Quarta-feira, 11 de Abril de 2012

E OS BENS TRANSACIONÁVEIS?

UMA ECONOMIA DE RASTOS ......

Balanço da UE sobre os vinte anos de Portugal .

 

Segundo nos divulga a União Europeia, Portugal alterou substancialmente a sua forma de estar no mundo após o seu ingresso no referido bloco.

O Eurostat, Direcção-Geral de Desenvolvimento Regional DA UNIÃO EUROPEIA, APRESENTA-NOS OS SEGUINTES DADOS:

No total, Portugal recebeu da União Europeia, nos últimos 20 anos, 42.020 milhões de euros de Fundos Estruturais e 6.302 milhões de euros do Fundo de Coesão. Entre 2000 e 2006, 16,5% dos fundos comunitários são canalizados para a “Economia”, 12,6% para o “Emprego, Formação e Desenvolvimento Social”, 12,4% para os “Transportes” e 9,7% para a “Agricultura”.

O investimento em acessibilidades foi muito significativo. Em 1986 havia 196 quilómetros de auto-estradas; hoje há 2.091 quilómetros, que representam 16,5 % do total das infra-estruturas rodoviárias do país.

No que se refere ao Produto Interno Bruto (PIB) a diferença de Portugal relativamente à média da União Europeia diminuiu: o PIB per capita (em Padrão de Poder de Compra) passou dos 54,2% em 1986 para os 68% em 2003 (UE a 15, sem os dez novos Estados Membros). Este último valor representaria, em 2003, 74% da média da UE a 25.

Há 20 anos, a agricultura, a silvicultura e a pesca representavam 9,4% da economia portuguesa (Valor Acrescentado Bruto). Hoje esse valor é de 3,9%. A indústria transformadora representava 25%; hoje está nos 18,2%. Num registo inverso, o peso dos serviços subiu: de 52,5% passaram para 66,9 pontos percentuais.

A taxa de inflação sofreu uma clara descida; dos 11,7% passou para os 2,2%.

As taxas de juro também mudaram radicalmente nos últimos 20 anos. Em 1986, Portugal registava uma taxa na ordem dos 15,8%. Em 2005 esse número desceu até aos 3,4%.

A União Europeia reforçou o seu peso enquanto parceiro comercial privilegiado de Portugal. A taxa de exportações para os países da União Europeia subiu dos 57% para os 80% e a das importações passou dos 44, 9% para os 77%.

Há 17 anos, as despesas dos agregados familiares com produtos alimentares, bebidas e tabaco representavam 34,3% do total dos gastos. Em 2000 (data dos últimos dados disponíveis) esse número desceu para os 21,5%. No caso dos transportes subiu de 15,7% para os 18,3%, o mesmo se passando com as despesas relativas a habitação, água e electricidade que aumentaram dos 13,6% para os 19,8%. As despesas com tempos livres e cultura também subiram: dos 5,1% em 1986 chegaram aos 6,6% em 2003.

O número de telefones fixos por 100 habitantes subiu de 15 para 42. No caso dos telemóveis, a taxa de penetração situa-se hoje nos 92,8%, sendo claramente uma das mais altas de toda a União Europeia.

Desde que aderimos à União Europeia, a esperança de vida passou dos 70,3 anos para os 74,5 anos nos homens, e de 77,1 para os 81 anos, nas mulheres.

A taxa de mortalidade infantil, desceu dos 15,8 para os 5,1 por cada mil crianças.

 Hoje há 3,3 médicos por mil habitantes. Há 20 anos esse número era de 2,3.

A percentagem da despesa do PIB em Investigação e Desenvolvimento passou de 26,4% da média europeia para os 40,2%. Em 1986 a despesa representava 0,41 % do PIB. Em 2003 esse número subia para os 0,78%. A meta da Agenda de Lisboa para a União Europeia situa-se nos 3%.

A taxa de escolarização do ensino secundário subiu, nos últimos 16 anos, dos 17,8% para os 62,5%.
No ensino superior, o número de estudantes portugueses em programas Erasmus passou de 25 alunos, em 1986, para os 3.782 alunos em 2004. Até 2004 participaram neste programa 28.139 estudantes.

