Terça-feira, 31 de Julho de 2012

UNIÃO DE FACTO

 

 

 UMA VELHA PALMEIRA, JÁ SEM VIDA, ACOLHEU UMA JOVEM FIGUEIRA DENTRO DAQUILO QUE RESTA DAS SUAS ENTRANHAS.  SAUDEMOS ESTA BENEMÉRITA "UNIÃO DE FACTO" QUE NOS OBRIGA A LEMBRAR DA UNIDADE UNIVERSAL DESTE MUNDO EM QUE NASCEMOS, VIVEMOS E MORREMOS

 

 

 

 

 

 

 

publicado por luzdequeijas às 19:12
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ECONOMIA PARALELA

Grande destaque, assumem os frequentes e gigantescos “branqueamentos de capitais”! Ao lado dos branqueamentos e em ligação, temos a “sobre facturação” e a diversificação constante de operações envolventes nos domínios do tráfico da droga, pessoas e armamento.

Em simultâneo, agiganta-se uma cada vez maior, “economia paralela”. Concorrem para estes factos, os fenómenos da “desregulamentação” e “perturbações dos mercados”. O lucro ilícito tudo justifica! O financiamento oculto de certas instituições, partidos, futebol e empresas, concorrem e facilitam esta realidade. As causas visíveis de tudo isto aparecem na forma de uma influência dominadora do Estado e da economia por “grupos” subterrâneos! Os “lobbies” são também parte integrante do “crime organizado”, situando-se na mesma realidade os “interesses corporativos”.

Os participantes nesta enorme realidade subterrânea, serão compensados ou prejudicados na proporção da sua lealdade ou passividade ao dito “sistema”. A maioria da população, apercebe-se de que algo está errado, mesmo muito errado, refugia-se na indiferença, mas não consegue tomar consciência dos circuitos envolvidos ou dos numerosos meandros postos ao serviço desta teia que vai empobrecendo os países! Outros apercebem-se mas, por medo, optam pelo silêncio não comprometedor.

É a tudo isto que se está a chamar “democracia”! Em, boa verdade numa ditadura existe um poder visível, alguém que dá a cara e que pode vir a ser responsabilizado pelos danos causados à sua população. Agora nestas democracias, todas estas ilegalidades tendem a ficar por punir. Será como se um crime fosse praticado por um número muito grande de pessoas, no qual cada uma dessas pessoas fizesse uma muito pequena parcela desse crime. Esta participação muito pequena não assume qualquer infracção às leis, contudo, o conjunto delas realiza um crime! Atribuído a quem? Na província tem havido casos destes. A população, farta da impunidade das entidades oficiais, resolve agir por sua conta e risco. Começa por jurar um pacto de silêncio, depois atraem a vítima infractora a um local isolado, em hora decidida por todos, envolvem a vítima e ela aparece morta. Quem foi, ninguém sabe? Mesmo muito pressionados, ninguém fala. No final, nunca há criminoso.



publicado por luzdequeijas às 17:48
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TUDO ÀS AVESSAS

 

Nas últimas autárquicas (2005), um candidato falou muito na expressão "Candeias às Avessas". Talvez por isso, de lá para cá, Oeiras, Portugal e o próprio mundo, parecem estar às avessas" em tudo e não só nas "Candeias".

No Jornal de Oeiras (2006-Junho) li um relato descritivo, sobre aquilo a que chamaram “Inauguração da Alameda de Queijas”. O Presidente da CMO elogiou o construtor e claro quis ser o protagonista desta inauguração. Em boa verdade esta Alameda, deveria ter sido inaugurada no final dos anos oitenta do último século, data em que foi inaugurada a mancha A da Cooperativa Cheuni, anexa a essa alameda. Não o foi e foi muito estranho que se tivessem dado licenças de habitação a todas aquelas habitações, com aquela área repleta de cardos, mato e lixo de todo o tipo! Se a responsabilidade de fazer tal alameda seria da CMO ou da Cooperativa Cheuni, tanto importa. A verdade é que ela tardou muito, mas agora existe, quanto à paternidade vamos mais DEVAGAR. Em Assembleia de Freguesia de 1999, foi lançada a enorme vontade de a realisar. Todos os partidos deram a sua colaboração. As propostas foram para a CMO e o Presidente da Junta de então, acompanhou todos os detalhes da sua concepção. Até da sua realização. Foram os seus impulsionadores.

Já em 1998 foi lançado pela Junta um concurso nas escolas, sobre o nome da pessoa dado à rua dos alunos concorrentes. De todos os trabalhos apresentados, salientou-se o de uma menina de seis anos, moradora nesta alameda, até à data uma verdadeira lixeira! Passo a transcrever o seu trabalho:

 

"Cada Rua uma História – Alameda de Queijas

Acompanhando um desenho podíamos ler; era assim que eu gostava que fosse a minha rua. A minha rua tem um espaço cheio de ervas, mesmo em frente da minha casa. Eu gostava que tivesse um parque. Se tivesse um parque podíamos brincar e jogar à bola. Nesse jardim podia haver um escorrega e baloiços, assim como uma coisa para trepar. Devia também ter bancos para a minha avó se sentar a bordar com as suas amigas. Eu gostava que tivesse um lago com nenúfares, peixes e rãs e muitas flores para as abelhas tirarem o mel. Podíamos plantar muitas Árvores, que seriam bonitas como os pinheiros do meu avô.  Há muitos anos quando o meu avô veio morar para esta rua, ele plantou uns pinhões na terra. Agora temos três grandes pinheiros que dão muita sombra. Ao pé dos pinheiros, o meu avô também plantou rosas. Há outras pessoas na rua que plantam árvores bonitas ….. . Mas não é a mesma coisa. Se houvesse um parque todo arranjadinho a minha rua ficava mais bonita e os meninos de Queijas teriam um sítio grande e bom para brincar … ficávamos todos mais contentes."

 

Catarina Flores Henriques – 6 anos!

 

Esta criança era quem merecia a paternidade da existência da Alameda de Queijas. É por isto que vale a pena ser autarca, não por qualquer feira de vaidades ou paternidades. Conhecer esta menina foi muito mais importasnte do que assistir à requentada "feira de vaidades", daqueles que insistem em ignorar a verdade e o valor que existe nas crianças!

António Reis Luz

publicado por luzdequeijas às 17:43
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Domingo, 29 de Julho de 2012

VALHA-NOS O DESENRASCANÇO

Desenrascanço, a palavra que os ingleses queriam ter.

Um site norte-americano (ver abaixo) fez uma lista das 10 palavras estrangeiras que mais falta fazem à língua inglesa. A palavra portuguesa "desenrascanço" é a que lidera.

