Domingo, 31 de Março de 2013

O BOM SAMARITANO

O termo "bom samaritano" surgiu numa parábola bíblica no Novo Testamento, na qual Jesus Cristo orienta os seus seguidores a amarem o próximo como amavam a eles mesmos.

Samaritano é o indivíduo natural da região de Samaria, próximo a Jerusalém. Na parábola contada por Jesus, relatada no Evangelho de São Lucas, capítulo 10, um doutor da lei pergunta a Jesus o que deveria fazer para herdar a vida eterna. Jesus responde que era preciso amar a Deus e amar ao próximo.

Ao questionar quem era o "próximo", Jesus responde dando o exemplo do comportamento de três homens que passaram por um outro que fora espancado. Dois homens (com cargos de sacerdotes) passaram pela vítima sem prestar socorro, mas o terceiro, um samaritano, cuidou dele, levou-o para um local próprio para ser auxiliado e pagou todas as despesas. Esse homem benevolente ficou conhecido como "bom samaritano".

A conclusão a que chegou o doutor da lei foi que o "próximo" foi aquele que teve misericórdia do homem necessitado, mesmo sendo um estranho.

A expressão foi generalizada e "bom samaritano" passou a designar qualquer pessoa que se preocupa com os outros, que age sempre a favor do bem, que procura ajudar em qualquer circunstância, sem falsos interesses.

publicado por luzdequeijas às 11:59
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TRÊS EMBUSTES

"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Sábado, 30 de Março de 2013
Os três embustes do regresso de Sócrates

Não sei se José Gomes Ferreira tem toda a razão nestes “três embustes do regresso de Sócrates”, mas este jornalista da área da economia e também subdirector de informação da SIC, costuma fazer muito bem o seu trabalho de casa.

 

 http://tovi.blogs.sapo.pt/646860.html

 

publicado por luzdequeijas às 11:44
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Sábado, 30 de Março de 2013

A FONTE DE JACOB

http://letras.mus.br/nuno-da-camara-pereira/503009/

 

 

Dos amores do redentor
Não reza a história sagrada
Mas diz uma lenda encantada
Que o bom jesus sofreu de amor

Sofreu consigo e calou
Sua paixão divinal
Assim como qualquer mortal
Que um dia de amor palpitou

Samaritana
Plebéia de sicar
Alguém espreitando
Te viu jesus beijar
De tarde quando
Foste encolntrá-lo só
Morto de sede,
Junto à fonte de jacob

E tu risonha acolheste
O beijo que te encantou
Serena, empalideceste
E jesus cristo corou

Corou ao ver quanta luz
Irradiava da tua fronte
Quando disseste: " - ó bom jesus,
Que bem eu fiz, senhor, em vir à fonte."

Samaritana

publicado por luzdequeijas às 19:15
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QUANDO A FERA MATA A PRESA

Não é possível encontrar justificações técnicas, mais ou menos elaboradas ou fundamentadas, pois a motivação é só uma: a defesa de "interesses". Grandes e pequenos. Quando a fera mata a presa para comer, tarde ou cedo irão aparecer os abutres e outros predadores a aproveitar os restos, que para eles são um rico manjar.

 

Os interesses têm, assim, um leque muitíssimo variado, que vão dos poderosos aos pequenos e mesquinhos interesses. Parece ser evidente que os grandes são a razão de ser das facções, dos barões, dos grupos, das tendências, dos «lóbis» etc. Os pequenos são a pequena corrupção local, os lugares nas juntas, nas câmaras, a protecção no emprego, o emprego para o filho etc.

 

Servem para motivar e comprar os indivíduos de mais baixa formação moral. Com este quadro, dentro de um partido não pode haver valores. Haverá somente um quadro negro de imoralidade, impossível de caber em quaisquer tipologias do quadro Panebianco.

 

Os militantes que não desistam de ser honestos, aqueles que se conduzam por valores, ou até outros que insistam em pensar nos problemas das populações, são pura e simplesmente esmagados.

Não é por acaso que Portugal continua na cauda da Europa , apesar das ajudas comunitárias.

publicado por luzdequeijas às 18:00
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OS INTERESSES EM PORTUGAL

A parte, não controlada, ninguém saberá ao certo quem sobre ela terá domínio! Não será de estranhar que seja o mundo da economia.     

 

“ Os Interesses em Portugal são mais fortes que o poder político “.

 

«JORGE SAMPAIO, em entrevista, alerta para a necessidade de reformas de fundo. Presidente da República há cinco anos, Jorge Sampaio diz, que «os interesses em Portugal são mais fortes» do que o «fraco» poder político. Por isso pede aos partidos que vão para além do «eleitoralismo permanente», de modo a avançar com reformas estruturais e evitar a criação de «problemas sérios a médio prazo».                

 

  Diário Económico 26 Dezembro 2000    

 

publicado por luzdequeijas às 17:54
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HENRIQUE NETO

 

O EMPRESÁRIO culpou ontem os partidos políticos pela situação do País. " OS grupos com interesses instalaram-se nos partidos e controlam tudo", disse.

CM 22-04-2010

publicado por luzdequeijas às 17:18
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OS PARTIDOS E AS AREIAS MOVEDIÇAS

Os partidos vivem repletos de pessoas que em nada primam pela lisura, antes, mergulham sem qualquer cerimónia, nos terrenos movediços da mentira e da falcatrua.

Infelizmente, parecem ser os que mais singram na vida política e, ao invés, as pessoas sérias e correctas, caem normalmente em desgraça!

A inscrição de supostos militantes nos partidos faz-se, por vezes, em grandes grupos de “mercenários”. Tais grupos depois de ajudarem a conquistar um núcleo, uma secção ou uma distrital, são transferidos para outra área geográfica e assim sucessivamente, defraudando toda a verdade eleitoral interna e externa.

Conhecidas figuras que dão aulas de política em “Universidades” e “Polítécnicos”, ou até empossadas como vereadores, usam e abusam destas práticas desonestas!              

publicado por luzdequeijas às 17:06
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TODA A SORTE DE ALDRABICE

No seu livro “A POLÌTICA in situ” tem um prefácio do dr. Pacheco Pereira, do qual podemos extrair o seguinte trecho que é o retrato perfeito da calamitosa situação política em Portugal.

 

“ O processo conhecido como “ refiliação “, de responsabilidade primeira de Rui Rio e apoiado pela direcção original de Marcelo Rebelo de Sousa, foi nos tempos recentes a mais profunda mudança interna conhecida pelo PSD e ela se deveu a uma conjugação excepcional de circunstâncias dificilmente repetíveis. Na sua origem estava o impulso inicial da direcção de Marcelo, que se materializou no seu primeiro sucesso político – a luta contra o “ totonegócio “ – e a experiência pessoal de Rui Rio, como militante activo e empenhado, e que tinha a experiência de estar em oposição e em minoria, real ou manipulada, dentro do partido. Esta experiência deu-lhe uma visão muito crítica sobre os mecanismos habitualmente utilizados no interior do partido para a manutenção do poder.

Ele conhecia bem as inscrições maciças de militantes com moradas falsas, o crescimento artificial de secções controladas de forma caciqueira para garantir um maior número de delegados a congressos e a assembleias distritais, os comportamentos aparelhisticos das juventudes partidárias, actuando como sindicatos de votos para garantir a negociação de lugares e pessoas, o fechamento de secções a inscrições de novos militantes para os seus dirigentes mantivessem o controlo, o pagamento colectivo e selectivo de cotas em vésperas de eleições para garantir votos, a utilização das secções para pequenas «cotories» pessoais e de grupo, cujo único objectivo era o controlo sobre as escolhas de meia dúzia de cargos autárquicos ou de deputados, a corrupção favorecida pela promiscuidade entre situação e oposição nas vereações municipais, etc., etc., Ele também sabia que havia medidas discretas, fáceis de aplicar e seguras para evitar estas perversões da democracia interna e do sentido de bem público da acção política. Medidas que podiam ser tão simples como a mera obrigação do pagamento individualizado de quotas através de cheque ou transferência bancária. “

     

publicado por luzdequeijas às 16:58
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“ TENDÊNCIAS, FAMÍLIAS, GRUPOS, FACÇÕES, BARÕES, ETC”.

É muito frequente ouvir-se falar, relativamente aos partidos, em expressões como, “Sensibilidades”, “Famílias”, “ Tendências” e outras, que como é de supor, a maioria das pessoas traduzem à letra.

 

Será mesmo assim tão simples? Vamos ver:

 

FRASES

“Sou favorável a que haja correntes no partido, assumidas como tais, o que é muito mais saudável do que insinuações sobre a existência de «clãs», de «famílias», etc.”  

 

Manuel Maria Carrilho Noticias-Magazine 22 SET 2002

publicado por luzdequeijas às 16:51
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A CLASSE POLÍTICA

O nível moral, cultural, intelectual e profissional da grande maioria das pessoas que andam metidas, com total aproveitamento (?), nos partidos que temos, pode ser ilustrado pela descrição feita abaixo, quando numa autarquia local se pretendia atribuir PELOUROS a alguém que assumia a segunda figura autárquica e primeira figura local do seu partido!

Fê-lo com uma "caligrafia" quase ilegível, de onde, com dificuldade, se lia:

 

 

   Renucio ays Polores

 

“A forma como os partidos têm funcionado tem-se vindo a degradar ao longo dos anos e é perfeitamente castradora da qualidade. A maioria dos portugueses, principalmente os de maior capacidade política e de mais nobres intenções, não tem paciência para uma vida partidária que, ao funcionar nos moldes tradicionais, exige, acima de tudo, vocação para tarefas menores e não para a defesa de convicções.

 

Milhares de cidadãos que passaram pelos partidos saíram frustrados com o que assistiram. Atropelos à democracia, ausência de regras claras, votos amestrados, decisões políticas de orgãos jurisdicionais, quotas pagas por terceiros, cadernos eleitorais à medida, representatividade política meramente virtual, prioridade à discussão das tricas internas, organização deficiente e longe dos padrões médios actuais.

 

Esses cidadãos fugiram da vida partidária. São uma maioria e, ao tomarem essa decisão, estão a prescindir da principal riqueza do regime que é, precisamente, a participação. Nos moldes em que tudo tem funcionado, a responsabilidade desse afastamento é de todos aqueles que, tendo consciência de esta situação, nada fazem para a resolverem.

 

A qualidade da nossa classe política está intimamente ligada a esta problemática. Sem uma alteração do quadro actual, jamais será possível a sociedade poder aspirar a mais qualidade. (...) O mais penoso de esta questão prende-se, no entanto, com o facto de o ritmo de desenvolvimento de qualquer sociedade depender muito directamente do nível da capacidade dos seus dirigentes”.

 

 

 

                                         Rui Rio PORTO EDITORA

 

 

 

 

 

 

 

publicado por luzdequeijas às 16:22
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UM GRITO DE ALARME

Arcebispo de Braga critica classe política «incompetente» e monopólio dos bancos

Arcebispo de Braga critica classe política «incompetente» e monopólio dos bancos

O arcebispo de Braga, Jorge Ortiga, manifestou-se preocupado com os suicídios, depressões e frigoríficos vazios resultantes da crise e criticou a «incompetência» da classe política e o monopólio dos bancos.

Ao falar na homilia da celebração do Paixão do Senhor, na Sé de Braga, Jorge Ortiga também não poupou a «corrupção judicial» e as «mentiras dos astrólogos».

«Por que é que nós consentimos que tantos seres humanos continuem a ser vítimas da miséria social, da violência doméstica, da escravatura laboral, do abandono familiar, do legalismo da morte, da corrupção judicial, das mortes inocentes na estrada, das mentiras dos astrólogos, do desemprego, de uma classe política incompetente e do monopólio dos bancos?», questionou o prelado.

Jorge Ortiga manifestou-se preocupado com o número de suicídios «que aumentam diariamente» em Espanha, por causa da penhora de casas, e advertiu que, «em breve, este drama poderá chegar» também a Portugal.

Uma preocupação extensiva às depressões dos jovens portugueses, «que se fecham nos seus quartos por causa do desemprego», e às famílias «cujo frigorífico se vai esvaziando».

«Os políticos, por seu turno, refugiam-se em questões sem sentido do verdadeiro bem comum e o sistema bancário, depois de ter imposto a tirania de consumos desnecessários para atingir metas lucrativas, hoje condiciona o crédito justo às jovens famílias portuguesas, com taxas abusivas que dificultam o acesso a uma qualidade de vida com dignidade», criticou.

Para Jorge Ortiga, a solução está em Jesus, «o autêntico libertador do povo, porque concede crédito (atenção) aos mais pobres, defende o ideal da fraternidade».

Diário Digital com Lusa

 

 

 

publicado por luzdequeijas às 16:15
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NA NOSSA DEMOCRACIA

TAMBÉM TEM HAVIDO ERROS DESTES?

 

A Federação de Futebol da Macedónia revelou hoje que o «capitão» Goran Pandev votou em José Mourinho para melhor treinador de 2012, mas que, devido a «erro técnico» do organismo, o mesmo acabou em Vicente del Bosque.

A explicação surge dias após o treinador português ter explicado que faltou à gala da FIFA depois de saber que alguns dos votos que supostamente eram para ele foram atribuídos ao selecionador de Espanha, versão que Pandev confirmou.

A federação da Macedónia tenta explicar os «rumores e especulações» em torno do voto de Pandev, contando que o futebolista foi contactado telefonicamente e «confirmou verbalmente» as suas opções para cada uma das categorias.

«Elegeu José Mourinho como melhor treinador de 2012. Na votação, Goran Pandev deu cinco pontos a José Mourinho. No entanto, quando o formulário foi preenchido, e devido a um erro técnico sem qualquer intenção de modificar a eleição de Pandev, marcou-se o nome de Vicente del Bosque. No dia seguinte, o formulário foi enviado à FIFA. Foi um erro técnico. Não há dúvida de que Goran Pandev deu o seu voto a José Mourinho», esclarece a federação.

A instituição solicita à FIFA que se desculpe com Pandev e Mourinho e acrescenta esperar que o seu erro não tenha significado consequências na eleição do melhor treinador do ano.

A FIFA respondeu às acusações de Mourinho e do seu antigo pupilo no Inter, exibindo o documento enviado pela federação da Macedónia, assinado pelo selecionador Cedomir Janevski e pelo próprio Pandev, mostrando que ambos votaram em Del Bosque.

Diário Digital com Lusa

 

publicado por luzdequeijas às 12:57
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Sexta-feira, 29 de Março de 2013

O TRATADO DE TORDESILHAS

 

A Espanha depois de vencer Portugal numa guerra de dois anos na fronteira, os reis Fernando e Isabel, começaram a interessar-se pelas terras de além mar. Com a viagem vitoriosa de Colombo à América, em 1492, o Papa Alexandre VI, um espanhol de Valência, reconheceu em duas bulas, a Inter Caetera, o direito de posse dos espanhóis sobre o que o navegante genovês havia descoberto e rejeitou as reclamações de D. João II de que as novas terras pertenciam a Portugal.

O Rei não se conformou e ameaçou com outra guerra. A controvérsia induziu os dois países a negociarem, frente a frente. Na Espanha, um tratado para dividir o vasto novo mundo que todos pressentiam:

 

"O Tratado de Tordesilhas".

 

Mas à medida que foi sendo consolidado o comércio na rota das índias, a partir da sua descoberta em 1498, a coroa foi absorvendo gradualmente os poderes da Ordem. Até que em 1550 o rei D. João III fez o papa Júlio III fundir as duas instituições. Com isso, o grão-mestre passa a ser sempre o rei de Portugal, e o seu filho tem o direito de sucedê-lo também no comando  da Ordem de Cristo e das expedições.

Mas o sucesso atraía a competição. A Espanha, tradicional adversária, também fazia política no Vaticano para minar os monopólios da Ordem, em acção combinada com o seu crescente poderio militar.

 O cronista espanhol das negociações, Frei Bartolomeu de Las Casas, invejou a competência da missão portuguesa. No livro "História de Las Índias" , escreveu: "No que julguei, tinham os portugueses mais perícia e mais experiência daquelas artes, ao menos das coisas do mar que as nossas gentes". Sem a menor dúvida, era a vantagem dada pela estrutura secreta da Ordem.

 Portugal saiu-se bem no acordo. Pelas bulas Inter Coetera, os espanhóis tinham direito às terras situadas mais de 100 léguas a Oeste e Sul da Ilha dos Açores e Cabo Verde. Pelo acordo de Tordesilhas, a linha divisória e imaginária, que ia do polo norte ao polo sul, foi esticada para 370 léguas, reservando tudo que estivesse a leste desse limite para os portugueses

publicado por luzdequeijas às 17:04
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NADA MUDOU

" Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas..."

Guerra Junqueiro escrito em 1886


publicado por luzdequeijas às 16:28
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MINISTRO AFASTADO POR SÓCRATES

2009

 

“ O Sistema odeia as pessoas íntegras “

Campos e Cunha não tem dúvidas. O sistema odeia as pessoas íntegras . Na entrevista ao CM e RCP, o ex-ministro das Finanças de José Sócrates mostra-se indignado com as campanhas feitas contra pessoas de valor e afirma que há uma degradação evidente na qualidade dos gestores da causa pública. Sobre a crise económica e financeira, Campos e Cunha diz que o Governo montou uma gigantesca operação de ocultação da situação e que por isso mesmo perdeu crédito não só junto dos portugueses como das instâncias internacionais. É por isso, diz, que recentemente a Standard & Poor´s fez um aviso de que o risco de crédito de Portugal pode piorar. Em relação à estratégia do Executivo de José Sócrates para combater a crise, Campos e Cunha afirma que ainda não percebeu o alcance das medidas e recusa a ideia de que um qualquer burocrata do Terreiro do Paço possa escolher os sectores de actividade que devem ser ou não apoiados. Para este economista, tudo o que tem sido feito não passa de coelhos que o Governo vai tirando da cartola. Sobre a matéria fiscal, Campos e Cunha defende a redução imediata das taxas de retenção do IRS e da taxa social única, tudo de forma temporária. E sobre as polémicas obras públicas, o ex-ministro das Finanças recusa terminantemente o projecto de construção do TGV.
CM 17-01-2009-01-17
Nota : As opiniões e avisos sucedem-se pela boca de gente credível. Os portugueses parecem anestesiados, mas na realidade estão desiludidos e sem esperança. Ainda não perceberam a gravidade da situação deste país em que vivemos. O “ Ilusionismo “ continua, e vê-se a espaços, o silêncio do primeiro-ministro para permitir que um ou outro ministro, insulte um candidato da oposição, depois de já ter mostrado ao país o seu baixo nível de expressão, quando quer defender aquilo que insiste em levar para a frente e representa mais uma cavadela na sepultura de Portugal. É muito triste assistir a este espectáculo de indecência ! O medo está instalado, e isso significa que vivemos emtudo menos em democracia. As manifestações de rua fazem parte da manobra de distração. Os manifestantes descarregam e serenam os ânimos. Tudo continua na mesma.
publicado por luzdequeijas às 16:21
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O QUE OUTROS NÃO FIZERAM .....


Pier Luigi Bersani desiste de formar governo
Económico - há 20 horas - 200 artigos relacionados »
O chefe da esquerda italiana renunciou a formar um governo devido à impossibilidade de garantir uma maioria parlamentar. | Notícias sobre economia ...
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SABE BEM OUVIR

 http://sic.sapo.pt/Programas/boatarde/2013/03/19/jose-gomes-ferreira-comenta-situacao-economica-do-pais

publicado por luzdequeijas às 15:58
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UMA PESSOA EDUCADA

ONDE ESTAVA A RTP?

 

O país está melhor do que em 2005 ?