Há quinze anos a taxa de tratamento de águas residuais era de 34%, hoje é de 82%. Também a percentagem da população servida por Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR’S) aumentou; entre 1997 e 2003 passou de 36% para 56%.

A recolha selectiva de vidro aumentou grandemente nos últimos 15 anos; passou de 12.722 toneladas para as 90.946 toneladas. No caso do cartão a subida foi das 1.415 para as 75.692 toneladas e, no campo das embalagens, o diferencial passou das 484 toneladas para as 6.911 toneladas.

O número de pessoas a fazerem turismo em Portugal (portugueses e estrangeiros) era, há 20 anos, de 5.624.370. Em 2004 esse número atingiu os 10.961.968.

Há 20 anos o saldo migratório do nosso país era claramente negativo, saíram mais 26.949 indivíduos do que aqueles que entraram. Hoje, a diferença entre os que deixam Portugal e os que escolhem o nosso país para residir já é positiva: 47.229 pessoas.

A taxa de acidentes de trabalho por cem mil trabalhadores desceu de 5,9 em 1994 para os 4,0 em 2002. Em 1990 registaram-se 305.512 acidentes, em 2001 esse número chegou aos 244.936.

A Economia Portuguesa-2004*: 

Serviços: 69% do PIB (produto interno bruto)

Construção e obras públicas: 7% do PIB 

Agricultura, silvicultura e pescas: 2,9 % do PIB

Electricidade, gás e água: 2,9% do PIB

Indústria: 17,3% do PIB. A fileira têxtil, vestuário e calçado, assente na mão-de-obra intensiva, não tem parado de diminuir a sua importância na formação do PIB. 

*Fonte: Banco de Portugal

Economia paralela: 20 a 25 % do PIB.

A economia portuguesa desde 2000 está praticamente estagnada, mas no país alguns sectores estão visivelmente melhores, nem sempre pelas melhores razões:

. Habitação. Cerca de 70% da população vive em casa própria. 1/3 das famílias tem uma segunda habitação na praia ou no campo. A renovação do parque habitacional é uma realidade na maioria das regiões do país. A oferta de casas excede largamente as necessidades. Enormes oportunidades de negócio abrem-se agora na área da conservação e restauro, assim como na requalificação urbana. 

. Automóveis. Durante muito tempo foi um indicador de desenvolvimento, hoje nem tanto. Constata-se todavia que o número de automóveis por habitante em Portugal é superior ao de muitos países da UE, como a Dinamarca.

. Portos, aeroportos e vias de comunicação. Portugal é hoje um dos países da UE com a maior densidade de auto-estradas, e dentro em breve todas as capitais de distrito estarão ligadas por uma moderna  rede de comunicações. As estruturas portuários são magnificas, embora sofram de um problema comum: uma gestão deficiente.

. Distribuição de produtos. O comércio tradicional está a desaparecer, mas o número de centros comerciais, hipermercados, redes de lojas de distribuição colocam Portugal acima da média da UE. Em termos de logística comercial o salto qualitativo foi enorme. Algumas empresas portuguesas somam êxitos nesta área em muitos países.

. Bancos. O país está em crise, as famílias estão endividadas, mas os lucros dos bancos não param de crescer (50% em 2004). O sector financeiro está ao nível do melhor em termos internacionais.

. Turismo. A oferta turística de Portugal diversificou-se e subiu muito em qualidade. Uma percentagem significativa da população não prescinde hoje de fazer férias no estrangeiro.

. Telecomunicações. Portugal tem neste domínio excelentes indicadores, na rede fixa, banda larga, telemóveis, serviços electrónicos, etc., etc.

. Novos produtos industriais. industria do papel, moldes de plástico, automóveis, software, aviões ligeiros, etc..

. Produtos tradicionais. Vinhos, café, cortiça, etc.

Estas profundas mudanças económicas atingiram de forma particularmente violenta, a população activa com baixos níveis de escolaridade, a qual passou a concorrer no mercado de trabalho com imigrantes de todo o mundo. A educação passou a ser de facto um capital socialmente valorizado pelas famílias.

