muitos custos e promessas. De facto no nosso país muita gente sofre por erros, incompetência e desonestidade de candidatos que não estiveram à altura deste povo e da sua nomeação. A vida contínua! Temos novamente eleições à porta! Como de costume; “muitos foram os chamados mas poucos os escolhidos”. De um café fechado para o efeito se fez local de apresentação de candidatos. Os tempos não vão para gastos! A pequena sala estava cheia e pudemos ver nela dois candidatos, líderes partidários de grupos, militantes de longa data e ainda autarcas em final de mandato, ou ex-Presidente de Junta! Também responsáveis locais do partido.

 

Falou o candidato à Câmara Municipal, com segurança, sem alardes de vaidade e comedido nas suas afirmações. Vem de seguida o candidato à Freguesia. Refere várias moradas que teve até chegar a esta. Diz-se idealista, não sendo contudo, militante do partido. Fala da Freguesia o suficiente para convencer os militantes resignados há anos, mas longe de satisfazer os autarcas ou ex-autarca presentes! Mostra-se vago nas afirmações, mas demasiado convencido nas suas capacidades! Como candidato escolhido é natural que sinta o seu ego preenchido, mas deveria ter a habilidade de o disfarçar, a favor de uma certa modéstia que se impunha, e porquê? Existe gente com enorme currículo e sacos de diplomas e não prestam como autarcas! Outros como Lula da Silva, operário sem qualquer diploma, liderou uma das maiores nações do mundo. 

Se está convencido que vai arrasar, vai por mau caminho. Um candidato, quer queira ou não queira, vai dar seguimento ao trabalho daqueles que o antecederam! Melhor ou pior ….. Nunca deverá, após a tomada de posse, partir para desfazer aquilo que outros fizeram. Desfazer só por desfazer! NÃO. Entrega e respeito pelo próximo e pela verdade vale muito mais que certos papeis que andam por aí ao "desbarato"! Se é independente, por que foi escolhido dentro de um partido? Se haveria tantos militantes pretendentes dentro do partido que o escolheu! Demais, o seu maior opositor será um MOVIMENTO DE INDEPENDENTES! Iremos todos saber, em que estado os INDEPENDENTES deixaram este concelho!

Depois, um partido hoje é um autêntico “vespeiro”, é dentro dele que estão os verdadeiros inimigos de qualquer candidato! Os nossos amigos (de um candidato) estão sempre nos outros partidos!

O ex-presidente de Junta presente, só soube desta tomada de posse por gentileza de um amigo! Embora, esse amigo, tivesse tido na sua caixa de correio um convite formal, mesmo não sendo militante! Os dois autarcas do partido, presentes e ainda em exercício, também não tiveram convite oficial. Todos teremos que ter uma “Nova Ambição” para mudar o estado podre que temos na política nacional! Há quatro anos, este partido viu muitos dos seus militantes, venderem-se a um Movimento Independente, como fariam os verdadeiros espiões!

publicado por luzdequeijas às 16:43
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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013

DEPOIS DO CAOS, TEREMOS O PARAÍSO?

Os cálculos sobre a Teoria do Caos são hoje utilizados para estudar os fenómenos metereológicos, o crescimento das populações, as variações no mercado financeiro e os movimentos de placas tectónicas, etc. A Teoria do Caos levou ao conhecimento do chamado “efeito borboleta“, apresentado pelo matemático Edward Lorenz em 1963.

Talvez cansadas da normalidade as sociedades humanas parecem estar, ou estarão de facto, em permanente mudança! Tal mudança decorre em boa parte de um modo escondido, embora a parte restante, seja possível ser reconhecida por qualquer humano no seu dia-a-dia. Porque decorrem estas mudanças já será de explicação mais problemática. Todavia, a fome de mudança gira à volta de tudo aquilo que envolve o ser humano. Desde os modelos automóveis, às roupas, penteados, sem podermos esquecer as novas tecnologias, divórcios etc. Os fatores que originam esta loucura na mudança, a montante ou a jusante, do ato em si próprio, poderão ser vários e serão mesmo; desde a promoção do consumismo até ao horror que a normalidade produz na maioria do ser humano! Algumas das muitas formas da fuga à normalidade chegam mesmo ao ridículo, roçando muitas vezes o caricato! Será ainda de mencionar as muitas e aberrantes estravagâncias no uso dos mais variados objetos de consumo corrente!

Parece haver uma enorme vertigem de mudança e até de destruição de tudo que é normal e corrente. O sacudir valores sobejamente consagrados ataca toda a humanidade e em especial a classe política, Por outro lado o mundo em que vivemos, vai anualmente cumprindo as suas rotinas de milhares ou milhões de séculos. Que efeito provocará no mundo, esta febre atual de mudar só por mudar?

Aparentemente está-se a seguir no encalce do caos total no planeta Terra. Ou será que antes desse fim os humanos, para continuarem a mudar, tentarão a caminhada de regresso aos valores e à normalidade como virtude indispensável?

publicado por luzdequeijas às 16:45
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Quarta-feira, 24 de Julho de 2013

A DESERTIFICAÇÂO DO INTERIOR

Penamacor é uma vila portuguesa no Distrito de Castelo Branco, região Centro e sub-região da Beira Interior Sul, com cerca de 1 500 habitantes. Elevada a vila em 1199, só a partir do reinado de D. Sanchp I é que a história de Penamacor se define com alguma clareza. Dizem alguns ter sido esta vila pátria de Vamba o famoso rei dos Godos que governou a península desde 672 até 682 D. Sancho I conquistou Penamacor aos Mouros e reconstruiu-a. Deu-lhe foral em 1189 e entregou-a aos Templários na figura do mestre D. Gualdim Pais, que a fortificou. Segundo uma versão uma luta feroz entre os seus habitantes e salteadores originou tanto derramamento de sangue e de tão má cor, que a vila ficou a ser conhecida por Penha de má cor.