Ontem passaram quatro anos sobre as eleições legislativas de 20 de Fevereiro de 2005, convocadas na sequência da dissolução da Assembleia da República, decidida pelo Presidente Jorge Sampaio.
Sem rancores, sem passadismos, sem ilusões, com serenidade, com a distância possível, lembremos as razões invocadas para a dissolução: uma série de episódios que Jorge Sampaio disse, na altura, ser desnecessário especificar: Lembremos o que foi discutido e garantido na campanha eleitoral então realizada e no que depois aconteceu em Portugal.
Para se ser construtivo, importa ponderar. O país estará melhor ou pior, mesmo descontando a crise? Há mais empregos? Há mais investimento? Há mais esperança? Há mais justiça? Há mais liberdade? Há maior proximidade ao rendimento médio da União Europeia? Há mais produtividade? Há menos propaganda? Há menos controlo da comunicação social? Há menos criticas a comentadores ou articulistas? Há menos escândalos? Há menos ameaças, menos ofensas, menos contradições, menos desmentidos?
Hoje, a memória das pessoas tem mais trabalho com tudo o que tem de receber; filtrar; rejeitar; guardar. Temos pouco tempo para pensar no presente e no futuro, quanto mais no passado. Mas, se não aprendermos as lições do que já vivemos, a experiência serve de pouco. Como a minha avó me ensinou, « atrás de tempo, tempo vem ». E ainda: « Adiante iremos, na estrada nos encontraremos» .
Pedro Santana Lopes – SOL 21-02-09
publicado por luzdequeijas às 12:22
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DEMOCRACIA REPRESENTATIVA EM CAUSA!

vicentejorgesilva
A crise chegou à democracia

21 February 09 12:00 AM
 
Num recente debate no Instituto de Defesa Nacional, António Vitorino fez duas críticas ‘indirectas’ ao Governo e ao seu partido, o PS. Propôs «reformas profundas» na Justiça, onde «temos um problema de ineficácia e inadequação do sistema perante as necessidades da vida actual». E preconizou uma «revisitação à democracia representativa», tendo em conta a «incapacidade actual do sistema de partidos».
As propostas de Vitorino são generalidades sem nenhuma originalidade particular: todos os dias se podem ouvir coisas idênticas, provenientes dos mais variados quadrantes – tal como as ouvimos da parte dele, noutras ocasiões. Mas terem sido feitas no momento em que as fez é politicamente muito significativo.
António Vitorino recusou por duas vezes o lugar de secretário-geral do PS, que lhe fora oferecido numa bandeja dourada, depois das abdicações de António Guterres e Ferro Rodrigues. A aura de ‘eterno desejado’ concedeu-lhe o estatuto de principal éminence grise socialista, comentador permanente da RTP como contrapeso a Marcelo e, ainda, sumo-sacerdote das Novas Fronteiras, o ritual litúrgico com que o PS celebra a ‘abertura à sociedade’ por altura dos períodos eleitorais.
Vitorino trocou a política activa pela advocacia de negócios, mas nunca descurou a sua principesca esfera de influência no interior do PS: joga fora e dentro, está próximo de Sócrates – que supostamente o venera – mas numa posição suficientemente altiva e distanciada para assegurar um espaço próprio. Por isso, seja o que for que diga – e apesar das suas infinitas cautelas para evitar especulações semelhantes às que Marcelo suscita –, Vitorino é sempre objecto de um intenso voyeurismo e as suas palavras são escrutinadas como premonições que um vidente consagrado extrai da sua bola de cristal.
Ora, por pouco e vaguíssimo que seja, aquilo que Vitorino agora disse é suficiente para nos interrogarmos sobre o significado político do seu timing, quando o caso Freeport voltou a abalar a credibilidade do sistema judicial e no momento em que José Sócrates volta a ser consagrado, por uma nova votação esmagadora, líder socialista.
Acrise da Justiça reflecte-se e ‘encaixa’ na crise da democracia representativa – e nem o Governo nem o PS se podem considerar estranhos a nenhuma delas. Não serão, decerto, culpados únicos – até porque a crise da democracia representativa ou das próprias instituições judiciais é uma realidade que atravessa todas as formações partidárias e ultrapassa, largamente, as fronteiras nacionais. Mas o mal-estar que sentimos hoje no país, dramatizado pela crise global em que inevitavelmente mergulhámos, fragiliza de forma alarmante a confiança nas instituições nucleares do Estado de direito democrático – como são o sistema de Justiça e o sistema de partidos. Ora, essa fragilização afecta particularmente o PS e o seu Governo, apesar da actual maioria absoluta de que dispõem no Parlamento.
Tão cauteloso em medir o alcance das suas palavras, Vitorino acaba, afinal, por ser um expressivo porta-voz desse mal-estar que também corrói o PS. Mesmo que ele o não diga ou deixe sequer subentendido, o que verificamos com crescente nitidez é que o PS se tornou refém da sua própria maioria absoluta, de um poder que já não consegue gerir democraticamente por ser pesado demais para os seus ombros, nestes tempos de crise generalizada que ninguém soube prever.
O unanimismo em torno de Sócrates e a falta de concorrência à liderança não são sinais de força, mas de fraqueza, anemia e incapacidade de promover o debate democrático interno (o qual, aliás, é encarado com suspeitas inquisitoriais). É certo que não se trata de uma realidade verdadeiramente nova, pois o horror ao vazio também fez com que Guterres e o próprio Ferro Rodrigues tivessem sido eleitos para líderes por percentagens decididamente anormais num partido pluralista. Mas nunca a cegueira do poder, a incapacidade de ver para além do próprio umbigo, se revelaram tão constrangedoras.
A dissolução da pluralidade partidária nunca chegou a um ponto como este, em que o calculismo táctico e o cinismo dos comportamentos individuais eliminam toda a hipótese de um debate fecundo e de uma efectiva abertura à sociedade, segundo o que seriam os propósitos das Novas Fronteiras capitaneadas por António Vitorino. Aliás, quando um intelectual de formação sólida como Augusto Santos Silva se transforma numa caricatura grotesca de Jorge Coelho (ao confessar o seu gozo de «malhar» em dissidentes e opositores, na linha do célebre «quem se mete com o PS, leva» de Coelho), poucas dúvidas parecem restar acerca do efeito triturador dos pequenos poderes partidários e governamentais sobre as mentalidades supostamente mais educadas.
José Sócrates advertiu, há dias, contra os riscos do proteccionismo. São, de facto, riscos suplementares que ameaçam a economia global nestes tempos de crise sem precedentes. Acontece apenas que a economia é global, mas as democracias são ainda nacionais – e, muitas vezes, como no caso português, essencialmente paroquiais. A tentação do proteccionismo é irracional e tende a agravar ainda mais a crise. Mas à falta de uma democracia global – e de esforços consequentes para promovê-la – os Governos nacionais, sobretudo os dos países mais ricos, são pressionados pelos respectivos eleitorados a proteger os interesses imediatos daqueles de cujo voto dependem, como vemos hoje, por exemplo, no Reino Unido, na França ou na Alemanha (apenas para citar os casos europeus mais relevantes).
Na senda da crise económica mundial está a chegar a crise da própria democracia, tal como a temos conhecido. E Portugal é, para além dos temores do proteccionismo económico que nos penaliza, um pequeno exemplo de democracia em crise, sobre o qual precisamos de reflectir. Urgentemente.
 
Publicadopor vicentejorgesilva |
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Quinta-feira, 28 de Março de 2013

SEM AUSTERIDADE

 

E COM MUITO INVESTIMENTO PÚBLICO A AUMENTAR UMA MEDONHA DÍVIDA PÚBLICA QUE IRIA ORIGINAR TODA A AUSTERIDADE ATUAL

 

Fevereiro 2009 - 14h57
Inscritos nos centros de emprego

70 mil desempregados em Janeiro

Durante o mês de Janeiro, mais de 70 mil pessoas inscreveram-se nos centros de emprego, um número que representa um aumento de 27 por cento face ao mesmo período de 2008.

Em comparação com os inscritos em Dezembro de 2008, regista-se um aumento de quase 45 por cento do número de pessoas desempregadas.

Os dados foram revelados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que assinala que o desemprego tem aumentado em todas as regiões do país.

AUMENTO "BRUTAL" - JOÃO PROENÇA

O secretário-geral da UGT considerou que o aumento do número de desempregados é "brutal" antecipa um volume de desemprego "claramente superior" aos oito por cento para 2009.

"É de facto um aumento muito significativo e acentuado, mas já estávamos à espera. Muitas empresas encerraram depois do Natal e por isso era previsível que em Janeiro se verificasse este aumento brutal", disse João Proença.

Para o líder sindical, é "fundamental" a adopção de medidas claras de apoio à manutenção do emprego".

publicado por luzdequeijas às 20:31
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A MORTE A PRAZO

Governo minoritário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Um governo minoritário ou um gabinete minoritário, é um gabinete de um sistema parlamentar formado quando o partido político governante ou a coligação dos partidos não possui a maioria do total de lugares no parlamento. Também é conhecido como um "Parlamento sem Maioria" (Hung Parliament). Nos parlamentos bicamerais, o termo refere-se à situação na câmara cuja confiança é considerada mais crucial.

Em geral, um governo minoritário tende a ser menos estável que um governo de maioria, porque a oposição sempre poderá derrubar o governo com uma simples moção de censura. Além disso, argumenta-se muitas vezes, que um governo minoritário é menos responsável porque o líder pode esquivar-se da responsabilidade e dividir a culpa com a oposição. Exige-se responsabilidade por parte da oposição nas medidas mais impopulares.

publicado por luzdequeijas às 20:21
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ULTRAPASSAR A LEGALIDADE

Os lóbis dão para perceber, que são conduzidos por pessoas colocadas nos lugares certos, para facilitar, dificultar ou até desviar o normal curso de certos processos, de maneira a que as conclusões finais sejam aquelas que mais interessam a quem fomentou os ditos lóbis.

Agora como se articulam essas pessoas, como são instruídas, quem as coloca e como, e o modo como também são protegidas, é mais difícil de perceber.

Percebe-se que tem de ser um trabalho feito em rede, as informações têm de circular com fluência, e o sigilo é fundamental tendo em vista o sucesso a alcançar.

Em toda esta cadeia humana não pode haver descontentes, sendo difícil perceber como tal é conseguido.

O descontente normalmente desabafa a sua revolta com alguém, a menos que esteja coagido a não o fazer, por medo, naturalmente de perder no futuro, oportunidades que sozinho não conseguiria alcançar.  

Agora quem tem força para lhes dar segurança e oportunidades? Uma pessoa isolada não é crível, mais parece trabalho de organizações. Mas que organizações?

Quem protege estas organizações e como ultrapassam o “Poder “ legitimamente constituído? Ou se entrelaçam com ele?

 

Volto a acreditar que tudo isto passa ao lado da maioria da população, que vive quase completamente absorvida pelas preocupações do dia-a-dia. Provavelmente tem ao seu lado pessoas a trabalharem num qualquer «lobby», sem do facto se aperceberem.    

 

Por último, não tenhamos quaisquer dúvidas, que os lóbis  atravessam partidos, governos, organismos públicos, Assembleia da República e todo o lado, onde possa haver, uma ponta que seja, de poder de decisão ou interesses a captar.  Os intervenientes em tais processo, salvo raras excepções, só podem ser pessoas sem escrúpulos, pouco interessadas na defesa do que é justo ou da verdade e, somente norteadas no cumprimento cego das instruções de quem lhes paga.

publicado por luzdequeijas às 13:16
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MORRO DE SAUDADES

Por sentir saudades...


Existem várias formas de uma pessoa sentir saudade, existe a saudade de alguém que já morreu, existe a saudade de alguém que mora longe. Enfim saudade é algo que só quem sente sabe descrever.
Sinto saudade de uma pessoa que já morreu, sinto saudade de uma pessoa que além de morar longe decidiu afastar-se mais ainda. Sinto como se essa distância só aumentásse a cada dia. Sinto tanta saudade que nem mesmo posso descrever.
A falta que sinto dessa pessoa é extremamente dolorosa, sei que mesmo com todos os imprevistos posso sempre contar com ela, porém nunca saberei quando ela irá voltar para mim.
Sei que mesmo com toda essa distância tudo o que vivi com essa pessoa está guardado dentro dos nossos corações, e espero sinceramente que ela nunca me esqueça, da mesma forma que jamais a esquecerei.
Simplesmente você é e sempre será um anjo que passou na minha vida, espero que todos os seus sonhos se realizem.
publicado por luzdequeijas às 12:52
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Quarta-feira, 27 de Março de 2013

VIDA DE MENDIGO

O SEU TESTAMENTO

 

Agora, no fim da vida,

Como mendigo que sou,

Me sinto preocupado,

Intrigado, e num momento,

Me pergunto, embaraçado,

Se faço ou não testamento?

Não tendo, como não tenho

E nunca tive ninguém,

P´ra quem é que eu vou deixar

Tudo o que eu tenho:

Os meus bens?

P´ra quem é que vou deixar,

Se fizer um testamento,

Minhas calças remendadas,

O meu céu, minhas estrelas,

Que não me canso de vê-las

Quando ao relento deitado

Deixo o olhar perdido,

Distante, no firmamento?

Se eu fizer um testamento

P´ra quem é que vou deixar

Minha camisa rasgada,

As águas dos rios, dos lagos,

Águas correntes, paradas,

Onde às vezes tomo banho?

P´ ra quem é que vou deixar,

Se fizer um testamento,

Vaga-lumes que em rebanhos

Cercam meu corpo de noite,

Quando o verão é chegado?

Se eu fizer um testamento

P´ra quem é que vou deixar

Mendigo assim como sou,

Todo o ouro que me dá

O sol que vejo nascer

Quando acordo na alvorada?

O sol que seca meu corpo

Que o orvalho de madrugada

Com sua carícia molhou?

P´ra quem é que vou deixar,

Se fizer um testamento,

Os meus bandos de pardais,

Que ao entardecer, nas árvores,

Procuram se divertir,

P´ra quem é que vou deixar

Estas folhas de jornais

Que uso para me cobrir?

Se eu fizer um testamento

P´ra quem é que vou deixar

Meu chapéu todo amassado

Onde escuto o tilintar

Das moedas que me dão,

Os que têm alma boa,

Os que têm bom coração?

E antes que a vida me largue,

P´ra quem é que vou deixar

O grande “stock” que tenho

Das palavras,“Deus lhe pague”?

P´ra quem é que vou deixar,

Se fizer um testamento

Todas as folhas de Outono

Que trazidas pelo vento

Vêm meus pés atapetar?

Se eu fizer um testamento

P´ra quem é que vou deixar

Minhas sandálias furadas,

Que pisam mil caminhos,

Estradas por onde andei

Em andanças vagabundas?

P´ra quem é que vou deixar

Minhas saudades profundas.

Dos sonhos que não sonhei?

P´ra quem é que vou deixar,

Se fizer um testamento,

Os bancos dos meus jardins,

Onde durmo e onde acordo

Entre rosas e jasmins?

P´ra quem é que vou deixar,

Todos os raios de luar

Que beijam as minhas mãos

Quando num canto da rua

Eu as ergo em oração?

Se eu fizer um testamento

P´ra quem é que vou deixar

Meu cajado, meu farnel,

E a marca deste beijo

Que uma criança deixou

Em meu rosto

Perguntando

Se eu era o Papai Noel?

P´ra quem é que vou deixar,

Se fizer um testamento

Este pedaço de trapo

Que no lixo eu encontrei

Que transformei em lenço

Para enxugar minhas lágrima

Quando fingi que chorei

Se eu fizer um testamento …

Testamento não farei!

Sem nenhum papel

Passado,

Que a papéis eu não ligo,

Agora estou resolvido:

O que eu tenho deixarei,

P´ra qualquer outro mendigo,

Depois que eu tiver morrido,

Ser tão feliz quanto eu sou.

 

 

 

 

publicado por luzdequeijas às 23:53
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VAMOS VIVER DO LAZER?

 SOCIEDADE DE LAZER VS ROBÓTICA E SINDICATOS

Quem ainda terá vida para poder apreciar e compreender os novos tempos que alguns nos prometem, com a vinda de uma perfeita “Sociedade de Lazer”?

A Europa é o espaço de liberdade e segurança mais evoluído do mundo para ser habitado por homens dignos, livres e esclarecidos.
O oriente está a fazer o seu caminho e encontrar-se-á com o resto do mundo em igualdade de dignidade, mas o percurso vai ser muito longo, sinuoso e contraditório. Todos terão de aprender muito uns com os outros, mas com a humildade dos homens grandes.

 

 

Robot

 

 

A globalização não será a humilhação de uns por outros, mas a procura da igualdade através de todas as diferenças.
A guerra, a fome, a doença, a mordaça, a indignidade são para expurgar da humanidade através da inteligência humana.
O desígnio da humanidade é o prazer de viver. O lazer e o trabalho só têm sentido acompanhados de saudável prazer.

 

A sociedade do lazer é o futuro.
É forçoso ser livre para contribuir para a felicidade da humanidade e demais seres vivos. Lutemos todos para aumentar e reforçar a liberdade no mundo.

A robótica caminha no sentido de elevar a produtividade mundial, dispensando de libertar o Homem de uma vida de dedicação única ao trabalho empurrando-o, de facto para uma sonhada “Sociedade de Lazer”! Como aceitarão os sindicatos, esta mudança a curto ou longo prazo? Virão para a rua arrastando os trabalhadores que pela primeira vez se começam a sentir livres no mundo? Livres e realmente iguais no confronto com o seu semelhante! Como lutarão contra os robôs, quando estes dispensarem o Homem de tanta canseira e doenças profissionais trazendo-lhe serenidade e tempo para a família e para o próximo? Reagirão com greves, por que não conseguem compreender que o mundo é mudança e para trás irão ficar os tempos da Revolução Industrial? Ou colocarão também os robôs ao serviço dos sindicatos para defenderem os trabalhadores de gozarem por inteiro o seu espaço de liberdade e os anos de vida que Deus lhes der?

   

publicado por luzdequeijas às 23:43
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O VIL METAL

O DINHEIRO TORNOU-SE OBSOLETO?

( ... ) A crise confronta-nos com o paradoxo fundador da sociedade capitalista: a produção dos bens e serviços não é para ela um objectivo, mas apenas um meio. O único objectivo é a multiplicação do dinheiro.Só nas últimas décadas é que chegámos ao ponto de quase toda a manifestação da vida passar pelo dinheiro e este se ter infiltrado até nos recantos ínfimos da existência individual e colectiva. Sem o dinheiro, que faz circular as coisas, somos como um corpo sem sangue. 

 

Pode-se assim colocar a necessidade - mas também verificar a possibilidade, a vantagem - de sair do sistema baseado no valor e no trabalho abstracto, no dinheiro e na mercadoria, no capital e no salário. Mas esse salto no desconhecido mete medo, mesmo àqueles que nunca se cansam de fustigar os crimes dos "capitalistas". Por agora, o que prevalece é antes a caça ao vilão especulador. Ainda que não possamos deixar de partilhar a indignação perante os lucros dos bancos, é preciso dizer que ela está muito aquém de uma crítica do capitalismo enquanto sistema. ( ... ) A verdade é bem mais trágica: se os bancos sucumbem, se vão à falência em cadeia, se param de distribuir dinheiro, arriscamo-nos todos a sucumbir com eles, porque desde há muito tempo que nos retiraram a possibilidade de viver de outra maneira que não seja gastando dinheiro. É bom reaprendê-lo - mas quem sabe a que "preço" isso irá acontecer! 

Ninguém pode dizer honestamente que sabe como organizar a vida de dezenas de milhões de pessoas quando o dinheiro tiver perdido a sua função. Seria bom admitir, pelo menos, o problema. É talvez necessário prepararmo-nos para o "pós-dinheiro" como para o "pós-petróleo".

 

Anselm Jappe - Filósofo 

publicado por luzdequeijas às 23:37
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O POVO E OS "APARELHOS" PARTIDÁRIOS

 

Ele, POVO, sabe aquilo que os pseudo iluminados, fazedores de opinião, fingem não saber.

Conhece na sua terra o modo como aqueles que dominam as estruturas partidárias locais, fecham o partido à sociedade para se apropriarem de uma infinidade de interesses. Interesses esses que são os grandes responsáveis pela degradação da classe política. Também sabe de outros grandes interesses representados por alguns senhores do seu burgo, que ele (povo) bem conhece, em promíscua relação de cumplicidades negociais com o poder,  central, regional ou local.

Percebe, por fim, que os dois tipos de interesses que enxameiam os partidos, grandes e pequenos, degradam o regime, retirando-lhe eficácia e desta maneira arruínam o País. Percebe tudo isso melhor que a enorme multidão de iluminados que pulula nos órgãos de informação, pois percebe que castigar dois ou três arguidos, antes de condenados, de quem por vezes o POVO gosta, nunca resolverá problema algum, bem pelo contrário.

 

Os agentes de tanta sabedoria, em exclusividade, e pretensos tutores dum povo cada vez mais empobrecido, só não querem perceber que são exatamente os “ Aparelhos Partidários” os causadores de tudo isto! Os causadores das negociatas, da promiscuidade política e do baixo nível em que se encontra a política em Portugal. Claro que há quem se aproveite desta situação, alguns até se chegam a considerar donos da Pátria, chamando de reacionários àqueles que sentem vergonha e denunciam tudo aquilo que faz os patrões do “sistema” taparem os olhos para não ver.

 

Quem ousa constituir em arguidos os membros dos Aparelhos Partidários? Ninguém! Porque será? Porque será que o órgão “Aparelho” não consta dos estatutos de qualquer partido e ninguém sabe sequer os nomes dos seus membros, mas que, afinal, são eles quem tudo controla no partido, na política, nos negócios e no País? Porque será que qualquer político que a ele (aparelho) não se submeta é literalmente afastado ou constituído arguido, mesmo com o povo do seu lado? Os mansos, os dóceis, os inócuos, os corruptos que servem com desvelo o Aparelho, esses, nunca sabem o que é ser arguido! São os candidatos ideais para o aparelho, mesmo sem terem o agrado da população!