Bloqueios

. Administração Pública. Os serviços públicos (centrais ou locais) não foram capazes de acompanhar as mudanças que ocorreram no país. Herdeiros de uma tradição colonial, continuaram distantes da população e das suas necessidades. Na saúde, educação ou gestão local, por exemplo, presta um serviço medíocre face aos enormes recursos que consome. Toda a Administração Pública portuguesa está repleta de dirigentes, serviços e procedimentos inúteis ou perto disso.  

.20 % em risco. 1/5 da população portuguesa apresenta graves problemas de inserção social ou dificuldades em acompanhar as mudanças em curso. As causas são múltiplas: baixa escolaridade, idade avançada, isolamento, dificuldades de integração social de minorias étnicas (ciganos, africanos), etc.



publicado por luzdequeijas às 23:00
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COMPASSO PASCAL

Compasso (Páscoa)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O compasso na rua da Boavista, em Braga

 

 

O Compasso Pascal é uma tradição cristã que consiste na visita casa a casa de uma paróquia (daqueles que a queiram receber) do Crucifixo de Cristo no dia de Páscoa para celebrar a sua Ressurreição.

Um pequeno grupo de paroquianos, com ou sem o seu pároco, liderados por um crucifixo que representa a presença de Jesus vivo, percorre várias casas de outros paroquianos que manifestem a sua vontade de receber a visita de Jesus Ressuscitado no dia de Páscoa. Em cada uma das casas, após uma bênção inicial, os habitantes da casa visitada beijam a cruz de Cristo como demonstração de adoração.

A esta tradição associaram-se diferentes formas de receber essa visita. Ela é vista como uma forma de confraternização dos membros da comunidade paroquial com a oferta de alimentos da quadra ou apenas uns minutos de repouso para o grupo itinerante. É também comum ser aproveitada para oferta de donativos pecuniários à paróquia (para pagamento de eventuais direitos paroquiais).

 

publicado por luzdequeijas às 17:35
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OBELISCO

Latrão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
Fachada barroca da Basílica de São João de Latrão, completada por Alessandro Galilei em 1735.
 

Latrão (italiano: Laterno ou Laterano), designa um local, situado no centro da cidade de Roma e todo um magistral complexo arquitetônico: como o Palácio Laterano, o Obelisco Laterano, o Batisterium e a Basílica de São João de Latrão.

A Santa Sé tem soberania sobre o local, apesar de situado fora dos muros do Estado da Cidade do Vaticano, em decorrência do Tratado e da Concordata de Latrão (ou Lateranense) de 11 de Fevereiro de 1929, assinado com a República Italiana, com o aditamento de 18 de Fevereiro de 1984.

Durante o Império Romano, no local havia uma propriedade da família dos Lateranos (latim: Laterani), que ali construiu um palácio, derivando daí o nome atual. Os Laterani serviram como administradores para diversos imperadores; Sexto Laterano foi o primeiro plebeu a ser designado cônsul. Um dos Lateranos, também designado cônsul, Pláucio Laterano, ficou famoso por ter sido acusado por Nero de conspiração contra o Imperador: acusação que resultou em confisco e distribuição de suas propriedades por volta do ano 60. Juvenal menciona o palácio, e fala que era dotado de alguma magnificência, regiae aedes Lateranorum.

O chamado Obelisco Lateranense, da época dos faraós Tutmósis III e Tutmósis IV (Século XV a.C.).

Algum resquício das construções originais ainda resiste nos muros da cidade exteriormente à Porta de São João e um largo corredor, decorado com pinturas, foram descobertos no século XVIII junto à Basílica, atrás da Capela Lancellotti. Outros traços, menos significantes, apareceram durante escavações feitas em 1880, quando obras de ampliação estavam em andamento.

No ano de 161 o Marco Aurélio construiu ali um palácio. Em 226, Septímio Severo devolveu uma parte das propriedades dos Laterani. Não se sabe se incluiu o palácio. Sabe-se que o Palácio Laterano encontrava-se em posse do Imperador Constantino, O Grande enquanto casado com sua segunda esposa, Fausta, irmã de Maxêncio. Ficou conhecido na época como Domus Faustae, "Casa de Fausta", e, posteriormente foi doado por Constantino ao Bispo de Roma.

publicado por luzdequeijas às 11:50
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Terça-feira, 10 de Abril de 2012

IDOSOS

 

Idosos: Combate à solidão contribui para prevenir suicídio - secretário de Estado da Segurança Social Porto, 10 abr (Lusa) - O Secretário de Estado da Segurança Social, Marco António Costa, afirmou hoje que qualquer iniciativa que "quebre a solidão" e o isolamento das pessoas "contribuirá para quebrar" o fenómeno do suicídio.