Muito virada para o turismo e lazer, tem a sua riqueza patrimonial, fundamentalmente, resultante do seu passado histórico e das condições geográfico-naturais do seu território.

Porém, os seus sinos tocam a finados cerca de 50 vezes por ano, três vezes mais do que os nascimentos que ocorrem em todo o concelho, fazendo dele o mais envelhecido de Portugal!

Muito casario fechado, e as escolas primárias são metade das que havia há duas décadas!

Os lares existentes estão repletos de gente idosa e até os cemitérios ostentam um movimento acima do restante território.

Algumas pequenas empresas familiares, exportam azeite, mel, queijo e leite. A decadência vai-se acentuando por todo o vasto território interior deste país! É forçoso inverter esta realidade.

 

publicado por luzdequeijas às 23:39
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Terça-feira, 23 de Julho de 2013

O POLEGAR, OS CORRUPTOS E OS MENTIROSOS

 VAMOS A ELES 

"Uma característica, considerada pelos consulentes, bastante interessante da quirognomonia é o fato de conseguir saber quem uma pessoa é pelo seu polegar se esse for bastante inclinado é de uma pessoa mentirosa e corrupta, já as pessoas que inclinam o polegar em um ângulo médio tem uma preocupação grande com as outras pessoas e as de polegar reto são teimosas, egoístas e nem um pouco flexível.

Ao olharmos para nossas mãos vemos diversas linhas e, segundo a quirologia, são nelas que estão marcados nosso passado, presente e futuro. A linha de Saturno nasce no punho e deve ir reta até o dedo médio, cada ramificação significa dificuldades que a pessoa terá ou teve na área de trabalho, a linha do coração está ligada ao emocional da pessoa se nessa linha se formarem correntes a pessoa tem grande fragilidade emocional. A ciência discorda completamente, pois até hoje a quirologia não conseguiu provar que essas linhas têm alguma relação com a pessoa, embora acreditem nisso piamente.

De acordo com a quirologia, todas as marcas que temos nas mãos tem um significado, por exemplo, as pintas indicam alguma coisa ruim em determinada área da vida, essas marcas podem estar nos dedos e cada dedo da mão está ligado a um planeta, o polegar sofre influência de Vénus e está ligado à pessoa, ao seu eu, por isso é o único dedo que se pode mover independentemente dos outros, o dedo indicador é influenciado por Júpiter e está ligado a área de estudos e espiritualidade, o dedo médio está ligado a Saturno e interfere na área profissional, o dedo anelar recebe influência do sol e tem relação com a  família e por ultimo o dedo mínimo que tem influencia de mercúrio e está ligado à comunicação

Estudos científicos revelam que os sinais eletromagnéticos de uma estação de rádio a 1Km de distância ou de uma conversa ao celular são muito mais intensos que os sinais eletromagnéticos de qualquer estrela, por isso a contestação científica ao fato de que as pessoas sofrem interferências dos planetas. Uma característica da Leitura Fria é que todas as afirmações iniciais são vagas ("estou a ter uma sensação na área da perna") ou em forma de pergunta ("Sinto que pensa em alguém que está ausente. Estou certo?") Muitas das respostas são dadas pelo próprio sujeito.

 As ocasiões em que o psíquico errou àcerca do sujeito serão esquecidas por ele e pela audiência. O que será recordado são os êxitos aparentes, dando a sensação de que "como é que ele podia adivinhar se não fosse psíquico."  Este fenómeno de supressão da evidência contrária é tão predominante nas demonstrações psíquicas que parece estar relacionado com o velho principio psicológico: uma pessoa só vê o que quer ver.

Pela quirologia tudo está escrito em nossas mãos, mas não podemos afirmar isso e devemos estudar mais pseudociências para chegar a uma conclusão: acreditar ou não acreditar?"

www.adorofisica.com.br/trabalhos/ciencia_e_ps/quirologia.html 

publicado por luzdequeijas às 15:36
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Domingo, 21 de Julho de 2013

A SUSTENTABILIDADE DA ECONOMIA MUNDIAL

Para podermos alcançar uma economia sólida, duradoura e sustentável, temos de dar alguns passos fundamentais, que infelizmente os nossos políticos e homens de Estado, parecem não enxergar como estão perto de si próprios. A via da descoberta não é nunca o caminho mais sinuoso, mas tão só, uma atenta e cuidadosa observação de tudo o que nos rodeia. Resulta muito mais de um espírito atento daquilo que existe do que de novas descobertas. É, porventura, a discussão do século XXI. Aquilo que começou por ser eventualmente considerado como uma posição extremada de algumas correntes radicais, transformou-se num dos principais desafios das economias desenvolvidas: a sua capacidade para articularem o crescimento económico com a salvaguarda do meio ambiente e dos recursos naturais, com vista à promoção de uma verdadeira economia sustentável para hoje e para o futuro.

 

 

publicado por luzdequeijas às 19:40
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EM LUGAR DOS GRUPOS

UMA FAMÍLIA ALARGADA  E A "DOUTRINA SOCIAL CRISTÃ"

"Os crentes viviam muito unidos e punham em comum tudo o que possuíam. E, cada dia que passava, o Senhor aumentava o número dos que tinham recebido a salvação."É este o tom geral do Texto de Meditação, e para a maioria das pessoas uma espécie de paraíso na Terra.