 

publicado por luzdequeijas às 23:20
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DIA DO PERDÃO

Yom Kippur (1878)
 
Dia do Perdão

Durante um longo ano comete o homem toda sorte de erros, atropelos, voluntários, involuntários. O processo da teshuvá (arrependimento, retorno ao bem) não poderá realizar-se magicamente num dia. A tradição judia coloca ao mês de EluI, último do ano, como prefácio para ir preparando o homem para a reflexão profunda, até ao grande caminho interior. Cedo, nas manhãs de Elul se ouve o som do shofar.

Uma semana antes de Rosh Hashaná, também durante a madrugada, se dizem as orações que se chamam "selichot" - perdões). O 1º de Tishrei é o grande dia, a base para um ano novo e um novo ano de vida. Depois seguirão nove dias até ao dia do perdão. Dez dias, para aprofundar-se dentro de si, afastar o mal, aproximar o bem. O processo chega à sua culminância no dia 10º de Tishrei : Yom Kipur.

A expiação, Kipur, na raiz hebraica, refere-se ao "que cobre", ou seja, o castigo que envolve o ato perverso. Tudo o que se pode anular, deter ou parar é o castigo; mas não o ato cometido; esse ato está aí e a única maneira de superá-la é através de uma transcendental modificação da conduta pessoal posterior. Os atos são do homem, seguirão sendo dele, e a conseqüência, a sua responsabilidade. Deus pode apagar o castigo, não o ato. O jejum - que acompanha todo o dia do perdão - por sua parte não faz milagre. O jejum do dia não sacrifica nada a favor de Deus, sendo que tal idéia seria eminentemente pagã. O que faz é reconcentrar o homem em seu espírito, afastá-lo, por algumas horas, da servidão do homem ao corpo e a suas necessidades.

Observa-se também que as más ações ou transgressões têm duas polaridades: uma do homem em relação ao homem e a outra, do homem em relação a Deus. A primeira é a da vida diária, exterior, social e inter-humana. A outra, do âmbito da alma, é o segredo da consciência. A primeira é coisa de homens, e os homens têm de resolvê-la: "As transgressões que vão de homem a homem, não são expiadas pelo Yom Kipur, se antes não forem perdoadas pelo próximo ".

Daí que se costuma pedir previamente o perdão dos nossos semelhantes, se eles não perdoam, Deus não poderá intervir.

Wikipédia, Enciclopédia Livre

publicado por luzdequeijas às 21:04
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OS NOSSOS POLÍTICOS E O JEJUM

“Caso este venha a quebrar inadequadamente o seu jejum é obrigatório ao crente jejuar durante 60 dias seguidos, ou alimentar 60 pessoas pobres.”

Neste mundo todos aprendemos uns com os outros. Neste mundo não haverá um só “cantinho”, com o qual este mesmo mundo não tenha qualquer para assimilar, refletir ou cultivar.

No emaranhado de compartimentos, ruas e ruelas, florestas, rios e lagos, ondas e marés deste mundo, a sua sobrevivência e evolução estará numa permanente atenção para as lições que o ele nos dá todos os dias, horas, minutos e segundos.

Como poderão os políticos do nosso país ou de outras latitudes, não cuidarem de remir os danos que conscientemente, ou não, causam ao seu semelhante? Que rebuço poderia haver para eles se houvesse uma lei universal que a partir dos ditames do jejum do ramadão, os obrigasse a sustentarem 60 pessoas pobres por erros e incompetências cometidas por si? Seria, em primeiro lugar um ato de humildade e perdão e depois disso, a forma de os fazer descer até ao povo que neles confiou e por eles foi defraudado. Aqui mesmo em Portugal e na crise que eles originaram com dívidas monstruosas e insustentáveis, seria o grande momento de os fazer interiorizar outro modo de estar na política e do sofrimento que a corrupção e incompetência infligem aos seus semelhantes. Seria este também um bom momento para aplicar este ensinamento e ato de humildade a algum político que tenha, entretanto, reaparecido por aqui!

publicado por luzdequeijas às 10:34
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O JEJUM

PORTUGAL MÍSTICO

 

O jejum é observado durante todo o mês, do alvorecer ao pôr-do-sol. O jejum aplica-se também ao fumo e às relações sexuais. O crente deve não só abster-se destas coisas, mas também não pensar nelas. Durante o Ramadão, é comum a frequência mais assídua à mesquita. Além das cinco orações diárias (salat), durante este mês sagrado recita-se uma oração especial chamada Taraweeh (oração noturna).
O jejum é obrigatório a todos os muçulmanos que chegam à puberdade. A primeira vez em que um jovem é autorizado a jejuar pelos pais constitui um momento importante na sua vida e uma marca simbólica de entrada na vida adulta. Há várias justificativas válidas para não jejuar: enfermidade, gravidez, lactante, menstruação, um idoso ou uma doença incurável. Caso o jejuante coma, beba, fume, ou tenha relações sexuais durante o período do jejum que é da alvorada ao por-do-sol, o seu jejum será anulado. Caso este venha a quebrar inadequadamente o seu jejum é obrigatório ao crente jejuar durante 60 dias seguidos ou alimentar 60 pessoas pobres.

 

As refeições durante o Ramadão são o Su-Hoor e o Iftar.
O Su-Hoor é antes da alvorada, uma pequena refeição que substitui o café da manhã (pequeno-almoço) habitual. O Iftar é ao término de cada dia, o jejum é finalizado com uma oração e uma refeição especial tomada em comum, chamada iftar (árabe: إفطار). O iftar é o momento para reunir os membros da família e os seus amigos numa celebração de fé e de alegria. Após esta refeição, é prática social sair com a família para visitar amigos e familiares.
Actualmente, com a ampliação do diálogo inter-religioso, algumas pessoas de outras religiões são convidadas a partilhar este momento de convívio e é cada vez mais frequente que cristãos ofereçam e celebrem um iftar para os seus amigos muçulmanos.

 

publicado por luzdequeijas às 09:57
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O TEMPO E A SUA MEDIÇÃO

  

Todavia, para além destas nuanças à linha do tempo e da história, uma das primeiras coisas de que tomamos consciência quando nos tornamos conscientes é da passagem do tempo", mas pela vida fora nunca temos uma noção exacta dela. Ela é realmente variável e influenciada por muitos factores.

A partir daí, o tempo é na nossa vida um rio, que corre sem cessar, com tempos de normalidade e outros de cheia ou mesmo de seca.

Ele, rio, também largo e  profundo, e todos nós enquanto vivos, existimos no seu leito e no seu curso. Nós e todos os nossos ancestrais, mesmo os mais famosos como os construtores de Stonehenge, na Inglaterra, e das pirâmides de Kush, no Sudão, a legendária Helena de Tróia e a contemporânea Helen Hunt. Todos fazem parte do mesmo rio. O tempo para a maioria de nós é desprovido de interesse, sem peso ou textura próprios. Flui além do amanhecer do dia seguinte, do Ramadã e do Yom Kippur, de 1492 e 1822.

Consideramos, porém, o tempo como se fosse tão concreto quanto um Rolex de ouro. Organizamos e dimensionamos a nossa vida na sua conformidade. Comemorações e aniversários são claras indicações que nos dizem em que altura da vida nos encontramos. Consideremos os 50 anos de idade. Esse número redondo já atingiu as mais velhas de milhões de pessoas nascidas em 1956. Dos nascidos depois daquela data, milhares dobram a casa dos  50 todos os dias. Toda esta preocupação com o tempo alimenta uma industria fabulosa. Sessenta e cinco milhões de relógios são vendidos nos EUA todos os anos, de acordo com a Timex, e as pessoas que fabricam agendas vendem de 4 a 6 milhões de unidades em cada ano - entre agendas diárias a páginas de reposição para o ano vindouro.

publicado por luzdequeijas às 09:43
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FICÇÃO OU REALIDADE?

“O feito que avançamos teve origem na antiga civilização grega como muitos outros ... a filosofia, o teatro, a cidadania, a democracia ou mesmo os Jogos Olímpicos.

Fazendo inveja ao famoso Bill Gates e com certificado de investigadores americanos e gregos foi descoberto um complexo mecanismo que alguns consideram o primeiro computador analógico da história. Datado de 87 a. C. foi descoberto em 1900 por um grupo de mergulhadores no mar, com os destroços de um navio romano naufragado. Depois de décadas de investigação para superar o estado de degradação que continha.

Ficou conhecido como Mecanismo  de Antiquitera , ilha grega onde foi descoberto, e está apto para calcular informações astronómicas tais como : as fases da lua e os movimentos do sol e dos planetas, com os dados conhecidos na época. Incluindo mesmo, com enorme precisão o cálculo das irregularidades da órbita lunar e prever os eclipses solares e lunares.

Pode ser contemplado no Museu Nacional de Arqueologia de Atenas e uma sua réplica no Museu Americano do Computador, em Bozeman ( Estado de Montana), nos Estados Unidos. 

  

publicado por luzdequeijas às 09:37
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Terça-feira, 26 de Março de 2013

A CRISE VEM DE TRÁS

Dia a dia do ano 2009

Provedores de dívidas

Enquanto decorria o debate parlamentar de ontem e o primeiro-ministro anunciava o provedor do Crédito, um deputado da Oposição lembrava na internet que o primeiro-ministro ainda nem sequer conseguiu escolher um provedor de Justiça.

Os cidadãos precisam de quem os defenda dos abusos dos bancos mas já há várias instituições que podiam desempenhar esse papel. Além do Instituto do Consumidor, uma alternativa económica seria a celebração de protocolos com associações de consumidores, como a DECO e outras, que têm sido verdadeiros provedores dos cidadãos que a elas recorrem. Por outro lado, há o perigo de a proliferação dos provedores esvaziar as competências da figura constitucional do provedor de Justiça, o tal cargo para o qual, há oito meses, PS e PSD não conseguem encontrar uma personalidade de consenso.

O novo provedor pode evitar abusos mas não fará milagres. Os bancos têm aumentado as margens, para compensar a baixa de juros. E o endividamento excessivo de Portugal no exterior aumenta o risco de crédito. Quem paga em juros esta subida de risco são os contribuintes, com os encargos da dívida pública, as empresas e as famílias cada vez mais endividadas. As taxas directoras podem estar baixas – mas não há dinheiro grátis.

 

publicado por luzdequeijas às 16:35
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OPORTUNIDADES PERDIDAS

Maria do Rosário Águas

 

4 Anos de promessas não cumpridas

11 de Março de 2009

 

Oportunidades perdidas

 

Começo por uma brevíssima revisão ao desempenho económico do Governo fazendo uma análise a 2 tempos, que não podem nunca ser confundidos. O desempenho do Governo antes e após a crise.

Com este Governo Portugal, perdeu duas oportunidades ímpares:

Primeiro e até 2008 pelas más opções políticas;

Agora, após a crise, governando sem rumo ao sabor das pressões mediáticas e desprezando sistematicamente os contributos bem-intencionados de muitos.

Em nome da verdade, relembro hoje, aqui, as promessas do então candidato a Primeiro-Ministro, José Sócrates.

• 3% De crescimento para a Economia Portuguesa……

• E a criação de 150 mil novos empregos…

E quanto à Política Fiscal basta-nos recordar aquelas frases perentórias do Primeiro-Ministro: “

Não vamos aumentar os impostos”.

Foi assim, foi com estas promessas que José Sócrates ganhou as Eleições!

Só que a política começa por ser um exercício de compromisso público e por isso, não é indiferente o que se promete quando se quer ganhar e o uso que se faz do poder depois ele ser confiado.

…A Realidade Nua e Crua é esta:

O crescimento médio da Economia Portuguesa neste período, foi de 0,68 % o que equivale a Um Quinto dos prometidos 3%;

E se compararmos com a média europeia, no período sem crise, verificamos um crescimento que é duas vezes superior ao de Portugal (2,63 contra 1,4).

É inequívoco que antes da crise, e como provam os números, o Governo não soube concretizar uma política económica adequada à realidade do tecido empresarial.

A atitude e obsessão foram sempre as mesmas:

A sobranceria com que menosprezou as propostas do PSD;

E a megalomania dos anúncios acompanhado por um discurso totalmente irrealista, chegando ao ponto de decretar o fim da crise!

Estes erros; esta forma de governar, representa enormes custos para o País:

• As muitas falências, quiçá, evitáveis, algumas decorrentes do incumprimento do próprio Estado;

• E a oportunidade desperdiçada de mudar Portugal;

… E quanto a postos de trabalho a evidência Dói!

Em vez de 150 mil novos empregos há hoje mais 78 mil desempregados.

São 53 novos desempregados em cada dia que passa!

E de 2004 para cá os desempregados licenciados não param de aumentar, são hoje cerca de 70.000!

Será este o resultado do Choque Tecnológico?

Que palavra? Que esperança? Tem o Primeiro-Ministro a dar a estes Portugueses …?

publicado por luzdequeijas às 16:27
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ETE GOVERNO CUSTOU CARO AO PAÍS

BALANÇO EM 2009

Custou-nos um acréscimo de 700 euros só em impostos;

Custou-nos uma redução drástica do poder de compra aumentando a nossa divergência com os países europeus.

E custou-nos um agravamento do endividamento externo que equivale hoje a 100% do PIB.

Este número é especialmente preocupante porque está ainda longe de refletir a totalidade dos encargos assumidos pelo Estado, seja por via da postecipação da despesa seja por antecipação de receitas.

Este Governo desequilibrou o DEVE e HAVER inter-geracional e com isso comprometeu as opções futuras daqueles que nos sucederem.

Chega de desculpas. Que não se alegue a crise Financeira Internacional, que não se iludam mais os Portugueses com bodes expiatórios, porque a crise económica é Socialista antes de ser conjuntural.

Os Portugueses questionam-se:

É possível fazer melhor?

Nós dizemos sim, É possível!

No que à economia diz respeito bastava o Governo seguir algumas das propostas do PSD dirigidas ao Primeiro-Ministro, com impacto económico, evidente, como por exemplo:

• O pagamento das dívidas aos Fornecedores;

• A justíssima conta corrente entre o Estado e as Empresas;

• E a reabilitação urbana.

Mas o Governo insiste em Mega Investimentos de racionalidade incompreensível.

É um Governo que confunde gastos, com investimento:

Investe na 3 ª ligação, em auto-estrada, Lisboa Porto e ao mesmo tempo, abdica de investimentos que podiam contribuir para um País mais competitivo, mais equilibrado

publicado por luzdequeijas às 16:24
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BALANÇO EM 2009

( .. ) Este Governo (Socrático) criou um equívoco económico que importa desfazer porque confunde crescimento e emprego passageiro, com desenvolvimento sustentável.

Que País temos hoje?

Um País desertificado e mal cuidado!

O Governo; ignorou o valor da agricultura em termos sociais e ambientais; permitiu a ruína do nosso Património histórico e cultural. 

3) Que assiste impassível à destruição diária de valor económico nas cidades, sem nada fazer.

Isto significa que o Governo ignora o valor intrínseco do território, esse sim, verdadeira fonte de competitividade e desenvolvimento.

Este Governo prejudicou o País porque perdeu oportunidades, pediu sacrifícios aos cidadãos em nome de políticas que não produziram qualquer efeito.

O Primeiro-Ministro ilude-se e ilude os portugueses. Enquanto isso as oportunidades passam e o tempo não se recupera, Nunca.

publicado por luzdequeijas às 16:19
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ORIGEM DOS PARTIDOS

Na Grécia e Roma antigas, dava-se o nome de partido a um grupo de seguidores de uma idéia, doutrina ou pessoa, mas foi só na Inglaterra, no século XVIII, que se criaram pela primeira vez, instituições de direito privado, com o objectivo de congregar partidários de uma ideia política: o partido Whig e o partido Tory.
De fato, a idéia de organizar e dividir os políticos em partidos alastrou muito, no mundo todo, a partir da segunda metade do século XVIII, e sobretudo depois da revolução francesa e da independência dos Estados Unidos. Até porque, a partir daí, a própria percepção da natureza da comunidade política transforma-se dramaticamente.
Em Portugal a lei determina que os partidos políticos concorram para a livre formação e o pluralismo de expressão da vontade popular e para a organização do poder político, com respeito pelos princípios da independência nacional, da unidade do Estado e da democracia política. São fins dos partidos políticos:
a)      Contribuir para o esclarecimento plural e para o exercício das liberdades e direitos políticos dos cidadãos;
b) Estudar e debater os problemas da vida política, económica, social e cultural, a nível nacional e internacional;
c) Apresentar programas políticos e preparar programas eleitorais de governo e de administração;
d) Apresentar candidaturas para os órgãos electivos de representação democrática;
e) Fazer a crítica, designadamente de oposição, à actividade dos órgãos do Estado, das Regiões Autónomas, das autarquias locais e das organizações internacionais de que Portugal seja parte;
f) Participar no esclarecimento das questões submetidas a referendo nacional, regional ou local;
g) Promover a formação e a preparação política de cidadãos para uma participação directa e activa na vida pública democrática;
h) Em geral, contribuir para a promoção dos direitos e liberdades fundamentais e o desenvolvimento das instituições democráticas.
Os partidos políticos prosseguem livremente os seus fins sem interferência das autoridades públicas, salvo os controlos jurisdicionais previstos na Constituição e na lei.
Princípio democrático
1. Os partidos políticos regem-se pelos princípios da organização e da gestão democráticas e da participação de todos os seus filiados.
2. Todos os filiados num partido político têm iguais direitos perante os estatutos.
Transparência
 1. Os partidos políticos prosseguem publicamente os seus fins.
2. A divulgação pública das actividades dos partidos políticos abrange obrigatoriamente:
a) Os estatutos;
b) A identidade dos titulares dos órgãos;
c) As declarações de princípios e os programas;
d) As actividades gerais a nível nacional e internacional.
3. Cada partido político comunica ao Tribunal Constitucional, para efeito de anotação, a identidade dos titulares dos seus órgãos nacionais após a respectiva eleição, assim como os estatutos, as declarações de princípios e o programa, uma vez aprovados ou após cada modificação.
4. A proveniência e a utilização dos fundos dos partidos são publicitadas nos termos estabelecidos na lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais.
Direitos dos partidos políticos
1. Os partidos políticos têm direito, nos termos da lei:
a) A apresentar candidaturas à eleição da Assembleia da República, dos órgãos electivos das Regiões Autónomas e das autarquias locais e do Parlamento Europeu e a participar, através dos eleitos, nos órgãos baseados no sufrágio universal e directo, de acordo com a sua representatividade eleitoral;
b) A acompanhar, fiscalizar e criticar a actividade dos órgãos do Estado, das Regiões Autónomas, das autarquias locais e das organizações internacionais de que Portugal seja parte;
c) A tempos de antena na rádio e na televisão;
d) A constituir coligações.
2. Aos partidos políticos representados nos órgãos electivos e que não façam parte dos correspondentes órgãos executivos é reconhecido o direito de oposição com estatuto definido em lei especial. 
 
Atrás estão descritos os princípios legais em que assentam os partidos políticos em Portugal. Ficam eles como ponto de reflexão tendo em vista :
1 - que a sua actuação é determinante para o bem-estar da população e o prestígio do país no mundo .
2 - Que o país investe neles somas de dinheiro importantes.
3 – Que no mundo é pedida regulação para tudo, menos, ao que parece, para os partidos.
 
Voltaremos ...... para entendermos a razão do atraso de Portugal.
 
 
publicado por luzdequeijas às 16:00
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O FIM DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA?

Nunca como hoje houve tantos países com regimes democráticos. Mas nunca como hoje se questionou tanto a legitimidade dessas mesmas democracias. Afinal, o que se passa com este sistema de governo que Winston Churchill dizia ser o pior, com excepção de todos os outros?

Numa democracia representativa, as pessoas escolhem políticos para tomar decisões por elas. Mas as sondagens mostram que os cidadãos cada vez acreditam menos nos políticos que os representam. Alguns teóricos falam mesmo numa crise da democracia representativa e começam a proliferar experiências de formas de democracia participativa.
Os média tradicionais foram molas impulsionadoras das democracias em que hoje vivemos. Imprensa, rádio e televisão têm sido espaços privilegiados para a formação de uma opinião pública que legitima um regime em que alguns poucos tomam decisões por muitos. Talvez os novos media (de que a Internet é a face mais visível) sejam o elemento catalisador para uma mudança em que todos os cidadãos sejam motivados a participar nas decisões comuns.
Cada vez são mais visíveis os sinais de que, como dizia Bob Dylan, os tempos estão a mudar. “Eleitores, graças à Internet, amanhã vocês terão o poder”, prevê Dick Morris, consultor político interessado nas alterações estruturais nos regimes democráticos.

Autor:  Ricardo Jorge Pinto

publicado por luzdequeijas às 14:13
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CONVÉM SABER

Nos tempos que vão correndo há coisas que convém saber. De entre muitas delas convém evitar dizer que nunca serei arguido, pois, começa a ser usual os criminosos e delinquentes se esconderem por detrás de uma queixa para encobrirem as muitas ilegalidades que são capazes de fazer para atingirem algo que muito querem! Porquê? Umas vezes por estupidez ou ignorância e outras por mau carácter e outros interesses!