Marco António Costa, que falava aos jornalistas depois de presidir à cerimónia de entrega de equipamentos de teleassistência a oito freguesias do Porto, no âmbito do projeto "Chaves de Afetos", da Santa Casa da Misericórdia do Porto, salientou a importância de iniciativas como esta.

O apoio domiciliário é o "mecanismo que consideramos mais eficaz para combater o isolamento e a solidão", disse.

Sem querer comentar as declarações à Lusa do secretário de Estado Adjunto e da Saúde, que afirmou que "o suicídio de idosos se prende com circunstâncias que têm a ver com o abandono social e com condições de vida mais difíceis de sobrevivência", Marco António Costa salientou o Governo ter libertado "as amarras que estavam a condicionar o espaço de autogestão das instituições" que promovem apoio domiciliário.

"Tudo o que quebre a solidão, que aumente as ligações afetivas das pessoas, que promova a autoestima e que faça sentir a cada uma dessas pessoas que é respeitada e importante, contribuirá para quebrar esse fenómeno", disse.

Para Marco António, este programa da SCMP é "precursor", sendo certo que "o Estado não pode ter a ilusão de que será capaz de resolver os problemas das pessoas à distância".

"São as câmaras e as instituições sociais que podem marcar essa diferença", frisou.

No âmbito do protocolo assinado hoje entre a SCMP e as oito freguesias do Porto (Massarelos, Bonfim, Miragaia, S. Nicolau, Santo Ildefonso, Sé, Foz do Douro e Ramalde) mais 16 pessoas vão passar a dispor de teleassistência.

Segundo o provedor da SCMP, António Tavares, o projeto, destinado a apoiar população idosa com mais de 65 anos em situação de solidão abrange já 60 pessoas e o objetivo é conseguir amparar uma centena.

"Estamos convictos que esta é também uma forma de inclusão social", disse o provedor, para quem este projeto "dá a chave para se entrar em casa das pessoas, levando afetos".

Segundo António Tavares, a SCMP "já está a cumprir a sus missão" se conseguir evitar que os idosos fiquem sozinhos, abandonados e tristes.

 

JAP.

Lusa/Fim

publicado por luzdequeijas às 18:11
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2012

O FIM DA GRANDE ILUSÃO

Quarta-feira, 11 de Maio de 2011
 
O Dever da Verdade: o Fim da Grande Ilusão?

O último livro de Henrique Medina Carreira e Ricardo Costa, O Dever da Verdade – Que país somos, em que Estado estamos e para onde caminhamos?, da editora Dom Quixote.

Henrique Medina Carreira é um conhecido especialista em assuntos fiscais e analista da economia portuguesa, em particular nas matérias referentes às contas públicas. Durante a sua já longa vida pública tem ocupado diversos cargos de destaque, tendo ocupado entre outros o lugar de Ministro das Finanças e subsecretário de Estado do Orçamento.
Para além da intervenção política directa, Henrique Medina Carreira foi Professor do ensino superior e tem várias publicações, incluindo o capítulo “O Estado e a Segurança Social” no importante estudo dirigido por António Barreto “A situação social em Portugal”, publicado nos finais da década de 90. Foi também autor de um Livro Branco sobre a Segurança Social, elaborado a pedido do Engenheiro António Guterres, mas cujas conclusões e medidas aí identificadas nunca viram a luz do dia.
O Professor Medina Carreira é também conhecido em alguns meios pelo nome de Cassandra, a personagem da tragédia grega. Cassandra, filha do rei de Tróia e profetiza, recusou-se a dormir com o Deus Apolo e, por isso, foi amaldiçoada. A maldição fez com que ninguém acreditasse mais nas palavras de Cassandra e o anúncio de desgraças e catástrofes passou a ser entendido como um sinal de demência. O resultado de deixarem de acreditar nas profecias de Cassandra foi a queda de Tróia. Acho que quem chamou Cassandra ao Professor Medina Carreira se esqueceu desta parte desta história e só se lembrou do capítulo do anúncio das desgraças.