No mundo real em que vivemos, também a maioria das pessoas, relativamente ao paraíso descrito, não hesitam em o classificar de utópico.
A grande maioria das pessoas, também parece não entender que os bens que julgam ter, são demasiado perecíveis e terrenos, e que mais não servem senão para esconder outra felicidade, à qual nós insistimos em fechar os olhos, obcecados que estamos com o materialismo.
À própria realidade da vida terrena ser uma curta passagem, os humanos fazem vista grossa, como se ela fosse mesmo eterna. Poucos querem aceitar e proceder em conformidade, com a fragilidade desta passagem pela terra que Deus nos concedeu, embrulhada num constante afrontamento entre o bem e o mal.
Vivemos esse dilema, que no fundo é a forma de sermos postos à prova perante o julgamento final e, temos o descaramento de falarmos em utopia relativamente aos supremos valores da nossa existência.
Depois de coabitarmos forçosamente, com o bem e o mal, deste confronto só avançamos com vida, se conseguirmos manter dentro de nós, um sentimento elevado, chamado esperança, qual bóia de salvação que nos pode levar até ao fim da vida. A força secreta que move todo o esforço humano é a esperança num amanhã diferente para melhor. Mas a esperança cristã, tal como a fé, não é uma esperança individual: é antes uma esperança com os outros e para os outros. O cristão deve ser homem de esperança, pois sabe de onde vem e para onde vai. Sabe que vem de Deus e regressa a Ele.
Para viajarmos neste grande barco da vida, o bilhete de ingresso chama-se, a família, mas logo que entramos nele, temos de perceber através do amor que temos à nossa família, que é inevitável fecharmos os olhos ao desafio de aceitarmos a concepção de uma família mais alargada, e dessa maneira estaremos abertos ao encontro e ao diálogo de gerações.
Tudo aquilo que não queremos para a nossa família, também não podemos nem devemos querer, ou aceitar, para a grande família alargada, a quem chamam o próximo. Nasceu, então, em nós e a partir de agora outro conceito; o conceito da justiça social e o destino universal dos bens da Terra. Chegámos, sem darmos por isso, a um porto até agora desconhecido, chama-se ele : um conceito cristão sobre a propriedade e o uso dos bens.
É o princípio típico da Doutrina Social Cristã ; os bens deste mundo são originariamente destinados a todos.
O Direito à propriedade privada é válido e necessário, mas não anula o valor de tal princípio.
Sobre a propriedade privada, de facto, está subjacente «uma hipoteca social», quer dizer, nela é reconhecida, como qualidade intrínseca, uma função social, fundada e justificada precisamente pelo princípio do destino universal dos bens. Depois, e ainda, dentro do mesmo barco começamos a respirar, ainda que levemente, um leve perfume que lido no frasco que o contém, se percebe chamar-se hino à caridade e partilha. Conforme a fragrância escolhida, podemos optar pela caridade paciente, a caridade bondosa, a caridade discreta, a caridade da verdade e nunca deveremos comprar alguns outros tipos de caridade postas à venda como, a caridade indiscreta ou a caridade interesseira, ufana ou mesmo, invejosa.Assim que sairmos de novo do barco, no qual fizemos esta longa viagem , teremos seguramente descoberto que há outra forma de ser feliz na terra, que desconhecíamos, e que também, ainda nos pode levar à salvação eterna.
Sem medo de nos rotularem de utópicos, sabemos ser esta a viagem aconselhada. Não é fácil tomar, a qualquer a hora, este barco !
publicado por luzdequeijas às 19:34
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Sábado, 20 de Julho de 2013

PERDA DE MANDATO?

O Governo conduz a política geral do país e dirige a Administração Pública, que executa a política do Estado.

O Governo tem funções políticas, legislativas e administrativas.

O Governo tem como funções:

  • negociar com outros Estados ou organizações internacionais,
  • propor leis à Assembleia da República,
  • estudar problemas e decidir sobre as melhores soluções (normalmente fazendo leis),
  • fazer regulamentos técnicos para que as leis possam ser cumpridas,
  • decidir onde se gasta o dinheiro público.

 
A formação de um governo passa-se do seguinte modo:
Após as eleições para a Assembleia da República ou a demissão do Governo anterior, o Presidente da República ouve todos os partidos que elegeram deputados à Assembleia e, tendo em conta os resultados das eleições legislativas, convida uma pessoa para formar Governo.


O Primeiro-Ministro, nomeado pelo Presidente da República, convida as pessoas que entende. O Presidente da República dá posse ao Primeiro-Ministro e ao Governo que, seguidamente, faz o respetivo Programa, apresentando-o à Assembleia da República.
O Programa do Governo é um documento do qual constam as principais orientações políticas e as medidas a adotar ou a propor para governar Portugal.
O Governo é chefiado pelo Primeiro-Ministro que coordena a ação dos ministros, representa o Governo perante o Presidente, a Assembleia e os Tribunais.
 
As principais decisões do governo são tomadas no Conselho de Ministros, que também discute e aprova Propostas de Lei e pedidos de autorização legislativa àAssembleia da República (para leis que definem políticas gerais ou setoriais) discute e aprova Decretos-Lei e Resoluções (que determinam medidas ou a forma de execução das políticas).
 
O Governo termina o seu mandato quando o novo governo entra em funções, quer tenha sido formado após eleições para a Assembleia da República, quer tenha sido formado após um rearranjo político das forças parlamentares.
Sempre que termina a legislatura ou que muda o Primeiro-Ministro, há um novo governo.