De qualquer modo convém saber o verdadeiro significado do “termo de identidade e residência”. Perante o trabalho de grupo necessário a uma investigação, é aconselhável que o ou os arguidos (não culpados), indiquem o local de contacto disponível, caso mudem temporariamente de morada. Simples formalidade, mas pelas mesmas razões (hoje muito mais), também os queixosos deveriam assumir o citado TIR e com isso, diminuiriam em muito as queixas em Portugal. Cada queixa sem fundamento deveria penalizar o queixoso com pesadas sanções. Longe vão os tempos em que o queixoso deveria merecer uma atenção especial dos investigadores, hoje não é bem assim…. Até julgamento em tribunal e condenação transitada em julgado, não há culpados, assim, mesmo com sentenças pesadas proferidas pelos tribunais, passam-se anos, com a apresentação sem fim de "queixas" e recursos, de recursos e "queixas" sem que as condenações sejam cumpridas, até prescreverem! Tudo isto acompanhado de um numeroso grupo de "oportunistas" a aplaudir de mão estendida!  ….Também, começam a aparecer repetidos casos de queixosos que "viram" arguidos e de arguidos que "viram" queixosos. Só é pena ser tudo tão lento..... 

publicado por luzdequeijas às 13:57
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O MISTÉRIO DA RUA ESCURA

PODE ACONTECER-NOS

A rua ficava numa zona degradada e quase desabitada. Os candeeiros todos partidos escureciam ainda mais a noite sem luar. Os dois polícias da ronda tinham acompanhado o queixoso ao local onde ele dissera que fora o roubo. Mais tarde apresentaria a queixa oficialmente na esquadra.

Pelo caminho ele tinha apontado um culpado, um outro individuo que com eles se cruzara. Os quatro estavam na rua estreita e sinuosa

- Foi este o ladrão. Levou-me tudo; dinheiro, telemóvel e documentos.

Eu estava mais ou menos aqui, quando de repente senti uma arma nas costas e uma voz a dizer que não voltasse a cabeça. Mandou deitar-me no chão, com a cabeça para baixo, sem me deixar nunca olhar para trás. Tirou-me tudo. Depois mandou-me contar até 100. Só depois poderia levantar-me, senão dava-me um tiro. Eu obedeci. Não sabia se ele estava perto. Quando me levantei já ele tinha desaparecido.

Os polícias tiveram que segurar o acusado que pretendia agredir o declarante.

 - Ele está maluco. Conheço-o de vista e pouco mais. Eu vinha dum bar quando passei por vocês e ele me apontou. Tenho a impressão que ainda não há muito tempo ele também lá estava.

Reiniciaram o movimento na rua, onde mal se distinguiam as janelas e as portas, algumas delas abertas dando acesso a prédios desocupados e em ruínas.

- Foi aqui. Se ele não tivesse arma eu dava cabo dele.

Perante a dúvida dos polícias questionando se o outro era mesmo o agressor, ele continuou.

- Não tenho dúvidas! É a mesma cara, o mesmo casaco verde-escuro e as mesmas calças castanhas. A arma deve estar perto, se é que ele ainda não a tem. Não teve tempo de ir longe, mas em algum local escondeu tudo o que me roubou. Se calhar passou a um cúmplice.

Iniciaram o movimento no sentido da saída da rua escura, cujo nome se adequava às características da artéria.

Quando saíram da rua os polícias conseguiram observar os rostos do queixoso e do acusado. Aparentavam ter idades próximas, entre os vinte e os trinta. Cabelos curtos, sem brincos nas orelhas nem outros adereços metálicos visíveis.

 

Neste momento interrompe-se a narração. Das quatro hipóteses que se seguem devem os leitores-detetives optar por uma e justificar de forma clara e breve a escolha daquela que, perante os dados expostos, parece descrever melhor o que pode ter sucedido.

A – O acusado cometeu o assalto e escondeu a arma e o produto do roubo.

B – O acusador está a mentir pois os factos dificilmente se passariam como ele descreve.

C – O acusado cometeu o roubo ajudado por um cúmplice.

D – O acusador foi assaltado mas o assaltante escondeu-se num dos prédios da rua.

Nota: De entre centenas de respostas foi escolhida como certeira a resposta B e como vencedor o Nuno pela precisão da sua tese (naquelas condições que havia na rua) não era possível descrever pormenores de acusação ao “queixoso”!.

 

publicado por luzdequeijas às 13:51
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A NOSSA CONFIANÇA NO FUTURO

EM 2009

A nossa economia está morta. Essa é a realidade, mas, por muito que custe o governo pinta o contrário. Este é o resultado da sua governação, ainda muito pouco influenciada pela crise “subprime”, e enquanto o preço petróleo não disparar de novo. Depois, será o fim! Isto é realismo, não é pessimismo.

 

Neste meio tempo, em que “apresentamos melhores resultados que os grandes países da UE” (?), a bolsa portuguesa apresentou nos últimos 12 meses, um índice de – 51%, o pior ano de que há memória! Fecham 30 a 40 lojas por dia em Portugal e nem as lojas dos chineses escapam! Lisboa é o paraíso dos passaportes falsos! Hotéis fecham por falta de ocupação, 20 empresas públicas devem 17,4 mil milhões de euros! A Função Pública é aumentada 2,9%! e abundam "Certificados" das Novas Oportunidades, que ninguém vê| 

 

O rol é negro e muito extenso e terá sido esta realidade que terá levado o governo a fazer com que Portugal seja o pioneiro a certificar mortes sem recurso a papéis! Os óbitos serão atestados apenas por via eletrónica! É a primeira mudança em cem anos e revelará, com rigor, de que morrem os portugueses! Morrem, mas ao menos conhecemos a causa da sua morte, salvo, nos que morrem para não enfrentarem o futuro!

Tudo isto cheira a sadismo puro. Não seria muito melhor ninguém saber do que morreu alguém ? Provavelmente, sim .

Enfim, é o “Choque Tecnológico “ possível. Quem sabe, se com tal sistema, não seria possível detetar a causa da morte da nossa economia? Que ela já não respira, é um facto! Só não foi enterrada ainda para se poder dizer que a culpa é de quem vier a seguir!

 

Por último fica a pergunta: Porque será que os comentadores de serviço têm medo de dizer a verdade sobre a governação de Sócrates? Medo de quê e de quem ? A campanha eleitoral continua! 

publicado por luzdequeijas às 12:27
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Segunda-feira, 25 de Março de 2013

MELHORES DIAS VIRÃO

Por influência de George Orwell, podemos optar por explanar uma teoria baseando-nos no mundo dos animais. De resto, diz a sabedoria popular que: “quanto mais conheço os Homens mais gosto dos animais”.

Igualmente por influência da sua fábula (O triunfo dos Porcos), vou eleger estes animais, como figura astuta, observadora e de forte personalidade, líderes maiores da minha argumentação e admiração. De facto, estamos a conviver com uma sociedade que apresenta uma permanente inversão de valores. Hoje, começa a ser difícil encontrar alguém que se incomode e perceba que o interesse coletivo se deve, sempre, sobrepor ao interesse individual! Infelizmente, são muitos os exemplos do contrário.

São os salários dos gestores públicos nomeados pelo poder que ultrapassam em muitos milhares de euros por mês, os salários do povo, afrontando a miséria em que ele vive. São os governos a endividar escandalosamente o país e os seus responsáveis a receberem convites provocantes e insultuosos! Tudo isto, revela que o país e o seu regime político estão feridos de morte. O que estou aqui a sugerir é que para romper com esta podridão de que a nossa sociedade dá provas inequívocas,o povo não aceite tudo de cabeça baixa, sequer, sem uma única lamúria! Principalmente, ele não deve errar o alvo do seu descontentamento mais que justo! Todas as coisas têm um passado e é sempre nesse passado que estão disfarçadas as culpas do mal que nos fizeram.

As manifestações de rua mais não servem do que para alienar e distrair, mais ainda, o nosso povo, que delas não enxerga o mínimo proveito. São os cânticos das ultrapassadas políticas de esquerda, que não apresentam um único exemplo das suas apregoadas virtudes sociais! Corram o mundo e procurem, a ver se encontram! 

No essencial, será necessário que haja um despertar da consciência das pessoas, mas de uma forma individual. Para que elas se interessem pela política e comecem a vê-la como um autêntico labirinto, que não se fica por gente que fala bem e promete muito! Que desconfiem de todos daqueles que sem trabalho produtivo em prol do país, antes pelo contrário, empobrecendo-o de modo confrangedor, ainda recebem honrosos convites. Acima de tudo que retenham que hoje existem técnicas de distração e manipulação de massas, sendo uma das principais a estratégia da distração que impele a atenção do público a ser desviada das mudanças decididas pelas elites políticas. Desconfiem sempre daqueles políticos com lugar certo nas televisões, depois, bem depois,melhores dias virão.

publicado por luzdequeijas às 19:47
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CAUSAS DOS CONFLITOS

Motivações Económicas

A vastidão e complexidade da economia mundial é de tal ordem que seria fastidioso e pretensioso, enumerar toda a rede de interesses comerciais que provocam conflitos de dimensão assinalável! Ou tão-somente, instabilidade generalizada de forma constante.

Todavia no mundo actual, há uma rede comercial internacional, que se sobrepõe às demais. Sobretudo quando se fala de uma área geográfica, Médio Oriente, que está literalmente assente sobre uma gigantesca mancha do chamado “ouro negro”! Trata-se do negócio do petróleo.

Quando as tropas da coligação anglo-americana iniciarem o ataque ao Iraque, será já claro que o petróleo, principal fonte de energia do ocidente estará na origem da guerra. Tal como antes, fundamentava a posição franco-alemã, nas Nações Unidas, contra a intervenção militar, mais uma vez o “ouro negro” semeava a discórdia entre Estados. Este ouro «ainda vai trazer muita guerra na região» afiança Richard Duncan, o presidente do “Institute for Energy and Man”, sediado em Seattle, nos Estados Unidos. Como pano de fundo está um estudo prospectivo deste mesmo Duncan que aponta para um período muito crítico em que se vai jogar a liderança mundial desta escassa mercadoria, e cuja contagem decrescente já começou.

Duncan parte de duas constatações que não são contestadas por ninguém: as reservas de petróleo devidamente comprovadas são detidas em 77,6% pelos países da OPEP e, neste grupo, uma fatia de 63,8% está nas terras dos cinco «magníficos» do Médio Oriente – Arábia Saudita, Emiratos, Irão, Iraque e Kuwait.

Acontece ainda, ser este crude, em todo o mundo, aquele que apresenta os mais baixos custos de produção. Está muito à superfície e em terra. Entrando na prospectiva de Duncan, os cenários futuros do mercado de petróleo apontam para uma sucessão de datas com implicações geoestratégicas que não podem ser ignoradas.

publicado por luzdequeijas às 17:05
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DATAS A RETER

 

2006 - Pico da produção mundial de petróleo

2008 – Inversão da relação entre OPEP e produtores de petróleo não - OPEP

2025 – Domínio dos 5 países do Golfo dentro da OPEP

2040 – Produção mundial de petróleo caiu em 60% em relação ao pico de 2006 e os países do Golfo produzem 92% da produção de petróleo!

Por este estudo, oficialmente credenciado, a produção mundial de petróleo atingirá um pico mundial histórico em 2006, altura a partir da qual deverá entrar num período de desaceleração de 2,5% ao ano, caindo em 60% até 2040. A liderança absoluta da OPEP – e, por arrastamento, do ouro negro – será progressivamente localizada no Médio Oriente

publicado por luzdequeijas às 17:03
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A "JIHAD" PETROLÍFERA

Segundo Duncan, é do interesse vital dos cinco países produtores do Médio Oriente um controlo apertado da torneira do crude ao longo dos próximos vinte e cinco anos. Os seus interesses de longo prazo (40 a 50 anos no século XXI) não são compatíveis com as pressões dos países importadores desenvolvidos que querem mais e mais milhões de barris por dia colocados no mercado e a um preço barato.

O Médio Oriente vai transformar-se, por isso, numa região escaldante no presente século (XXI). Uma «guerra santa» prolongada à volta do petróleo, com diversos episódios, não deve ser excluída dos cenários. A maldição do “ouro negro”, raro e essencial para os países industrializados, o petróleo surge associado à instabilidade militar, não só no Médio Oriente como no resto do mundo.

publicado por luzdequeijas às 17:00
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ONDE HÁ PETRÓLEO

HÁ CONFLITOS

Olhando atentamente no mapa, a verdade é que a dicotomia zona de conflito/petróleo repete-se muitas vezes. Com a excepção do Mar do Norte – onde o petróleo é explorado pelo Reino Unido e pela Noruega e dos Estados Unidos, a maioria das reservas está localizada em áreas instáveis ou potencialmente complicadas. Já que neste caso os problemas não se limitam somente ao Médio Oriente.

Mais ao norte, no Mar Cáspio, numa extensão de território dividido entre a Rússia e algumas repúblicas da ex - URSS, fica uma das reservas mais importantes do mundo. Nas previsões de muitos analistas, por volta de 2010, sairão dali muitos milhões de barris de petróleo por dia. No entanto as expectativas na extracção de crude, são tão grandes como o risco de conflito político e militar. ÁREAS DE influência muçulmana no seu passado, estas antigas repúblicas soviéticas (Azerbaijão, Turquemenistão, Uzbequistão) são permeáveis ao fundamentalismo islâmico, sendo, por isso, provável que usem o petróleo como arma para pressionar o Ocidente. Nesta altura já assistimos naquela zona, ao conflito entre a Chechénia e a Rússia, só aparentemente gerado por um referendo. Luta-se em nome de um nacionalismo, mas também por questões de estratégia económica. O território Checheno é fundamental para a passagem dos oleodutos que trazem o petróleo do Mar Cáspio. Ainda em zonas de influência islâmica mas no Norte de África, não do Médio Oriente, existe outro dos grandes produtores de petróleo e gás natural do mundo: Argélia. Vive-se aqui uma instabilidade acentuada desde que, em 1992, as eleições legislativas ganhas pelos fundamentalistas islâmicos foram anuladas.

Devido à recusa em aceitar o poder nas mãos do partido islâmico, em pouco tempo, aquela era a mais próspera das nações do Norte de África passou a ser um país em guerra constante. Bastante vulnerável aos ataques do GIA (grupo Integrista Islâmico), a Argélia é, neste momento, uma ameaça para todo o Mediterrâneo e um enorme problema de difícil solução. A estabilidade política no Argélia é importantíssima para toda a União Europeia, na medida em que vem daí o gás natural, a principal alternativa de que dispõe relativamente ao consumo de petróleo. Se a norte a instabilidade é muita, no centro e no sul do continente africano a situação não é mais optimista. Entre conflitos étnicos e guerras de poder, ficam duas importantes reservas de petróleo: Angola e a Nigéria.

Em Angola, a guerra da independência durou quase 30 anos e decerto irá ter continuidade no enclave de Cabinda, região muito rica em crude. A morte de Jonas Savimbi, acalmou os conflitos, mas a paz em África apresenta, de forma constante, grande incerteza. A Nigéria, situada entre os 13 maiores exploradores, é conhecida pelos conflitos étnicos e religiosos. Na zona do delta do Níger, onde se fez a extracção de petróleo, as empresas americanas anunciaram a suspensão das operações de extracção dada a insegurança na área.

Segundo a “Human Rigths Watch”, o petróleo é a principal razão para inúmeros atentados aos direitos humanos naquela zona. A organização referencia execuções sumárias sem culpa formada e perseguições. Ainda em África, a grande aposta parece ser a extracção no mar entre São Tomé e Príncipe e a Nigéria. Tal como, a Oriente, as grandes esperanças estão nos milhões de barris de petróleo que irão sair do mar de Timor Leste, país que, até 1999, viveu a ocupação Indonésia com a complacência da Austrália. Naturalmente por causa do Petróleo.

No continente americano, além dos Estados Unidos e do Canadá (em menor escala), a grande produção faz-se entre o México e a Venezuela, num eixo que inclui algumas das ilhas das Caraíbas, como Trinidad and Tobago. Também por estas paragens, como noutras partes do mundo onde o petróleo abunda, a instabilidade política, a grande diferença de classes e a corrupção marcam o dia-a-dia dos países e das populações. Terá ainda sido por causa do petróleo que os venezuelanos saíram à rua em Caracas, para pedir a Chávez que deixasse o poder. A empresa Petróleos da Venezuela foi a origem da greve de dois que parou o país.

publicado por luzdequeijas às 16:58
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SUBIDA CONSTANTE DO CONSUMO

Apesar deste cenário de incerteza política nos países onde estão situadas as reservas de petróleo, a verdade é que as necessidades deste produto por parte dos países mais industrializados, vão continuar a crescer nos próximos 20 anos, sobretudo nos Estados Unidos. O Ocidente apresenta claramente grande fragilidade neste domínio. Estima-se que o consumo dos Estados Unidos seja em 2020 superior em mais de 10,3 milhões de barris àquele que teve em 1999, consideram-se também que a sua produção (das maiores do mundo) se irá manter. O que indica que a maior economia do mundo – que é também o maior consumidor de petróleo (19,9 milhões de barris por dia) – continuará dependente do exterior e das tensões nas áreas de extracção, importando mais de metade do petróleo que consome. As estimativas de petróleo para 2020 mostram, no entanto, que o crescimento da procura irá aumentar por todo o mundo. Seja em África, na América latina, na Ásia, na Europa de Leste e na Europa Ocidental. Embora, no que respeita à União Europeia, o crescimento previsto seja menor. Tão industrializada como os estados Unidos, a redução na procura europeia pretende-se alcançar com a aposta no gás natural e no gasoduto do Norte de África. O petróleo ficará essencialmente para o sector dos transportes. A certeza é que a pressão sobre o consumo do petróleo irá aumentar nos próximos anos, mantendo-se como principal fonte de energia dos países industrializados.

publicado por luzdequeijas às 16:54
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DEPENDÊNCIA DO PETRÓLEO

Uma dependência que é também uma fragilidade. Exactamente por essa razão, alguns economistas defendem que se deve avançar com planos de investigação e desenvolvimento de energias alternativas. Tendo em vista este caminho será conveniente ter bem presente as seguintes Leis da Termodinâmica:

 

Primeira Lei: Princípio da Conservação da Energia: “ A energia não pode ser criada nem destruída, somente transformada”.

Segunda Lei: Lei da Entropia: “ A entropia – grau de desordem – de um sistema fechado aumenta continuamente

publicado por luzdequeijas às 16:48
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FONTES DE ENERGIA

O termo energia vem do grego – energéia – e, conforme a sua formulação é quase sinónimo de trabalho. Para fins científicos e genéricos, a definição mais usual trata a energia como a capacidade de produzir trabalho.

Desde sempre o Homem dispôs somente de energia da sua própria força muscular e da tracção animal, do calor da lenha e da captação do movimento das águas e dos ventos. A invenção da máquina a vapor há trezentos anos e a utilização do petróleo a partir do século XIX, possibilitaram novas condições e qualidade de vida, mas criaram também novas situações económicas, sociais e ambientais na busca dessa energia. Apesar disso, estima-se que aproximadamente um terço da população mundial não tem acesso à energia eléctrica e, mesmo em sociedades mais industrializadas, com melhor padrão de vida, ainda coexistem formas rudimentares de transformação e uso da energia. Hoje, a Ásia é o maior continente produtor de energia (34% do total), seguida da América (31,1%) e da Europa (25,6%). A América do Norte é o maior consumidor, principalmente os Estados Unidos que consomem mais de um terço do total produzido. A produção mundial de energia, em 1997, segundo os dados da Agência Internacional de Energia, somou o equivalente a 9,5 mega toneladas de petróleo, dos quais 86,2% são provavelmente de fontes não renováveis – carvão, gás natural e petróleo. As reservas conhecidas de petróleo devem durar apenas mais 75 anos, as de gás natural, um pouco mais de cem anos, as reservas de carvão aproximadamente 200 anos. Embora tenham uso crescente, as fontes renováveis, aquelas que se podem renovar espontaneamente (água, sol e vento) ou por medidas de conservação (vegetação) – são responsáveis apenas por 13,8% do total produzido.

publicado por luzdequeijas às 16:44
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ENERGIAS ALTERNATIVAS

As Fontes de Energia Alternativas conhecidas são neste momento as seguintes:

Eólicas, Geotérmica, Solar e Biomassa, ou ainda outras fontes alternativas podem merecer análise como as marés, ondas, xisto, Fissão Nuclear (é a quebra do núcleo de um átomo instável em dois menores e mais leves). Todas com vantagens e desvantagens, mas ainda num estado de aproveitamento bastante incipiente. A nível mundial é muito mais correcto falar de petróleo, dentro das causa económicas, do que vagamente da economia mundial. Em boa verdade esta depende em absoluto das fontes de energia e, no caso, o petróleo domina maioritariamente a realidade económica mundial. As alternativas de que falámos aparecem como tal, de forma muito incerta, empurrando as estratégias mundiais de todos os países, muito mais no sentido de garantirem o consumo do petróleo enquanto ele existir, do que para as áreas da investigação e desenvolvimento de outros tipos de energia.

publicado por luzdequeijas às 16:40
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CAUSAS ENTRELAÇADAS

Das causas apontadas para os conflitos mundiais e locais, a economia e as religiões, a maioria das vezes elas não aparecem isoladamente, mas sim, entrelaçadas. Será caso para dizer de mãos dadas. Justificam-se mutuamente e são habilmente manobradas ao serviço das ditas estratégias das grandes potências mundiais. Como poderia o Homem sobreviver sem os recursos mundiais do seu planeta? Ele que à terra e ao mar arranca, numa labuta de sempre e para sempre, os produtos de que precisa para se alimentar, viver e confeccionar toda a sorte de utensílios de que necessita. Ele que, na constante tentativa de viver numa sociedade cada vez mais rica e mais confortável, lhe tem sabido dispensar um ritmo impressionante de progresso, e que já se volta, ambicioso, para os espaços siderais. A economia mundial tem, pois, os seus alicerces nos recursos naturais, tanto no estado primitivo como na forma final conseguida através das operações levadas a cabo pelo Homem para os tornar utilizáveis. Será o caso dos recursos que se extraem do solo e do subsolo e de que os minerais metálicos e os combustíveis são os exemplos mais marcantes. Por seu turno, é o mundo dos seres vivos – animais ou vegetais – o manancial primário dos recursos naturais. O Homem explora-o e desenvolve-o desde o seu aparecimento na face da Terra – pescando e caçando, criando animais domésticos, abatendo árvores, cultivando o solo.

publicado por luzdequeijas às 16:37
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A POPULAÇÃO DA TERRA

Ultrapassa em muito os 6 000 milhões de almas. O crescimento populacional aumenta a um ritmo impressionantemente progressivo. É certo que ele varia segundo as regiões, e porque as condições para o povoamento não se oferecem igualmente repartidas, a densidade populacional é também muito variável. Algumas zonas são praticamente desabitadas: as regiões polares, os desertos de África, da Ásia Central, da Austrália, da América, as grandes florestas, os altos cumes. Outras são fortemente povoadas: as zonas industriais da Europa e dos Estados Unidos, os deltas e as planícies da Ásia do Sudeste, e os arquipélagos japoneses e malaio.  