"Bakku-shan" é a palavra usada pelos japoneses quando se querem referir a
uma rapariga bonita, vista de costas.

"Nunchi" é outra das palavras escolhidas. É coreana e é usada para falar de alguém que fala sempre do assunto errado, um género de desbocado ou inconveniente.

"Tingo" é uma expressão usada na Ilha da Páscoa, Chile, e significa pedir
emprestado a um amigo até o deixar sem nada.

A lista das "10 palavras estrangeiras mais fixes que a língua inglesa devia
ter" é liderada pela palavra portuguesa "desenrascanço". Esta é a expressão
que, segundo os autores do site norte-americano, mais falta faz ao
vocabulário inglês.
http://www.cracked.com/article_17251_p2.html   (abram este site) O
"desenrascanco", segundo os norte-americanos

Depois de percorrer duas páginas com explicações das nove palavras
estrangeiras mais fixes, chega-se ao número 1. A falta da cedilha não
importa para se perceber que estamos a falar do "desenrascanço", tão típico
da nossa cultura.

"Desenrascanco: a arte de encontrar a solução para um problema no último
minuto, sem planeamento e sem meios", explica o site dando como exemplo a
célebre personagem de uma série de televisão MacGyver.

"O que é interessante sobre o desenrascanco - a palavra portuguesa para
estas soluções de último minuto - é o que ela revela sobre essa cultura".
"Enquanto a maioria de nós [norte-americanos] crescemos sob o lema dos
escuteiros 'sempre preparados', os portugueses fazem exactamente o
contrário", prosseguem os autores.

"Conseguir uma improvisação de última hora que, não se sabe bem como, mas
funciona, é o que eles [portugueses] consideram como uma das aptidões mais
valiosas: até a ensinam na universidade e nas forças armadas. Eles acreditam
que esta capacidade tem sido a chave da sua sobrevivência durante séculos".

"E não se ria: a uma dada altura eles conseguiram construir um império que
se estendeu do Brasil às Filipinas" à custa do desenrascanço, sublinham os
autores, terminando o texto:

"Que se lixe a preparação. Eles têm desenrascanco", termina o artigo.


publicado por luzdequeijas às 19:15
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MARÇO DE 2011

NADA MUDOU .... OU MELHOR,FOI MUDANDO PARA PIOR !
 
Segunda-feira, 14 de Março de 2011
 
AUSTERIDADE E O APERTO DO CINTO
 

"São inevitáveis dentro do euro. Com o escudo o problema da competitividade da economia resolvia-se com a desvalorização da moeda. Como temos a mesma moeda que a Alemanha e não produzimos o mesmo que os alemães, a solução é «emular» a desvalorização com cortes nos rendimentos dos portugueses." CM - 13-03-2011

 

Esta conclusão é certa até certo ponto! É preciso não esquecer que sabemos isto desde que entrámos para o euro. Também, é preciso saber que assumimos, todos assumiram, a necessidade de haver convergência nas contas públicas entre todos os parceiros da UE (27). Perante isto o que andaram a fazer os Governos PS (Guterres e Sócrates)? A defender o ESTADO e o INVESTIMENTOS PÚBLICO, mais o despesismo em escalada crescente e a desmobilizar quem poupava, quase destruindo os CERTIFICADOS DE AFORRO e qualquer outra forma de poupança.

Com este princípio mataram a possibilidade de atingirmos a CONVERGÊNCIA, e levaram o país a um nível de DESPESA lastimável. Obras públicas aos montes, esquecendo o desenvolvimento de uma economia produtiva, competitiva e solta das amarras estatais. Os bons cidadãos, que produziam e poupavam, com as desvalorizações do escudo, eram compensados com juros mais elevados.Com as teorias socialistas,viram as suas poupanças totalmente destruídas e comidas por ausência de regras normais numa sociedade séria. Retiraram-lhes qualquer normal actualização das taxas de juro,e as  suas poupanças foram engolidas pela fúria do despesismo estatal!

 

Hoje, vêm de novo à procura de um regresso ao poder. Escrevem à UE pedindo mais tempo para pôr as contas nacionais em ordem! Que legitimidade têm para tal?

 

Tal socialismo, não passa da ruína de qualquer país (Espanha, Grécia etc.). Dão tudo aos poderosos e tiram às pequenas e médias empresas e muito principalente,destroem a classe média! Já destruiram!

Tudo fazem para não sair do poder. Eles lá sabem porquê! 

 

publicado por luzdequeijas às 12:24
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2012

DAR COM A MÃO DIREITA

 

Deus também não se esqueceu de mencionar a trombeta que os hipócritas faziam tocar quando “davam” qualquer coisa aos pobres. Claro que é um exagero, uma hipérbole, uma forma inteligente de traduzir o comportamento dos hipócritas. Mas a verdade é que a tentação de aparecer é muito grande para quem “dá” esmola: se os hipócritas não usam a trombeta podem ainda usar outros instrumentos de publicidade mais eficientes. Mesmo que sejam uma plateia ou uma Assembleia-Geral, para dar aos pobres o que por direito é deles. Para dar aos pobres uma ínfima parte dos impostos que o povo paga! Para lhes dar uma migalha e anunciar a esmola com as trombetas bem sonantes, na escolha de quem é necessitado por desamor dos Homens. DAR COM A DIREITA sem que a esquerda sonhe e sem humilhar quem é necessitado.

Pois é, tal escolha deveria ser feita no silêncio dos "bem-intencionados", e não ao abrigo de "Novos Estatutos” ilegais por ignorância progenitora! Que Deus lhes perdoe e lhes dê o perdão com a mão direita longe da esquerda. Estarão neste caso algumas associações frequentadas por gente com "casa de praia", por doutores e engenheiros e demais gente a quem sobra muito daquilo que muitos outros não têm nada! Estes "necessitados" não precisam de pedir para entrar na casa que por direito é sua. Se há gente a mais nela são os "caridosos de serviço e barriga cheia".

 

publicado por luzdequeijas às 19:16
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O BEM E O MAL

 

FONTE LUMINOSA

 

A inauguração a 26 de Setembro de 1999 da Fonte Luminosa na rotunda de Queijas e da respectiva estátua de São Miguel Arcanjo, que passa agora a "guardar" a entrada desta localidade, foram outras obras totalmente realizadas pela Câmara Municipal de Oeiras. Esta alusão ao Patrono da freguesia, com um dragão a seus pés, apontando o combate diário do bem contra o mal, simboliza o sentido do homem e o seu percurso na Terra para o Céu e ilustram, de alguma forma, a acção da Igreja desta freguesia, que em muito tem ajudado para a dinamização e coesão de Queijas.