O Governo pode cair quando:

  • apresenta um voto de confiança ao Parlamento e este o rejeita;
  • a maioria absoluta dos deputados aprova uma moção de censura ao Governo;
  • o seu programa não é aprovado pela Assembleia da República;
  • o Presidente da República o demite para assegurar o regular funcionamento das instituições democráticas portuguesas;
  • o Primeiro-Ministro apresenta a demissão, morre ou fica física ou mentalmente impossibilitado.

 
O Governo tem responsabilidades perante o Presidente da República - a quem responde através do Primeiro-Ministro - e perante a Assembleia da República - através da prestação de contas da sua atuação política, por exemplo nos debates quinzenais em que o Primeiro-Ministro responde às perguntas dos deputados.


publicado por luzdequeijas às 23:34
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Quarta-feira, 17 de Julho de 2013

O POVO DESESPERA

 

É na luta partidária entre PS e PSD, de atribuição constante de culpas, que estes partidos gastam as suas energias e o povo engole privações. Também, no desfazer daquilo que já estava feito pelo opositor!

Nada se explica ao povo, mas aumentam-se os impostos descaradamente e o país degrada-se a olhos vistos! Incumprem-se as promessas eleitorais, enquanto isso, fazem-se autoelogios em “causa própria”. O povo desespera e sobrevive só Deus sabe com que sacrifícios! 

Os números apresentados e as previsões anunciadas, de tão discutidos na “praça pública” (comunicação social), acabam por desacreditar toda a informação estatística servida ao país, e até ao estrangeiro.

É aqui que entra a “Lei de Goodhart“ que diz: “ deixa de ser fiável o valor de uma grandeza estatística que é transformada em objetivo político”. Diga-se mentira política.

O problema dos dados estatísticos, é já de si é muito difícil e falível! Tanto, o cidadão comum, como os políticos e jornalistas, normalmente, não têm preparação suficiente para fazer uma correta leitura analítica destes valores. Tudo isto se agrava e descredibiliza ainda mais, se tais dados informativos falharem clamorosamente! É isso que os portugueses constatam da Revolução de Abril, para cá!

publicado por luzdequeijas às 18:25
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A SAÚDE DOS NOSSOS PARTIDOS

 

“A forma como os partidos têm funcionado tem vindo a degradar-se ao longo dos anos e é hoje perfeitamente castradora da qualidade dos seus militantes. A maioria dos portugueses, principalmente os de maior capacidade política e de mais nobres intenções, não tem paciência para uma vida partidária que, ao funcionar nos moldes descritos, exige, acima de tudo, vocação para tarefas menores e não para a defesa de convicções e ideais.

Milhares de cidadãos que passaram pelos partidos saíram frustrados com aquilo a que assistiram; atropelos à democracia, ausência de regras claras, votos amestrados, decisões políticas de órgãos jurisdicionais, quotas pagas por terceiros, cadernos eleitorais à medida, representatividade política meramente virtual, prioridade à discussão das tricas internas, organização deficiente e longe dos padrões médios, atuais.

 Esses cidadãos que fugiram da vida partidária, são uma maioria e, ao tomarem essa decisão, estão a prescindir da principal riqueza do regime democrático que é, precisamente, a participação. Nos moldes em que tudo tem funcionado, a responsabilidade desse afastamento é de todos aqueles que, tendo consciência desta situação, nada fizeram para a resolver.

A qualidade da nossa classe política está intimamente ligada a esta problemática. Sem uma alteração do quadro atual, jamais será possível a sociedade poder aspirar a mais qualidade de vida ou melhores dias. (...) O mais penoso desta questão prende-se, no entanto, com o facto do ritmo de desenvolvimento de qualquer sociedade depender muito diretamente do nível e da capacidade dos seus dirigentes”.

publicado por luzdequeijas às 17:52
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PORDATA

AQUILO QUE O ESTADO NÃO FEZ!


A PORDATA é um serviço público de informação estatística criado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Aqui encontrará milhares de estatísticas e indicadores sobre os mais diversos aspectos de Portugal e da Europa.
Agradecemos todos os seus comentários, sugestões e críticas.
António Barreto
Presidente do Conselho de Administração

A PORDATA: Apresentação

 

A ideia da PORDATA surge no seguimento de dois projectos coordenados por António Barreto: A Situação Social em Portugal: 1960-1995 (publicado em 1996) e A Situação Social em Portugal: 1960-1999 (publicado em 2000). Estávamos no final dos anos 90 e, com os meios disponíveis na altura, foi possível reunir um vasto conjunto de séries estatísticas sobre a sociedade portuguesa em diversas áreas: População; Saúde; Educação; Emprego e Condições de Trabalho; Produto, Rendimentos e Níveis de Vida; Habitação; Conforto e Bem-Estar; Segurança Social; Cultura; Justiça; Contas Nacionais e Função Social do Estado; Empresas e Trabalhadores. A receptividade a estas duas publicações em livro ultrapassou todas as expectativas.


Desde então, multiplicam-se os sinais de interesse pelas estatísticas, muito favorecidos, é claro, pelo desenvolvimento das tecnologias de informação e de comunicação, conseguindo-se alargar o âmbito da informação e dos públicos. As estatísticas deixaram, assim, de se destinar a audiências restritas e passaram a ocupar um lugar vital no processo de conhecimento de todos.


Assistimos, actualmente, a um aumento vertiginoso de estatísticas sobre os mais variados sectores da sociedade. Contudo, mais informação não significa necessariamente maior conhecimento. A “confiança”, o “rigor” e a “relevância” dos conteúdos estatísticos e a “facilidade”, a “simplicidade” e a “rapidez” de acesso à informação são elementos, embora nem sempre fáceis de conciliar, cada vez mais reconhecidos como essenciais ao processo de conhecimento. É essa a intenção do projecto PORDATA e da Fundação Francisco Manuel dos Santos: tentar responder às necessidades de informação credível, tantas vezes dispersa e de acesso nem sempre simples por parte de um público o mais amplo possível, independentemente das suas competências em lidar com estatísticas.