De qualquer maneira as estimativas oficiais apontam para uma população mundial, em 2050, da ordem dos 9 000 milhões de pessoas.

publicado por luzdequeijas às 16:32
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CAUSAS DOS CONFLITOS

» Motivações Religiosas

Desde o princípio dos tempos, as pessoas olharam para a religião como um meio de explicar o mundo à sua volta e o universo escondido para além do seu alcance. As religiões formam um núcleo duro das diversas culturas e sociedades e definem o modo como os seus seguidores entendem o mundo. As religiões oferecem aos seus aderentes uma estrutura consistente de organização ética, moral e social que lhes permite fazerem parte da sociedade. Num mundo cada vez mais independente, perceber o papel da religião numa cultura específica pode ajudar a compreender melhor os outros e a nós próprios.

Todos sabemos que a guerra é tão antiga como os homens! Vamos, pois, começar por admitir como prováveis origens desta, motivos religiosos. Para tal valerá a pena fazermos uma leve abordagem sobre as religiões nascidas nesta região da Terra (Médio Oriente), onde a guerra está prestes a estalar e, com isso, verificarmos possíveis causas que possam estar a elas ligadas. Segundo a Bíblia, a cidade de Ur, no Iraque, foi o local onde nasceu Abraão, o pai das três religiões monoteístas (Judaísmo, Islamismo e Cristianismo). Esta cidade foi o centro sagrado da Suméria, tendo atingido o apogeu por volta de 2100 a.C.

publicado por luzdequeijas às 16:20
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INTRODUÇÂO AO ISLAMISMO

 

Islão significa inteira submissão à vontade de Deus. A religião Islâmica foi a terceira a surgir no mundo, entre 570 e 632 d.C., quando Maomé teve uma visão na qual lhe foram feitas revelações. Estas revelações originaram o Corão, uma espécie de Bíblia do Islamismo. A partir daí, Maomé começou a pregar o Corão na cidade de Meca, de onde foi expulso em 622 d.C. A perseguição sofrida por Maomé é conhecida como Hégira. De lá, o líder islâmico foi para a cidade de Medina, onde fundou um estado teocrático, construiu a primeira mesquita e determinou que todos os fiéis, ao orarem, se voltassem para Meca. Em Medina, Maomé iniciou uma guerra santa, chamada jihad, para expandir, através de conflitos e guerras, a religião Islâmica. Assim, várias religiões foram submetidas ao Islamismo, que, em 1991, tinha 924.611.500 seguidores no mundo inteiro.

É uma das quatro religiões monoteístas baseada nos ensinamentos de Maomé (570-632 d.C.), chamado de “ O Profeta”, contido no livro sagrado islâmico, o Corão. Os seus seguidores são chamados de muçulmanos, que significa aquele que se submete a Deus.

O Islamismo é actualmente a segunda maior religião do mundo, dominando acima de 50% das nações em três continentes. O número de adeptos que professam a religião mundialmente já passa dos 935 milhões. O objectivo final do Islamismo é subjugar o mundo e regê-lo pelas leis islâmicas, mesmo que para isso necessite de matar e destruir os «infiéis ou incrédulos» da religião. Segundo eles, Alá deixou dois mandamentos: o de subjugar o mundo militarmente e matar os inimigos do Islamismo – Judeus e Cristãos.

publicado por luzdequeijas às 16:17
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ARTIGOS DE FÉ DO ISLAMISMO

- O Islamismo crê que existe um só Deus verdadeiro, que é Alá.

- O Islamismo acredita nos anjos.

- O Islamismo crê que existe um só livro sagrado dado por Alá, o Corão, escrito em árabe.

- O Islamismo crê que Maomé é o último e o mais importante dos profetas.

- O Islamismo crê na predestinação do Bem e do Mal.

- O Islamismo crê que haverá o dia da ressurreição e julgamento do Bem e do Mal.

Os seus cinco pilares –

A fé Islâmica possui cinco pilares, são eles: A Fé, Oração, Zakat (obrigação económica), jejum e peregrinação.

Por último o Islamismo acredita no “jihad” ou guerra santa: É a batalha pela qual se vai atingir um dos objectivos do Islamismo, que é reformar o mundo. Qualquer muçulmano que morra num guerra defendendo os direitos do islamismo ou de Alá, já tem a sua vida eterna garantida. Por esta razão, todos os que tomam parte dessa “guerra santa”, não têm medo de morrer ou passar por todo o tipo de risco.

publicado por luzdequeijas às 16:15
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INTRODUÇÃO AO JUDAISMO

O Judaísmo é a religião mais antiga do mundo. A Bíblia diz que Deus chamou Abraão, e estabeleceu com ele uma aliança. Como sinal dessa aliança todos os homens seguidores da fé Judaica deveriam fazer a circuncisão.

 

publicado por luzdequeijas às 16:12
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MORÉ - LOCALIDADE BÍBLICA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Moré é o nome de uma localização, comumente utilizada no livro de Gênesis. Localidade citada na bíblia
"Givet Hamoreh" (monte Moré) sul do Monte Tabor
ebraica

Os tradutores que consideram o obscuro elom Moré de Gênesis 12:6 como sendo o nome de uma localidade, apresentam-a como "as planícies de Moré". Os tradutores que consideram o termo como sendo um arvoredo ou árvore sagrados, geralmente a traduzem como "carvalho", uma árvore notável por seu tamanho e idade em paisagens secas da região. O notável carvalho é membro da família do pistache e da Rhus. Assim, para eles, em Siquém, cresceram os carvalhos, elon moré: "Abraão atravessou a terra até Siquém, até ao carvalho de Moré. Nesse tempo os cananeus habitavam esta terra" (Gênesis 12:6). Esta árvore ou arvoredo, com o nome que deve significar "professor", ou "oráculo", foi uma fronteira na área chamada de "planícies de Moré" (Deuteronômio 11:30) ou "monte Moré" (Juízes 7:1).

Gênesis 35:4: "Então, deram a Jacó todos os deuses estrangeiros que tinham em mãos e as argolas que lhes pendiam nas orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém". Em uma leitura neutra descobre-se que a árvore, carvalho ou não, cresceu acima de ídolos e tesouros dedicados, os hebreus relembraram, e eles associaram o enterro destas coisas com a idade patriarcal.

O sítio de Moré, a colina na qual Gideão acampou antes de ter atacado os Midianitas, é algumas vezes identificado com o moderno Nebi Dahi, Israel, sul do Monte Tabor, mas isto ainda não foi definitivamente confirmado.

publicado por luzdequeijas às 16:06
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DEUS CHAMA ABRAÃO

GÊNESIS 12.1-9 - Certo dia o SENHOR Deus disse a Abraão: - Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa do seu pai e vá para uma terra que eu lhe mostrarei. Os seus descendentes vão formar uma grande nação. Eu o abençoarei, o seu nome será famoso, e você será uma bênção para os outros. Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem. E por meio de você eu abençoarei todos os povos do mundo. Abraão tinha setenta e cinco anos quando partiu de Harã, como o SENHOR havia ordenado. E Ló foi com ele. Abraão levou a sua mulher Sarai, o seu sobrinho Ló, filho do seu irmão, e todas as riquezas e escravos que havia conseguido em Harã. Quando chegaram a Canaã, Abraão atravessou o país até que chegou a Siquém, um lugar santo, onde ficava a árvore sagrada de Moré. Naquele tempo os cananeus viviam nessa região. Ali o SENHOR apareceu a Abraão e disse: - Eu vou dar esta terra aos seus descendentes. Naquele lugar Abraão construiu um altar a Deus, o SENHOR, pois ali o SENHOR lhe havia aparecido. Depois disso, Abraão foi para a região montanhosa que fica a leste da cidade de Betel e ali armou o seu acampamento. Betel ficava a oeste do acampamento, e a cidade de Ai ficava a leste. Também nesse lugar Abraão construiu um altar e adorou o SENHOR. Dali foi andando de um lugar para outro, sempre na direcção sul da terra de Canaã.

A obra de Abraão foi completada por Moisés, que deu ao povo Judeu um código de leis, que incluem noções teológicas, hábitos alimentares e sexuais. Entre estas leis figuram as que proíbem o trabalho aos Sábados, as que estabelecem a celebração das festas da Páscoa e o não contacto com animais considerados impuros, como o porco.

Os Judeus foram dominados por vários povos, mas resistiam sempre porque acreditavam serem o “povo eleito” e uma nação escolhida por Deus. Em função disso, os Judeus nunca foram missionários e não procuram espalhar a sua religião pelo mundo.

Das grandes religiões monoteístas existentes no mundo, o Judaísmo é a de raízes mais antigas. Do seu seio surgiu o cristianismo, enquanto o islamismo adoptou vários elementos judaicos e reconheceu Abraão e Moisés como profetas. O Judaísmo é, em sentido restrito, a religião dos antigos hebreus, hoje chamados Judeus ou Israelitas, e, num sentido mais amplo, compreende todo o acervo não só de crenças religiosas, como também de costumes, cultura e estilo de vida dessa comunidade étnica, mantidos com constância e flexibilidade ao longo das vicissitudes de cerca de quarenta séculos de existência do Judaísmo. 

publicado por luzdequeijas às 15:59
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OS SEUS PRECEDENTES

As origens históricas do cristianismo são: em primeiro lugar, a religião israelita; em segundo lugar, o pensamento grego e, por fim, o direito romano. De Israel o cristianismo recebe o teísmo. É ele um privilégio único deste povo pequeno, obscuro e perseguido; os outros povos e civilizações mais poderosos são, religiosamente, politeístas, ou, quando muito dualistas ou panteístas. De Israel recebe também o cristianismo, o conceito de uma revelação e assistência especial de Deus. Encerra ainda o cristianismo a ideia de uma história, que é o desenvolvimento providencial da humanidade, ideia ligada ao cristianismo e desconhecida pelo mundo antigo, principalmente pelo mundo grego. Na revelação cristã é fundamental o conceito de um Messias, um reparador, um redentor. Conceitos indispensáveis para explicar o problema do mal, racionalmente premente e racionalmente insolúvel. Todavia Israel tem pugnado por uma vida longa e próspera, as riquezas e a prosperidade dos negócios. A solução integral do problema do mal viria unicamente do mistério da redenção pela cruz, necessário complemento do mistério do pecado original. O pensamento grego entrará no cristianismo como sistematizador das verdades reveladas, e como justificação dos pressupostos metafísicos do cristianismo. Por outro lado, o direito romano será assimilado pelo cristianismo como sistematizador do novo organismo social, a Igreja.

publicado por luzdequeijas às 15:53
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JESUS CRISTO

O verdadeiro criador do cristianismo foi naturalmente Jesus Cristo. A revelação no Novo Testamento de uma personalidade que vem ensinar uma grande doutrina, que leva uma vida santa, e se afirma mesmo como divina, o que comprova com prodígios e sinais – os milagres e as profecias. Veio confirmar toda a tradição que o precedeu – O Velho Testamento. Também é o responsável por uma instituição que se lhe vai seguir: a Igreja católica. A esta caberá dar continuidade a toda a revelação Judaica – cristã.

publicado por luzdequeijas às 15:51
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O NOVO TESTAMENTO

Como é sabido Cristo não deixou nada escrito, daí tudo o que dele sabemos em torno da sua personalidade é aprendido através dos escritos dos seus discípulos. Assim, Paulo de Tarso, na Cecília, fora um zeloso e inteligente israelita. Não conheceu Jesus durante a sua vida terrena, mas, convertido ao cristianismo e mudando o seu nome de “Saulo” para o de Paulo, tornou-se o maior apóstolo do cristianismo. No Velho testamento, Deus, tinha dado aos homens a lei que não tirava o pecado. No Novo Testamento, Deus mediante a graça de Cristo, tira o pecado do mundo.

publicado por luzdequeijas às 15:48
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OS EVANGELHOS SÃO QUATRO

De Mateus, Marcos e Lucas – são considerados sinópticos – formam um grupo à parte, por certa característica histórica e didáctica, que os torna comuns e os distingue do quarto Evangelho, o de João, de carácter mais especulativo e genérico.

publicado por luzdequeijas às 15:46
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A SOLUÇÂO DO PROBLEMA DO MAL

Não há dúvida de que o problema do mal foi o escolho contra o qual se bateu, debalde, a grande filosofia grega, como qualquer outro, visto ser o mal um problema racionalmente insolúvel. Devemos considerar naturalmente, o mal físico e o mal moral, e este totalmente relacionado com o homem. É antiga e famosa a contradição: de que modo pôr de acordo a sabedoria e o poder de Deus com todo o mal que há no mundo, por Ele criado?

publicado por luzdequeijas às 15:44
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O PECADO ORIGINAL

Acredita-se que o Homem teria participado – com uma natureza extraordinariamente dotada – da vida de Deus, teria gozado de uma espécie de deificação, não por direito, mas por graça. Todavia – devido a uma culpa de orgulho contra Deus, cometida pelo primeiro homem, Adão, do qual pela natureza humana, devia descender toda a humanidade. Teria, assim, o homem perdido toda aquela harmonia e a dignidade sobrenatural, juntamente com os dons conexos. Por estes motivos existem uma espécie de enfermidades e um enfraquecimento espiritual e físico no ser humano, desde o nosso nascimento, e que deve, por conseguinte, ser herdado. Basta lembrar como pela lei da hereditariedade se podem transmitir doenças físicas e morais: deficiências que não dependem dos indivíduos.

publicado por luzdequeijas às 15:41
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A REDENÇÃO PELA CRUZ

Mas, que sentido tem o mal no mundo? Conseguiu o homem, mediante o pecado, frustrar o plano divino da criação? Conseguiu o próprio mal prejudicar o poder divino? Tudo isto se explica num segundo dogma da revelação cristã, o dogma da redenção operada por Cristo. Segundo este dogma, o Verbo de Deus, a Segunda Pessoa da Trindade divina, assume natureza humana, precisamente para reparar o pecado original e, por conseguinte, as suas consequências naturais. Deus precisava de uma reparação infinita, que unicamente Deus podia dar. Sendo, porém, o homem que a devia pagar, entende-se como o Verbo de Deus, que Cristo assuma a natureza humana.

Para a Redenção, teria sido suficiente o mínimo acto expiatório de Cristo, pois esse acto teria um valor infinito, devido à sua dignidade. Contudo, Ele sacrifica-se até à morte na Cruz. Fez isto para dar toda a glória possível, à infinita majestade de Deus no reino do mal e da dor proveniente do pecado; é, pois, a glória de Deus o fim último de toda a atividade divina.

publicado por luzdequeijas às 15:37
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A GUERRA EMINENTE

Naquele ano o inverno tinha sido bastante rigoroso. Em Março e Abril a chuva ainda não tinha abrandado. Desde o início do terceiro ano do século XXI, que toda a gente esperava, com expectativa e algum medo, o começo da invasão do Iraque pelas forças americanas e inglesas.

A Europa havia-se dividido entre o apoio aos americanos e outra facção contestando o mesmo. Entre estes, aparecia a esquerda política com todo o seu folclore, traduzido em manifestações de rua e outros alardes de exibicionismo. De qualquer forma assumem, com despudor, sempre um poder de mobilização e contestação em nada consentâneo com os votos que recolhem nas urnas!

O sentimento dos europeus relativamente aos árabes é extremamente difícil de definir! Até mesmo a esquerda, tão pródiga na denúncia da guerra, fá-lo muito mais por um sentimento antiamericano e capitalista, como dizem, do que por apoio aos árabes. Não andando longe da verdade, a pouca simpatia pelos árabes andará à volta dos atentados por eles levados a cabo com total desprezo pela própria vida, pelas regras de conduta impostas às mulheres e naturalmente pela natureza, talvez fanática, do seu culto religioso.

De uma coisa ninguém já duvida, a guerra está por pouco. Porquê? Isso, é bastante difícil de saber com absoluta certeza. Aparecem na cabeça das pessoas, em forma de opinião, várias versões. O próprio presidente dos EUA, George W. Bush, em intervenções públicas, tem anunciado a inevitabilidade da guerra, falando da vontade de Deus! Saddam Hussein em discursos públicos, incita o povo do Iraque e as suas forças armadas à resistência, justificando a mobilização, com invocações igualmente divinas!

Sempre se ouviu falar de razões económicas (mesmo quando apresentadas como políticas) e religiosas, como origem da maioria das guerras regionais ou mundiais. Mesmo, até, do terrorismo.

A tudo isto se foram juntando outras causas, algumas remotas e, neste caso da guerra do Iraque, não podemos esquecer uma série de acontecimentos que foram ocorrendo ao longo de muitos anos, tidos como provocações do mundo árabe ao ocidente e a Israel.

publicado por luzdequeijas às 15:30
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ACHILLE LAURO

- Assalto ao transatlântico italiano Achille Lauro, perpetrado por Abu Abbas (1985).

O navio italiano que levava mais de 400 passageiros e tripulantes foi sequestrado em 1985 em águas egípcias por quatro palestinianos armados, exigindo que Israel libertasse 52 passageiros palestinianos. Abbas é o suposto autor intelectual do sequestro do navio italiano e foi capturado na segunda-feira em Bagdad pelas forças especiais americanas. Klinghoffer, um judeu americano de 69 anos que estava numa cadeira de rodas foi assassinado e jogado no Mediterrâneo durante o sequestro. Fazia o cruzeiro ao lado da sua esposa para celebrar o seu aniversário de casamento. Klinghoffer foi morto no convés do barco, onde um dos sequestradores lhe deu um tiro na cabeça e outro no peito, para em seguida o atirar ao mar, segundo testemunhas. As filhas de Klinghoffer declararam que querem que o palestiniano seja preso pelo crime. “Trabalhámos muito para chegar a este dia” disse outra das filhas, IISA.

publicado por luzdequeijas às 15:22
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ATENTADO DO LOCKERBIE

Há cerca de dez anos (1988) terroristas perpetraram um atentado contra o Boeing da Panam, voo 103, que fazia a rota regular Londres/Nova Iorque. Duzentos e setenta passageiros nele perderam a vida. Esse atentado não foi o primeiro, com a mesma origem, a ferir a aviação comercial. Outro caso, havia ocorrido com a aeronave francesa (voo 772 da UTA), esta iniciativa foi atribuída, com base em indícios comprovados pela magistratura parisiense, a agentes do Governo Líbio.

As investigações empreendidas, pela Interpol e FBI, apontaram a responsabilidade pelo atentado ao voo da Panam, a dois energúmenos dos serviços especiais líbios. Como nada se decide naquele país sem o aval do ditador, Muammar Kadhafi, tal presunção tornou-se ainda mais comprometida e evidente com a recusa Líbia em extraditar os agentes incriminados.

Antigo celeiro do império romano posteriormente desertificado, a Líbia pouco produzia até à descoberta das jazidas de petróleo, de fácil exploração e comercialização.