Duas boas razões para ler o novo livro de Medina Carreira e Ricardo Costa. Em primeiro lugar, qualquer pessoa que conheça a realidade da economia e sociedade portuguesas é obrigado a concordar com a maioria das análises apresentadas neste livro de Medina Carreira. As suas análises têm sido catalogadas de pessimistas. Eu prefiro chamar-lhe lúcidas. No entanto, os políticos portugueses e uma parte significativa da sociedade portuguesa continuam, apesar de tudo e pelo menos na aparência, a manter um optimismo e uma confiança como se estes pudessem estar desligados da realidade.
Em segundo lugar, vale a pena ler o livro O Dever da Verdade pela coragem da análise. Nunca é fácil ir contra a corrente. Mas em Portugal, um país que lida muito mal com a crítica, que não gosta de discutir, é ainda mais difícil e, por isso, é preciso ter ainda mais coragem para ser impopular. No entanto, é preciso dizê-lo, o livro é um sucesso de vendas.

Quais são então as desgraças que o Professor Medina Carreira anuncia à República de Portugal?
Em primeiro lugar, a da insustentabilidade das contas públicas portuguesas. O peso crescente das despesas sociais no Orçamento de Estado não é sustentável numa economia estagnada. A análise da sustentabilidade das contas públicas é feita a partir de uma análise dos dados. A conclusão dessa análise é que os portugueses, como muitos outros europeus, serão obrigados a rever as suas expectativas em relação às prestações, salários, reformas ou outras, que irão receber do Estado.
Em segundo lugar, que a Europa é um espaço económico que tem apresentado algumas dificuldades de ajustamento face às novas exigências impostas pelo acelerado processo de globalização. A concorrência internacional e as dificuldades que daí têm resultado, têm exposto as debilidades da economia europeia, em geral, e com particular acuidade as fragilidades da economia portuguesa. O sistema de ensino, da justiça e a organização política não têm dotado Portugal dos instrumentos necessários para competir no novo contexto internacional, daí resultando a estagnação económica em que vivemos desde 2000.
Em terceiro lugar, no actual contexto, o Estado perdeu os seus principais instrumentos de política económica. Aqui Medina Carreira, embora chame a atenção para a necessidade de encontrar formas alternativas de ‘dar a volta’, parece revelar alguma nostalgia em relação ao Estado Providência.

O meu principal ponto de discordância em relação à análise de Medina Carreira talvez seja apenas em relação ao papel da sociedade civil. Primeiro, acho que não está inocente nisto tudo (ver página 120). Segundo, acho que é ela que vai dar a volta. As gerações como a minha que cresceram com o país a progredir não vão aceitar a revisão em baixa das suas expectativas. É fundamental, no entanto, para atingir esse objectivo dizer aos portugueses, como Medina carreira faz neste livro, que pelo caminho que temos seguido não vamos lá.
O cumprimento das expectativas de mais progresso para Portugal só serão possíveis com mais trabalho e ambição dos portugueses.
publicado por luzdequeijas às 18:42
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NOVOS TEMPOS NOVOS CONCEITOS

Europa tem de ajudar a crescer os países endividados

 

"O saneamento das finanças públicas terá um resultado socialmente insuportável se não for acompanhado de recuperação económica e de criação de emprego". Esse empurrão tem de vir de Bruxelas, com fundos, e do BCE, com juros mais baixos.

“O combate à crise financeira tem de incluir, obrigatoriamente, uma agenda voltada para a promoção do crescimento económico e de criação de emprego”, porque sem ela “o saneamento das finanças públicas terá um resultado socialmente insuportável”.

O aviso foi esta tarde deixado por Cavaco Silva em Florença, num longo discurso proferido no Instituto Universitário Europeu.

“Cabe à União Europeia um papel central na promoção desse objectivo”, frisou o Presidente da República.