O projecto PORDATA prevê disponibilizar os dados estatísticos em três fases principais: para Portugal (concluída em Fevereiro de 2010), Europa (concluída em Novembro de 2010) e para as regiões e municípios portugueses (concluída em Maio de 2012). O vector comum a toda a informação apresentada é o tempo. Publicada sob a forma de séries cronológicas, a informação incide sobre um longo período, que se inicia, sempre que possível, em 1960 e se prolonga até à actualidade.


Os dados de base disponibilizados na PORDATA são da exclusiva autoria de entidades oficiais com competências de produção de informação nas áreas respectivas. Este processo de colecção de informação estatística beneficiou de uma notável colaboração por parte de muitas pessoas que, em nome das entidades oficiais que representam, cooperaram activamente neste projecto. Para além do Instituto Nacional de Estatística, autoridade por excelência na área da produção estatística, já colaboraram com a PORDATA mais de 60 entidades oficiais.


A grande receptividade às solicitações por parte da maioria dos organismos oficiais contactados confirma o interesse dos serviços na divulgação da informação que possuem. Essa atitude de verdadeiro serviço público, encontrada no Portugal de hoje, merece uma referência muito especial, pelo progresso significativo que tal representa em relação a um passado não muito distante. Agradeço reconhecidamente a todas essas pessoas que, em nome das entidades oficiais, connosco colaboraram. Um agradecimento muito especial ao Instituto Nacional de Estatística e à sua presidente, Alda Carvalho, pela disponibilidade e receptividade demonstradas desde o início do projecto e que se traduziu na celebração de um protocolo de colaboração com a Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Este projecto foi naturalmente mais longe do que a mera compilação de informação estatística. Associada à exigência metodológica que envolve a preparação e organização dos dados, houve um importante trabalho de harmonização e de consolidação das séries (que contou, em muitos casos, com o envolvimento das entidades prestadoras da informação e com o empenho e capacidade analítica dos colaboradores, com distinção merecida para Ana Luísa Barbosa, Joana Lopes Martins e Rita Rosado). Houve ainda, sobre os dados coligidos, um importante trabalho de produção de indicadores novos que agora se disponibilizam, além dos que são passíveis de serem criados suplementarmente, a partir dos dados de base.


Sendo os dados a matéria-prima da PORDATA, não posso deixar de fazer, ainda, uma breve referência à metainformação como parte indissociável dos dados que são apresentados. É difícil conhecer com rigor as realidades que os números representam sem perceber o contexto dos dados: por exemplo, o significado dos conceitos envolvidos, as operações estatísticas que os produziram, as eventuais quebras de série ocorridas ou as entidades responsáveis pela informação. Assim, e porque por detrás de um número, ou de um conjunto de números, esconde-se sempre uma “história”, para cada série de dados, está presente a preocupação de descrever o ambiente metodológico que lhe deu origem, de modo a tornar possível a sua leitura fidedigna. Esta dimensão foi, no projecto, considerada tão essencial quanto a apresentação dos valores numéricos propriamente ditos.


São muitos os temas disponíveis na PORDATA - actualmente quinze em Portugal, dez na Europa e doze nos Municípios. Cada um destes temas está subdividido em vários subtemas, que incluem múltiplas séries de dados estatísticos. Estes dados podem ser visualizados sob a forma de tabelas, para o todo ou parte do período de dados disponível. Esses dados podem também ser visualizados sob a forma de gráficos estáticos e dinâmicos ou, ainda, de mapas estáticos e dinâmicos na base dos Municípios. Há ainda a possibilidade de os dados serem transformados automaticamente em indicadores habituais (como as percentagens ou as variações) e, no caso da unidade de medida ser o euro, de se converterem os valores de preços correntes em preços constantes. Também está prevista a possibilidade de se construírem quadros personalizados, a partir de séries estatísticas relativas a diferentes temas. Estas são apenas algumas das funcionalidades acessíveis em ambiente Web.


Em suma, a PORDATA é um serviço público, um projecto destinado a todos, pensado para um vasto número de utentes que comungam do interesse em conhecer, com confiança e rigor, mais sobre Portugal. É, por isso, com imenso orgulho que partilho convosco esta fonte de informação com todos os que possam dela necessitar.


Maria João Valente Rosa
Directora do Projecto

 


publicado por luzdequeijas às 16:57
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SER EMPREENDEDOR

Não é esperar a felicidade acontecer, mas conquistá-la."

"Empreendedorismo significa criar empresas ou produtos novosagregar valor, é saber identificar oportunidades e transformá-las num negócio lucrativo, é um termo oriundo do francês. O conceito de empreendedorismo foi utilizado inicialmente pelo economista Joseph Schumpeter, em 1950.

Empreendedorismo é criar riqueza através de novos produtos, novos métodos de produção, novos mercados, novas formas de organização etc. O empreendedor é responsável pelo empreendedorismo, para gerar lucro para a organização, e valor para o cliente.

O empreendedorismo é essencial nas sociedades, pois é através dele que as empresas buscam a inovação, se preocupam em transformar conhecimentos em novos produtos, e não deixar o cliente sempre na mesma. Existem, inclusive, cursos de nível superior com ênfase em empreendedorismo, para formar indivíduos qualificados para inovar e modificar as organizações que forem atuantes, modificando assim o cenário económico.