Queijas passou, assim, a dispor de um portal de grande simbolismo e impacto visual na senda da sua notável evolução dos últimos tempos.

A fonte foi instalada em tanque com 37,9 x 21,4 m, formado por dois níveis distintos unidos por uma cascata.

Instalou-se igualmente uma fonte cibernética com jogos de água e luz controlados por equipamentos informáticos.

A iluminação dos motivos de água é realizada com luz branca.

Está instalado um sistema de controlo anemómetro, para controle da altura dos jogos de água da fonte em função da velocidade do vento, por forma a minimizar saídas de água para o exterior do conjunto.

Inclui-se ainda a instalação de um sistema de filtragem e tratamento de água do tanque com o objectivo de manter a mesma em condições óptimas de transparência e limpeza. 

Esta obra foi um passo, modelado pelas mãos e criatividade do escultor Francisco Simões e no respeito estrito pela história religiosa e simbólica, vertida nas peças agora instaladas na rotunda de Queijas. Ouçamos a sua descrição da forma como ele interpretou esta obra na pele de escultor:

São Miguel Arcanjo é, por qualquer razão que eu desconheço, o meu anjo da Guarda.

São Miguel Arcanjo é o padroeiro de Queijas, mas é também, ao que consta, o anjo de Isabel e, de acordo com alguns testemunhos, o anjo da paz e de Portugal.

Parece também que era o anjo da devoção de D. Afonso Henriques, da Rainha Santa Isabel, de D. João II e do Papa Leão XI. 

Seguramente, é a partir de agora, o anjo protector de Queijas.

Arcanjo Mica-el: o seu nome significa " que é como Deus". São Miguel e São Gabriel são os únicos mencionados no Antigo Testamento, com excepção de São Rafael que surge no livro de TOBIT, católico. Segundo a Bíblia, no livro de Daniel, Deus disse-lhe: " O príncipe do reino da Pérsia resistiu-me durante vinte e um dias, mas Miguel, um dos principais príncipes veio em meu socorro. Deixei - o a bater-se com os reis da Pérsia e aqui estou eu para te fazer compreender o que deve acontecer nos últimos dias ao teu povo. (....) Devo regressar à luta contra o príncipe da Pérsia, depois surgirá o príncipe da Grécia. Ninguém me ajuda neste trabalho a não ser Miguel. Só Miguel tem estado a meu lado como um baluarte e uma fortaleza para mim. "

 

E no Apocalipse diz-se: " Travou-se, então, uma batalha no céu: Miguel e os seus anjos pelejavam contra o dragão e este pelejava também juntamente com os seus anjos. Mas não prevaleceram e não houve mais lugar no céu para eles. O grande dragão foi precipitado, a antiga serpente, o diabo, ou o SATANÁS, como lhe chama, o sedutor do mundo inteiro, foi precipitado na terra, juntamente com os seus anjos. "

São Miguel, vulgarmente representado de espada ou lança é o grande campeão de Deus, o grande comandante das hostes do céu. No livro de Daniel conta-se que quando o mundo voltar a estar em perigo real, Miguel reaparecerá para o defender.

Por todo o mundo, em colinas e montes foram erguidas capelas dedicadas a São Miguel. Muitos destes locais eram em tempos antigos considerados como pontos das forças terrenas do poder do dragão.

 

Ao longo dos tempos, tiveram os artistas plásticos grande responsabilidade na construção de uma imagística cristã, sendo eles os criadores das representações de muitas das formas angélicas conhecidas. No Renascimento foi a exploração bastante literal do mundo sob uma nova perspectiva que marcou a arte. Os pintores e escultores desta época singular estiveram na vanguarda, desafiando os mais respeitáveis conceitos sobre a vida, o tempo e o espaço, mesmo antes dos filósofos e teólogos se terem sobre eles debruçado.

Também a mim me coube o privilégio de recriar uma destas representações e ao iniciar este trabalho sobre São Miguel Arcanjo fui assaltado por várias dúvidas do ponto de vista formal. Uma delas se seria São Miguel um anjo feminino. Tinha lido algures que assim era, até pelo facto de, ao que parece ele se sentar à direita de Deus. Pela primeira vez consciencializei que era muito pouco importante reflectir sobre o sexo dos anjos. Importante era, sem dúvida, transmitir através de uma forma escultórica, o sentido de toda a carga espiritual contida na entidade sagrada de São Miguel Arcanjo, facto que constitui para mim um desafio invulgar, pois se tratava de materializar no mármore uma força transcendente e essencial que se resume numa ideia de extrema simplicidade : a prevalência do bem sobre o mal.

Assim, concebi um monumento para ser implantado na rotunda de Queijas, uma das suas entradas, onde duas colunas em mármore de lioz, com sete metros de altura, representam, por um lado, os marcos de entrada, as portas da vila e, por outro, pretendem transmitir o simbolismo cósmico e espiritual a elas associado. Simbolicamente, as colunas sustentam o céu e, portanto, ligam-no à terra. Elas manifestam o poder de Deus no homem e o poder do homem sob a influência de Deus, o poder que assegura a vitória e a imortalidade dos seus eleitos. Nestas colunas foram encastradas a seis metros de altura duas asas em Bronze. A colocação das asas nas colunas teve como intenção uma dupla simbologia: enquanto integradas nas colunas elas relacionam-se com a terra e com os homens e simbolizam, assim, a marca da presença da divindade transfigurada em anjo, isto é, o símbolo da espiritualidade. À frente das colunas, com cinco metros de altura, surge, em mármore branco, a figura de São Miguel, com a sua lança em bronze. A estátua representa-o como comandante das hostes divinas, enfrentando o dragão que surge da água, simbolizando o mal e, combatendo-o, assumindo o arcanjo, a atitude de protector de Queijas.  

 

publicado por luzdequeijas às 19:09
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Segunda-feira, 23 de Julho de 2012

AUSTERIDADE DE ESQUERDA

 

"A CÂMARA DE PARIS GERIDA PELO PS, VAI ACABAR COM OS PASSES DE TRANSPORTES PÚBLICOS GRATUITOS PARA IDOSOS E DEFICIENTES"

 

 

CM 23-07-2012

 

 

JN 

 

Presidente da Câmara de Paris apoiará campanha de Alegre

Publicado <input ... >em 2010-11-26

 

A liderança socialista classificada

 

O presidente da Câmara de Paris, Bertrand Delanoë, disponibilizou-se para entrar na campanha presidencial de Manuel Alegre, em Lisboa ou na capital francesa, e irá gravar um vídeo de apoio ao candidato apoiado pelo Partido Socialista e Bloco de Esquerda. (.... )

 

 

AGORA ATENTEMOS NA COERÊNCIA !