 

 

Nota: Salvo opinião mais credível, actualmente, a palavra crescimento parece ser a panaceia para todos os males. Como simples mortal pensante, não posso dispensar a minha própria opinião, salvo em presença de provas iniludíveis de realizações concretas, no campo económico, no nosso país. Em boa verdade isso não tem acontecido em Portugal nos últimos 15 a 25 anos. Houve quem promovesse o "consumo desenfreado" na procura do "crescimento". Tal não resultou e só conseguimos com isso aumentar o défice das contas públicas e da nosa dívida externa! A partir daí, passámos a correr atrás do défice e ele a fugir de nós! Nunca corrigimos o dito "défice", nem nunca promovemos a nossa produção interna! A dívida externa foi disparando!

As coisas mais insignificantes à venda vinham do estrangeiro, eram importadas! A situação foi-se agravando e a nossa economia cada vez foi produzindo menos bens transaccionáveis e mais "obras públicas" (país da Europa com mais auto-estradas por Km2). O anterior governo atingiu o cúmulo nesta matéria com as absurdas "parcerias público privadas"!

 

A nível internacional assistimos ao despontar dos países emergentes, baseados em longas jornadas de trabalho diário e mão de obra barata. Como se isso não chegasse, o mundo concedeu à China condições ímpares de actuação no mercado mundial.Fronteiras abertas, concorrência desleal para com o comércio nacional e venda única de produtos "made in China", com retorno dos proventos à sua origem, sem valor acrescentado para os países hospitaleiros! Nem em mão de obra, sequer!

É aqui que cabe perguntar, porque não se aprofunda a União Europeia no sentido de dispensar idêntico tratamento aos países em grandes dificuldades? Portugal e Grécia! Sabe-se que a falência destes pode arrastar a falência da própria União Europeia e o fim do sonho Europa Unida!

O reequilíbrio da UE e dos países em dificuldades, passa por importar menos e exportar mais e tombem por as suas populações sentirem na própria pele os erros daqueles que elegem. Passa por importar menos e consumir mais produtos nacionais! Nunca passará por soluções unicamente financeiras!

Ainda assim, temos estado a falar dentro de uma visão meramente de "curto prazo". Pois, pensando em médio / longo prazo as soluções terão forçosamente de ser outras. Não esquecer que o crescimento arrasta em si mais consumo de bens em risco de exauetão (petróleo, água, metais, etc.) e seria muito melhor apontar "baterias" para termos que viver com crescimento e défice tipo "zero". E começarmos a pensar em ajustar comportamentos sociais para uma nova economia sustentável. Também para novos conceitos de emprego mais moldáveis a estas novas realidades que em breve surgirão no domínio do trabalho.



publicado por luzdequeijas às 18:39
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2012

O ENVELHECIMENTO ACTIVO

Ele chegará acompanhado, mas chegará em breve!

É desta grande vontade nascida de uma opinião pública, antecipadamente esclarecida e criada num maior respeito pela imparcialidade e verdade, escrupulosas, que deve nascer e nasce mesmo, um “PODER” indestrutível.

 

O poder da razão, da verdade e do serviço à sociedade.

 

De mãos dadas com este Poder, terão de andar códigos de honra aceites por toda a gente, tais como, total transparência e entrega.A “FAMÍLIA” deverá estar sempre consagrada como a instituição mais sagrada da sociedade. Qualquer “sociedade civil” não pode prescindir de um Conselho Nacional da Família”, eleito de forma inquestionável. Assim, todas as famílias participarão de forma indirecta, das tomadas de decisão políticas, porque todas essas decisões com carácter genérico, serão submetidas a tal Conselho Nacional.

 

Seguem-se-lhe os “IDOSOS” e as “CRIANÇAS”.

 

A sociedade obriga-se a acompanhar os idosos (mais de 65 anos), até ao fim da sua vida, garantindo-lhe toda a dignidade. Ninguém é obrigado a reformar-se, salvo se disso fizer petição. Se o não fizer, poderá optar por várias prestações de serviço público local, à sua escolha. Ao seu dispor, haverá um elenco de tarefas de reputado interesse social. Estar ocupado faz parte da sua dignidade de vida. Também o Conselho Nacional de Idosos se pronunciará sobre todas as decisões genéricas tomadas politicamente neste domínio.O banco do jardim como objetivo diário, não favorece um envelhecimento condigno e humano.

 

 

Às crianças será garantida, toda a protecção e cuidados educativos. Os legítimos interesses das crianças, serão defendidos por um “Conselho Nacional de Pais”, que devem dar pareceres sobre as tomadas de decisões genéricas e políticas que forem tomadas no país.