Montado nos milhões do petróleo e servido por espírito singular no qual se mesclam a ignorância, o messianismo e a incapacidade de adequar os objectivos aos meios disponíveis, o coronel Kadhafi, julgou-se após o desaparecimento do seu mestre, o presidente Nasser, do Egipto, o instrumento escolhido pela graça divina para unificar os árabes.

O atentado do voo 103 constituiu-se na última façanha do ditador. A fim de vencer a resistência do governo de Tripoli a entregar os autores do delito, o Conselho de Segurança, pela Resolução 748 (1992), impôs sanções ao país infractor de ordem jurídica internacional. De entre as aludidas penalidades contam a interdição do espaço aéreo Líbio, a proibição de voos das suas aeronaves para voar para o exterior e o congelamento dos seus haveres depositados pelo mundo fora.

Recentemente o governo Líbio mostrou-se, agora, disposto a assumir as suas responsabilidades nos atentados, entregando os responsáveis e efectuando os pagamentos das compensações devidas aos familiares das vítimas, após o que seriam levantadas as sanções impostas à Líbia.

publicado por luzdequeijas às 15:16
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ANDAR SOBRE AS NUVENS

 

Com a melodia “vagalume”  e a leveza do pensamento


 

 

Filho de DEUS que trás a paz ao mundo
E restaura minha casa
Pai tu és santo
Derrame o teu espírito e me unge com suas mãos
REFRÃO
Eu quero andar sobre as nuvens
E desfrutar do teu amor
Eu quero andar contigo
Sentir tua presença meu senhor (2x)
Pai me mostra o teu caminho, oh Pai.
Não estarei sozinho nunca mais, pois tu estás comigo.
Santo, eu sei que o teu nome é Santo.
A ti eu entrego a minha adoração
Entrego a ti
REFRÃO
Eu quero andar sobre as nuvens
E desfrutar do teu amor
Eu quero andar contigo
Sentir tua presença meu senhor (4x)
Oh, Pai, oh Pai...

Link: http://www.vagalume.com.br/banda-codigo-7/andar-sobre-as-nuvens.html#ixzz2OYuGzUYd

 

publicado por luzdequeijas às 14:40
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Domingo, 24 de Março de 2013

LEIS DA NATUREZA

Uma das principais obras que permitem o estudo sobre a filosofia essénia é um manuscrito encontrado em 1785 por um historiador francês em viagens pelo Egito e pela Síria. É um dialogo entre Josefo e o mestre essénio Banus a respeito das leis da natureza,sobre:

O Bem- Tudo aquilo que preserva ou produz coisas para o mundo,como "o cultivo dos campos,a fecundidade de uma mulher e a sabedoria de um professor".

O Mal- O que causa a morte,como a matança de animais.Por esse motivo,o sacrifício de animais, mesmo que para a alimentação,é condenável.

A Justiça- O homem deve ser justo porque na lei da natureza as penalidades são proporcionais às infrações.Deve ser pacífico,tolerante e caridoso com todos,"para ensinar aos homens como se tornarem melhores e mais felizes".

A Temperança- Sobriedade e moderação das paixões são virtudes,pois os vícios trazem muitos prejuízos à saúde.

A Coragem- Ela é essencial para "rejeitar a opressão,defender a vida e a liberdade".

A Higiene- Uma outra virtude essencial para os essênios para "renovar o ar, refrescar o sangue e abrir a mente à alegria".

O Perdão- No caso de as leis não serem cumpridas, a penitência é simples e para se obter o perdão, deve-se "fazer um bem proporcional ao mal causado".


Autoria:Beto Lopes
Empresário,Professor de Literatura Espanhola pela USP.Profundo conhecedor e estudioso de assuntos religiosos.Filiado a diversas instituições de cunho esotérico e Mestre de uma das mais antigas ordens iniciáticas.E-mail:betusko@ig.com.br

publicado por luzdequeijas às 19:18
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FILOSOFIA ESSÉNIA

 

“ Não pagarei a homem algum com o mal.

Persegui-lo-ei com a bondade, pois que o julgamento de todos os vivos cabe a Deus, e é Ele quem irá entregar ao homem o seu prémio”.

Do “hino ao Preceito da comunidade”.

- da Filosofia Essénia”  

publicado por luzdequeijas às 19:13
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AS ORGANIZAÇÕES REVOLUCIONÁRIAS

 

Ao nível militar, os militares não largavam a política nem o país, não trabalhavam nem deixavam trabalhar !

 

- A Esquerda Militar conhecida por Gonçalvista - formada por um leque de oficiais que queriam a revolução, mas com ideias e projectos diferentes, alguns dos quais mais

radicais do que o próprio PCP.


- A Esquerda Militar Populista - centrada na figura carismática de Otelo, que queria um processo revolucionário basista e desconfiava dos métodos e tentativas de domínio do PCP.

Os Militares Moderados desejavam travar ao mesmo tempo as duas esquerdas revolucionárias, mas também o processo contra-revolucionário que, segundo eles, era a outra face da mesma moeda. A organização militar ia-se degradando e estava completamente à deriva sem unidade de comando. Os SUV ( Soldados Unidos Vencerão) encapuzados eram o sinal mais baixo dessa realidade. Estes comités revolucionários de soldados eram o sinal do estado em que os militares ( capitães de Abril ) deixaram o país e as forças militares.

 

-          As Forças Populares 25 de Abril (FP-25) foram uma organização armada de extrema-esquerda que operou em Portugal entre 1980 e 1987. Mataram 18 pessoas, em atentados a tiro e a bomba e em confrontos com a polícia durante roubos a bancos e tentativas de fuga. O julgamento dos seus crimes foi incompleto, por prescrição do processo judicial. A figura mais conhecida vinculada às FP 25 foi Otelo Saraiva de Carvalho o “ Operacional do 25 de Abril” .

 

-          O PCP tinha um plano?

 

É bom notar que esse partido estava no VI Governo, embora em posição minoritária.  Apesar disso dispunha e incentivava um quadro pré-insurreccional mas é de admitir que não tivesse em mente nem um levantamento nem um golpe militar clássico. No mínimo a pressão deveria conduzir a uma recomposição à esquerda do VI Governo e a uma recuperação de posições nos órgãos militares da Revolução.

   

    -       PRP e as Brigadas Revolucionárias

             Eram muito mobilizadores, mobilizavam muita gente na rua para  acções revolucionárias!

 

-          Para a constituição dos Conselhos Revolucionários que se formaram aí pelas rádios, pelas empresas. Constituíram comissões de trabalhadores, de moradores. Nessa altura, houve logo tentativas de unidade, estiveram sempre em contacto- embora difícil- com os trotskistas e com os maoístas, com os que vieram a dar a UDP. E sempre em ligação com o MES.

 

-          PCTP/MRPP

 

Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses/Movimento Reorganizativo do Partido do    Proletariado.

"Partido de tendência maoísta, fundado em Setembro de 1970. Tendo o Bandeira Vermelha , como órgão teórico a partir de 1970 e o Luta Popular como órgão de massas a partir de 1971. Muito activo, nos anos anteriores ao 25 de Abril sobretudo nos meios estudantis de Lisboa, manteve intensa actividade durante os anos de 1974 e 1975, contando nessa altura nas suas fileiras com algumas destacadas figuras da cena política actual. Em 1976 mudou o nome para Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses e passou a usar a sigla PCTP/MRPP.

Várias outras organizações e partidos apareceram e desapareceram à direita e à esquerda.

publicado por luzdequeijas às 18:40
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5:º GOVERNO PROVISÓRIO

O POVO É QUEM MAIS ORDENA?

Realizam-se eleições a 25 de Abril de 1975 mas o Presidente da República não aceita os resultados eleitorais em que o PS (37,9 % de votos) e o PPD (26,4 % de votos) são os grandes vencedores.

No Conselho da Revolução surgem divergências evidenciadas no «Documento dos Nove», (Grupo de oficiais de tendência moderada pertencente ao MFA  e liderado pelo major Melo Antunes) cujos autores recebem o apoio da maioria dos oficiais das forças armadas e até (espantoso!) de Otelo Saraiva de Carvalho, um radical de tendência de esquerda, comandante das forças operacionais do COPCON. Este documento condenava o gonçalvismo e propunha o estabelecimento de uma política socialista. O MFA toma a decisão inédita de demitir os oficiais gonçalvistas do Conselho da Revolução, incluindo o próprio Vasco Gonçalves. Cai assim o 5º Governo Provisório

publicado por luzdequeijas às 18:31
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O DOCUMENTO DOS NOVE .( 06/ 08 / 1975 )

Conclusão - Trata-se de um extenso documento mas que deve ser considerado de enorme importância para se perceber como é que alguém pode falar em "Democracia" e traçar de seguida a via que o  país deve ou não seguir no seu futuro. Alguém moderado e que até talvez tenha travado a louca corrida em que meteram este país.

A Social Democracia não servia, somente o socialismo (comunismo) poderia resolver os problemas nacionais ! Os outros países  e povos europeus nada sabiam, os nossos capitães e majores, esses sim, é que sabiam.

A loucura do desmantelamento do nosso frágil tecido económico e social em dois anos, causou mais prejuízos a Portugal do que a dita “ Ditadura” que eles derrubaram. O mundo civilizado riu-se de tudo isto. O povo português em lugar de ser esclarecido foi completamente intoxicado com o socialismo e as suas virtudes ! Ainda está !

publicado por luzdequeijas às 17:59
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BAIXA PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE

 

DE 1974 A 1985

O país vinha de vários anos de desmantelamento das estruturas produtivas que tinha, e considerando toda a falta de autoridade, a nível geral, e a desregrada actuação dos sindicatos e organizações políticas, com constantes reivindicações e greves, mais as contínuas manifestações políticas, a produtividade teria que ser necessariamente muito baixa, com estas e outras causas.

O mérito era um conceito fascista e, assim, o melhor era alinhar pela produtividade mais baixa.

Na análise crítica da produtividade em Portugal, que deveria ter sido equacionada logo a seguir ao acto revolucionário, é de salientar que a mesma não depende essencialmente só do comportamento dos trabalhadores, embora também seja condicionada pela sua capacidade técnica e profissional e o seu nível de instrução e educação, mas, as causas mais relevantes baseiam-se na natureza das estruturas económicas (tecnologia, produtos e serviços, organização, estratégia, gestão geral e dos recursos humanos, etc.). Se em vez de militares a revolução (mudança) tivesse sido conduzida por civis abalizados identificados e enquadrados na política e na estratégia nacionais, definidas em tal contexto. Dessa forma tudo teria sido  diferente, bem diferente,  e  baseado em concertação estratégica contratualizada, na qual a formação técnica e profissional, desde os empresários aos operários, fossem inspiradas por uma correcta e esclarecida  visão cultural das nossas capacidades competitivas e das medidas necessárias ao seu aproveitamento.

Muito teria que ser mudado, pois, em muitos aspectos retrocedemos, e muito, sendo o mais importante naquele momento a saúde das nossas finanças públicas.

publicado por luzdequeijas às 16:26
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CORRUPÇÃO MORAL E MATERIAL

VERDADE E MENTIRA

Finalmente os governantes do sítio bateram no fundo e começaram a tentar falar verdade aos indígenas. Custou, mas a realidade crua e nua dos números a isso obrigou. É triste que assim seja. Que só depois de muitas mentiras e de muita poeira atirada para os olhos das pessoas, os discursos oficiais comecem a ter alguma coisa a ver com a miserável situação económica do sítio. E também é muito significativo que a mentira possa ser premiada e a verdade condenada na praça pública por muitos imbecis que andam por aí à solta a defender as suas sinecuras e mordomias. Os factos falam por si. A economia lusa afundou-se 2 por cento no último trimestre de 2008 e estagnou no conjunto do ano. Muito bem. No dia 14 de Novembro do ano passado, quando o crescimento no terceiro trimestre foi nulo, Manuel Pinho, ministro da Economia, afirmou que estes brilhantes números mostravam que a economia do sítio estava a resistir à crise e realçava o facto de muitos outros países já estarem em recessão. É evidente que esta mentira oficial não se limita a Manuel Pinho, um homem muito dado a afirmações bombásticas que a realidade não tardava a atirar para as profundezas do ridículo. O seu colega Teixeira dos Santos, das Finanças, só muito recentemente reconheceu que andava às cegas no meio da tormenta, sem GPS, e que as nuvens eram tantas que nem as estrelas o salvavam. Acontece que esta mentira oficial não é um exclusivo destes dois senhores. Faz parte de uma certa forma de estar e fazer política neste sitio miserável, pobre, deprimido, manhoso e cada vez mais mal frequentado. É por isso que não deixa de ser irónico que muitos mentirosos andem agora assanhados com a amnésia de Dias Loureiro sobre o BPN. É por isso que tresandam a hipocrisia as crises e os ataques desenfreados dos mentirosos do costume à política de verdade da líder do PSD. É por isso que não deixa de ser sintomático o incómodo de muita gente, dentro e fora do maior partido da Oposição, mesmo no seio do Todo-Poderoso PS, com as repetidas afirmações de Manuela Ferreira Leite sobre a verdade na política e a sua recusa em alinhar nos tristes e obscenos espectáculos de marketing. Numa altura em que o sítio está rapidamente a caminho de bater no fundo, o que faz falta é falar verdade e apontar o dedo às muitas sereias que engordaram e enriqueceram nesta triste democracia da treta à custa de muita mentira, de muita miséria e de muita corrupção. Moral e material.
António Ribeiro Ferreira – CM 16-02-09                       
publicado por luzdequeijas às 16:19
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APOIO ÀS PME

 
18 Fevereiro 2009 - 00h30

Pacote de intervenção nas PME'S

Manuela Ferreira Leite apresenta vinte medidas

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, vai hoje a Setúbal apresentar um programa de medidas para as Pequenas e Médias Empresas. É um plano de "intervenção", segundo apurou o Correio da Manhã com cerca de vinte medidas para aplicar de forma imediata.

Uma das medidas que Ferreira Leite vai apresentar é a da criação de mecanismos para que as PME'S tenham mais informação e acesso aos concursos de investimento público. Este princípio, aliás, foi defendido pela presidente social-democrata, segunda-feira, no final dos encontros com os líderes das duas centrais sindicais.

"O investimento do Estado é positivo, desde que não tenha uma componente de importação significativa e desde que sejam pequenas intervenções", afirmou dia 16, Manuela Ferreira Leite, na sede do seu partido.

O programa inclui ainda todas as propostas apresentadas pelo PSD no debate do Orçamento Suplementar em Janeiro: a redução da Taxa Social Única, a alteração das regras do IVA, para que o imposto seja pago com o recibo e não com a factura, o fim do pagamento especial por conta e o pagamento da dívida do Estado às empresas, entre outras.

Ontem, Manuela Ferreira Leite sublinhou que este pacote de medidas "não são focalizadas, para determinado tipo de empresas, são medidas generalizadas a todas as empresas". A presidente do PSD falava depois de se ter reunido com doze empresários.

"O que eles [empresários] desejam é um conjunto de medidas absolutamente correspondentes àquelas que nós propusemos, que são medidas no sentido de resolver os seus problemas de tesouraria, que imediatamente cheguem à situação financeira das empresas", concluiu a líder social-democrata.

Este pacote de medidas, apesar de aplicável de forma imediata, não se esgota no prazo de um ano. O PSD fez um levantamento exaustivo dos problemas das PME'S para apresentar este programa. Além da direcção do partido e da bancada parlamentar, colaboraram no plano de intervenção, o gabinete de estudos e o Instituto Francisco Sá Carneiro.

Cristina Rita

publicado por luzdequeijas às 16:10
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LEI DE ENQUADRAMENTO ORÇAMENTAL

( ..) São diversos os melhoramentos que propomos à atual lei do enquadramento orçamental, mas de entre eles ressalta, como é do conhecimento público, a necessidade de disciplinar e restringir as operações de ocultação de despesa e de dívida pública que abundantemente têm sido praticadas entre nós.

Também no plano eminentemente político, a ocultação de dívida pública não é minimamente aceitável. Num regime que se pretende democrático, quem ganha eleições deve ter a oportunidade de implementar as suas opções maioritariamente sufragadas, o que manifestamente não acontece quando existe uma dívida pública oculta de assinalável dimensão. Quando tal acontece, quem ganha as eleições não tem margem financeira para levar a cabo a sua obra, pois terá o seu orçamento largamente comprometido com o pagamento dessa mesma dívida oculta. Os meios que existem terão de ser destinados ao pagamento do que não foi pago em devido tempo. Dito depressa e bem, terá de andar a pagar as obras que os anteriores governos inauguraram, mas não pagaram.

Senhor presidente, concordará V. Exa comigo que, sendo a possibilidade de escolha de projetos políticos alternativos por parte dos cidadãos um dos principais alicerces do regime, não podemos tolerar práticas orçamentais que são suscetíveis de inviabilizar esse aspeto nuclear do seu funcionamento.

Mas, senhores deputados, sendo o problema da desorçamentação a principal questão que pretendemos resolver com o nosso projeto de lei, ele, no entanto, não se restringe a essa matéria.

Rui Rio

publicado por luzdequeijas às 15:57
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CUIDADO COM A ENTROPIA!

Diz a lenda, que S. Bartolomeu nas suas andanças pelo mundo, retirou o diabo do corpo de um jovem doente, e depois aprisionou-o para que não fizesse mais estragos... Todavia, parece que ele anda por aí à solta!

Em democracia nunca conseguimos ter as contas públicas em ordem! A razão sempre foi a mesma: “ Excessiva despesa do Estado”!

Com a realidade à vista em 2011, ninguém esperava facilidades no caminho que teríamos de percorrer para conseguirmos fazer o “ajustamento da economia ao sobre-endividamento” para onde atiraram o nosso país!

Mesmo assim, as dificuldades estão a ser muito maiores que as esperadas. Estranhamente, parecem não haver culpados nesta longa estrada, que teve um final de percurso de arrepiar!

É aqui que entram as maldades do “mafarrico”, com toda a esquerda a querer a cabeça do ministro das finanças que tem a confiança dos nossos credores. Aqui del Rei, por que o homem não acertou em nenhuma das muitas previsões que fez, etc. A escolha da vítima só pode ser ditada pelo dedo do tal diabo à solta! Também com uma esquerda tão ativa e aguerrida, tudo isto tem de ser obra das forças do mal! Nos últimos dez anos toda a gente falhou as suas previsões, em virtude da entropia que se enlaçou nas nossas finanças públicas, no crescimento da dívida e no não crescimento da economia. Para não dizer pior, tudo aponta de novo para o mafarrico aliado à incompetência dos políticos, aos lóbis e ao tamanho do Estado.

Vamos agora supor que o atual ministro encontra tudo isto no “estado de morte aparente” do chamado ESTADO!

Vamo-nos imaginar numa cálida noite de maio, com o céu coberto de “pirilampos a esvoaçar”, ziguezagueando sem cadência certa, e só acendendo os faróis depois de já ter mudado constantemente de sentido”.

Meus amigos podem contratar o melhor atirador do mundo e dar-lhe uma “pressão de ar” que ele não consegue acertar em nenhum pirilampo!

É nesta situação que está o nosso “amigo” Gaspar. Os dados de que dispõe nos computadores do ministério estão todos altamente infestados pela “entropia” que se veio acumulando desde que o Zeca Afonso cantou a Grândola vila morena! Talvez seja esta a razão por que a dita ou suposta “esquerda”, quer as culpas todas em cima do competente senhor Gaspar!

Antes de terminarmos convém lembrar a dita lei, chamada de “entropia”, agora aplicada não à energia mas às finanças públicas democráticas”!

Não esquecer: É uma medida do grau de desorganização que pode levar à falência de um sistema (entropia negativa).

No âmbito da administração SIGNIFICA:

“A entropia – o grau de desordem, de um sistema fechado, aumenta continuamente” significa ainda um sistema que já não se adapta a um ambiente empresarial atualizado.

 

publicado por luzdequeijas às 13:07
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Sábado, 23 de Março de 2013

MECANIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE CONTAGEM

Nas últimas décadas do século XIX, o Bureau de Recenseamento dos Estados Unidos enfrentava um problema praticamente insolúvel: as leis americanas mandavam efetuar um recenseamento da população de dez em dez anos e em 1886 ainda se trabalhava com os dados de 1880, o que evidentemente, mesmo trabalhando no maior ritmo possível, faria com que não tivesse terminado o seu processamento quando fosse preciso fazer o recenseamento de 1890. 

A única solução estava na mecanização das operações de contagem e reclassificação. Herman Hollerith, funcionário da referida repartição, percebeu que a maior parte das perguntas do recenseamento era respondido por um sim ou um não. Conhecedor dos mecanismos dos cartões perfurados de Jacquard compreendeu que nestes se podia representar a resposta sim com uma perfuração num lugar determinado do cartão e a resposta não com a ausência da referida perfuração. Além disso Holerith idealizou a possibilidade de detectar tais respostas mediantes contactos elétricos estabelecidos através de perfurações: o passar da corrente representaria um sim, e a ausência da corrente, um não. A grande vantagem do tratamento da informação mediante estes cartões perfurados é que, uma vez registados os dados nos mesmos, é possível manejá-los por meios mecânicos, sempre que necessário e com rapidez. 