Seguramente muitas pessoas gostariam de ser empreendedores neste mundo. Mas o que é um empreendedor? O autor Augusto Cury, descreve ser empreendedor desta forma:


"Ser um empreendedor é executar os sonhos, mesmo que haja riscos. É enfrentar os problemas, mesmo não tendo forças. É caminhar por lugares desconhecidos, mesmo sem bússola. É tomar atitudes que ninguém tomou. É ter consciência de que quem vence sem obstáculos triunfa sem glória. É não esperar uma herança, mas construir uma história... Quantos projetos você deixou para trás? Quantas vezes os seus temores bloquearam os seus sonhos? Ser um empreendedor não é esperar a felicidade acontecer, mas conquistá-la."

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VER, OUVIR E PENSAR

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Terça-feira, 16 de Julho de 2013

"ANOS DOURADOS" EM PORTUGAL

 

 

A mesa do colóquio: Rogério Martins, Motta Campos, Guilherme Oliveira Martins (moderador), João Oliveira Martins, Xavier Pintado e Alexandre Vaz Pinto

 


Ciclo de debates sobre Marcelo Caetano

 

NUNO BOTELHOA mesa do colóquio: Rogério Martins, Motta Campos, Guilherme Oliveira Martins (moderador), João Oliveira Martins, Xavier Pintado e Alexandre Vaz Pinto

Portugal viveu "anos dourados"

O primeiro colóquio sobre os "Tempos de Transição" encheu o Centro Nacional de Cultura. A discussão só se tornou mais viva quando se discutiu... Salazar.

José Pedro Castanheira

19:35 Quinta feira, 25 de setembro de 2008

 

 

O primeiro debate do ciclo "Tempos de Transição" - acerca da governação de Marcelo Caetano - decorreu sob o signo dos "anos de ouro da nossa economia". A expressão foi utilizada mais que uma vez por Xavier Pintado, que também lhe chamou "quinquénio dourado".

Pintado foi secretário de Estado do Comércio e para justificar aquela classificação debitou numerosos índices sobre o comportamento da economia portuguesa: um aumento do PIB de 6,6% ao ano, "uma das taxas mais elevadas da Europa"; um crescimento económico só superado no espaço da OCDE "pela Grécia e Japão"; uma taxa de crescimento da produtividade que "só os tigres asiáticos viriam a ultrapassar"; um desemprego "com os valores mais baixos de sempre".


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/portugal-viveu-anos-dourados=f411403#ixzz2ZF3X5Voq

publicado por luzdequeijas às 21:37
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TERRAS DO BARROSO

Barroso (região)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Paisagem da serra do Barroso

Barroso, ou Terras de Barroso, é o nome dado, actualmente, à região formada pelos concelhos de Montalegre e Boticas.

Segundo as fontes, em 9 Junho de 1273, D. Afonso III, em carta de foral, funda a vila de Montalegre e o respectivo alcácer tornando-se cabeça das Terras de Barroso. Este foral foi depois confirmado por D. Dinis em 1289, D. Afonso IV em 1340, e D. João II em 1491. Em 1515, D. Manuel em converteu-o em foral novo. No reinado de D. João I, e na sequência daGuerra da Independência, as Terras de Barroso foram oferecidas a D. Nuno Álvares Pereira. Em 6 de Novembro de 1836, o concelho de Montalegre foi dividido, criando-se o novo município de Boticas e perdendo-se no processo, para o município de Vieira do Minho, o município de Vilar de Vacas (sediado em Ruivães) e, também, o Couto Misto de Santiago de Rubiás – Tourém.1

publicado por luzdequeijas às 18:56
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CONTRATO LEONINO

Cláusula leonina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Lion's Share Barlow.JPG

Uma cláusula leonina é um item inserido unilateralmente num contrato que lesa os direitos da outra parte, aproveitando-se normalmente de uma situação desigual entre os pactuantes. Tais cláusulas abusivas lesam a boa fé, causando um grave desequilíbrio nos direitos e obrigações das partes em prejuízo do elo mais fraco. A legislação as considera nulas, não implicando, todavia, na nulidade do contrato como um todo.

A expressão cláusula leonina tem sua origem numa fábula de Esopo: uma vaca, uma cabra e uma ovelha haviam feito um acordo com um leão e caçaram um cervo. Partindo-o em quatro partes, e querendo cada um levar a sua, disse o leão: a primeira parte é minha, pois é meu direito como leão; a segunda me pertence porque sou mais forte que vós; a terceira também levo porque trabalhei mais que todos; e quem tocar a quarta me terá como inimigo, de modo que tomou todo o cervo para si.

publicado por luzdequeijas às 18:31
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ACIMA DE GOVERNOS E DE PARTIDOS

 

Ao se aproximar o fim desta crise política (?), todos teremos gravado no nosso espírito a exata visão das nossas imensas possibilidades e a nítida compreensão da gravidade ds nossos imensos problemas.

Todos estaremos convencidos de que na nossa geração se definirá o destino de Portugal: seremos uma grande e rica Nação, se soubermos trabalhar intensamente e nos organizarmos para construir o nosso futuro; seremos uma pobre comunidade, superpovoada e infeliz, se nos dedicarmos ao abandono no presente, e à ostentação e às disputas internas dos partidos políticos.