 

Ninguém será descriminado por pertencer a franjas da sociedade com hábitos intrínsecos, mas fora dos procedimentos comuns. Contudo, quaisquer medidas ditas”fracturantes” têm de ser tomadas sem agressão às maiorias. A constituição garante absoluto respeito por todo o ser “individual”, mas tem de privilegiar o interesse colectivo.

 

 

publicado por luzdequeijas às 18:30
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UM PODER ESTRANHO SURGIRÁ!

Longe vão os tempos em que nas “Mil e Uma Noites”, Harum Al-Rachid (786-809), era louvado no seu espírito de justiça, contando-se como ele disfarçado do seu “visir”, se misturava com o “povo”, para conhecer as suas preocupações e as necessidades da gente miúda. 

Em 2040, uma vontade que chegaria a “Al-Rachid”, foi com certeza a vontade do povo! Desta vez não precisaria de procurá-la, disfarçado nas ruas. Aquele segredo sobre a Montanha Sinjar, já se faz sentir e, desta montanha, sairão todas as concretizações necessárias para fazer o povo mais feliz! Desta vez a “montanha não pariu um rato”, pariu a vontade universal de um mundo em uníssono. Esta montanha lançará no mundo uma nova cultura social.

Dela sairá um estranho Poder! Com ele nunca mais governarão os medóicres.

publicado por luzdequeijas às 18:18
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PORTAL DA SAÚDE

Envelhecimento Activo

O envelhecimento activo é um aspecto central, devendo ser promovido quer a nível individual, quer a nível colectivo.

Individualmente, o envelhecimento activo pode ser entendido como o conjunto de atitudes e acções que podemos ter no sentido de prevenir ou adiar as dificuldades associadas ao envelhecimento. As alterações físicas e intelectuais que ocorrem com o envelhecimento variam de pessoa para pessoa e dependem das características genéticas e hábitos tidos durante a vida. É sempre oportuno salientar a alimentação saudável, a prática adequada de desporto, uma boa hidratação, repouso e exposição moderada ao sol, não esquecendo as consultas de seguimento do médico assistente. O bem-estar psíquico e intelectual (memória, raciocínio, boa disposição) − fundamentais no envelhecimento activo e saudável − também de protegem e promovem com cuidados permanentes: leitura regular, participação activa na discussão dos assuntos do quotidiano, realização de jogos que estimulam raciocínio, manutenção de actividades dentro e fora de casa (passeios, visitas, voluntariado…), participação em tarefas de grupo ou eventos de associativismo, entre outros.

Mas o investimento individual da pessoa idosa (e respectivas famílias), carece obviamente de políticas e infrastruturas comunitárias. O PNSPI prevê o envolvimento dos serviços de saúde mas dá especial ênfase ao estabelecimento de parcerias e o bom aproveitamento dos todos recursos comunitários existentes e concorrentes para os objectivos do programa: autarquias, instituições de acção social, estabelecimentos de ensino, entidades privadas, etc.

Em vários países da Europa (Espanha, Holanda, Reino Unido, Suécia, entre outros) estas orientações têm sido implementadas, com particular relevo de programas de natureza inter-geracional. Também em Portugal é defendida a importância destas iniciativas, sendo que as escolas têm um papel importante a este nível. Há investigadores nacionais que defendem até a necessidade de “educar para a velhice” desde as idades mais precoces. Com efeito, na abordagem da terceira idade, o encontro e convivência das várias gerações através de eventos comemorativos de datas especiais, envolvimento no processo de pesquisa sobre as tradições, costumes, depoimentos de memórias, transmissão de conhecimentos práticos (gastronomia, artesanato, profissões em vias de extinção, saberes agrícolas…). Acima de tudo, há que assumir e transmitir que a pessoa idosa têm uma vida de trabalho, experiência e sabedoria, que não pode ser negligenciado e desperdiçado, em benefício da própria sociedade. Por outro lado, educam-se os mais jovens para os afectos e valores de respeito, dignidade, solidariedade e responsabilidade para com os mais vulneráveis. Um dia, também eles serão pessoas idosas − necessariamente diferentes! − mas sempre iguais no valor de pessoa humana.