As máquinas idealizadas por Holerith foram efetivamente utilizadas no recenseamento de 1890. A sua máquina tornou-se um grande sucesso e foi utilizada por muitos países. Holerith fundou a firma que mais tarde evoluiu para se tornar a IBM, em 1924. 

 

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A EVOLUÇÃO SOCIAL E TECNOLÓGICA

A evolução social do homem confunde-se com as tecnologias desenvolvidas e empregadas em cada época. Diferentes épocas da história da humanidade são historicamente reconhecidas, pelo avanço tecnológico correspondente. As idades da pedra, do ferro e do ouro, por exemplo, correspondem ao momento histórico-social em que foram criadas “novas tecnologias” para o aproveitamento desses recursos da natureza de forma a garantir melhor qualidade de vida. O avanço científico da humanidade amplia o conhecimento sobre esses recursos e cria permanentemente “novas tecnologias”, cada vez mais sofisticadas. (Kenski, 2003, p. 20) Até chegar ao computador o homem sempre, desde os primórdios, procurou meios de substituir a rotina dos seus trabalhos por um instrumento que pudesse fazer isso por ele. Das armadilhas para a captura dos animais até aos mais sofisticados computadores da actualidade o homem sempre se apoiou no automatismo.

Os artistas plásticos, apaixonando-se pelas suas estátuas, procuravam dar-lhes movimentos, e mesmo vida. A história da Antiguidade está recheada de aspirações, imaginações, fantasias, muitas vezes transformadas em mitologia. 

publicado por luzdequeijas às 15:14
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ARROBA - @.-

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Arroba (do árabe الربع; "ar-rub", a quarta parte) é uma antiga unidade de massa usada em Portugal e no Brasil; de massa e volume usadas na Espanha e na América Latina; e de massa do sistema imperial de medidas.

Como unidade de massa, a arroba equivale originalmente à quarta parte do quintal, isto é, 25 libras. Porém, esse valor não foi sempre o único a ser utilizado, nem as libras equivaliam. Em Espanha, a arroba equivalia a 25 libras (11,502 kg) em Castela, a 26 libras (10,4 kg) na Catalunha e a 36 libras (12,5 kg) em Aragão. Em Portugal e no Brasil equivalia a 32 arráteis, o que equivale a 14,688 kg.

Com a introdução do sistema métrico de unidades, a arroba perdeu boa parte de sua função, mas ainda não deixou de existir.

Modernamente, em Portugal (onde ainda é utilizada para pesar a cortiça) e no Brasil (onde é utilizada para pesar os porcos e o gado bovino), a arroba métrica foi arredondada para 15 kg.

Como unidade de volume usada na Espanha, a arroba é utilizada para medir líquidos. Varia também seu valor, dependendo não só das regiões, mas também do próprio líquido medido. Assim, se o líquido quantificado é azeite, a arroba equivale a 12,563 litros, enquanto se se trata de vinho, sua equivalência é a 16,133 litros.

 

 

Em informática, @ (arroba) é um símbolo tipográfico, abreviação da palavra inglesa at. Significa "em" ou "a", no sentido de endereço ou localização, ou alguma variação em contextos específicos. O significado em português assumiu o "arroba" pelo contexto mercantil.

 

Atualmente, é amplamente usada na informática (entre outros usos) para indicar a localização de endereços de correio eletrônico, de forma que o endereço fulano.de.tal@servidor.com indica o utilizador fulano.de.tal no domínio servidor.com.

 

publicado por luzdequeijas às 15:08
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A QUADRATURA DO CÍRCULO

"O estado social é hoje confrontado com desafios enormes; a polarização do mercado de trabalho continuará a aumentar, bem como - a manter-se o euro - a tendência para que o mercado de trabalho seja cada vez mais europeu e menos de base nacional ( isto é, a expressão “emigrante” tenderá a deixar de fazer sentido), uma estrutura etária cada vez mais envelhecida, custos de saúde mais elevados, num contexto em que os países terão, ainda durante muito tempo, dificuldade em financiar. Esta “quadratura do círculo” é uma das questões mais importantes que teremos para resolver. E das mais difíceis, porque se confronta com a resistência de interesses particulares, profissionais e de grupos. "

 

Margarida Proença - Vice Reitora da Universidade do Minho

publicado por luzdequeijas às 15:02
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UMA CRISE ORÇAMENTAL

 

Apresentação do Governador Vitor Constâncio do Boletim Económico - Março de 2002, em 30 de Abril de 2002

 

“A questão mais séria e imediata é a situação das finanças públicas. No ano passado recordei a necessidade de cumprir o Pacto de Estabilidade e afirmei então que : "Esta exigência significa que, mais do que com uma crise económica, o país está confrontado com uma crise orçamental." O que está em causa são os compromissos que assumimos sobre a evolução a médio prazo do défice orçamental. Não existe, como é conhecido, um problema técnico de sustentabilidade das finanças públicas portuguesas. Temos um rácio da dívida em relação ao PIB de 55%, inferior à media europeia e as regras do Pacto de Estabilidade quanto aos défices asseguram que terá que continuar a diminuir.
O respeito pelas grandes orientações contidas no Programa de Estabilidade é essencial à credibilidade internacional da nossa política económica. O agravamento do défice orçamental em 2001 torna a tarefa mais difícil, sendo indispensável um elevado nível de consenso nacional quanto aos objectivos a atingir, sem dramatismos mas de acordo com um sentido de responsabilidade geralmente partilhada relativamente aos interesses do país. Nomeadamente, a referida credibilidade externa requer a manutenção do objectivo de um défice próximo do equilíbrio em 2004 dada a necessidade de darmos visibilidade a um esforço sério de consolidação orçamental. Para reduzir o défice terão que ser tomadas algumas decisões difíceis no sentido da contenção das despesas e evitar quaisquer medidas que possam reduzir as receitas do Sector Público Administrativo. A situação poderá mesmo justificar um aumento de alguns impostos indirectos com efeitos mais imediatos na recuperação das receitas do Estado. 

Todas estas medidas têm, no curto prazo, consequências restritivas que se torna imperioso compensar com um maior dinamismo das exportações, impulsionado pela recuperação económica internacional e pelo redireccionamento da produção para mercados externos. Para possibilitar essa evolução torna-se necessário inverter a tendência dos últimos anos de aumentos salariais superiores ao crescimento da produtividade. Não se justifica propriamente um congelamento salarial, mas precisamos de uma maior moderação dos aumentos salariais. Todos devem ter consciência que, na situação actual, isso é uma condição para manter níveis elevados de emprego e evitar, assim, o agravamento de factores de exclusão e maior desigualdade na sociedade portuguesa.”

Entretanto (Governos de Guterres) todo o funcionalismo público havia sido contemplado com o ganho de um nível na tabela salarial reportado a um ano de retroactividade, ficando com ganhos salariais superiores aos dos trabalhadores da actividade privada, que, com os seus trabalhadores, pagam os impostos para a manutenção da Administração Pública !

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por luzdequeijas às 14:48
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A SINA DOS PORTUGUESES?

RECURSO AO FMI

Recurso ao Fundo Monetário Internacional

O “Apertar do cinto” obrigado pelo FMI, numa situação de quase ruptura das finanças públicas (1983-5) foi o toque a rebate.

Ajustamentos muito dolorosos foram impostos ao povo em 1983, com o FMI a impor medidas duríssimas e Ernâni Lopes a concretizá-las (envolvendo impostos retroactivos, por exemplo). Em 1983-85, com Mário Soares no poder, a inflação chegou a uns impensáveis 24% e o défice desses governos alcançou a vergonhosa marca de 12%! O País estava quase sufocado pela dívida externa e viveu, até essa data (1985), praticamente com as estruturas do Estado Novo depauperadas e com empréstimos do FMI. Queira Deus que seja a última vez.

publicado por luzdequeijas às 12:17
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FUTURO VISIONA-SE NEGRO

BONS EMPRESÁRIOS

COMO FAZER APARECER BONS EMPRESÁRIOS?

 

"Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali

montaram negócios florescentes! Por todo o mundo não é caso raro."

 

Não haverá uma receita mágica para fazer aparecer muitos e bons empresários. Quando muito, poder-se-á delimitar uma zona estratégica, temporal e condicionante para que tal objectivo se possa ir desenvolvendo através de uma selecção natural e evolutiva. Apertando a malha da rede, à medida que se for subindo na pirâmide.

 

Aquilo que todos sabemos é que sem bons empresários não haverá nunca uma economia sã e próspera. E também sabemos que sem empresários e uma economia produtiva e competitiva não haverá futuro para Portugal. Nem para um mínimo de “Estado Social”. O futuro visiona-se negro, mesmo sem quaisquer tipos de pessimismos. O tempo torna-se curto, e a Grécia está aí!

O país precisa de bons empresários, daqueles que querem arriscar, que têm espírito de iniciativa e não se resignem com a situação. Neste período de crise o motor da economia portuguesa terão de ser os empresários. Para tal, não basta os altos dignitários do país exibirem casos de sucesso, será fundamental uma vaga de fundo. No contexto de todo o território e numa envolvente criteriosamente estudada. Um empresário não pode viver isolado e tem a cada momento de sentir-se estimulado e apoiado. Este apoio caberá ao Governo, sem moeda de troca. Para esse fim deverá saber-se estender órgãos de apoio que cheguem das cidades às mais remotas aldeias do isolado interior. Investigar o presente e o passado sem esquecer que uma “erva daninha” pode vir a constituir um bom negócio. Portugal não tem matéria-prima nem dinheiro para a comprar. Caberá aqui um papel fundamental à investigação e às universidades. Tal levantamento dos recursos naturais, deverá ser efectuado pelas câmaras municipais no âmbito distrital.

Esquecer de vez quais as habilitações literárias dos possíveis empresários. Se elas fossem condição básica, Portugal teria o problema resolvido através de milhares de licenciados desempregados. A condição só pode ser o velho “toque de Midas”, ou seja, ter aptidão para fazer ouro daquilo em que tocam. Não enjeitar uma necessária revolução nas “Novas Oportunidades”. Em lugar de fazer delas um instrumento de falsa correcção de estatísticas, virá-las para um desempenho de mão-de-obra especializada e de apoio aos novos e antigos empresários. Esquecer ainda, de forma definitiva, as actuais pretensões das “Direcções Comerciais de Luxo” a infiltrarem-se na política, na sociedade e na economia! Esquecer sobretudo as famigeradas “empresas do regime” e a protecção aos “grupos”. A situação é demasiado grave para que alguém possa actuar, a qualquer nível, sem uma completa transparência.

publicado por luzdequeijas às 12:11
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URGE MUDAR COMPORTAMENTOS

O TOQUE DE MIDAS

A história que tem origem na mitologia grega, resultou na expressão aplicável às pessoas que ao contrário das outras, conseguem ganhar dinheiro com relativa facilidade, sendo sempre bem sucedidas, em todos os empreendimentos em que se metem.

A esses indivíduos, no início, o normal é ninguém lhes reconhecer essa capacidade mas os factos vão demonstrando que eles, surpreendentemente, conseguem êxitos consecutivos, o que leva as outras pessoas a dizerem que eles têm “Toque de Midas”, ou seja, um dom especial de transformar todas as coisas em dinheiro.

Seria bom que em Portugal tivéssemos agora alguém com este dom! Dava muito jeito! E daria, certamente, neste momento um bom primeiro-ministro, ainda por cima estas pessoas apesar de tal facilidade em criarem riqueza, são normalmente muito poupadas. Ao contrário, os outros que não têm tal privilégio, são em regra, extremamente gastadores.

Por azar, não andam por aí Midas aos pontapés, mas já seria bom que os eleitores percebessem que um primeiro-ministro tem de ser parco na verve, experiente em matérias como economia, finanças públicas, relações humanas e, acima de tudo, usar transparência em todos os seus actos, de modo a granjear muita credibilidade para ele e para o país. Neste aspecto as coisas parece não andarem nada bem. Culpa dos partidos e muita culpa dos eleitores, que nunca tiram conclusões das más experiências que vão somando. Urge mudar comportamentos a bem de todos.

publicado por luzdequeijas às 12:07
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A HISTÓRICA LENDA

A QUEDA DE ÍCARO

Desde sempre o Homem sonhou voar, estando essa firme vontade bem expressa na histórica lenda de ICARO que vale a pena recordar:

Dédalo era o melhor e mais conhecido dos artesãos e inventores da antiguidade. Quem desejasse algo engenhoso vinha primeiro à sua oficina em Atenas. Dédalo tinha um sobrinho, Talos, filho de sua irmã,Policasta. Ele aceitou Talos como aprendiz, e o garoto, apesar de ter só doze anos, logo mostrou sinais de ser mais esperto do que seu mestre! Foi Talos que inventou o primeiro serrote, a roda do oleiro e imaginou o primeiro par de compassos. A reputação de Talos espalhou-se e as pessoas começaram a trazer os seus problemas mais complicados para o garoto, e não para o mestre. Consumido de ciúmes, Dédalo atraiu o garoto até o topo do templo de Atenas e empurrou-o para a morte. A mãe de Talos, Policasta, suicidou-se de tristeza, e Dédalo, juntamente com seu filho, Ícaro – um garoto vaidoso sem nada da esperteza de Talos – foram banidos da cidade de Atenas. Dédalo e Ícaro  refugiaram-se na ilha de Creta, onde Dédalo colocou a sua habilidade e esperteza ao serviço do rei Minos. Mas ele perdeu os favores do rei, quando Teseu matou o minotauro e conseguiu escapar do Labirinto, que supostamente era à prova de fuga, e que Dédalo havia construído para abrigar o monstro. Furioso, o rei Minos jogou Dédalo e seu filho na prisão. Enquanto Ícaro passava os dias  cuidando de si, vaidoso, Dédalo estudava profundamente, planeando como escapar de Creta. Era longe demais para nadar até à próxima ilha, e impossível conseguir um bote devido à vigilância da armada do rei Minos. Finalmente, Dédalo concebeu um plano audacioso. Ele construiu dois pares de asas, tecendo as penas e juntando-as com cera. Quando as asas estavam prontas, levou Ícaro para um canto. "Coloque isso e siga - me", disse, "mas cuidado para não voar perto demais do sol, ou perto demais do mar. Mantenha um curso médio. Com essas asas escaparemos daqui." Os dois levantaram voo a partir de um rochedo alto e seguiram para o horizonte. Por muitos quilómetros o jovem Ícaro seguiu o seu pai mas, sentindo-se jovem e despreocupado, e desfrutando de vento, começou a subir para o céu, livre como um pássaro.
Quando Dédalo olhou ao redor procurando-o,  não conseguiu vê - lo . "Ícaro! Ícaro!", chamou o pai ansioso. Mas não veio resposta. No mar, lá em baixo, um punhado de penas flutuava nas ondas, e algumas pequenas ondulações marcavam o ponto onde Ícaro caíra, pois o rapaz tinha voado perto demais do sol, e a cera que unia as asas derreteu-se como manteiga.

Em boa verdade o Homem voou mais longe do que naquele tempo Ícaro poderia imaginar !

publicado por luzdequeijas às 12:04
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FUNDAMENTALISMO DE LIVRE MERCADO

A superexpansão (super-boom) de 60 anos

Nos últimos 60 anos, cada vez que a expansão do crédito entrou em crise as autoridades financeiras agiram injetando liquidez no sistema financeiro e adotando medidas para estimular a economia. Isso criou um sistema de 'incentivos assimétricos', conhecido nos Estados Unidos como moral hazard, que encorajava uma expansão de crédito cada vez maior. George Soros comenta: "O sistema foi tão bem sucedido que as pessoas passaram a acreditar naquilo que o então presidente Reagan chamava de "a mágica dos livres-mercados" e que eu chamo de fundamentalismo de livre mercado. Os fundamentalistas de livre mercado acreditam que os mercados tendem a um equilíbrio natural e que os interesses de uma sociedade serão alcançados se cada indivíduo puder buscar livremente seus próprios interesses. Essa é uma concepção obviamente errônea porque foi a intervenção nos mercados, não a ação livre dos mercados, que evitou que os sistemas financeiros entrassem em colapso. Não obstante, o fundamentalismo de livre mercado emergiu como a ideologia econômica dominante na década de 1980, quando os mercados financeiros começaram a ser globalizados, e os Estados Unidos passaram a ter um déficit em conta-corrente".[12]

A globalização permitiu aos Estados Unidos sugar a poupança mundial, e consumir muito mais do que produzia, tendo seu défict em conta-corrente atingido 6,2% do PIB em 2006. Seus mercados financeiros 'empurravam' os consumidores a tomar emprestado, criando cada vez mais instrumentos sofisticados e condições favoráveis ao endividamento. As autoridades financeiras colaboravam e incentivavam esse processo, intervindo - para injetar liquidez - cada vez que o sistema financeiro global se visse em risco. A partir de 1980 os mercados financeiros mundiais começaram a ser desregulamentados, tendo sua supervisão governamental progressivamente relaxada até virtualmente desaparecer.[12]

A superexpansão (super-boom) saiu dos trilhos quando os instrumentos financeiros se tornaram tão complicados que as autoridades financeiras governamentais se tornaram tecnicamente incapazes de avaliar os riscos desses instrumentos financeiros, e passaram a se utilizar dos sistemas de gerenciamento de riscos dos próprios bancos privados. Da mesma maneira, as agências de análise de crédito internacionais se baseavam nas informações fornecidas pelos próprios criadores dos instrumentos sintéticos; às vésperas da quebra da Fannie Mae, essas agências ainda classificavam os derivativos de empréstimos subprime como um risco AAA. "Foi uma chocante abdicação de responsabilidade", classificou Soros.[12]

 

Wikipédia, Enciclopédia Livre

publicado por luzdequeijas às 11:48
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Sexta-feira, 22 de Março de 2013

CONFIANÇA NO FUTURO

Vai surgir deste novo século, forçosamente, um "novo mundo" que trará de volta uma nova ordem social e política. Porque com ele serão, finalmente repostos, o respeito e os tradicionais valores humanos.