Façamos uma breve resenha das nossas imensas dificuldades, também elas, projetadas no futuro:

-As PPP rodoviárias foram, como é público e notório, um dos negócios mais ruinosos para o Estado, cuja fatura só agora começa a conhecer-se nos seus contornos principais, representando um encargo que vai repercutir-se nas próximas gerações, caso não haja uma decisão política corajosa, que rescinda contratos geneticamente leoninos.” Sol 28-06-2013

-“A reforma do Estado tem mesmo de ser feita, se quisermos continuar com uma comunidade nacional com capacidade de atuação interna e externa, designadamente no âmbito de cada uma das organizações internacionais em que participa. Se falharmos é o nosso Estado que irá progressivamente passando à reforma, deixando de ter capacidade de fazer o que dele se espera.“ SOL 28-06-2013

- “ Se os partidos políticos funcionarem mal, contaminam o País e dificultam a recuperação” CM 08-07-2013

- “Como diria Bordalo Pinheiro, transformaram a política numa porca em que todos querem mamar” CM 09-07-2013

-“Recursos Hídricos- Poderão diminuir nas próximas décadas, revela um estudo da Empresa Portuguesa das Águas Livres (EPAL).” CM 10-07-2013

-“ O encargo total com os juros e amortizações da dívida pública já ultrapassam os 14,3 mil milhões de euros. Juros da dívida comem sacrifícios” CM 14-07-2013

 -" Mais de 86 mil têm curso superior mas estão no desemprego. O número de diplomados no desemprego mais que duplicou em cinco anos” CM 14-07-2013

-“Portugal é desde o início do milénio, um dos países com a economia mais anémico. E é também dos países com pior natalidade. A economia e a demografia juntam-se numa tempestade terrível. “ CM 12-05-2013

-"É fundamental que o Sistema de Segurança Social seja preservado no essencial. Num país pobre, envelhecido e com a classe média endividada, a Segurança Social é a última almofada de dignidade. Mas com a quebra da massa salarial e a erosão da economia, a pressão do sistema é crescente.” CM 12-05-2013


Continuar para quê? É imperioso que os líderes partidários se esqueçam do partido e pensem exclusivamente na população e no seu País! Dar as mãos é um dever cívico.


Quanto aos "indignados do costume" que ficaram quietos enquanto eram esbanjados milhares de milhões sem honra nem proveito, qual a razão de tanta indignação agora? Os promotores de tanta agitação de rua estariam nessa altura de cachecol ao pescoço? É agora que organizam greves gerais para derrubar o Governo? Tenham juízo!

Não será muito difícil perceber que sem um Plano de Recuperação Nacional da nossa economia e do País no seu todo, já não há futuro para ninguém! Tal Plano Nacional teria de ter acima de tudo o apoio de toda a Sociedade Civil e quanto a deputados e partidos, uma vez eleitos, teriam de se submeter a ele. A democracia convencional deixou de ser a salvação de Portugal (por agora) tal como a sua Constituição Política, eivada de idealismos bloqueadores! Portugal precisa do sacrifício de todos e acima de tudo de muito trabalho.    

publicado por luzdequeijas às 17:01
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UM PLANO NACIONAL

 

PARA O NOSSO DESENVOLVIMENTO


Ao se aproximar o fim desta crise política, todos teremos gravada no nosso espírito a exata visão de nossas imensas possibilidades e a nítida compreensão da gravidade de nossos problemas.

Todos estaremos convencidos de que na nossa geração se definirá o destino de Portugal: seremos uma grande e rica Nação, se soubermos trabalhar intensamente e nos organizarmos para construir o nosso futuro; seremos uma pobre comunidade, superpovoada e infeliz, se nos dedicarmos ao abandono no presente, e à ostentação e disputas internas dos partidos políticos.

Portugal é ainda uma terra de oportunidades. Continuará, entretanto, retardado e sofredor, se não quisermos lutar com a energia de construtores de um novo mundo e de uma nação reformada e convencida de que uma diretriz geral, nos fará encontrar o caminho que devemos percorrer unidos nos próximos anos, para acelerar o nosso desenvolvimento económico e social. Com ele encontraremos o otimismo sadio e a decidida vontade de criar e realizar, que empolga os homens de boa-fé, deste histórico Portugal. Amadureceremos, assim, o espírito dos mais esclarecidos estudiosos da nossa realidade nacional e das tendências de um Plano Nacional para a evolução necessária ao êxito. Espera-se que em torno delas possamos reunir o melhor da nossa capacidade de trabalho, para darmos a Portugal, nos próximos anos, um novo impulso na senda do progresso e da felicidade para todos os portugueses.

publicado por luzdequeijas às 15:01
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Segunda-feira, 15 de Julho de 2013

PORTUGUESES A PASSAR AS PASSAS DO ALGARVE

 


Passar as passas do Algarve

Significado: Atravessar um mau momento, uma situação má.

Origem: Na ausência de uma explicação histórica para a expressão, é plausível que ela se tenha formado do seguinte modo:

a) o Algarve é uma região portuguesa conhecida pela qualidade dos seus frutos secos, pelo que passa por excelência é a do Algarve;

b) uma passa de uva foi exposta ao calor e à intempérie, pelo que se adequa a ser usada metaforicamente em lugar das palavras sofrimento ou vicissitude;

c) há, aparentemente, uma repetição sonora e até certa redundância em passar as passas, o que se traduz no reforço ou na enfatização do verbo passar, como sinónimo de sofrer, aguentar, atravessar com dificuldade (daí passamento, no sentido de morte).