 

 

Transportes/Lisboa: PS/Lisboa condena «aumento escandaloso» que diz privar idosos do passe.

Diário Dogital 05-08-2012

NOTA: Assim vai a política em PORTUGAL. Fazer oposição é estar sempre no "CONTRA". Estudar os problemas e apresentar soluções viáveis é ajudar o "partido rival". Isso nunca, apresentar a sua concordância com medidas acertadas , nem pouco mais ou menos. Enganar o povo é o caminho mais curto para regressar poder e aos respectivos "tachos"!

 

 
publicado por luzdequeijas às 19:04
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PRODUZIR E POUPAR

Geração 40-50 do Último Século

 

Deve ter sido a última geração a ter ouvido alguém dizer para:

“Se Produzir e Poupar”.

As gerações seguintes foram incentivadas a recorrer ao crédito até atingirem o endividamento que é hoje dos mais elevados e escandalosos do mundo! Alguns acreditaram que depois da revolução dos cravos, que o consumismo traria a abastança ao país. Mesmo sem se produzir!

Tal geração teve uma alimentação deficiente e ainda ouviu falar de “uma sardinha  para três”, nos lares de então! Não teve médicos de família, nem professores, nem tudo aquilo que agora se esbanja para apresentar indicadores de gente rica, a fim de não perderem eleições.

Os professores, os médicos, os juízes etc., que havia, não pensavam nos interesses de classe. Pensavam no serviço público que muito os honrava. Saía-se de casa dos pais cedo, muito cedo, às vezes para muito longe e muitas outras vezes para nunca mais voltar. Roíam as saudades, mas era preciso poupar para enviar “dinheiro” que assegurasse algum sustento aos país já velhinhos e ajudasse também a equilibrar as finanças da mãe pátria, já que ela não os tinha podido ajudar.

Sempre com Portugal no coração, mesmo sem dinheiro para vir de férias, iam mandando para cá o pouco que sobrava, ou faziam sobrar apertando o cinto. Souberam mais tarde que era esse pouco de cada um e o muito porque era de muitos, que ia permitindo ao nosso país manter uns senhores doutores a ganhar bem e a dizer que a culpa do estado do país era povo, porque não tinha estudos! Não há melhor universidade que a vida! Os maiores empresários portugueses e do mundo não tinham cursado, mas Deus deu-lhes o dom de saberem reproduzir a riqueza! Diplomas tirados ao domingo não havia!

Assim, se ia mantendo um país que comia muito mais do que aquilo que produzia e deste modo desequilibrou, anos a fio, a sua balança de pagamentos e as contas do Estado.

Fizeram-se empresários, portugueses espalhados por todo o mundo, que foram admirados e respeitados pelo seu comportamento cívico e profissional que souberam ter.

Foram eles, daquela geração, que também aguentaram guerras, como as da Guiné, de Angola, de Timor, de Moçambique, da Índia etc. Quantos deles lá morreram? Quantos ficaram feridos para sempre? Até na própria alma!

Quantos perderam o sossego e ganharam noites de insónias sem fim? Quantos deles viram desaparecer com amargura o conceito de pátria, que lhes tinham ensinado? Até sabiam que esses povos, supostamente independentes, iriam passar um longo calvário e que, no fundo, se consideravam também portugueses, porque nos bancos da escola foi isso que aprenderam.

Quantos anos têm hoje é o que menos importa, pois, o mais importante é que têm uma experiência de vida nunca antes alcançada por outra geração anterior ou posterior. São polivalentes, experientes e com uma alma de “antes quebrar que torcer”.

Pela experiência de vida que tiveram, viveram muitos mais anos que a esperança média de vida, referida nas estatísticas oficiais, permitiria, mesmo sem os viverem de facto.

Precariedade foi aquilo que sempre tiveram mas, do pouco que ganhavam, sempre descontaram para na velhice terem uma reforma com 13ª e 14ª meses que agora lhe estão a tirar! Sentem medo ao verem uns "políticos" reduzirem-lhes as suas reformas, que não as deles, pondo em perigo aquilo que eles honestamente conquistaram. Eles, que arrecadam reformas chorudas em 4 ou 5 anos de pouco ou nulo trabalho e nenhuns descontos.

Eles que acumulam erros graves na governação do nosso país, a todos os níveis, sem os assumirem, nem havendo quem os obrigue a assumir. Erros que são eles, a geração de ouro portuguesa, que os paga com sacrifícios e muito sofrimento.

Os mesmos senhores "políticos" que os atiraram para reformas antecipadas que eles não queriam. Pois sempre quiseram trabalhar até poder.

Quiseram com isso dar os seus lugar a jovens, disfarçando o desemprego, que dizem ter cursos superiores mas, na realidade, pouco sabe e por isso o país está e continuará a estar, como todo o mundo sabe, com elevado desemprego, endividado e sem economia produtiva. Mas sempre a pedir cada vez mais sacrifícios ao povo.

As universidades já não formam elites, mas grandes contingentes de desempregados! Entretanto, receberam-se milhares de emigrantes porque os portugueses não sabiam ou não queriam, arranjar torneiras, jardins, televisões, barcos etc. Os alunos das estatísticas nacionais sabem de tudo e não sabem de nada. O mercado de trabalho não os quer! Também eles não têm culpa, hoje já nem podem empregar-se na Função Pública de onde terão que sair muitos milhares de trabalhadores considerados excedentários. As outras gerações também não têm culpa, são igualmente vitimas. A culpa está dos poderes de decisão deste país, estejam eles onde estiverem.

As Dívidas de Portugal levam os portugueses a continuarem a procurar melhor sorte noutros países. O Instituto Nacional de Estatística (INE) diz que, em 2006, 30 mil portugueses fixaram residência por mais de um ano noutros países, mas a Igreja católica e os sindicatos dizem que, neste ano, foram mais de cem mil os cidadãos lusos a procurar emprego e melhor sorte além – fronteiras, o que corresponde a um aumento de 20 por cento em relação a 2005.

Dar ao povo alguma esperança é "cortar a direito" na governação atual, sem exceções de espécie alguma, já que melhores dias não chegarão tão depressa para todos, só para alguns. 

 

publicado por luzdequeijas às 13:02
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Sábado, 21 de Julho de 2012

OS RESINEIROS

EM VIAS DE EXTINÇÃO 

 

publicado por luzdequeijas às 20:01
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Quinta-feira, 19 de Julho de 2012

O FIM DA GRANDE ILUSÃO

O Dever da Verdade: o Fim da Grande Ilusão?

O último livro de Henrique Medina Carreira e Ricardo Costa, O Dever da Verdade – Que país somos, em que Estado estamos e para onde caminhamos? Editora Dom Quixote.