1 Autor: Ana Catarina Meireles

 

Artigo elaborado no âmbito da comemoração do Dia Internacional do Idoso (2008)

 

Catarina Meireles © Portal de Saúde Pública, 2008

 

publicado por luzdequeijas às 18:09
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O ENSINO PÚBLICO

photo Hoje

Observatório verifica 1.121 agressões em escolas no ano passado, 140 a professores

O Observatório de Segurança em Meio Escolar (OSME) registou, no passado ano letivo, 1.121 agressões em estabelecimentos de ensino básico e secundário, 140 das quais contra professores, número inferior ao ano anterior, revelou o Ministério

 

Diário Digital

publicado por luzdequeijas às 18:00
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Domingo, 1 de Abril de 2012

A ARTE NA IGREJA DE S. MIGUEL ARCANJO

 

 

 

A Igreja de Queijas, inaugurada no ano de 1986, era um local de culto despido de imagens, onde sobressaía o betão. Passados 14 anos, surgiu a vontade e a necessidade de lhe dar outra vida.   

Depois de ter executado, no ano passado, as telas dos " Mistérios do Rosário de Fátima" e os frescos em murais e no tecto da Igreja de Nossa Senhora do Cabo, em Linda - a - Velha, o pintor Vítor Lages meteu mãos a um trabalho inédito. Na Igreja de Queijas o artista pintou numa parede por detrás do altar, com 16 metros de altura por 12 de comprimento, um painel com seis metros de altura, alusivo à ressurreição, no qual Jesus Cristo aperta numa das mãos, um estandarte representando a vitória da Vida sobre a Morte.

Do painel, mural em técnica de "fresco seco" (tinta à base de água pintada sobre estuque), faz parte um tríptico intitulado " Três-Marias " (a mãe de Jesus,  

Maria Madalena e a mãe do apóstolo Tiago), inspirado no que observou no Santo Sepulcro, em Jerusalém, local onde se deslocou propositadamente para melhor realizar esta obra.  

De resto, toda a obra se insere numa lógica religiosa. Da direita para a esquerda, começamos por encontrar as figuras da Sagrada Família, seguindo-se a representação de Maria com Jesus, o baptismo, a morte e a ressurreição, os louvores, e já do outro lado, o último painel representa a adoração ao próprio corpo de Cristo no sacrário.

As cores não foram escolhidas ao acaso: o azul representa a terra e o alaranjado a parte espiritual. A conjugação das diversas situações foi ordenada de forma a integrar alguns elementos que já existiam, como uma grande cruz do altar, que obrigou o artista à realização de um estudo para a disposição dos elementos visuais. Um vitral que se encontra na extremidade do painel principal, representava também um desafio, devido ao problema dos raios solares, que poderiam afectar a obra. Mas parece ter sido solucionada da melhor forma, através da instalação de uns protectores de fibra que impedem os raios ultra-violeta de penetrarem. De resto, a importância deste vitral é fundamental para o resultado visual do painel principal, pois quando o sol entra, cria uma projecção ultra colorida, quase irreal, onde as cores e os reflexos encantam até o olhar mais despercebido.



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O PERIGO DOS TOQUES

O Corneteiro Lopes

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
O Corneteiro Lopes é um curta-metragem brasileira de 2003, dirigido por Lázaro Faria. Este filme, que é o quarto trabalho do diretor baiano, reconta livremente a história lendária de um evento ocorrido pelas guerras da independência ocorridas no Brasil após a declaração de Dom Pedro I.

A Baia encontra-se sitiada pelas tropas portuguesas que vêm pouco a pouco deteriorando as forças de resistência comandadas pelo General Labatut. No meio de uma feroz ofensiva, o comandante ordena ao corneteiro português servindo nas fileiras baianas Luiz Lopes a tocar a "retirada". Por motivações que se tornam ambíguas pela trama, o corneteiro Lopes desobedece e altera o toque para "avançar cavalaria, a degolar". O resultado, premeditado ou não, é a fuga desordenada das tropas portuguesas que pensam terem os baianos conseguido reforços. Deste modo foi vencida a Batalha de Pirajá, decisiva para a independência da Baia

publicado por luzdequeijas às 17:00
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