Deste modo, a expressão sugere a ideia de uma enorme provação, da passagem de um mau momento, que é comparado ao próprio processo de produção de uma uva passa.
publicado por luzdequeijas às 20:01
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“MAIS MIOLOS E MENOS TIJOLOS”

 

As ostras no Tejo poderiam valer muitos milhões. Centenas de empregos também!
O ano de 1966, talvez marque o início do fim das ostras no estuário do nosso Tejo, que chegou a ser o maior fornecedor destes bivalves na Europa. As ostras, bastante resistentes, suportaram a crescente poluição da bacia do Tejo depois do desaparecimento de golfinhos e tantas outras espécies! Foram morrendo, devagar, até 1970, e a partir daí, acabou-se. Nunca mais voltaram. 
O Posto de Depuração de Ostras do Tejo, que começou a operar em 1954 na Moita, foi desativado! Antes, o marisco ficava em cinco tanques e em 36 horas levava três banhos com água do rio, tratada com cloro. Dali, as ostras iam para o resto do país e para Espanha, França e Inglaterra. 
A apanha de ostras dava emprego a centenas de pessoas da região. Em 1960, 120 empresas exploravam o marisco no estuário, enquanto em 1972 existiam apenas oito. Pelo menos até 1964, saíam do Tejo cerca de 10 mil toneladas de ostras por ano, segundo dados do Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (Ipimar). 

A poluição industrial (o tributal de estanho das tintas usadas pelas embarcações também é tido como responsável pela eliminação das ostras), a poluição agropecuária vinda da lezíria e o aumento populacional nos municípios ribeirinhos - até há poucos anos sem tratamento de esgotos - ditaram o fim da fartura. Em 1970, as ostras do Tejo acabaram, mas continuaram a chegar ao posto as de Setúbal e do Algarve. "As últimas estiveram aqui em Dezembro de 1996". 
Há cerca de quatro anos, o Ipimar tentou introduzir no Tejo as ostras do estuário do Sado, ainda em exploração. Mas a experiência, repetida durante dois anos, falhou. 
A Administração de Região Hidrográfica do Tejo, responsável pela elaboração do Plano de Ordenamento do Estuário, está a analisar a possibilidade de reintroduzir os bivalves no rio. E há quem diga que isso é possível. João Gomes Ferreira, investigador docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Lisboa, estima que o estuário tem capacidade para produzir entre sete e 12 mil toneladas de ostras por ano, que, se forem exportadas podem render 35 a 60 milhões de euros. Onde antes se limpava marisco, agora fazem-se festas e outros eventos. O rio está hoje menos poluído mas ainda não há ostras para depurar. "O que se vê por aí é a ostra-anã, não presta para comer"! Se não puserem cá ostras de qualidade, elas não voltam a aparecer."

http://www.youtube.com/watch?v=FfobXE-XpdA (ostras em Vigo)

publicado por luzdequeijas às 19:48
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Domingo, 14 de Julho de 2013

TOCAR ÀS TRINDADES

 


Sino pequeno no campanário da Igreja matriz

 

TOCAR ÀS TRINDADES

São Pedro é o padroeiro de São Pedro da Silva. Os mordomos do altar-mor são dois casais. Um casal é de São Pedro e o outro é de Nosso Senhor. Os mordomos trabalham em conjunto. O mordomo de São Pedro tem de tocar à missa, ajudar o padre na missa e dar as opas para as procissões, para levarem as lanternas e o palio, quando sai. A mordoma, junto com a mordoma de Nosso Senhor, tem de limpar a igreja, arranjar o altar e preparar as coisas para a missa: cálice, jarra com água e toalha.

A mordoma de Nosso Senhor tem de tocar às Trindades. Antigamente tocava-se às Trindades às seis e trinta da manhã, o povo dizia que era hora de levantar; tocavam à tarde por volta das cinco da tarde, era hora de cear e, ás nove, tocava-se às Almas diziam que era hora de deitar. Agora já só se toca uma vez, por volta das cinco, na hora de Inverno e às nove na hora de Verão.

 

Lâmpada do Santíssimo, com o Altar-mor em pano de fundo


A mordoma de Nosso Senhor tem de tratar da lâmpada. Antigamente essa lâmpada era com azeite e tinha uma flor que se apanha no monte. A mordoma tinha que ter o cuidado de a lâmpada não se apagar, tinha que ir a vê-la algumas vezes por dia. Caso alguém fosse e a visse apagada, tocavam os sinos para a mordoma ir lá. A lâmpada, por semana, gastava um litro de azeite, ao fim do ano gastavam-se 52 litros de azeite.
Esse azeite, ou se comprava ou quem tivesse devoção oferecia o que quisesse. A lâmpada não podia estar apagada pois diziam que Nosso Senhor estava às escuras.
Agora a lâmpada foi substituída por uma lâmpada elétrica: é mais prática, nunca se está com a preocupação de se apagar.
O mordomo de Nosso Senhor nas procissões tem de levar a cruz.

Elisabete Esteves

PUBLICADA POR LS GARROTES À(S) 20:49 SEM COMENTÁRIOS:  

SEXTA-FEIRA, 20 DE FEVEREIRO DE 2009

publicado por luzdequeijas às 21:08
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AJUSTES DIRETOS

SÃO POEIRA NOS NOSSOS OLHOS!


A aldeia Bokapahari, no estado indiano Jharkhand, tem um maná! Os seus habitantes, gente muito pobre, retiram "ilegalmente" de uma mina a céu aberto, o carvão de que necessitam no seu dia-a-dia.

Gente de todas as idades, com a ajuda de um cesto à cabeça, enchem as suas casas de carvão com o qual aquecem a sua miséria. A referida ilegalidade é, afinal de contas, uma pequena gota de água no oceano!

Dados recentemente publicados, oficialmente, salientam que o Estado indiano já perdeu cerca de 250 mil milhões de euros nesta actividade, por ter entregue a exploração de muitas minas de carvão a empresas privadas e públicas ..... sem a formalidade segura de um concurso!

Haja Deus .... 


 

 

publicado por luzdequeijas às 18:31
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