Henrique Medina Carreira é um conhecido especialista em assuntos fiscais e analista da economia portuguesa, em particular nas matérias referentes às contas públicas. Durante a sua já longa vida pública tem ocupado diversos cargos de destaque, tendo ocupado entre outros o lugar de Ministro das Finanças e subsecretário de Estado do Orçamento.
Para além da intervenção política directa, Henrique Medina Carreira foi Professor do ensino superior e tem várias publicações, incluindo o capítulo “O Estado e a Segurança Social” no importante estudo dirigido por António Barreto “A situação social em Portugal”, publicado nos finais da década de 90. Foi também autor de um Livro Branco sobre a Segurança Social, elaborado a pedido do Engenheiro António Guterres, mas cujas conclusões e medidas aí identificadas nunca viram a luz do dia.
O Professor Medina Carreira é também conhecido em alguns meios pelo nome de Cassandra, a personagem da tragédia grega. Cassandra, filha do rei de Troia e profetiza, recusou-se a dormir com o Deus Apolo e, por isso, foi amaldiçoada. A maldição fez com que ninguém acreditasse mais nas palavras de Cassandra e o anúncio de desgraças e catástrofes passou a ser entendido como um sinal de demência. O resultado de deixarem de acreditar nas profecias de Cassandra foi a queda de Troia. Acho que quem chamou Cassandra ao Professor Medina Carreira se esqueceu desta parte desta história e só se lembrou do capítulo do anúncio das desgraças.

Duas boas razões para ler o novo livro de Medina Carreira e Ricardo Costa. Em primeiro lugar, qualquer pessoa que conheça a realidade da economia e sociedade portuguesas é obrigado a concordar com a maioria das análises apresentadas neste livro de Medina Carreira. As suas análises têm sido catalogadas de pessimistas. Eu prefiro chamar-lhe lúcidas. No entanto, os políticos portugueses e uma parte significativa da sociedade portuguesa continuam, apesar de tudo e pelo menos na aparência, a manter um optimismo e uma confiança como se estes pudessem estar desligados da realidade.
Em segundo lugar, vale a pena ler o livro O Dever da Verdade pela coragem da análise. Nunca é fácil ir contra a corrente. Mas em Portugal, um país que lida muito mal com a crítica, que não gosta de discutir, é ainda mais difícil e, por isso, é preciso ter ainda mais coragem para ser impopular. No entanto, é preciso dizê-lo, o livro é um sucesso de vendas.

Quais são então as desgraças que o Professor Medina Carreira anuncia à República de Portugal?
Em primeiro lugar, a da insustentabilidade das contas públicas portuguesas. O peso crescente das despesas sociais no Orçamento de Estado não é sustentável numa economia estagnada. A análise da sustentabilidade das contas públicas é feita a partir de uma análise dos dados. A conclusão dessa análise é que os portugueses, como muitos outros europeus, serão obrigados a rever as suas expectativas em relação às prestações, salários, reformas ou outras, que irão receber do Estado.
Em segundo lugar, que a Europa é um espaço económico que tem apresentado algumas dificuldades de ajustamento face às novas exigências impostas pelo acelerado processo de globalização. A concorrência internacional e as dificuldades que daí têm resultado, têm exposto as debilidades da economia europeia, em geral, e com particular acuidade as fragilidades da economia portuguesa. O sistema de ensino, da justiça e a organização política não têm dotado Portugal dos instrumentos necessários para competir no novo contexto internacional, daí resultando a estagnação económica em que vivemos desde 2000.
Em terceiro lugar, no atual contexto, o Estado perdeu os seus principais instrumentos de política económica. Aqui Medina Carreira, embora chame a atenção para a necessidade de encontrar formas alternativas de ‘dar a volta’, parece revelar alguma nostalgia em relação ao Estado Providência.

O meu principal ponto de discordância em relação à análise de Medina Carreira talvez seja apenas em relação ao papel da sociedade civil. Primeiro, acho que não está inocente nisto tudo (ver página 120). Segundo, acho que é ela que vai dar a volta. As gerações como a minha que cresceram com o país a progredir não vão aceitar a revisão em baixa das suas expectativas. É fundamental, no entanto, para atingir esse objectivo dizer aos portugueses, como Medina carreira faz neste livro, que pelo caminho que temos seguido não vamos lá.
O cumprimento das expectativas de mais progresso para Portugal só serão possíveis com mais trabalho e ambição dos portugueses.

publicado por luzdequeijas às 12:35
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O REGRESSO À VIDA LOCAL

 
 O novo Presidente francês, François Hollande, disse hoje que quer «abrir um novo caminho na Europa». De facto um novo caminho irá surgir, não será é aquele que “levianamente” prometeu aos seus compatriotas! Não será a via do crescimento, mas sim a via de novos hábitos de vida e de trabalho!

As altas figuras políticas estão todas muito desatentas! ESTE SÉCULO XXI, trará, certamente, grandes problemas ao mundo, tais como a escassez de crude, gás e água potável. As matérias-primas terão preços altíssimos. Grandes investimentos terão de ser feitos no sentido de recuperar o ambiente que, de forma desregrada, quase foi destruído num só século de “crescimento” a roçar a “estragação absurda”!

Caminhos? Por exemplo um regresso à vida local.Uma entrega de todos para melhorar a vida social, cultural e a empregabilidade na sua “terra”.

Um regresso ao início do século XX, mas, com muito mais qualidade de vida, hábitos ambientais e sociais!

Não foi por acaso que por essa altura surgiu o “associativismo”! Ele juntou as famílias da mesma “terra”, em sã e salutar convivência. Quando havia fogo, todos colaboravam na sua extinção! Aqueles que defendem agora o “Crescimento”, querem o quê? Gastar para si e com os seus os recursos mundiais para milhares de anos?

Num só exemplo muito simples, vejamos os estatutos de uma associação qualquer, gerida de olhos postos na Constituição e na legislação aplicável:

 

“ Compete em especial a uma Direcção - RGI (em vigor)

“ Pagar aos monitores ou orientadores ao serviço das actividades culturais, dentro dos limites consentidos por critérios de restrita economia e tendo em vista apenas a justa compensação das despesas ou prejuízos pessoais decorrentes dos serviços prestados;”

 

Diz a Constituição, no seu art.º 73º:

Direitos e Deveres culturais

3. O Estado promove a democratização da cultura, incentivando e assegurando o acesso de todos os cidadãos à fruição e criação cultural, em colaboração com os órgãos de comunicação social, as associações e fundações de fins culturais, as coletividades de cultura e recreio, as associações de defesa do património cultural, as organizações de moradores e outros agentes culturais.