Representará esta conquista uma vitória contra o crime organizado, a criminalidade económico – financeira, o oportunismo, individualismo e o materialismo selvagem que têm vindo a revelar-se uma ameaça grave contra a democracia, a sociedade e a economia. Contra o mundo actual !
Quem tiver por hábito manter-se informado sobre o mundo, sabe de previsões de organismos internacionais, cheios de credibilidade, no sentido de uma certeza absoluta; da escassez, dentro de duas ou três dezenas de anos, de bens essenciais à manutenção do nível de bem estar dado como adquirido na Terra, pelos países mais desenvolvidos.
Serão os casos, além de outros, do petróleo e, mais ainda, de água potável !
A confirmarem-se tais previsões, e se outras soluções não forem encontradas, o caos poderá tornar-se demasiado perigoso. O mundo recuará, sem dúvida.
Sabe-se ainda que todo o pensamento é adivinhação. Por vezes aquilo em que nós tanto acreditamos acaba por se tornar realidade. Só agora alguns homens começam a compreender o seu poder divinatório. Também se acredita que só aquele que pode compreender esta nova idade, ou seja, do “ Novo Mundo” – o mundo dos grandes princípios de rejuvenescimento geral – conseguirá apreender os pólos da humanidade, reconhecer e conhecer a actividade dos primeiros homens, bem como a sua natureza, desta nova “ Idade “ que há - de renascer .... o homem tornar-se-á consciente daquilo que é, e do poder que tem : compreenderá a Terra e o Sol, por fim o universo !
Quando nos servimos da ficção, o nosso pensamento pede adivinhação!
Gente entendida e sabedora admite como provável que o surgimento do próprio ser humano tenha ocorrido há cerca de 1 700 000 de anos. Até hoje sempre a Terra deu ao Homem meios de sobrevivência. É na lógica de uma próxima escassez de bens essenciais por exaustão, que será de admitir a vinda de um caos mais acentuado. Tanta coisa vai mal no seu consumo, gestão e preservação ! Não será uma fatalidade .
O primado do individual sobre o bem comum, por exemplo, vão trazer-nos o ponto de rotura, para um “ Novo Mundo”. Embora o individual seja muito importante, o ponto essencial de equilíbrio é indispensável à nossa sobrevivência. Com ele virá para o ser humano, uma visão e sentido social de vasta dimensão !
Depois do caos que nos fará sentir perdidos num imenso deserto, em crescendo, surgirá um renascido “ Novo Mundo”. Os valores suplantarão, as matérias primas!
Podemos chamar-lhe também de “Paraíso”, ou seja, alguma coisa bem melhor do que tudo aquilo que tem existido até hoje, na Terra. Esse “ Paraíso” virá, adivinha-se, de uma força universal, desejada pelo próprio homem a unir todas as pessoas . Resultará de uma nova cultura, que sem ofuscar a individualidade, irá conseguir sobrepor - se a ela, fazendo desabrochar um interesse colectivo, quase perfeito, em resultado de o mundo ter atingido um grau superior da sua civilização.
A sociedade global, em pleno, não é utopia. Essa será a grande mudança e constituirá o desaparecimento da mediocridade e oportunismo que nos conduziram ao caos relativo do inicio deste século. Espero realmente que isso aconteça neste século XXI, em resultado da luta contra a escassez de bens tidos por essenciais . Que afinal nem eram !
Este é um profundo desejo de um ser humano, que acredita no ser humano e na existência de forças que ele tem, mas que ainda não descobriu.
Também é um sonho do Natal de 2002 !
publicado por luzdequeijas às 18:01
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ESTÁ DE VOLTA

Basta de injustiças

Vamos ver se a gente se entende. O sítio anda para aí a atacar injustamente o senhor presidente do Conselho por tudo e por nada. Um dia destes o homem cansa-se de tomar conta dos indígenas, volta para a terrinha, dedica-se de novo a fazer projectos de alta qualidade arquitectónica e vai ser o bom e o bonito neste sítio sem um timoneiro forte e determinado ao leme. Esta barcaça cheia de buracos, cada vez mais mal frequentada, que mete água por todos os lados, vai ao fundo num instantinho se o homem se zangar de vez com esta gente pobre e muito mal - agradecida. É verdade que a política é mesmo assim. Uma pessoa está no auge, é aplaudida pelas massas e no outro dia é corrida a pontapé e à pedrada pelos mesmos que a idolatravam na véspera. Mas agora é demais. O homem fala e cai tudo em cima dele sem dó nem piedade. Basta de injustiças, basta de desaforos. Mesmo nesta época de paz e amor, de família, de prendinhas e beijinhos caíram todos em cima do homem de forma implacável e profundamente injusta. Vejamos. Os ministros e secretários de Estado deram 50 euros cada um e ofereceram ao chefe amado, venerado e temido um cheque-prenda de 2250 euros para fazer compras na Fashion Clinic, uma marca de altíssima qualidade. Caiu o Carmo e a Trindade. Uma associação de comerciantes não admite que se tenha revelado o nome da cadeia de lojas e fala de concorrência desleal. Marcelo Rebelo de Sousa, o comentador mais ouvido no sítio, diz que o homem não tem bom senso porque não só o valor é superior ao ordenado médio dos indígenas como vivemos tempos de crise. O homem vai à televisão desejar um bom Natal ao povo, fala de 2008 e diz que 2009 vai ser ainda pior. Pelo caminho diz que foi graças a ele que os juros baixaram e as famílias vão pagar menos pelos créditos à habitação. Estalou a polémica, ataques altos e baixos, que é tudo mentira, o Governo e o presidente do Conselho são zeros à esquerda em matérias monetárias. E agora, qual cereja em cima do bolo, vem o Presidente da República ameaçar o Executivo por causa do Orçamento de Estado cheio de esperança e optimismo, feito de propósito para os indígenas não apanharem nenhuma depressão. Perante esta sequência de injustiças e desaforos, só faltava que um dia destes aparecesse por aí um bota-abaixo a gritar que a chuva, o sol, o frio, e o calor não são obra e graça do senhor presidente do Conselho. Chega de desaforos. Chega de injustiças.
António Ribeiro Ferreira - Jornalista     
publicado por luzdequeijas às 17:48
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O TEMPO TUDO ESCLARECE

Nada há como o tempo, para trazer a verdade de volta ! Há uns tempos atrás o Governo e as suas tropas de choque, que incluem alguns ministros preocupados em não perder o “ emprego “, arrasaram com baixeza e falta de sentido de Estado, Manuela Ferreira Leite ! Porquê ? Simplesmente porque ela avisou de que há momentos, em que é preferível perder um pequeno aumento do que perder o emprego. Referia- se ela, à situação difícil em que estavam milhares de PME portuguesas . Torcendo no seu jeito desonesto, as palavras ditas por MFL, as tropas do PS pró Sócrates, chamaram-lhe de tudo, a começar por ser uma pessoa sem sensibilidade social. Eles sim. Têm muita !

 

O Primeiro-Ministro José Sócrates rejeitou as “críticas” da líder do PSD em relação à subida do ordenado mínimo nacional, considerando-as movidas pela "mesquinhez". Bastante revelador da classe do PM !
Mais uma vez, também, as palavras de Manuela Ferreira Leite foram certeiras na realidade. Os jornais e outros meios de comunicação social de hoje, dão guarida ao aviso da Associação das PME, dizendo que está em causa um milhão de empregos. A penhora do património das empresas com dividas fiscais poderá colocar no desemprego toda essa gente! Augusto de Morais, presidente da ANPME, garantiu ontem que existem 400 mil penhoras a PME, que abrangem cerca de 213 mil empresas com problemas com o fisco . Tudo originado pelo facto de o Ministério das Finanças se recusar oficialmente, a suavizar as penhoras. Na sua opinião se não se negociar um plano que permita às PME pagar as dívidas ao Estado de forma faseada, até ao final de 2009, um milhão de trabalhadores vão para o desemprego.

 
Estranhamente, se fosse uma multinacional ( por ex. a Quimonda ), fundamentada na salvação de postos de trabalho e nas exportações envolvidas, em dias poucos dias seriam presenteados com milhões a crédito ! No caso das PME, o Ministério das Finanças diz que “ pagar impostos é uma obrigação constitucional ". Lá isso é, mas para todos.
Disse ainda : "Dizer que pagar impostos aumenta o desemprego é a negação do Estado de Direito" ! Acrescenta ainda : " que a salvação das empresas já está prevista na legislação. Os mecanismos existem na lei , nomeadamente os processos de conciliação ( PEC) , que integram todos os credores das empresas, contemplam as soluções nesse tipo de situações. Não vamos alterar nada em procedimentos actuais".
 
É engraçado que o Ministro fale em ( PEC ) nas PME e para as multinacionais e centenas de PIN, tudo passa à sua margem. Têm legislação própria ! Com benefícios fiscais e “ chorudas garantias” ! Como diz o presidente das PME, as empresas quando entram no PEC (conciliação) já não têm património nenhum, porque as finanças já penhoraram os seus bens e acabam por fechar.
De facto, há um tratamento muito diverso para casos iguais ! O “simplex” serve para acudir àquilo que interessa e, para os outros casos, parece haver um “complex”. Mais uma vez o ministro das finanças parece somente chegar quando os casos já estão na “ praça pública “, nunca revelando um essencial sentido de antecipação dos problemas, exigido a bom um governante.
 
Em boa verdade Manuela Ferreira Leite não fez criticas, limitou-se a aconselhar prudência nos aumentos do SMN, lembrando as PME. Desde logo, foi mal-tratada pelo primeiro-ministro ! Não ficou por aqui o ataque totalmente despropositado às palavras de MFL. Passou-se a dizer que ela era contra o aumento do SMN e, daqui a conclusões de falta de humanismo e sensibilidade foi um instante. Como habitualmente, a comunicação social vai repetir dezenas de vezes as deturpações soezes que, vêm descarregando em cima da líder do PSD, fazendo coro com o PS e nomeadamente com Sócrates. Lembram-se do Hitler ? Uma mentira repetida muitas vezes .... Afinal estava cheia de razão.
publicado por luzdequeijas às 17:45
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NUVENS NO CÉU

 
21 Fevereiro 2009 - 

Dia a Dia

Mundo sem esperança

A maior tragédia da actual crise é que os sinais de cada novo dia são mais sombrios que os do dia anterior. Despedimentos em massa, fecho de empresas, desistências de investimentos, erosão patrimonial, tornaram-se acontecimentos demasiado banais.

Vivemos um assustador mundo novo. Os mais velhos já viveram situações de maior pobreza, de muitas dificuldades, mas havia sempre a esperança de que com trabalho e dedicação a vida ia melhorar. Esse optimismo quase genético desapareceu. E não foi só em Portugal. É um fenómeno mundial.

Mesmo a histórica eleição de Obama para a presidência norte-americana que para muita gente foi uma lufada de esperança num mundo melhor, não se está a concretizar, pelo menos em matéria de economia. Desde que Obama foi eleito a América já perdeu mais de 700 mil empregos.

O gigante financeiro Citigroup, com 75 mil despedimentos e a General Motors, a empresa bandeira de automóveis, com 47 mil trabalhadores sacrificados, lideram a lista, onde surgem com mais de dez mil trabalhadores despedidos outras prestigiadas empresas como a Merril Lynch, Caterpillar, Alcoa e General Electric.

A incapacidade das lideranças políticas e empresariais é uma das razões para o desaparecimento da esperança. E sem essa confiança não haverá retoma.

 

Armando Esteves Pereira, Director-adjunto
publicado por luzdequeijas às 15:45
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Quinta-feira, 21 de Março de 2013

UM PAÍS APRISIONADO

Analisarei este país aprisionado por dois partidos também aprisionados e divididos, que é o nosso País, que está realmente prisioneiro e quase moribundo, tomado de inacção e a precisar, neste momento, de um tratamento de choque que o pode deixar ainda mais próximo da sua total descaracterização.

 

Ou talvez não.

 

Sem qualquer exagero, é como se um poder misterioso o comandasse na sombra e comandasse também o ritmo de moribundo a que ele está a funcionar.

Tais partidos estão aprisionados por poderosas forças que parece residirem a seu montante! A figura física de tais forças será muito semelhante à figura do colossal gigante “ Adamastor”. Forte e feia.

Uma figura monstruosamente enorme e disforme, que sobressaía do duro e misterioso Cabo das Tormentas, que hoje os portugueses querem de novo dobrar, mas os actuais “Adamastores ” não deixam! O Cabo Boa Esperança não está ainda à vista. Entretanto, o povo português, vive sem auto-estima e ainda menor motivação individual ou colectiva.

 

Apesar de ele, na sua maioria, desconhecer a existência dos tais “ Adamastores”, de uma forma subconsciente, pressente-os, o que se reflecte na sua acção, ou inacção, e na situação lastimável em que se encontra o nosso País. Será talvez por isto, por causa dos monstros, que tanto se ouve o povo dizer: “ Hoje, já não chegaria um Salazar, seriam precisos pelo menos uns vinte”.

 

Estes curtos comentários mais não serão do que uma chamada de atenção, para a necessidade de uma "Mudança Radical" que leve o país a medidas de choque, transparentes, saudáveis e corajosas, que despertem os dois partidos do poder e os portugueses em geral, para uma nova mentalidade na política e na forma de votar. Quem deixa o país neste estado devia merecer punição severa, e o partido que lhe deu apoio tão depressa não poderia voltar a ser poder.

publicado por luzdequeijas às 21:32
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SERÁ QUE RESULTA?

Ontem um blog do Financial Times contava a seguinte anedota que ajuda a explicar o esquema do ‘bailout' ao Chipre: um abastado e afidalgado turista alemão chega a um hotel numa pequena aldeia cipriota. Quando chega à receção pede para inspecionar os quartos para ver se são bons. O dono do hotel dá-lhe as chaves e o turista alemão, antes de subir as escadas para ir ver os quartos, deixa-lhe em cima do balcão uma nota de 100 euros. Enquanto espera, o dono do hotel agarra nos 100 euros e vai ao talho pagar a sua dívida. O dono do talho agarra nos 100 euros e vai a correr para o senhor que cria porcos, para pagar o que lhe devia.

Este pega nos 100 euros e vai à bomba de gasolina saldar as suas dívidas. O senhor da bomba vai à tasca pagar os copos que ontem bebeu e não pagou. O dono da tasca agarra nos 100 euros e entrega a uma prostituta que ontem lhe tinha "oferecido" os seus serviços a crédito. A prostituta pega no dinheiro e vai ao hotel para dar ao dono os 100 euros pelo quarto que ela usou no dia anterior e não pagou.

publicado por luzdequeijas às 21:16
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FALAR CLARO

Margarida Proença Vice-Reitora da Universidade do Minho

Nas últimas semanas, o coro da oposição tem sido "corta, corta, corta", bem entendido a despesa pública. Ampliado pelos jornais e por sucessivos debates, sempre com os mesmos arautos - como se não tivéssemos em Portugal outros comentadores - reforçou a instabilidade nos mercados financeiros internacionais, que não costumam gostar nada de sentir falta de pulso. E agora, que aí temos a proposta de redução da despesa, os jornais informam que o PSD não aprovará o Orçamento de Estado. Parece portanto que deveria ter sido outra a proposta de redução da despesa pública, e não esta.

Mas vejamos um pouco as coisas. Reduzir a despesa é sempre cortar - na nossa casa, tal como no país. Importa saber onde. A despesa pública é um conjunto de gastos feitos para suportar os serviços públicos prestados à sociedade e realizar investimentos. Em Portugal, os vencimentos, as prestações sociais e os juros representam quase 90% da chamada despesa pública primária. Os vencimentos dizem respeito, maioritariamente, ao pagamento das pessoas que trabalham nos sectores da educação, da saúde e na administração do Estado aos níveis central e local.

Apesar dos diplomas mais recentes terem aproximado a legislação do trabalho no sector público do que se passa no sector privado, na verdade, a garantia e a segurança de emprego continua a ser um facto, e por isso, em grande medida as despesas públicas com salários são rígidas. As prestações sociais englobam as pensões, os subsídios ao desemprego e o apoio a rendimentos muito baixos. Os juros da dívida pública dizem respeito ao pagamento de juros dos empréstimos para pagar despesas para as quais as receitas não chegam, de forma análoga que ocorre no sector privado. Os investimentos públicos são despesas de capital e dizem respeito a construções, por exemplo.

Então, vejamos onde cortar. Escolher é sempre difícil, e tem sempre por detrás critérios que podem ser subjectivos. Fica sempre bem - e aí está toda a gente de acordo , aliás - que os serviços públicos devem ser prestados de forma mais eficiente e transparente. Significa isto que devem ser prestadas contas públicas e que se deve gastar o mínimo possível para obter o mesmo resultado.

A implementação de medidas de reforço de controlo e fiscalização nos serviços corresponde à prática de processos de gestão mais exigentes, induzindo maior responsabilidade por parte de todos, responsáveis e utilizadores da "coisa pública". Pois, mas na verdade, não é por aí que o défice do sector público vai ser resolvido. Pura e simplesmente não chega. Portanto, é necessário ir onde dói.

As possibilidades como se viu em cima não são muitas. Para alguns economistas, parte da resolução do problema estaria no corte substancial do investimento público (veja-se por exemplo, o caso do TGV). Acreditam que esse investimento teria de ser financiado por dívida pública, e logo aumentaria a dívida externa de Portugal, e por outro lado, iria impedir o investimento privado. Por detrás desta análise está a ideia de uma "transferência imaculada" , na expressão de Williamson - a economia é assim uma espécie de vasos comunicantes que se equilibram de imediato. Se aumenta de um lado, logo diminui do outro.

A ideia que tem é de uma "mão invisível" que actua através de um mecanismo perfeito a que chamamos de "mercado". O problema é que, na verdade, esse mecanismo é tudo menos perfeito.

Do lado das despesas correntes, nos últimos anos, as prestações sociais aumentaram significativamente. As razões são diversas; as mais recentes prendem-se com a necessidade de minimizar o impacto social da grave crise que se iniciou em 2008.

Por outro lado, desde a última década que as consequências do envelhecimento progressivo da população aumentaram substancialmente o peso das despesas sociais no PIB, colocando dificuldades sérias em termos de sustentabilidade do sistema. Seguramente, poder-se-iam reduzir significativamente estas despesas - e provavelmente o subsídio de desemprego poderá ter de vir a ser reanalisado. Reduzir despesas a este nível resultaria numa diminuição das despesas públicas.

Seguramente uma redução substancial resultaria da diminuição drástica das despesas em educação e principalmente em saúde, até porque a larga maioria das despesas em vencimentos públicos é aí que é originada.

A opção é politicamente determinada. Mas é bom ter uma noção clara que a generalidade dos países da União Europeia é necessário reverter a tendência crescente da dívida pública; gastamos todos demais. Cortar onde então?

Para mim é claro. Embora não goste.

 

http://www.correiodominho.com/cronicas.php?id=2019

 

publicado por luzdequeijas às 20:55
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AJUDA DO ALÉM

Em 2001 o Conselho da Europa lança novo aviso: «o Estado de Direito, elemento vital de uma sociedade civilizada, será o primeiro a baquear. Uma situação de não-direito que se generalize ameaça sabotar a capacidade do Estado de assegurar a segurança dos seus cidadãos. A partir do momento em que o Estado não tem condições de aplicar a Lei, a criminalidade organizada pode sabotar a autoridade estatal e substituir-se a ela». Este estado de coisas, para nós de vida eterna, não é aceitável. Os nossos pressupostos assentam nos valores humanos, que assimilámos e vamos manter para sempre. Nunca privilegiaremos elites, muito menos apoiadas em estados de secretismo. A transparência é para nós, fundamental e indispensável ao trabalho de pesquisa que queremos fazer em contínuo e desenvolver. Do nosso plano, castigar para educar os habitantes da Terra, não é possível nem desejável. Eles terão de viver em conformidade com a sua vontade e as suas decisões. Só objetivamos prestar-lhe a nossa ajuda, transmitindo-a em condições de captação sensorial. Julgar os humanos é, atitude que nunca poderíamos ter, isso só Deus o pode fazer! Mas também nunca deixaremos de, através dos nossos «pensamentos projetados», influenciar os nossos possíveis receptores na Terra a defenderem a verdade e a justiça, desempenhando todas as lutas contra organizações que em concreto façam mal às pessoas directa ou indirectamente. Teremos de nos lembrar, de que quando projectamos energia para alguém, estamos a ciar, com isso, um vazio em nós mesmos, vazio esse que, se estivermos ligados ao universo, será imediatamente preenchido. Uma vez que comecemos a dar energia constantemente aos outros, receberemos sempre mais energia do que aquela que alguma vez poderíamos dar.

publicado por luzdequeijas às 19:31
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A CRIMINALIDADE ECONÓMICO-FINANCEIRA

A criminalidade económico-financeira, ao atacar os bens sociais provoca danos profundos ao nível da legalidade, da igualdade, da concorrência leal e da justa repartição da riqueza e dos rendimentos. Dispondo de muitos meios para aumentarem a sua influência vão-se tornando cada vez mais fortes, infiltrando sectores da máxima importância do Estado. Fomenta o caciquismo ferindo o princípio da igualdade. Ao reger-se no mercado por acções ilegais e ocultas, pratica a concorrência desleal. Ao enganar o fisco com rendimentos fictícios, invalida uma igualdade justa da repartição da riqueza. Em resultado de tudo isto, as receitas do Estado descem impossibilitando investimentos essenciais em áreas como a saúde, educação e assistência social.

publicado por luzdequeijas às 19:25
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NEGÓCIOS ILEGAIS

O Conselho da Europa já definiu este tipo de criminalidade como um conjunto de ações «praticadas» por duas ou mais pessoas que participam num projeto criminal, com o fim de obterem poder e lucro através de negócios ilegais, ou de atividades a estes associadas, recorrendo à violência e à intimidação, e usando de influência junto das esferas políticas, dos média, da economia, do Governo e da Justiça». Trata-se de uma criminalidade, que aparentemente não afeta o cidadão comum. Os seus intervenientes são pessoas sem rosto, a prova do facto é muito difícil, à primeira vista ninguém está a ser prejudicado, mas na realidade os seus danos são profundos e gravíssimos. O Direito Penal existente está vocacionado para proteger os direitos individuais, mas não para proteger o “interesse social”. Eles sabem disso.

publicado por luzdequeijas às 19:23
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O CRIME SUBTERRÂNEO

Os participantes nesta enorme realidade subterrânea, serão compensados ou prejudicados na proporção da sua lealdade ou passividade ao dito “sistema”. A maioria da população, apercebe-se de que algo está errado, mesmo muito errado, refugia-se na indiferença, mas não consegue tomar consciência dos circuitos envolvidos ou dos numerosos meandros postos ao serviço desta teia que vai empobrecendo os países! Outros, apercebem-se mas, por medo, optam pelo silêncio não comprometedor.

É a tudo isto que se está a chamar “democracia”! Em, boa verdade numa ditadura existe um poder visível, alguém que dá a cara e que pode vir a ser responsabilizado pelos danos causados à sua população. Agora nestas democracias, todas estas ilegalidades tendem a ficar por punir. Será como se um crime fosse praticado por um número muito grande de pessoas, no qual, cada uma dessas pessoas fizesse uma muito pequena parcela desse crime. Esta participação muito pequena não assume qualquer infração às leis, contudo, o conjunto delas realiza um crime! Atribuído a quem? Na província tem havido casos destes. A população, farta da impunidade das entidades oficiais, resolver agir por sua conta e risco. Começa por jurar um pacto de silêncio, depois atraem a vítima a um local isolado, em hora decidida por todos, envolvem a vítima e ele aparece morta. Quem foi, ninguém sabe! Mesmo muito pressionados, ninguém fala. No final, nunca há criminoso.

publicado por luzdequeijas às 19:19
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