 

Neste simples exemplo, esta associação foi assaltada através de muitas dezenas de ilegalidades e ocupada ilegalmente por " Senhores e Senhoras". Tudo “gente” de bons recursos económicos. Gente com boas moradias, propriedades, bons carros e casa de “praia! Onde estão os mais necessitados? Esses tiveram de pagar quotizações mais caras e a mesma mensalidade, nas actividades culturais disponíveis! Uma certa monitora, que fechou a sua casa comercial, foi “comprada” (não podia ser sócia) e hoje os alunos têm de cobrir em dinheiro, aquilo que essa monitora pede por uma aula semanal! Se houver menos alunos terão de pagar mais. É o Estado que está a cobrir estas situações injustas! Claro, com subsídios que se destinavam a outras finalidades sociais, dentro da cultura. As senhoras de “boas famílias” aproveitam tais subsídios para pagarem menos do que pagariam em casas comerciais dedicadas à cultura. Esta associação não paga impostos, mas faz concorrência às casas comerciais do género, que os pagam! Os pobres que não têm casa de praia, nem emprego, estão impedidos da fruição da cultura como determina a nossa “CONSTITUIÇÃO”! Milhares de coisas como esta, terão de mudar, para que haja uma vida social mais justa para todos. E também, UM REGRESSO À VIDA LOCAL, com menos carros e ar mais puro!

publicado por luzdequeijas às 12:25
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TEMOS DE ALIGEIRAR O ESTADO

( .) Há dez anos começo as minhas aulas na Universidade Católica colocando a seguinte pergunta: “Por que razão Portugal é um país atrasado?”

E a resposta começa pela seguinte conatação: porque a sociedade civil nunca se autonomizou em relação ao poder do Estado.

Porque nunca se formou em Portugal uma burguesia empreendedora  e com vida própria. No momento em que nos países hoje desenvolvidos se afirmava uma burguesia com iniciativa, autónoma, independente, em Portugal a incipiente burguesia viveu enfeudada ao Estado central. Nunca se libertou dele. E este foi o nosso fado até hoje.

A dependência do país em relação ao Estado tem sempre estado na base do nosso atraso. Só que, se essa situação foi até agora possível – embora com consequências conhecidas -, a partir de agora deixou de ser suportável. Por duas razões principais. Primeira: porque uma excessiva concentração de poder nas mãos do Estado não é compatível com o nosso sistema de partidos. Os partidos tendem a usar a máquina do estado e as empresas públicas como coutada sua, o que produz grandes traumas sempre que o poder político muda de mãos.

Ora isto só se resolve aligeirando o Estado e dando mais força à sociedade civil. (...)

José António Saraiva - SOL

 

 

publicado por luzdequeijas às 12:17
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MUNICÍPIOS - LÓGICA DISTRIBUTIVA

 

As cidades “têm estado dependentes, para o seu dinamismo, das transferências do Orçamento do Estado e da existência de serviços públicos, e não da criação e produção endógena de riqueza assente nos seus próprios activos  e potencialidades de desenvolvimento”, destaca um estudo. Esse é um dos principais problemas, frisa Peças Esteves: “A lógica é distributiva, vivendo à custa do orçamento central.”

Sinal disso, o indicador de independência financeira relativo a 2008, que relaciona as receitas próprias e as receitas totais, não deixa margem para dúvidas: 76% dos municípios (234) apresentaram um nível de independência financeira inferior a 50% e 29,5% do total (91, sendo um de dimensão média e 90 de dimensão pequena) registaram mesmo um nível de independência financeira abaixo dos 20%. O estudo é taxativo: “O desenvolvimento de cidades e regiões em Portugal mantém-se prisioneiro da distribuição de fundos do Estado central a governos locais.” O estudo da CGD e da SAER salienta a urgência de mudar esta situação. Até porque, face aos constrangimentos financeiros que o Estado português enfrenta, as transferências para as autarquias irão, inevitavelmente, diminuir. Uma redução que já aconteceu nos últimos anos.

Expresso – 02-07-2o11

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Terça-feira, 17 de Julho de 2012

ESTADISTAS PRECISAM-SE

 

Sobram os dedos de uma só mão para contar aqueles Estadistas que apareceram à frente do nosso País nos últimos cem anos. Também não sei se haverá, entretanto, lugar para eles neste torrão à beira-mar plantado!

Estão a tornar-se um bem preocupantemente escasso! Ou se é, ou se não é. Eis a questão!

Sabe-se que se nasce já com esse dom, e o muito que se pode fazer, é ajudar alguém a melhorar o seu desempenho e dar-lhe espaço de virtude.

Mas, para tal, é preciso que eles apareçam mesmo.

Aqui radicam e mais transparecem todas as crises da vida partidária nacional. Querer ou saber como captá-los torna-se obscuro. Eles andam por aí, não muitos, mas andam. Mesmo num País ingovernável como parece estar o nosso! Com uma comunicação social viciada em casos pueris e desvirtuados e apostada em olhar para o lado para não cumprir a sua missão!

Este governo, com uma terrível agenda pela frente, com o tempo, acaba por se vir a sentir completamente tolhido na sua acção governativa e com uma liderança a pensar pequeno, se não forem aprofundadas medidas evidentes . A força das corporações, e outras forças, são de facto eficazmente bloqueadoras.

O País bem o sente.Num primeiro momento, os governantes que temos tido ainda inventaram uma qualquer ASAE, para mostrarem que mandam. De facto só mandam nas “ginjinhas do Rossio”!

Depois, o desânimo abate-se sem piedade no país. Eles não mandam nada! E o País vai andando de mal a pior.

Os possíveis Estadistas que existam neste reino, farejam esta realidade e, como qualquer homem comum, escondem-se na mediocridade, mesmo sentindo o chamamento.

Ficam-se nas covas. Não sentem o mínimo de condições exigíveis para avançar!

Aos donos dos partidos isto interessa e muito. A mediocridade da classe política serve a muita gente, não ao País. Os verdadeiros “ Homens de Estado ” para aparecerem precisam, no entanto, de acreditar ter chegado o momento certo. Depois, a sua acção e postura vão demolindo os bloqueios corporativos e vão fazendo sobressair os mais capazes. Afastam o servilismo e a obra começa a surgir. Com ela regressa a autoridade perdida.

O verdadeiro Estadista pensa na próxima geração, nunca na próxima eleição. O seu sentido de Estado funciona melhor que qualquer GPS (Sistema de Posicionamento Global) na descoberta do caminho certo para os altos interesses coletivos. Esse Estadista tem de ser uma pessoa desprendida, que siga na senda dos valores e da simplicidade do povo e não se deixe enredar nos pequenos interesses de grupo ou nas “tricas” de jornalistas desviados do alto sentido do poder informativo. Tal estadista torna-se incómodo, mas granjeia o respeito das maiorias. Arrasta com o seu forte carácter e força interior, todo o País para o desenvolvimento e bem-estar social.

Os bandos corporativos e empresários enfeudados, amantes de governantes fracos, deixam de ter a sua governação subterrânea, tão eficaz na defesa da continuidade dos seus interesses pessoais e de casta.

Os potenciais Estadistas, tal como os golfinhos na década de sessenta, quando a poluição invadiu o estuário do Tejo, fugiram para longe. A inteligência e sensibilidade dos golfinhos, tal como a dos Estadistas, não lhes permitem lidar, dia a dia, com tanta opacidade. Querem a água limpa, onde se movimentem com toda a transparência.

Quem nos diz se tal Estadista não anda já por aí? Só que as águas continuam poluídas pela movimentação frenética dos tubarões incomodados com as fortes correntes de mudança, não permitindo visualizá-lo.

As regras internas de funcionamento dos partidos devem ser legisladas e, portanto, serem iguais para todos, para que nos sufrágios haja, de facto, eleições democráticas.

Igualdade à partida.

Quem chamar a isto “coisas mesquinhas” não tem estatura de Estadista.

O povo paga com os seus altíssimos impostos os partidos que temos e deixa-lhes nas mãos o poder de conduzirem o País. Resta-lhe, a este povo, o direito que o funcionamento dos mesmos seja avaliado por uma credível “Alta Autoridade”, constituída por homens bons e de grande credibilidade. Em debate nacional.




publicado por luzdequeijas às 18:00
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SALMO 18

Eu te amo, ó Senhor, força minha.
O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e   o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo, em quem me refúgio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.

3 Invoco o Senhor, que é digno de louvor, e sou salvo dos meus inimigos.

4 Cordas de morte me cercaram, e torrentes de perdição me amedrontaram.

5 Cordas de Seol me cingiram, laços de morte me surpreenderam.

6 Na minha angústia invoquei o Senhor, sim, clamei ao meu Deus; do seu templo ouviu ele a minha voz; o clamor que eu lhe fiz chegou aos seus ouvidos.

7 Então a terra se abalou e tremeu, e os fundamentos dos montes também se moveram e se abalaram, porquanto ele se indignou.

8 Das suas narinas subiu fumaça, e da sua boca saiu fogo devorador; dele saíram brasas ardentes.

9 Ele abaixou os céus e desceu; trevas espessas havia debaixo de seus pés.

10 Montou num querubim, e voou; sim, voou sobre as asas do vento.

11 Fez das trevas o seu retiro secreto; o pavilhão que o cercava era a escuridão das águas e as espessas nuvens do céu.

12 Do resplendor da sua presença saíram, pelas suas espessas nuvens, saraiva e brasas de fogo.

13 O Senhor trovejou a sua voz; e havia saraiva brasas de fogo.

14 Despediu as suas setas, e os espalhou; multiplicou raios, e os perturbou.

15 Então foram vistos os leitos das águas, e foram descobertos os fundamentos do mundo, à tua repreensão, Senhor, ao sopro do vento das tuas narinas.

16 Do alto estendeu o braço e me tomou; tirou-me das muitas águas.

17 Livrou-me do meu inimigo forte e daqueles que me odiavam; pois eram mais poderosos do que eu.

18 Surpreenderam-me eles no dia da minha calamidade, mas o Senhor foi o meu amparo.

19 Trouxe-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque tinha prazer em mim.

20 Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça, retribuiu-me conforme a pureza das minhas mãos.

21 Pois tenho guardado os caminhos do Senhor, e não me apartei impiamente do meu Deus.

22 Porque todas as suas ordenanças estão diante de mim, e nunca afastei de mim os seus estatutos.

23 Também fui irrepreensível diante dele, e me guardei da iniqüidade.

24 Pelo que o Senhor me recompensou conforme a minha justiça, conforme a pureza de minhas mãos perante os seus olhos.

25 Para com o benigno te mostras benigno, e para com o homem perfeito te mostras perfeito.

26 Para com o puro te mostras puro, e para com o perverso te mostras contrário.

27 Porque tu livras o povo aflito, mas os olhos altivos tu os abates.

28 Sim, tu acendes a minha candeia; o Senhor meu Deus alumia as minhas trevas.

29 Com o teu auxílio dou numa tropa; com o meu Deus salto uma muralha.

30 Quanto a Deus, o seu caminho é perfeito; a promessa do Senhor é provada; ele é um escudo para todos os que nele confiam.

31 Pois, quem é Deus senão o Senhor? e quem é rochedo senão o nosso Deus?

32 Ele é o Deus que me cinge de força e torna perfeito o meu caminho;

33 faz os meus pés como os das corças, e me coloca em segurança nos meus lugares altos.

34 Adestra as minhas mãos para a peleja, de sorte que os meus braços vergam um arco de bronze.

35 Também me deste o escudo da tua salvação; a tua mão direita me sustém, e a tua clemência me engrandece.

36 Alargas o caminho diante de mim, e os meus pés não resvalam.

37 Persigo os meus inimigos, e os alcanço; não volto senão depois de os ter consumido.

38 Atravesso-os, de modo que nunca mais se podem levantar; caem debaixo dos meus pés.

39 Pois me cinges de força para a peleja; prostras debaixo de mim aqueles que contra mim se levantam.

40 Fazes também que os meus inimigos me dêem as costas; aos que me odeiam eu os destruo.

41 Clamam, porém não há libertador; clamam ao Senhor, mas ele não lhes responde.

42 Então os esmiúço como o pó diante do vento; lanço-os fora como a lama das ruas.

43 Livras-me das contendas do povo, e me fazes cabeça das nações; um povo que eu não conhecia se me sujeita.

44 Ao ouvirem de mim, logo me obedecem; com lisonja os estrangeiros se me submetem.

45 Os estrangeiros desfalecem e, tremendo, saem dos seus esconderijos.

46 Vive o Senhor; bendita seja a minha rocha, e exaltado seja o Deus da minha salvação,

47 o Deus que me dá vingança, e sujeita os povos debaixo de mim, que me livra de meus inimigos; sim, tu me exaltas sobre os que se levantam contra mim; tu me livras do homem violento.

49 Pelo que, ó Senhor, te louvarei entre as nações, e entoarei louvores ao teu nome.

50 Ele dá grande livramento ao seu rei, e usa de benignidade para com o seu ungido, para com Davi e sua posteridade, para sempre.
publicado por luzdequeijas às 17:59
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CORDAS DE SOL

 
 
 

3 Invoco o Senhor, que é digno de louvor, e sou salvo dos meus inimigos.

4 Cordas de morte me cercaram, e torrentes de perdição me amedrontaram.

5 Cordas de Seol me cingiram, laços de morte me surpreenderam.

 

 

publicado por luzdequeijas às 17:04
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CULPA DA DONA BEATRIZ

publicado por luzdequeijas às 10:45
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Segunda-feira, 16 de Julho de 2012

AS ASSOCIAÇÕES E OS SUBSÍDIOS I

COOPERAÇÃO INTER-ASSOCIATIVA
Em alternativa ao cheque eleiçoeiro e partidarizável, é fundamental que a Câmara Municipal disponibilize apoios e condições locais para que os produtos culturais e a prestação de serviços sociais, recreativos e desportivos sejam a fonte de receita fundamental para as associações. Propostas não faltam: a formação, as infra-estruturas e os equipamentos para uso comunitário, a organização de projectos inter-associativos, a promoção da imagem externa, o incentivo à criatividade e à inovação, a disponibilização de serviços internos da autarquia e o seu envolvimento nos projectos relevantes, em particular quando resultam da cooperação e da parceria.
O próprio fomento do inter-associativismo é uma área que deverá merecer atenção e investimento por parte das autarquias, seja a nível municipal, seja nas freguesias, através da organização de projectos conjuntos, em parceria e não apenas de projectos apoiados.
O AGITÁGUEDA é um exemplo excelente do apoio inovador que a Câmara Municipal concede a muitas colectividades do nosso concelho. Encaixe financeiro? Certamente… mas apenas para quem for criativo, tiver iniciativa e se disponibilize a trabalhar com qualidade, num contexto de cooperação inter-associativa.

 

n MF

por MANUEL FARIAS em Julho 02,2008

publicado por luzdequeijas às 19:48
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CAMINHOS ROMANOS

 
Portal Municipal de Paredes de Coura » Cultura » Caminhos Romanos

A Via Romana XIX, inicialmente conhecida como "Itinerário de Antonino", era a mais longa das quatro vias construídas no NW hispânico. Unia as capitais dos Conventos Jurídicos (capitais administrativas da época) da Gallaecia: Brácara Augusta (Braga) e Astúrica Augusta (Astorga), passando por Lucus Augusti (Lugo).

Apesar da degradação verificada com o passar dos séculos, permanecem ainda alguns vestígios notáveis do que foi esta importante obra do Império Romano. Em Paredes de Coura é ainda possível observar importantes vestígios do que foi a Via Romana XIX - marcos miliários, pontes e pequenos troços do percurso original.

Ponte "romana" de Rubiães

Marco Miliário Caracala

Marco Miliário

publicado por luzdequeijas às 15:23
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Sábado, 14 de Julho de 2012

QEM TE AVISAVA...

Quinta-feira, 3 de Março de 2011
 
ALERTA MUITO IMPORTANTE
 

RUI RIO DEFENDE REFORMA PROFUNDA DO REGIME POLÍTICO

 

" Isto é de tal forma grave que uma simples troca de Governo é insuficiente", afirmou o Presidente da Câmara do Porto 

 

O Presidente da Câmara do Porto defendeu hoje a necessidade de reformas profundas no actual regime político, considerando que a situação "é de tal forma grave" que uma mudança de governo já não basta. 

"Se houvesse eleições antecipadas, não haveria mudança de regime, mas uma mudança de governo."

"Isto é de tal forma grave que uma simples troca de governo é insuficiente", defendeu Rui Rio. O autarca respondia aos jornalistas na apresentação dos "Grandes debates do Regime" que o município organiza a partir do dia 31. A iniciativa pretende ser "uma reflexão sobre o estado do regime nos últimos 40 anos e não sobre " o estado do país por causa da situação do governo", pelo que terá impacto menor "se tudo se precipitar no curto prazo" e se realizarem eleições antecipadas.

" Se não se precipitarem, acredito que estes debates possam influenciar os diversos partidos para se entenderem quanto à necessidade de fazer reformas profundas" explicou.      

Sem "reformas profundas" o regime irá à falência de uma forma que ninguém consegue adivinhar" avisou.

Rui Rio - Lusa

publicado por luzdequeijas às 19:46
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ATELIERS DINRIC E DINARTE


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
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Sexta-feira, 13 de Julho de 2012

DINARA DINDAROVA

http://www.dinric.com/

 

 

MÚSICA SOBRE TELA

 

Miniatura
 
1:47 "Esboço de um Tema" TheInsaneLomographer 301 visualizações 2 meses atrás Videoclip by the Insane Lomographer. Track from "Esboço de um Tema" by Vasco Duarte Abranches. Musicians: João Madeira: Doublebass Vasco Abranches: Guitar Música do Á...
publicado por luzdequeijas às 18:47
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CANÇÃO DA ETERNIDADE

http://www.youtube.com/user/TheInsaneLomographer

 

 

eternidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ARTISTA DE QUEIJAS

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O Livro da Dinara

Pintura e Música em Livro 


Uma das melhores coisas que o jornalismo me tem oferecido é a possibilidade de conhecer pessoas de histórias interessantíssimas de vida. Vidas nem sempre fáceis e que nos ensinam isso mesmo: sem esforço nem trabalho, não conseguimos nada. Pessoas que são a prova viva de que é preciso sempre acreditar e continuar a trabalhar, a trabalhar, a trabalhar. A Dinara Dindarova é uma dessas pessoas. Fiz-lhe a primeira entrevista há, se calhar, nove anos, e de lá para cá falamos muito regularmente, sobretudo porque é tão esforçada e trabalha tanto que tem sempre alguma coisa para me contar. É artista plástica, credenciada pela Universidade de Belas Artes de S. Petersburgo. É inovadora e arrisca tudo por amor à pintura. É Psicóloga de formação também e isso misturado com o amor às artes fez a diferença. Nos Estados Unidos desenvolveu um projecto relacionado com a terapia pela cor. Acredita que se controla a hiperactividade, por exemplo, com a cor. Acredita que é possível moldar comportamentos pela pintura. Há algum tempo surpreendeu o concelho de Oeiras com pintura ao vivo e ao som da música. “Música sobre tela” foi o nome escolhido para um ciclo de concertos em que pintava quadros sob o olhar do público e inspiração da música, muitas vezes tocada ao vivo. E tudo isto, para vos dar conta que, esta mulher absolutamente extraordinária está agora a lançar o livro “Pintar a Música, dançar a Cor”. Um livro que segue a sua própria metodologia baseada no desenvolvimento da inteligência emocional, sobre a filosofia da arte, energia da cor, a metodologia de ensino e a origem da inspiração. A ter em conta para quem gosta de belas artes.

publicado por luzdequeijas às 16:31
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